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	<title>Licenciamento Ambiental em Mato Grosso do Sul &#187; poluição</title>
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	<description>Informações sobre Meio Ambiente, Licenciamento Ambiental, Tecnologias, Gestão e Controle Ambiental.</description>
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		<title>Conceitos do método de Análise de Ciclo de Vida</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 22:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avaliação de Impactos Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[ACV]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando se fabrica um produto, ou utiliza-se de certas metodologias, as opções são imensas em termos de materiais e tipos de procedimentos. Até agora, critérios de economia, performance ou gosto pessoal eram os únicos a presidir à escolha. Uma nova forma de seleção está começando a influir nas escolhas de consumidores particulares ou profissionais, e [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fabrica um produto, ou utiliza-se de certas metodologias, as opções são imensas em termos de materiais e tipos de procedimentos. Até agora, critérios de economia, performance ou gosto pessoal eram os únicos a presidir à escolha. Uma nova forma de seleção está começando a influir nas escolhas de consumidores particulares ou profissionais, e a dar os primeiros passos também em muitos lugares do mundo. Trata-se da <strong>Análise de Ciclo de Vida</strong>, uma metodologia desenvolvida para garantir que os materiais utilizados tenham o menor impacto ambiental e energético possível. </p>
<p>Nascida da preocupação de racionalizar a fatura energética de produção, a <strong>Análise de Ciclo de Vida</strong> evoluiu já para um conceito mais abrangente que integra todos os impactos ambientais.</p>
<p>A maioria dos produtos existentes no mercado requer um conjunto variado de processos de produção, distribuição, utilização e rejeição, durante o seu ciclo de vida. Cada um destes processos produz uma diversidade de &#8220;emissões&#8221;. E cada uma destas &#8220;emissões&#8221; tem o seu efeito específico sobre o ambiente. A <strong>Análise de Ciclo de Vida &#8211; ACV</strong> pretende inventariar e avaliar cada um destes &#8220;impactos&#8221; para permitir uma escolha racional do ponto de vista do impacto ambiental. Ou seja: escolhe-se uma garrafa em cuja fabricação tenha sido despendida menor quantidade de energia, libertada menor percentagem de gases poluentes, ou que seja com constituintes que inclua menos componentes tóxicos. O resultado é um produto que respeita as regras do &#8220;desenvolvimento sustentável&#8221;.</p>
<p>A ACV então é uma técnica para avaliação dos aspectos ambientais e dos impactos potenciais associados a um produto, compreendendo etapas que vão desde a retirada da natureza das matérias-primas elementares que entram no sistema produtivo (berço) à disposição do produto final (túmulo). Uma ferramenta técnica que pode ser utilizada em uma grande variedade de propósitos.</p>
<p>A norma que fornece os princípios e estruturas e alguns requisitos metodológicos para a condução de estudos de ACV é a NBR ISO 14040. Detalhes adicionais relativos aos métodos são fornecidos nas normas complementares: ISO 14041, ISO 14042 e ISO 14043, em relação às várias fases da ACV.</p>


