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	<title>Licenciamento Ambiental em Mato Grosso do Sul &#187; Planejamento Ambiental</title>
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	<description>Informações sobre Meio Ambiente, Licenciamento Ambiental, Tecnologias, Gestão e Controle Ambiental.</description>
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		<title>Planejamento rural evita degradação dos solos</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 21:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Áreas degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Ambiental]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">O planejamento é a formulação sistemática de um conjunto de decisões a serem tomadas através do tempo, é um processo dinâmico e expressa uma série de propósitos a serem realizados dentro de determinado prazo, levando em consideração as limitações impostas pelos recursos disponíveis e as metas prioritárias definidas. No planejamento, deve-se ter em conta a Viabilidade Econômica, a Viabilidade Técnica e a Viabilidade Política e Institucional do que se quer executar.</div>
<p></p>
<div>O <strong>planejamento rural </strong>consiste em racionalizar o uso da terra segundo as suas aptidões naturais, visando o manejo adequado e a conservação do solo, além é claro de benefícios econômicos. O <strong>uso racional do sol</strong>o é o estabelecimento de um plano de exploração das terras sem desgastar a riqueza dos seus recursos e diminuir sua produtividade ao longo do tempo.</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">A <strong>degradação dos solos</strong> pode ser considerada um dos mais importantes problemas ambientais nos dias atuais, resultando principalmente de práticas inadequadas de manejo agrícola. Segundo Ferreira (1984), do ponto de vista agrícola, a erosão é o arrastamento das partes constituintes do solo, através da ação da água ou do vento, colocando a terra transportada em locais onde não pode ser aproveitada pela agricultura, pela erosão o solo perde não só elementos nutritivos que possui, como também os constituintes do seu corpo, logo um terreno fértil em que a erosão atuar acentuadamente se tornará pobre e apresentará baixa produção agrícola.</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">Os <strong>processos erosivos</strong> podem atingir tamanhas proporções que podem gerar terríveis conseqüências econômicas e sociais, como a destruição de patrimônios naturais, passivos ambientais, e enormes prejuízos econômicos aos cidadãos, à administração pública e às atividades privadas.</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">O controle da <strong>erosão do solo</strong> deve ser feito quando se objetiva a manutenção ou o aumento da produtividade agrícola e a conservação ambiental, favorecendo a sustentabilidade de agroecossistemas. Segundo Panachuki et al. (2005), o sucesso de uma exploração agropecuária equilibrada depende, em grande parte, da investigação e controle dos aspectos referentes aos agentes causadores da erosão, como as chuvas e certos atributos do solo que, pela ação antrópica, podem favorecer ou dificultar o processo erosivo, já que as atividades humanas constituem os principais agentes catalisadores desses processos.</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">É um fato claro que na <strong>agropecuária intensiva </strong>ocorre à substituição da cobertura de vegetação natural de grandes áreas, e muitas vezes é feito o uso e o manejo inadequados do solo destas <strong>áreas antropizadas</strong>, e disso usualmente se origina o processo de degradação do solo e consequentemente dos recursos hídricos. Segundo Panachuki et al. (2005), esta deterioração tem, como conseqüência, uma série de mudanças físicas, químicas, biológicas e hidrológicas, provocando principalmente a diminuição da capacidade produtiva do solo.</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">Considerando então todo o conhecimento existente no assunto, é um consenso geral que o controle da erosão na agropecuária intensiva pode ser feito através de um <strong>Planejamento Rural</strong> consciente. Ou seja, não é necessário parar a produção, apenas racionalizar o uso da terra segundo as suas características e aptidões. O Planejamento Rural pode trazer uma série de benefícios econômicos ao produtor, por exemplo, a diminuição dos custos com fertilizantes e reformas de terra, a não-geração de um passivo ambiental que seria oneroso para remediar e etc, ou seja, a produção pode ficar mais fácil e mais barata.</div>


