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	<title>Licenciamento Ambiental em Mato Grosso do Sul &#187; Gestão Ambiental</title>
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	<description>Informações sobre Meio Ambiente, Licenciamento Ambiental, Tecnologias, Gestão e Controle Ambiental.</description>
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		<title>Curitiba &#8211; Feira Brasileira de Reciclagem 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 13:48:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Battistelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos de Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>

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		<description><![CDATA[Release RECICLAÇÃO - Feira Brasileira de Reciclagem, Preservação e Tecnologia Ambiental.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre 16 e 19 de Junho, pelo quinto ano consecutivo em Curitiba, será realizado o evento RECICLAÇÃO &#8211; Feira Brasileira de Reciclagem, Preservação e Tecnologia Ambiental. Que tem o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável, a geração de negócios e a integração entre a comunidade científica e as empresas privadas atuantes no segmento ambiental e de reciclagem.</p>
<p>Além de feira e da exposição de maquinários, equipamentos e serviços, a RECICLAÇÃO também é composta por vários eventos técnico científicos que visam a capacitação de profissionais atuantes nestes segmentos, assim como a muitiplicação e disseminação da consciência sócio ambiental necessária para a educação e preservação do meio ambiente. Entre os eventos simultâneos, esta o III Seminário de Saneamento Ambiental, o Seminário de Gestão Ambiental e Mudanças Climáticas, o Seminário de Reciclagem Agrícola &#8211; Resíduos Urbanos, Industriais e Rurais, e o Curso de Introdução ao Mercado de Reciclagem.</p>
<p><strong>Mais informações no site: </strong><a target="_blank" href="http://www.montebelloeventos.com.br/reciclacao" target="_blank"><strong>www.montebelloeventos.com.br/reciclacao</strong></a></p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Tecnologias ambientalmente corretas serão exigidas nas licitações</title>
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		<comments>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/tecnologias-ambientalmente-corretas-serao-exigidas-nas-licitacoes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 13:25:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Battistelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
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		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento Ambiental]]></category>
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		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
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		<description><![CDATA[A adoção de tecnologias ambientalmente corretas em todas as áreas da sociedade é uma tendência mundial, que busca otimizar e manter os recursos naturais sem esgotá-los rapidamente. O uso destas tecnologias passou a ser critério para as licitações do governo, o que mostra um alinhamento do Brasil com esta tendência.
Governo adota critérios de sustentabilidade nas [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A adoção de <strong>tecnologias ambientalmente corretas</strong> em todas as áreas da sociedade é uma tendência mundial, que busca otimizar e manter os recursos naturais sem esgotá-los rapidamente. O uso destas tecnologias passou a ser critério para as licitações do governo, o que mostra um alinhamento do Brasil com esta tendência.</p>
<p><a target="_blank" href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=68865&amp;edt=" target="_blank">Governo adota critérios de sustentabilidade nas licitações</a></p>
<p>A utilização de critérios sustentáveis na aquisição de bens e na contratação de obras e serviços pelos órgãos do governo federal foi regulamentada pelo Ministério do Planejamento. As regras abrangem os processos de extração ou fabricação, utilização e o descarte de produtos e matérias-primas.</p>
<p>De agora em diante, as obras públicas serão elaboradas visando a economia da manutenção e operacionalização da edificação, redução do consumo de energia e água, bem como a utilização de tecnologias e materiais que reduzam o <strong>impacto ambiental</strong>.</p>
<p>“Essas regras vão exigir uma readequação do mercado, já que nem todos os fornecedores terão produtos qualificados para as nossas exigências”, alertou o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna. Segundo ele, o governo possui grande poder de compra e deve induzir essas mudanças junto ao mercado.</p>