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		<title>Tecnologias ambientalmente corretas serão exigidas nas licitações</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 13:25:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Battistelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
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		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
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		<description><![CDATA[A adoção de tecnologias ambientalmente corretas em todas as áreas da sociedade é uma tendência mundial, que busca otimizar e manter os recursos naturais sem esgotá-los rapidamente. O uso destas tecnologias passou a ser critério para as licitações do governo, o que mostra um alinhamento do Brasil com esta tendência.
Governo adota critérios de sustentabilidade nas [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A adoção de <strong>tecnologias ambientalmente corretas</strong> em todas as áreas da sociedade é uma tendência mundial, que busca otimizar e manter os recursos naturais sem esgotá-los rapidamente. O uso destas tecnologias passou a ser critério para as licitações do governo, o que mostra um alinhamento do Brasil com esta tendência.</p>
<p><a target="_blank" href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=68865&amp;edt=" target="_blank">Governo adota critérios de sustentabilidade nas licitações</a></p>
<p>A utilização de critérios sustentáveis na aquisição de bens e na contratação de obras e serviços pelos órgãos do governo federal foi regulamentada pelo Ministério do Planejamento. As regras abrangem os processos de extração ou fabricação, utilização e o descarte de produtos e matérias-primas.</p>
<p>De agora em diante, as obras públicas serão elaboradas visando a economia da manutenção e operacionalização da edificação, redução do consumo de energia e água, bem como a utilização de tecnologias e materiais que reduzam o <strong>impacto ambiental</strong>.</p>
<p>“Essas regras vão exigir uma readequação do mercado, já que nem todos os fornecedores terão produtos qualificados para as nossas exigências”, alertou o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna. Segundo ele, o governo possui grande poder de compra e deve induzir essas mudanças junto ao mercado.</p>
<p>“Com essas medidas, o governo estimula a sociedade a seguir esse caminho, não apenas porque dá o exemplo, mas também porque pode induzir os fornecedores a se preparar para fornecer produtos e serviços <strong>ambientalmente sustentáveis</strong>”, justificou.</p>
<p>Entre as determinações, há a exigência para que as construtoras tenham um projeto de gerenciamento de <strong>resíduos</strong> provenientes da construção civil que atendam às normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente. Assim, os resíduos das obras serão destinados a aterros sanitários ou usinas de tratamento de lixo.</p>
<p>A Instrução Normativa também prevê, no caso das obras públicas, a utilização de sistemas de reuso de água e energia, procedimentos para <strong>reduzir o consumo</strong> de energia, utilização de materiais reciclados, reutilizáveis e biodegradáveis e redução da necessidade de manutenção, além do uso de energia solar. Outra exigência é a comprovação da origem da madeira para evitar o emprego de madeira ilegal na execução da obra ou serviço.</p>
<p>O governo federal também recomenda que os bens e serviços sejam constituídos, no todo ou em parte, por material atóxico, biodegradável e reciclado e que <strong>não contenham substâncias perigosas</strong> em concentração acima da recomendada na diretiva européia RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances). Entre eles, o chumbo, o cromo, o cromo hexavalente e o cádmio.</p>
<p>A Instrução ainda traz regras para a contratação de serviços, como a separação dos resíduos reciclados descartados pelos órgãos, a adequada destinação para pilhas e baterias e a utilização de produtos de limpeza e conservação de produtos que atendam às determinações da Anvisa. O documento também prevê que as empresas contratadas realizem programas internos de treinamento para a redução de consumo de energia elétrica e  de <strong>água</strong>.</p>
<p><a target="_blank" href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=68865&amp;edt=" target="_blank">(Envolverde/Em Questão)</a></p>


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		<title>Sobre Amostragem de água</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/sobre-amostragem-de-agua/</link>
		<comments>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/sobre-amostragem-de-agua/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 21:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade da água]]></category>

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		<description><![CDATA[A amostragem da água é realizada para avaliar a qualidade da água por meio de análises laboratoriais. 
O planejamento da amostragem inclui:
 Definir parâmetros a serem analisados;
 Definir metodologia de coleta;
 Definir número e tipo de amostra a ser coletada (amostra simples ou composta);
 Definir pontos de amostragem;
 Verificar tipos de frascos a serem utilizados [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>amostragem</strong> da água é realizada para avaliar a qualidade da água por meio de análises laboratoriais. </p>
<p>O planejamento da <strong>amostragem</strong> inclui:<br />
 Definir parâmetros a serem analisados;<br />
 Definir metodologia de coleta;<br />
 Definir número e tipo de amostra a ser coletada (amostra simples ou composta);<br />
 Definir pontos de amostragem;<br />
 Verificar tipos de frascos a serem utilizados e necessidade ou não de preservação e prazo para análise (depende de cada parâmetro a ser amostrado);<br />
 Modo de transporte;<br />
 Verificar equipamentos necessários (frascos, corda, isopor, termômetro, luvas, balde, etc).</p>
<p>É muito comum a necessidade de quantificar a vazão do corpo d’água, pois a carga de poluentes que um corpo d’água transporta é medida pela multiplicação da vazão pela concentração da substância poluente na água. Para medir a vazão de rios e córregos grandes é necessário contratar um técnico em hidrometria. Mas no caso de fontes pontuais, como o efluente de uma tubulação, ou pequenos córregos, métodos simples podem ser utilizados</p>
<p>O primeiro passo do planejamento de uma amostragem é definir os parâmetros a serem analisados, visando caracterizar a <strong>qualidade da água</strong>. </p>


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		<title>Fontes de poluentes: pontuais e difusas</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>