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		<title>Monitoramento da qualidade da água</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 18:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
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		<category><![CDATA[Planejamento Ambiental]]></category>
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		<description><![CDATA[O sucesso de um programa de monitoramento de qualidade da água depende  do seu bom planejamento, e para isso cumprir as seguintes etapas é um requisito fundamental:
1 &#8211; Determinação dos objetivos do monitoramento;
2 &#8211; Seleção das variáveis (parâmetros) e locais de amostragem;
3 &#8211; Determinação do número, frequência e duração da amostragem (segundo o objetivo a [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>O sucesso de um programa d<strong>e monitoramento de qualidade da água</strong> depende  do seu bom planejamento, e para isso cumprir as seguintes etapas é um requisito fundamental:</p>
<p>1 &#8211; Determinação dos objetivos do monitoramento;</p>
<p>2 &#8211; Seleção das variáveis (parâmetros) e locais de amostragem;</p>
<p>3 &#8211; Determinação do número, frequência e duração da amostragem (segundo o objetivo a ser atingido);</p>
<p>4 &#8211; Escolha dos métodos analíticos mais adequado (segundo cada parâmetro);</p>
<p>5 &#8211; Determinação das técnicas de coleta e preservação das amostras (segundo os parâmetros escolhidos);</p>
<p>6 &#8211; Reavaliação periódica da metodologia e interpretação dos dados.</p>
<p>7 &#8211; Elaboração de relatórios para subsídio as decisões quanto ao gerenciamento do corpo hídrico de forma a melhorar e/ou manter a <strong>qualidade da água</strong>.</p>
<p>Por definição uma amostra deve representar a síntese do universo estudado, assim a <strong>coleta de amostra</strong>s é uma atividade que exige critérios técnicos e conhecimento científico.</p>


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		<title>Gestão da água</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 00:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tudo na Terra depende da água. A água é um fator indispensável nos ciclos biogeoquímicos e para a manutenção da biodiversidade. Já para o homem a água é um recurso natural muito precisoso, principalmente pelo fato de que permite usos múltiplos. Assim, a gestão deste recurso torna-se essencial para garantir a sua abundância, e não [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tudo na Terra depende da água. A água é um fator indispensável nos ciclos biogeoquímicos e para a manutenção da biodiversidade. Já para o homem a água é um recurso natural muito precisoso, principalmente pelo fato de que permite usos múltiplos. Assim, a gestão deste recurso torna-se essencial para garantir a sua abundância, e não só em termos de quantidade, como de qualidade.</em></p>
<p><strong>Gestão da água é estratégica para o futuro</strong></p>
<p>Por Silneiton Favero* para Envolverde em 19/08/2009</p>
<p>O 3º Relatório Global das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos, elaborado com a participação da Unesco e divulgado este ano, conclui que a demanda global por <strong>água</strong> tem aumentado significativamente em função do crescimento e da mobilidade populacional, da elevação do padrão de vida de parte da população e de uma maior produção de alimentos e de energia, incluindo os biocombustíveis. Deve ser considerado ainda o impacto das mudanças climáticas como elemento adicional de perturbação do ciclo hidrológico.</p>
<p>Essas processos têm repercussões na qualidade e na disponibilidade de <strong>água</strong>, podendo resultar ainda em eventos extremos, tais como secas e enchentes, que muitas vezes são agravados em cenários de estresses hídricos ocasionados pela ação do homem e de conflitos pelo uso já presentes. Também são fatores que merecem atenção o comprometimento dos mananciais por efluentes e a interação da água com o lixo urbano, o que se deve, em países como o Brasil, ao saneamento insuficiente e à ausência de manejo abrangente de resíduos sólidos.</p>
<p>As questões relacionadas à água são também importantes para o desenvolvimento e o bem-estar. Assegurar o acesso a esse bem público de valor econômico e a disponibilidade para todos os usos, conforme previsto na <strong>Lei das Águas (Lei 9.433/97)</strong>, converte-se em um desafio amplificado, cujo trato necessariamente se estende aos sistemas estaduais de gestão de recursos hídricos.</p>