<p>“Com essas medidas, o governo estimula a sociedade a seguir esse caminho, não apenas porque dá o exemplo, mas também porque pode induzir os fornecedores a se preparar para fornecer produtos e serviços <strong>ambientalmente sustentáveis</strong>”, justificou.</p>
<p>Entre as determinações, há a exigência para que as construtoras tenham um projeto de gerenciamento de <strong>resíduos</strong> provenientes da construção civil que atendam às normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente. Assim, os resíduos das obras serão destinados a aterros sanitários ou usinas de tratamento de lixo.</p>
<p>A Instrução Normativa também prevê, no caso das obras públicas, a utilização de sistemas de reuso de água e energia, procedimentos para <strong>reduzir o consumo</strong> de energia, utilização de materiais reciclados, reutilizáveis e biodegradáveis e redução da necessidade de manutenção, além do uso de energia solar. Outra exigência é a comprovação da origem da madeira para evitar o emprego de madeira ilegal na execução da obra ou serviço.</p>
<p>O governo federal também recomenda que os bens e serviços sejam constituídos, no todo ou em parte, por material atóxico, biodegradável e reciclado e que <strong>não contenham substâncias perigosas</strong> em concentração acima da recomendada na diretiva européia RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances). Entre eles, o chumbo, o cromo, o cromo hexavalente e o cádmio.</p>
<p>A Instrução ainda traz regras para a contratação de serviços, como a separação dos resíduos reciclados descartados pelos órgãos, a adequada destinação para pilhas e baterias e a utilização de produtos de limpeza e conservação de produtos que atendam às determinações da Anvisa. O documento também prevê que as empresas contratadas realizem programas internos de treinamento para a redução de consumo de energia elétrica e  de <strong>água</strong>.</p>
<p><a target="_blank" href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=68865&amp;edt=" target="_blank">(Envolverde/Em Questão)</a></p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Conceito de Capacidade de suporte do meio</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/conceito-de-capacidade-de-suporte-do-meio/</link>
		<comments>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/conceito-de-capacidade-de-suporte-do-meio/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 19:05:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[conceitos]]></category>

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		<description><![CDATA[É necessário entender o conceito de capacidade de suporte do meio, que é o nível de utilização dos recursos naturais que um sistema ambiental ou um ecossistema pode suportar, garantindo-se a sustentabilidade e a conservação de tais recursos e o respeito aos padrões de qualidade ambiental (Vide figura abaixo).
Não importa se o recurso é renovável [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">É necessário entender o conceito de <strong>capacidade de suporte do mei</strong><strong>o</strong>, que é o nível de utilização dos recursos naturais que um sistema ambiental ou um ecossistema pode suportar, garantindo-se a sustentabilidade e a conservação de tais recursos e o respeito aos padrões de qualidade ambiental<strong> </strong>(Vide figura abaixo).</p>
<p style="text-align: justify; ">Não importa se o recurso é renovável ou não-renovável, o <strong>meio ambiente</strong> sempre tem uma capacidade máxima de suporte relacionada ao tempo que aquele recurso leva para se regenerar naturalmente (exemplo: fixação de nitrogênio pelos microorganismos no solo).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Populacao maxima sustentavel pelo Brasil considerando o impacto ambiental de cada habitante" src="http://www.licenciamentoambiental.eng.br/wp-content/uploads/extrato_veja.jpg" alt="" width="397" height="121" /></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><em>Figura  - População máxima sustentável pelo Brasil considerando o impacto ambiental de cada habitante. Fonte: Revista Veja Edição 2071, 30 de Julho de 2008.</em></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">Podemos dizer que a <strong>capacidade de suporte</strong> de utilização de um recurso natural foi ultrapassada a partir do momento em que ele começa a ser consumido mais rapidamente do que sua capacidade de reposição.