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	<title>Licenciamento Ambiental em Mato Grosso do Sul &#187; Licenças Ambientais</title>
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	<description>Informações sobre Meio Ambiente, Licenciamento Ambiental, Tecnologias, Gestão e Controle Ambiental.</description>
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		<title>Tecnologias ambientalmente corretas serão exigidas nas licitações</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 13:25:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Battistelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
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		<description><![CDATA[A adoção de tecnologias ambientalmente corretas em todas as áreas da sociedade é uma tendência mundial, que busca otimizar e manter os recursos naturais sem esgotá-los rapidamente. O uso destas tecnologias passou a ser critério para as licitações do governo, o que mostra um alinhamento do Brasil com esta tendência.
Governo adota critérios de sustentabilidade nas [...]


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<li><a href='http://www.licenciamentoambiental.eng.br/solucoes-globais-para-a-agua/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Soluções Globais para a água'>Soluções Globais para a água</a></li>
<li><a href='http://www.licenciamentoambiental.eng.br/aspectos-ambientais-das-obras-rodoviarias/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Aspectos ambientais das obras rodoviárias'>Aspectos ambientais das obras rodoviárias</a></li>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A adoção de <strong>tecnologias ambientalmente corretas</strong> em todas as áreas da sociedade é uma tendência mundial, que busca otimizar e manter os recursos naturais sem esgotá-los rapidamente. O uso destas tecnologias passou a ser critério para as licitações do governo, o que mostra um alinhamento do Brasil com esta tendência.</p>
<p><a target="_blank" href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=68865&amp;edt=" target="_blank">Governo adota critérios de sustentabilidade nas licitações</a></p>
<p>A utilização de critérios sustentáveis na aquisição de bens e na contratação de obras e serviços pelos órgãos do governo federal foi regulamentada pelo Ministério do Planejamento. As regras abrangem os processos de extração ou fabricação, utilização e o descarte de produtos e matérias-primas.</p>
<p>De agora em diante, as obras públicas serão elaboradas visando a economia da manutenção e operacionalização da edificação, redução do consumo de energia e água, bem como a utilização de tecnologias e materiais que reduzam o <strong>impacto ambiental</strong>.</p>
<p>“Essas regras vão exigir uma readequação do mercado, já que nem todos os fornecedores terão produtos qualificados para as nossas exigências”, alertou o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna. Segundo ele, o governo possui grande poder de compra e deve induzir essas mudanças junto ao mercado.</p>
<p>“Com essas medidas, o governo estimula a sociedade a seguir esse caminho, não apenas porque dá o exemplo, mas também porque pode induzir os fornecedores a se preparar para fornecer produtos e serviços <strong>ambientalmente sustentáveis</strong>”, justificou.</p>
<p>Entre as determinações, há a exigência para que as construtoras tenham um projeto de gerenciamento de <strong>resíduos</strong> provenientes da construção civil que atendam às normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente. Assim, os resíduos das obras serão destinados a aterros sanitários ou usinas de tratamento de lixo.</p>
<p>A Instrução Normativa também prevê, no caso das obras públicas, a utilização de sistemas de reuso de água e energia, procedimentos para <strong>reduzir o consumo</strong> de energia, utilização de materiais reciclados, reutilizáveis e biodegradáveis e redução da necessidade de manutenção, além do uso de energia solar. Outra exigência é a comprovação da origem da madeira para evitar o emprego de madeira ilegal na execução da obra ou serviço.</p>
<p>O governo federal também recomenda que os bens e serviços sejam constituídos, no todo ou em parte, por material atóxico, biodegradável e reciclado e que <strong>não contenham substâncias perigosas</strong> em concentração acima da recomendada na diretiva européia RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances). Entre eles, o chumbo, o cromo, o cromo hexavalente e o cádmio.</p>
<p>A Instrução ainda traz regras para a contratação de serviços, como a separação dos resíduos reciclados descartados pelos órgãos, a adequada destinação para pilhas e baterias e a utilização de produtos de limpeza e conservação de produtos que atendam às determinações da Anvisa. O documento também prevê que as empresas contratadas realizem programas internos de treinamento para a redução de consumo de energia elétrica e  de <strong>água</strong>.</p>
<p><a target="_blank" href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=68865&amp;edt=" target="_blank">(Envolverde/Em Questão)</a></p>


