Descarte de lixo eletrônico em Campo Grande, MS
O lixo eletrônico possui grande potencial poluidor, pois em sua composição estão muitos metais pesados e componentes tóxicos. Assim, o seu descarte deve ser feito em locais que irão dar a destinação correta para cada tipo de resíduo, pois alguns podem ser reciclados e outros não.
Segue uma sugestão de onde descartar resíduos eletrônicos em Campo Grande, MS:
novembro 11, 2011 1 Comment
Campo Grande Recicla: tudo sobre o programa
Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, agora tem um programa de coleta seletiva.
Saiba mais em: http://www.campogranderecicla.com.br/faca-sua-parte
O programa tem um funcionamento bem simples, e é fácil de participar:
- Na sua casa você separa o lixo orgânico do lixo reciclável, sendo que o lixo reciclável deve estar limpo e seco;
- Leve o lixo reciclável e entregue em um dos Locais de Entrega Voluntária – LEV, mais próximo da sua casa. Veja a lista dos locais de entrega voluntária aqui;
- Existem locais de coleta específicos que recebem também pilhas e baterias;
- Pronto! Você já está reciclando e ajudando a fazer da nossa cidade e do mundo um lugar melhor!
Dicas:
- Todas as farmácias São Bento e maiores supermercados e pontos de combustíveis são pontos LEV (Locais de entrega voluntária de resíduos).
Participe!
julho 7, 2011 No Comments
PGRS – Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos
Roteiro do conteúdo de um PGRS – Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos:
Capa
Contra-capa com informações
Sumário
1 – Introdução
2 – Justificativa
3 – Objetivos (geral e específicos)
4 – Identificação do gerador de resíduos sólidos (empresa)
5 – Identificação e qualificação da equipe responsável pela elaboração do plano
6 – Legislação aplicável
7 – Metodologia que será aplicada para classificação dos resíduos sólidos
8 – Metodologia e procedimentos
9 – Diagnóstico da situação atual
10 – Ações e procedimentos a serem adotados
10.1 – Coleta, transporte e acondicionamento
10.2 – Reciclagem, acondicionamento final e destinação final dos resíduos gerados
11 – Cronograma de execução e recursos necessários
12 – Conclusão
Referências bibliográficas
abril 28, 2011 No Comments
Coleta de resíduos eletroeletrônicos em discussão
Com a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, é importante definir quais serão as atitudes adotadas para cada tipo de resíduo. E para essa definição o Conselho Nacional de Meio Ambiente está se preparando.
| Conama define em setembro obrigações sobre coleta de eletroeletrônicos
Por Cristina Ávila, do MMA |
Reuniões que tratam sobre a resolução desse tipo de resíduo, que traz complexidade para a coleta e destinação, tem a participação do MMA, da cadeia produtiva e de representantes de estados e municípios.
Os acordos setoriais previstos pela Política Nacional de Resíduos Sólidos que será sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na segunda-feira (2/8), já estão se realizando na prática. A nova legislação que será regulamentada por decreto neste ano tem como uma de suas características a logística reversa – o que significa a obrigação dos fabricantes pela destinação de seus produtos depois de descartados pelos consumidores -, outro aspecto que a caracteriza é o estímulo a parcerias que tornarão possível essa tarefa.
É o que vem acontecendo no Conselho Nacional de Meio Ambiente. Em reunião agendada para setembro, o Conama deverá ter definido consenso a respeito da coleta e destinação de eletroeletrônicos. A partir daí, o assunto vai para as câmaras técnicas e depois para o plenário. As reuniões que tratam sobre a resolução desse tipo de resíduo tem a participação do MMA, da cadeia produtiva e de representantes de estados e municípios. “Vemos com muita satisfação a aprovação da Política Nacional, pois vai facilitar o diálogo que já existe no Conama”, afirma Zilda Veloso, gerente de Resíduos Perigosos.