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		<description><![CDATA[Os poluentes são introduzidos no meio ambiente através de fontes. Estas fontes podem ser classificadas em pontuais ou difusas.
As cargas pontuais são introduzidas através de lançamentos individualizados como o que ocorre no lançamento de esgotos sanitários ou de efluentes industriais. Cargas pontuais são facilmente identificados e, portanto, seu controle é mais eficiente e mais rápido. [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os <strong>poluentes</strong> são introduzidos no meio ambiente através de fontes. Estas fontes podem ser classificadas em <strong>pontuais ou difusas</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">As <strong>cargas pontuais</strong> são introduzidas através de lançamentos individualizados como o que ocorre no lançamento de esgotos sanitários ou de efluentes industriais. <em>Cargas pontuais são facilmente identificados e, portanto, seu controle é mais eficiente e mais rápido. </em></p>
<p style="text-align: justify;">Já as <strong>cargas difusas</strong> são assim chamadas por não terem um ponto de lançamento específico ou por não advirem de um ponto preciso de geração, tornando-se assim de <em>difícil controle e identificação</em>. Exemplos de cargas difusas: a infiltração de agrotóxicos no solo provenientes de campos agrícolas, o aporte de nutrientes em córregos e rios através da drenagem urbana.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Mais um passo contra a poluição do ar</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/mais-um-passo-contra-a-poluicao-do-ar/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 17:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[CONAMA]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>
		<category><![CDATA[poluição atmosférica]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um passo positivo contra a Poluição do Ar por veículos automotores:
Conama aprova inspeção veicular obrigatória em todo o país
Por Luana Lourenço, da Agência Brasil
O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) aprovou ontem (20/10) uma resolução que torna obrigatória a inspeção veicular em toda a frota do país. Atualmente, apenas os veículos das cidades de [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um passo positivo contra a <strong>Poluição do Ar</strong> por veículos automotores:</p>
<p><strong>Conama aprova inspeção veicular obrigatória em todo o país</strong></p>
<p>Por Luana Lourenço, da Agência Brasil</p>
<p>O <strong>Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama)</strong> aprovou ontem (20/10) uma resolução que torna obrigatória a inspeção veicular em toda a frota do país. Atualmente, apenas os veículos das cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro passam pela inspeção.</p>
<p>A resolução do Conama determina que todos os estados e municípios com mais de 3 milhões de veículos serão obrigados a ter um plano de inspeção veicular, que deve ser apresentado em até 12 meses após a publicação na norma no Diário Oficial da União.</p>
<p>De acordo com o <strong>Ministério do Meio Ambiente</strong>, a regra valerá para todos os “veículos automotores, motociclos e similares, independentemente do combustível que utilizem”. A inspeção poderá ser feita por amostragem, ou seja, não necessariamente toda a frota em circulação passará pela vistoria. Sem a inspeção, os veículos não poderão obter o licenciamento anual.</p>
<p>A expectativa da área ambiental é que a obrigatoriedade da inspeção veicular reduza as emissões de poluentes, intensificadas pela falta de regulagem e manutenção de motores.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=64821&#038;edt=1">Envolverde/Agência Brasil</a></p>
<p>© Copyleft &#8211; É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída. </p>


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		<title>O preço da poluição e o princípio do Poluidor-Pagador</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/o-preco-da-poluicao/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 22:22:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>