<p>A boa governança no setor <strong>recursos hídricos </strong>é essencial. Mas deve haver integração com outros setores nos quais também são tomadas decisões que afetam a oferta e a qualidade da água para os usos prioritários, entre eles agricultura e energia – exigindo melhor gestão pública, parcerias e maior prestação de contas à sociedade. Nesse sentido, o Relatório ressalta que alguns países já iniciaram a integração da gestão de recursos hídricos com seus respectivos planos e políticas de desenvolvimento diante de um cenário de escassez.</p>
<p>Entretanto, no caso do Brasil,  ainda restam lacunas na operação dos instrumentos da gestão ambiental e das águas, além de inexistirem iguais recursos e mesmo capacidades técnicas para executá-los plenamente em todas as unidades federativas. Existem órgãos gestores de recursos hídricos mais e menos estruturados, e há estados em que eles inexistem. O Nordeste brasileiro tem áreas com distintos perfis hídricos e impedimentos importantes ao desenvolvimento – e à <strong>gestão de águas</strong> em particular. A escassez de recursos financeiros é um dos aspectos, ao passo que a qualificação técnica e quadros funcionais suficientes viabilizam as capacidades técnico-institucionais dos órgãos gestores para o cumprimento satisfatório de seus mandatos.</p>
<p>A Unesco é a agência especializada do Sistema Nações Unidas responsável pela capacitação para a <strong>gestão dos recursos hídricos</strong>, tendo como meta promover a gestão integrada e a revitalização das bacias hidrográficas em situação vulnerável. A estratégia consiste em melhorar as políticas de gestão, criar capacidades técnicas para a boa governança pública em águas e a educação ambiental em todos os níveis, catalisando vias de adaptação nas bacias hidrográficas e nos aqüíferos. Em particular, o planejamento estratégico da Organização visa a aprofundar, nos estados e municípios, os processos de capacitação em gestão de recursos hídricos, construindo competências para o gerenciamento público e privado das bacias hidrográficas, considerando as necessidades de desenvolvimento sustentável do Brasil.</p>
<p>Dessa forma, o planejamento e as ações da Organização são compatíveis com os desafios e as lacunas existentes para a <strong>gestão de águas</strong> nos estados do Nordeste, havendo convergência de finalidades e pontos de contato no plano das ações. A construção de capacidades técnicas e institucionais para a gestão – que vai além do treinamento e da formação – são o cerne das parcerias possíveis, pois consideramos que investimentos no setor e a execução plena dos instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos são primordiais para o crescimento econômico e o desenvolvimento social no Brasil.</p>
<p><em>*Silneiton Favero é coordenador do Escritório da Unesco em Salvador.</em></p>
<p>(<a target="_blank" href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=61971&#038;edt=">Envolverde/O autor</a>)</p>
<p>© Copyleft &#8211; É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída. </p>


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		<title>Sobre Campo Grande</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 00:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acabo de voltar de uma viagem para o velho continente: a Europa. E aprendi muito. É impressionante como viajar é uma experiência que transforma a gente. Não é a toa que o Amyr Klink escreveu que é preciso viajar para dar valor ao lugar no qual vivemos. E também é viajando que percebemos o quanto [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabo de voltar de uma viagem para o velho continente: a Europa. E aprendi muito. É impressionante como viajar é uma experiência que transforma a gente. Não é a toa que o Amyr Klink escreveu que é preciso viajar para dar valor ao lugar no qual vivemos. E também é viajando que percebemos o quanto ainda podemos melhorar o lugar em que moramos. Então vamos falar sobre nossa cidade: <strong>Campo Grande</strong> (MS). </p>
<p>Campo Grande tem tudo para ser uma cidade incrível em qualidade de vida: clima ameno, relevo suave, córregos, vegetação exuberante, construções históricas, e muito mais. No entanto, estamos chegando a um ponto crucial de desenvolvimento como cidade, um ponto no qual é preciso tomar algumas decisões: estamos ficando grandes. Engarrafamentos nos horários de pico já não são mais novidades, acidentes de trânsito são cenas comuns, ônibus lotados, assaltos e insegurança: realmente estamos ficando grandes. </p>