Zilda explica que esse é um grupo de trabalho que tem a particularidade de tratar de resíduos muito diversos, que vão desde um pequeno celular a uma grande geladeira. O que traz complexidade para a coleta e destinação. “Hoje não existem responsabilidades definidas. Esperamos que a resolução do Conama contemple responsabilidades para os importadores e fabricantes. O que, aliás, é o espírito da Política Nacional de Resíduos Sólidos”, comenta ela.
A expectativa é compartilhada com o setor produtivo. “Avançamos no debate e já temos diversos pontos de consenso”, diz André Saraiva, diretor de Responsabilidade Social da Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica. Segundo ele, um desses pontos é justamente sobre as obrigações de cada segmento para que a reciclagem se torne realidade.
Além das questões de responsabilidade ambiental pelo destino de produtos como computadores, celulares, secadores de cabelo, geladeiras, outro motivo que mobiliza a sociedade é o valor econômico dos resíduos. Um dos exemplos da expectativa da indústria é a presença de Philipp Bohr na reunião mais recente, realizada no dia 28 de julho. Ele está interessado nas decisões do Conama a respeito da coleta. Isso porque é representante de uma empresa suíça que será inaugurada, em setembro, em São Paulo, para a reciclagem de geladeiras e freezers.
“Temos capacidade de reciclar 420.000 geladeiras por ano, com aproveitamento de frações de aço, plástico, metais não ferrosos, polietileno e o CFC (clorofluorcarboneto), que é canalizado e transformado em ácido de uso industrial”, afirma Phillipp Bohr. Para que essa indústria funcione, o segmento deve estar organizado, para que a coleta não representante custos que inviabilizem o negócio.
André Saraiva explica que o consenso que se desenha no Grupo de Trabalho se refere justamente a isso – o que não é tão simples como parece, no caso de geladeiras de clínicas laboratoriais, por exemplo. “Uma geladeira com essa origem precisará ser descontaminada”. Saraiva cita que para se formular a resolução do Conama é necessário ter uma visão geral sobre o assunto. “Não se pode destinar um computador com dados pessoais para a reciclagem, é preciso primeiro deletar informações. Também não é possível transportar sem que se pense na questão jurídica, pois esses computadores são legalmente propriedade de alguém”, disse ainda.
Via (Envolverde/MMA)
agosto 2, 2010 1 Comment
Rio de Janeiro restringe uso de sacolas plásticas
Em atitude exemplar, Rio de Janeiro cria lei que visa diminuir o uso de sacolas plásticas.
| Uso de sacolas plásticas no comércio do Rio fica restrito a partir de sexta-feira
Por Redação da Agência Brasil |
Rio de Janeiro – O uso de sacolas plásticas para embalar mercadorias fica restrito no Rio de Janeiro a partir de sexta-feira (16), com a entrada em vigor da Lei nº 5.502 de 2009. Os parlamentares da Assembleia Legislativa do estado tinham aprovado o adiamento para janeiro de 2011, mas o Diário Oficial do estado publicou nesta terça-feira (13) o veto do governador Sérgio Cabral.
Também na sexta-feira, fiscais da Secretaria do Ambiente vão a supermercados e lojas para garantir a aplicação da lei. O órgão informou, no entanto, que inicialmente eles vão realizar ações educativas e não está prevista a aplicação de multa, que pode chegar a R$ 20 mil.
De acordo com o presidente da Associação de Supermercados do Rio de Janeiro, Aylton Fornari, o comércio vem se adaptando há algum tempo às novas regras.
“Estamos preparados para cumprir essa lei, os mercados vão dar desconto de 3 centavos em cada cinco itens para quem não quiser levar a sacola. E vão disponibilizar outros tipos de sacolas reforçadas, como de lona e ráfia, que possam ser reutilizadas. Isso já vem acontecendo há algum tempo, mas sexta começa a fiscalização da mudança do sistema”, destacou Fornari.
O comércio popular também terá de observar a lei. O presidente da Sociedade de Amigos e Adjacências da Rua da Alfândega (Saara), Ênio Bittencourt, diz que será difícil mudar em tão pouco tempo e reclama da falta de alternativas.