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		<title>Medidas para acelerar licenças ambientais dividem opiniões</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 18:52:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenças Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Medidas de eficiência]]></category>

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		<description><![CDATA[Samantha Maia, De São Paulo &#8211; Jornal Valor Econômico &#8211; 20/06/2008
O anúncio do presidente do Ibama, Roberto Messias Franco, sobre a implementação de medidas para acelerar o processo de licenciamento ambiental foi aplaudido pelo empresariado, mas olhado com cautela pelos ambientalistas. Segundo o diretor de Polí­ticas Públicas do Greenpeace Brasil, Sérgio Leitão, a entidade não [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Samantha Maia, De São Paulo &#8211; Jornal Valor Econômico &#8211; 20/06/2008</p>
<p style="text-align: left;">O anúncio do presidente do Ibama, Roberto Messias Franco, sobre a implementação de medidas para acelerar o processo de<strong> licenciamento ambiental</strong> foi aplaudido pelo empresariado, mas olhado com cautela pelos ambientalistas. Segundo o diretor de Polí­ticas Públicas do Greenpeace Brasil, Sérgio Leitão, a entidade não considera que o Ibama dá a mesma atenção a  qualidade do trabalho e vê com preocupação a pressão do governo federal sobre o órgão. &#8220;Nossa preocupação é saber até que ponto o Ibama está atento em conciliar a agilidade com uma resposta satisfatória à  sociedade&#8221;, diz.</p>
<p style="text-align: left;">A intenção do Ibama é de reduzir pela metade o tempo de análise para emissão das <strong>licenças</strong>, sem perda de qualidade, segundo Franco. Para Leitão, na prática o presidente do Ibama não tem dado tanta ênfaseà  qualidade quanto deu à  agilidade ao anunciar as futuras mudanças. As medidas envolvem informatização do processo de licenciamento, contratação de <strong>analistas ambientais</strong>, descentralizaçãoda análise, unificação de exigências feitas por diferentes autarquias e assinatura de convênios com universidades. Franco informou que o pacote será lançado em julho a pedido do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Ele já anunciou que a<strong> licença ambiental</strong> da Angra 3 sairá, mas há várias recomendações do Ministério Público sobre o projeto que ainda não foram respondidas. Como o presidente do Ibama pode se comprometer com isso?&#8221;, diz Leitão. Para ele, o órgão tem posturas diferentes ao tratar o setor público e o privado, evidenciada pela defesa que Franco faz do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). &#8220;Não cabe ao presidente do Ibama analisar a imporância do PAC. Ele tem que tratar o presidente Lula como se fosse um empreendedor privado, pois é papel do órgão representar os interesses da sociedade&#8221;, diz o diretor do Greenpeace.</p>
<p style="text-align: left;">O setor industrial, por sua vez, ficou satisfeito com a disposição do Ibama em desburocratizar o processo de licenciamento. Segundo Paulo Godoy, presidente da Abdib, entidade que reúne as indútrias de base, as medidas anunciadas vão ao encontro das suas expectativas. &#8220;Já tí­nhamos uma agenda de discussões sobre formas de reduzir substancialmente os prazos de licenciamento e a polí­tica do Ibama segue vários pontos que defendemos&#8221;, afirma Godoy.</p>
<p style="text-align: left;">Leitão, do Greenpeace, não é contra as medidas, que devem gerar ganhos de eficiência. Defende, porém, que o tempo que se leva para emitir as <strong>licenças</strong> não é o maior entrave das obras. &#8220;Por exemplo, o que atrasa a construção da usina de Jirau é uma disputa empresarial e ninguém dá tanta ênfase a isso quanto dá ao reclamar dos licenciamentos.&#8221;  O risco, segundo ele, é, ao priorizar a agilidade, esquecer melhorias que devem ser feitas, como atualizar os <strong>padrões ambientais</strong> de acordo com o que é praticado no exterior, tornando as regras mais rigorosas.</p>
<p style="text-align: left;">A SOS Mata Atlântica levanta outras prioridades, como dar mais clareza a definição das competências de cada órgão (federal, estadual e municipal). &#8220;O instrumento da <strong>licença</strong> não é ruim, mas a ação exercida, sim. É preciso uma força-tarefa para não só resolver burocracias, mas garantir a capacitação dos agentes&#8221;, diz Mário Mantovani, diretor da ONG.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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