<p>Chegou a hora de pensar em novas<strong> alternativas de transporte público</strong>, menos poluentes e mais eficientes, como, por exemplo, o metrô de superfície, também conhecido como Tramways. Em termos de transporte público, Campo Grande ainda está bem atrasada. Nossos pontos de ônibus são uma vergonha, a maioria são apenas postes amarelos, sem nenhuma indicação de que ônibus passa ali, e não oferecem abrigo para o sol, nem para a chuva, e tampouco onde sentar (isso é especialmente ruim para os idosos). Outro ponto é que os mapas das nossas linhas de ônibus são confusos e não estão disponíveis facilmente. Em cada ponto de ônibus grande, como os da Avenida Afonso Pena (estes sim são decentes, todos deviam ser assim), deveria ter um mapa da rede de transporte público impresso. </p>
<p>Atualmente, quem não usa o transporte público de Campo Grande freqüentemente não sabe que ônibus pegar, e fica assim desmotivado para se tornar um usuário freqüente.  É tão simples colocar uma placa em cada ponto de ônibus com o número dos ônibus que passam e em que freqüência (Pois quem não usa freqüentemente o transporte público, nunca sabe que horas que deve chegar ao ponto para pegar o ônibus). </p>
<p>E acessibilidade? Tente andar de cadeira de rodas sozinho em Campo Grande. As calçadas são irregulares e em muitos lugares não há rampas. Nossas calçadas irregulares também são um problema para os idosos. Sem contar que em inúmeros cruzamentos, em que não há faixa de pedestres, como, por exemplo, na rotatória da Via Park com a Avenida Mato Grosso, cruzar a rua a pé é uma aventura. </p>
<p>Felizmente, a Prefeitura Municipal de Campo Grande é bem atuante. Está em andamento o Plano de Revitalização do Centro de Campo Grande, uma iniciativa extremamente importante, mas que não pode de jeito nenhum só ficar no papel. Outra ação interessante da Prefeitura foi a 1ª Mostra de Soluções Sustentáveis organizada pela Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano), um evento que realmente demonstrou o potencial e comprometimento da nossa cidade com a adoção de práticas mais ecológicas. </p>
<p>No entanto, nossa Prefeitura tem muitas decisões a tomar, principalmente nos assuntos de segurança pública, iluminação pública, <strong>gerenciamento de resíduos sólidos</strong> (precisamos implantar coleta seletiva urgente), transporte, trânsito. Agora é a hora de fazer dessa cidade um exemplo de qualidade de vida. Antes que seja tarde demais, antes que fique tão difícil de resolver, que não consigamos mais. </p>
<p>Pois o que queremos é muito simples. Uma cidade segura, onde possamos andar na rua com tranqüilidade, arborizada, com calçadas regulares, com eventos e opções de lazer. Uma cidade com áreas verdes para as crianças andarem de bicicleta, os jovens tomarem teréré e as famílias fazerem piqueniques no final de semana sem medo. Uma cidade na qual o transporte público funcione em que haja linhas de ônibus suficientes, e com ciclovias para bicicletas. Uma cidade bem iluminada. E para conseguir tudo isso? </p>
<p>Primeiro, podemos começar seguindo exemplos que deram certos em outras cidades, como a criação de zonas pedestres nos centros, aumento das áreas verdes em torno de córregos, mais policiamento nas ruas, entre outras ações que já demonstraram serem positivas. Também podemos seguir as tendências mundiais, como procurar novas alternativas de transportes, incentivar o transporte por bicicletas, ter pontos de entrega de coleta seletiva e de resíduos perigosos, e etc.</p>
<p>Minha mensagem final é que,ao mesmo tempo em que temos que trabalhar para resolver problemas que já existem, precisamos adotar ações preventivas para evitar novos (Pois estamos chegando lá). Precisamos aprender a trabalhar planejado, pensando adiante, para que não seja preciso achar soluções depois. Não é na hora que está tudo errado que deixamos para resolver. Tem que começar certo já. <strong>É isso que aprendi trabalhando com meio ambiente, é mais barato sempre prevenir do que remediar.  </strong></p>


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		<title>Supermercado verde &#8211; Exemplo de gestão ambiental</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 21:46:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Ambiental]]></category>
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		<description><![CDATA[O primeiro Supermercado Verde do Grupo Pão de açucar é um grande exemplo de gestão ambiental. Somadas, todas as ações do supermercado contribuem em muito para o meio ambiente. Vale a pena conhecer!