“A gente vai fazer o que for possível, porque o comércio popular utiliza muito esse material. Vai ficar meio apertado o prazo, vamos tentar diminuir, porque não nos apresentaram nenhuma alternativa”, disse Bittencourt, que representa comerciantes do maior centro de comércio popular da cidade.
Rosângela de Souza, que trabalha numa papelaria na Praça Mauá, no centro do Rio, reclamou da falta de informação, apesar de ser a favor da preservação do meio ambiente.
“Tem mais é que mudar mesmo, o que pudermos fazer para melhorar o meio ambiente será ótimo, o planeta agradece. Mas faltou informação, porque no nosso caso acabamos de comprar um estoque para seis meses de sacola plástica. Não sabemos o que vai ser feito ainda”, disse a vendedora.
Em quase um ano da campanha Saco É um Saco, do Ministério do Meio Ambiente em parceria com a Secretaria do Ambiente do estado, foram recolhidos mais de 600 milhões de sacolas plásticas no Rio de Janeiro. A assessoria da Secretaria do Ambiente informou que a campanha vai ser intensificada com o objetivo de esclarecer a população sobre os prejuízos que o plástico causa ao meio ambiente, já que a decomposição do material leva até 500 anos.
Edição: Juliana Andrade
(Envolverde/Agência Brasil)
julho 19, 2010 No Comments
Campo Grande terá Ecopontos para coleta de lixo eletrônico.
Em Campo Grande – Mato Grosso do Sul, a prefeitura irá implantar 4 ecopontos, em diversos locais da cidade, para coleta de lixo eletrônico.
Os produtos serão armazenados temporariamente nos ecopontos até serem encaminhados para reciclagem ou descarte, em empresas certificadas.
Com essa atitude, a prefeitura visa a prevenção dos impactos que seriam provocados caso o lixo eletrônico fosse disposto de maneira errada na natureza, e ainda contribuirá com a formação de diversos jovens, que participarão de um Centro de Recondicionamento de Computadores (CRC).
Fonte: Matéria no jornal Correio do Estado, Domingo, 23 de maio de 2010.
maio 26, 2010 4 Comments
Curitiba – Feira Brasileira de Reciclagem 2010
Entre 16 e 19 de Junho, pelo quinto ano consecutivo em Curitiba, será realizado o evento RECICLAÇÃO – Feira Brasileira de Reciclagem, Preservação e Tecnologia Ambiental. Que tem o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável, a geração de negócios e a integração entre a comunidade científica e as empresas privadas atuantes no segmento ambiental e de reciclagem.
Além de feira e da exposição de maquinários, equipamentos e serviços, a RECICLAÇÃO também é composta por vários eventos técnico científicos que visam a capacitação de profissionais atuantes nestes segmentos, assim como a muitiplicação e disseminação da consciência sócio ambiental necessária para a educação e preservação do meio ambiente. Entre os eventos simultâneos, esta o III Seminário de Saneamento Ambiental, o Seminário de Gestão Ambiental e Mudanças Climáticas, o Seminário de Reciclagem Agrícola – Resíduos Urbanos, Industriais e Rurais, e o Curso de Introdução ao Mercado de Reciclagem.
Mais informações no site: www.montebelloeventos.com.br/reciclacao
maio 25, 2010 No Comments
Descarte de lixo eletrônico em São Paulo
fevereiro 22, 2010 4 Comments
Lixo urbano: soluções
O lixo urbano acarreta em uma série de problemas ambientais:
- transmissão de doenças e proliferação de vetores;
- contaminação do solo e lençol freático devido a disposição final inadequada;
- entupimento de bueiros, que geram enchentes e alagamentos;
Leia mais sobre este assunto site Problemas Ambientais.
fevereiro 7, 2010 1 Comment
Gerenciamento de Resíduos Sólidos

Fluxograma do ciclo de vida de um resíduo urbano (lixo urbano)

Panorama dos resíduos sólidos: diferenças entre Europa e Brasil

Impactos ambientais dos Processos Produtivos
janeiro 7, 2010 No Comments