</p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><span style="text-decoration: underline;">Todos os </span><span style="text-decoration: underline;"><strong>problemas ambientais</strong></span><span style="text-decoration: underline;"> atuais são resultantes de um padrão de desenvolvimento econômico que não buscava mitigar os impactos ambientais de sua produção e desenvolvimento tecnológico, ou seja, não adotava posturas ambientalmente corretas ou trabalhava dentro da capacidade de suporte do meio ambiente. </span></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">A figura a seguir ilustra a relação entre <strong>meio ambiente e desenvolvimento econômico</strong>: o meio ambiente fornece os insumos e energia necessária, ou seja, toda a matéria-prima que entra nas diversas fases de uma cadeia produtiva: desde a extração do recurso natural até o uso e consumo final do produto, e em todas as fases são gerados resíduos que são dispostos no meio-ambiente, muitas vezes sem o tratamento adequado ou acima da capacidade de suporte do meio.</p>
<p style="text-align: justify; ">Foi esta interação insustentável entre o homem e o ambiente que gerou os problemas ambientais atuais, que causam consequências adversas principalmente à saúde humana e para a economia mundial.</p>
<p style="text-align: justify; "><img class="aligncenter" title="efeitos desenvolvimento economico sobre meio ambiente" src="http://www.licenciamentoambiental.eng.br/wp-content/uploads/efeitos desenvolvimento economico sobre meio ambiente.jpg" alt="" width="412" height="325" /></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><em>Figura  - Efeitos do desenvolvimento econômico sobre o meio ambiente.</em></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">A maneira de gerir a utilização dos recursos naturais é o fator que determina o grau de impacto das ações antrópicas sobre o ambiente natural. <strong>O grau de impacto é função de três variáveis:</strong></p>
<ol style="text-align: justify; ">
<li><strong>a diversidade dos recursos extraídos do ambiente;</strong></li>
<li><strong>a velocidade de extração destes recursos (se permite ou não a sua      reposição, isto, é, se está dentro da sua capacidade de suporte);</strong></li>
<li style="text-align: justify; "><strong>e a forma de disposição e tratamento dos seus resíduos e efluentes.</strong></li>
</ol>


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		<title>Relação entre processo produtivo, Gestão e Auditoria Ambiental</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/relacao-entre-processo-produtivo-gestao-e-auditoria-ambiental/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 17:39:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[conceitos]]></category>

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		<description><![CDATA[Um processo produtivo é o ato de transformar matérias primas em um produto específico através de uma linha de produção, a qual tem entradas (insumos e energia) e gera saídas (poluentes e resíduos). A figura abaixo demonstra essas principais entradas e saídas.

Observe que as saídas podem gerar impactos ambientais adversos e também apresentar riscos para a [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um <strong>processo produtivo</strong> é o ato de transformar matérias primas em um produto específico através de uma linha de produção, a qual tem entradas (insumos e energia) e gera saídas (poluentes e resíduos). A figura abaixo demonstra essas principais entradas e saídas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Impactos Ambientais gerados pelos Processos Produtivos" src="http://www.licenciamentoambiental.eng.br/wp-content/uploads/impactos ambientais processos produtivos.jpg" alt="" width="306" height="211" /></p>
<p>Observe que as saídas podem gerar impactos ambientais adversos e também apresentar riscos para a saúde dos trabalhadores, o que chamamos de riscos ocupacionais. Assim um programa de <strong>gestão ambiental</strong> visa justamente minimizar todos os efeitos adversos que possam ser decorrentes destas entradas e saídas de processos produtivos, e por sua vez uma<strong> auditoria ambienta</strong>l visa avaliar a conformidade e o desempenho deste programa.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sistema Brasileiro de Certificação Ambiental</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/sistema-brasileiro-de-certificacao-ambiental/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:46:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificação Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>

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		<description><![CDATA[O sistema brasileiro de certificação ambiental é constituído pelas organizações credenciadas para certificarem, pelas empresas certificadas e pelo Inmetro, órgão do governo brasileiro responsável por regular a estrutura de certificação no Brasil.