Para ver o relatório com fotos sobre o Primeiro Supermercado Verde do Grupo Pão de açucar, localizado em Indaiatuba, SP, clique no link [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro Supermercado Verde do Grupo Pão de açucar é um grande exemplo de gestão ambiental. Somadas, todas as ações do supermercado contribuem em muito para o meio ambiente. Vale a pena conhecer!</p>
<p>Para ver o relatório com fotos sobre o Primeiro Supermercado Verde do Grupo Pão de açucar, localizado em Indaiatuba, SP, clique no link abaixo.</p>
<p><a href='http://www.licenciamentoambiental.eng.br/wp-content/uploads/2008/11/supermercado-verde-pao-de-acucar-o-1c2ba-da-america-latina.pdf'>supermercado-verde-pao-de-acucar-o-1c2ba-da-america-latina</a></p>


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		<title>Planejamento ambiental é estratégico para negócios</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/planejamento-ambiental-e-estrategico-para-negocios/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 23:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Reportagem publicada no Jornal Valor Econômico de 30/06/2008. Texto essencial para empreendedores que querem entender mais sobre os aspectos ambientais que devem ser considerados na hora de iniciar um negócio.

&#8220;Planejamento ambiental é estratégico para negócios&#8221; por Ediane Tiago.
Montar um negócio ecoeficiente exige planejamento e disciplina na hora de definir os meios de produção, avaliar o [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Reportagem publicada no Jornal Valor Econômico de 30/06/2008. Texto essencial para empreendedores que querem entender mais sobre os aspectos ambientais que devem ser considerados na hora de iniciar um negócio.</strong></p>
<p><strong><br />
&#8220;Planejamento ambiental é estratégico para negócios&#8221;</strong> por Ediane Tiago.</p>
<p>Montar um negócio ecoeficiente exige planejamento e disciplina na hora de definir os meios de produção, avaliar o local para a atividade, definir a matéria-prima e os processos para evitar desperdício em todo o ciclo produtivo. &#8220;O planejamento estratégico ambiental faz parte do negócio. A lei nacional do meio ambiente deve ser lida e consultada. Estes são os primeiros passos para garantir que uma empresa estabeleça meios de produção sustentáveis&#8221;, alerta Eduardo Trani, professor de educação ambiental da Faculdade Senac.</p>
<p>Segundo ele, o planejamento estratégico ambiental é questão que deve ser considerada nas políticas públicas, nos planos de governo e de negócios das companhias. &#8220;É responsabilidade de todos. As entidades têm de estar engajadas e compartilhar objetivos, seguindo as normas&#8221;, defende.</p>
<p>Para não correr riscos de ver o negócio embargado pelos órgãos de fiscalização, pagar multas ou investir novamente em equipamentos condizentes com a atividade, é aconselhável pesquisar sobre o setor e as soluções disponíveis para minimizar impactos ambientais em cada linha de produção. &#8220;O empresário deve buscar entidades de classe como o Sebrae ou a Federação das Indústrias para tirar suas dúvidas e obter assessoria&#8221;, afirma Haroldo Mattos de Lemos, presidente do Comitê Brasileiro do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Instituto Brasil PNUMA).</p>
<p>Vale lembrar que o licenciamento ambiental é obrigatório por lei para atividades industriais em todo o país e sãos as determinações existentes em cada Estado e em cada município que regulamentam as atividades e os cuidados ambientais. &#8220;É necessário ler as legislações de meio ambiente e de uso de solo existentes no Estado e no município&#8221;, esclarece Mauro Kazuo Sato, gerente do departamento de planejamento de ações de controle, informações e análises ambientais da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), autarquia ligada à Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.</p>