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		<description><![CDATA[A matéria abaixo sobre a despoluição da Represa Billings em SP que melhorou a água mas ainda não viabilizou o lazer demonstra um dos pontos que ninguém comenta sobre a poluição que é o custo econômico gerado: o preço da poluição!! Que é o valor necesssário para recuperar o ambiente! Esse valor também é conhecido [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A matéria abaixo sobre a despoluição da Represa Billings em SP que melhorou a água mas ainda não viabilizou o lazer demonstra um dos pontos que ninguém comenta sobre a poluição que é o custo econômico gerado: <strong>o preço da poluição</strong>!! Que é o valor necesssário para recuperar o ambiente! Esse valor também é conhecido como uma externalidade negativa. Pois quem paga o preço da poluição é a sociedade toda, e não o poluidor. Foi buscando resolver esse paradoxo atual (que ainda reina em muitos municípios brasileiros) que surgiu o princípio do <strong>poluidor-pagador</strong>. </p>
<p><strong>Princípio do Poluidor Pagador:</strong> Possui dois aspectos, o primeiro que obriga a indenizar todo e qualquer dano que o poluidor tenha causado, e o segundo, que o poluidor pague por todas as medidas e licenças necessárias para não causar danos ou deixar os níveis de sua poluição dentro do aceitável. Internacionalmente, esse princípio também está englobando o mercado dos créditos de carbono, no qual empresas poluidoras precisam comprar os créditos equivalentes a reduções certificadas de emissões para poder continuar em funcionamento. Sua previsão está no artigo 225, § 3º da Constituição Federal.</p>
<p><em><strong>Minha mensagem final é que,ao mesmo tempo em que temos que trabalhar para resolver problemas que já existem, precisamos adotar ações preventivas para evitar novos (Pois estamos chegando lá). Precisamos aprender a trabalhar planejado, pensando adiante, para que não seja preciso achar soluções depois. Não é na hora que está tudo errado que deixamos para resolver. Tem que começar certo já. É isso que aprendi trabalhando com meio ambiente, é mais barato sempre prevenir do que remediar.  </strong></em></p>
<p>31/08/2009 &#8211; 09h08<br />
<strong><a target="_blank" href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=62351&#038;edt=1">Despoluição melhora água sem viabilizar lazer na Billings</a></strong></p>
<p>Por Júlio Bernardes, da Agência USP de Notícias</p>
<p>Pesquisa da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP aponta que o sistema de tratamento de águas em teste no Rio Pinheiros melhora parcialmente a qualidade da água da represa Billings, permitindo que elas voltem a ser usadas na geração de eletricidade.  Entretanto, o trabalho da engenheira Paula Andréia Vilela revela também que a quantidade de poluentes ainda existentes na represa impede a prática de reuso recreacional da água até o momento. “Por esse motivo, a Billings não pode ser utilizada em atividades recreacionais, como natação, pesca e mergulho”, alerta.</p>
<p>Segundo a pesquisadora, o curso natural do rio Pinheiros é alterado por um sistema de bombeamento, de modo que suas águas são encaminhadas para a represa Billings para gerar energia elétrica na usina Henry Borden, em Cubatão (litoral de São Paulo). “Porém, este bombeamento foi proibido em 1992, devido ao alto índice de poluição das águas do Pinheiros, sendo permitido apenas em situação específicas, como controle de enchentes”,  conta.  Para testar o processo de tratamento por flotação, as águas voltaram a ser bombeadas, em caráter experimental, com uma vazão de 10 metros cúbicos por segundo (m3/s).</p>
<p>A coleta das amostras de água, para a elaboração da pesquisa, ocorreu entre setembro de 2007 (início dos testes) e junho de 2008, em seis  pontos do Rio Pinheiros, antes e depois de duas estações de tratamento, e em seis pontos de monitoramento da Billings. “As análises envolveram mais de 200 parâmetros operacionais e ambientais”, explica Paula. “Entre os aspectos analisados, temos, cor, pH, oxigênio dissolvido, turbidez, nitrogênio, fósforo e ferro, além da Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) e a Demanda Química de Oxigênio (DBO)”.</p>
<p>Os testes mostraram que as águas da represa Billings estão contra-indicadas para o reuso recreacional, pois não atendem os padrões de qualidade exigidos pela legislação CONAMA 357/05, que classifica os corpos hídricos. “A pesquisa apontou também concentrações relativamente altas de nitrogênio e fósforo, que indica a presença de esgoto doméstico”, ressalta a engenheira.</p>
<p><strong>Esgoto</strong></p>
<p>A análise de DBO indica que a renovação do oxigênio na água foi insuficiente, devido a alta carga orgânica. “A presença de um alto teor de matéria orgânica pode induzir à completa extinção do oxigênio na água”, afirma a pesquisadora. “Parâmetros como cor da água e concentração de ferro também estavam inadequados”.</p>
<p>De acordo com as análises, as águas da Billings podem ser utilizadas para a geração de energia na Usina Henry Borden. “O processo de tratamento por flotação é eficiente na remoção de sólidos”, explica Paula. “Na geração de energia, a presença destes contaminantes pode se mostrar prejudicial, acarretando danos às turbinas da usina”</p>
<p>O reuso recreacional da água envolve atividades como natação, pesca, mergulho, esqui aquático e jet-ski, entre outras. “Ainda não há no Brasil uma legislação específica para a prática do reuso”, ressalta. “Na pesquisa, foram utilizados como referência, os padrões de qualidade da água estabelecidos pela Resolução do Conama 357/05 que classifica a Billings como corpo hídrico Classe II”. A pesquisa foi orientada pelo professor Pedro Mancuso, da Faculdade de Saúde Pública da USP.</p>
<p>Para permitir atividades futuras de recreação na represa,  Paula recomenda ajustes operacionais no sistema em teste, visando melhoria na eficiência do tratamento das águas do Rio Pinheiros. “Ao mesmo tempo, torna-se imperiosa a adoção de uma política de uso e ocupação do solo no entorno da represa Billings, de modo a controlar as ocupações irregulares”, sugere. “É fundamental também a identificação e mapeamento de lançamentos clandestinos de esgotos na represa.”</p>
<p>(Envolverde/Agência USP de Notícias)</p>


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