De todas as normas do compêndio ISO 14.000, apenas a NBR ISO  14.001 sobre Sistema de Gestão Ambiental e a NBR ISO 14.040 [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O sistema <strong>brasileiro de certificação ambiental</strong> é constituído pelas organizações credenciadas para certificarem, pelas empresas certificadas e pelo Inmetro, órgão do governo brasileiro responsável por regular a estrutura de certificação no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">De todas as normas do compêndio ISO 14.000, apenas a NBR ISO  14.001 sobre Sistema de Gestão Ambiental e a NBR ISO 14.040 sobre Análise do Ciclo de Vida são passíveis de avaliação de conformidade. Assim quando uma empresa possui uma certificação ISO 14.001 automaticamente sabemos que o seu S<strong>istema de Gestão Ambiental</strong> encontra-se em conformidade com o estabelecido na NBR ISO 14.001:2004.</p>
<p style="text-align: justify;">Para obter uma certificação <strong>ISO 14.001</strong> é necessário contratar um Organismo de Certificação de Sistema de Gestão Ambiental – OCA, que são empresas certificadas pelo Inmetro que conduzem e concedem a certificação de conformidade, com base na norma ISO 14.001.</p>
<p style="text-align: justify;">A relação das organizações credenciadas para certificarem, e das <strong>empresas brasileiras com certificação ISO 14.001</strong> está disponível para consulta pública no portal do Inmetro na Internet.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante lembrar que atualmente, a certificação de um <strong>Sistema de Gestão Ambiental</strong> pela <strong>ISO 14.001:2004</strong> é um requisito essencial para as empresas que desejam competitividade em um contexto de mercado globalizado através da melhoria de seu desempenho ambiental, e pode ser aplicada a qualquer atividade econômica, fabril ou prestadora de serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a certificação de um <strong>sistema de gestão ambiental</strong> é necessário a aplicação de uma auditoria de certificação na atividade a ser certificada. A NBR ISO 14.001 é a norma que certifica, no entanto, as outras normas do compêndio ISO 14.000, como as NBRs ISO 14.010, ISO 14.011 e ISO 14.012 são normas de apoio que também devem ser obedecidas na certificação.</p>


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<li><a href='http://www.licenciamentoambiental.eng.br/beneficios-da-implementacao-de-sistemas-de-gestao-ambiental/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Benefícios da implementação de Sistemas de Gestão Ambiental'>Benefícios da implementação de Sistemas de Gestão Ambiental</a></li>
<li><a href='http://www.licenciamentoambiental.eng.br/relacao-entre-processo-produtivo-gestao-e-auditoria-ambiental/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Relação entre processo produtivo, Gestão e Auditoria Ambiental'>Relação entre processo produtivo, Gestão e Auditoria Ambiental</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Benefícios da implementação de Sistemas de Gestão Ambiental</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/beneficios-da-implementacao-de-sistemas-de-gestao-ambiental/</link>
		<comments>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/beneficios-da-implementacao-de-sistemas-de-gestao-ambiental/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 00:16:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Afinal, por que implementar Sistemas de Gestão Ambiental?
A crescente conscientização ambiental da sociedade aumentou a pressão sobre a comunidade empresarial de que os padrões de produção e consumo correntes são insustentáveis. Assim, as empresas entenderam que, para continuarem funcionando, terão que integrar, cada vez mais, componentes ambientais a suas estratégias comerciais e seu planejamento estratégico.
Atualmente, [...]