<p>Esse primeiro passo parece difícil, mas pode ser uma saída simples para evitar problemas, reduzir custos e iniciar um negócio com o pé na sustentabilidade. &#8220;Quando o empresário está preparado e informado sobre técnicas de produção mais limpa, verifica suas necessidades reais e começa da forma certa, sem perder dinheiro e tempo, recebe sua licença ambiental rapidamente&#8221;, avalia Kazuo.  </p>
<div id="attachment_142" class="wp-caption aligncenter" style="width: 243px"><a href="http://www.licenciamentoambiental.eng.br/wp-content/uploads/2008/09/planejamento_ambiental.jpg"><img src="http://www.licenciamentoambiental.eng.br/wp-content/uploads/2008/09/planejamento_ambiental-233x300.jpg" alt="Dicas de Planejamento ambiental" title="planejamento_ambiental" width="233" height="300" class="size-medium wp-image-142" /></a><p class="wp-caption-text">Dicas de Planejamento ambiental</p></div>
<p>Trani esclarece que a palavra planejamento pode assustar. Mas é este passo que ajudará o empresário a tomar atitudes simples e que podem fazer toda a diferença. &#8220;Nem sempre soluções de alta tecnologia são identificadas nesta etapa. Na maioria dos casos, ações simples como verificar instalação elétrica e ajustes em máquinas para evitar desperdício de matéria-prima tornam o processo mais eficiente do ponto de vista ambiental&#8221;, comenta.</p>
<p>Maria Cristina Gomes Sanches, especialista da coordenação de inovação ambiental do Instituto do Meio Ambiente do Estado da Bahia, afirma que é preciso desmistificar a questão da gestão ambiental. &#8220;O empresário não tem informação sobre o tema e acha que tudo é custo. Mas as técnicas de produção mais limpa, além de ajudarem o meio ambiente, resultam em economia na produção.&#8221;</p>
<p>Segundo ela, a ecoeficiência começa na mudança de comportamento e na aquisição de consciência ambiental. Para negócios já estabelecidos, o programa pode começar com o aproveitamento de papel (imprimindo documentos nos dois lados), com o uso de material de escritório fabricado com matéria-prima reciclada, na educação dos funcionários para planejar melhor as compras de insumos e em iniciativas para a redução de consumo de água e energia. &#8220;As pequenas empresas se queixam da falta de verba. Mas muitas ações são feitas sem desembolso&#8221;, comenta a especialista.</p>
<p>Sato, da Cetesb, chama a atenção para a leitura de cartilhas sobre produção mais limpa, que estão disponíveis nos sites dos órgãos ambientais, como no da própria Cetesb, e em publicações e sites de entidades como o Sebrae. &#8220;Antes de solicitar o licenciamento, a empresa deve tirar suas dúvidas e verificar sua infra-estrutura&#8221;, assegura.</p>
<p>Para as pequenas e médias empresas, a Cetesb oferece um serviço eletrônico para a solicitação do licenciamento. Por meio dele, é possível fazer uma lista de verificação do empreendimento e testar como anda a ecoeficiência da empresa. Em uma espécie de memorial, o empresário insere informações sobre a matéria-prima utilizada, produtos fabricados, equipamentos utilizados e detalha o processo produtivo, destacando as fontes de água e os pontos de geração de efluentes líquidos ou sólidos. &#8220;Esta lista possibilita a avaliação do local e do processo produtivo, com foco na redução do desperdício e no tratamento dos efluentes&#8221;, comenta Sato.</p>
<p>De acordo com o gerente, nesta hora, a empresa pode despertar para iniciativas como o tratamento de seus efluentes e reaproveitamento de água, iniciando um programa de gestão ambiental que trará mais eficiência na produção. &#8220;É importante aprender com iniciativas de sucesso. O empresário deve observar como outras empresas do seu segmento tratam questões ambientais e se adequar às melhores práticas para ser competitiva&#8221;, aconselha.</p>


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