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<li><a href='http://www.licenciamentoambiental.eng.br/sistema-brasileiro-de-certificacao-ambiental/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Sistema Brasileiro de Certificação Ambiental'>Sistema Brasileiro de Certificação Ambiental</a></li>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Afinal, por que implementar Sistemas de Gestão Ambiental?</strong></p>
<p>A crescente conscientização ambiental da sociedade aumentou a pressão sobre a comunidade empresarial de que os padrões de produção e consumo correntes são insustentáveis. Assim, as empresas entenderam que, para continuarem funcionando, terão que integrar, cada vez mais, componentes ambientais a suas estratégias comerciais e seu planejamento estratégico.</p>
<p>Atualmente, as empresas que oferecem mais informações sobre o seu desempenho ambiental melhoram as relações com acionistas, fornecedores e consumidores, e isso representa uma vantagem de mercado.</p>
<p>Normalmente, a <strong>implementação de um sistema de gestão ambiental</strong> é um processo voluntário. O grande motivo para a implantação desse sistema é que o meio ambiente representa ao mesmo tempo riscos e oportunidades, para que uma empresa seja bem-sucedida ela deve controlar os riscos e desenvolver as oportunidades.</p>
<p>Ao optar pela implantação de um SGA, as companhias não recebem apenas benefícios financeiros, como economia de matéria-prima, menores gastos com resíduos, aumento na eficiência na produção e vantagens de mercado, mas sim, estão também diminuindo os riscos de não gerenciar adequadamente seus aspectos ambientais, como acidentes, multas por descumprimento da legislação ambiental, incapacidade de obter crédito bancário e outros investimentos de capitais, e perda de mercados por incapacidade competitiva.</p>
<p><strong>Benefícios da adoção de um Sistema de Gestão Ambiental (SGA):</strong></p>
<ol>
<li><strong>Conformidade legal, evita:</strong> Penalidades; Indenizações civis e processo criminal; Menor tolerância das autoridades; Paralisação das atividades; Mudança de local.</li>
<li><strong>Melhoria da imagem da companhia (reputação), pois:</strong><br />
Os consumidores preferem produtos ecologicamente corretos, e o mercado reconhece e valoriza organizações ambientalmente corretas cada vez mais;<br />
Instituições financeiras e seguradoras avaliam o desempenho ambiental das empresas;<br />
Transparência e empresas “limpas” são bem vistas;</li>
<li><strong>Melhoria da competitividade (vantagem de mercado), pois:</strong><br />
Compromisso ambiental é prática básica no comércio internacional;<br />
Consumidores mais influentes começam a exigir critérios ambientais;<br />
Padrões internacionais mais rigorosos para acesso a mercados;<br />
Com a globalização da economia mundial e a criação de grandes blocos internacionais, como a União Européia, o cuidado com o meio ambiente passa a ser um fator estratégico.</li>
<li><strong> Redução de custos, devido à:</strong><br />
Minimização dos desperdícios de matéria-prima e insumos;<br />
Eliminação de risco de passivo ambiental e despesas dele decorrentes;</li>
<li><strong>Conformidade junto à matriz e/ou clientes;</strong><br />
Prevenir problemas X Corrigir problemas (minimiza despesas com remediação e multas);<br />
Melhoria contínua  (estar sempre um passo adiante dos concorrentes).</li>
</ol>
<p><strong>Concluindo, cuidado com meio ambiente não é apenas sinônimo de despesa, pois o gerenciamento ambiental também pode significar economia de insumos, maior valor agregado ao produto, novas oportunidades de negócios e boa reputação para as empresas identificadas como ecologicamente corretas.</strong></p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Gestão ambiental X Gerenciamento ambiental</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2008 19:54:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas confundem as expressões gestão ambiental e gerenciamento ambiental.
A gestão ambiental integra em seu significado:
1.    A política ambiental, que é o conjunto consistente de princípios doitrinários que conformam as aspirações sociais e/ou governamentais no que concerne à regulamentação ou modificação no uso, controle, proteção e conservação do ambiente. Uma estratégia ambiental adequada, expressa através [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas pessoas confundem as expressões gestão ambiental e gerenciamento ambiental.</p>
<p>A <strong>gestão ambiental</strong> integra em seu significado:</p>
<p>1.    A <strong>política ambiental</strong>, que é o conjunto consistente de princípios doitrinários que conformam as aspirações sociais e/ou governamentais no que concerne à regulamentação ou modificação no uso, controle, proteção e conservação do ambiente. Uma estratégia ambiental adequada, expressa através de uma política ambiental, é o marco inicial para que as empresas considerem os aspectos ambientais das suas operações.</p>
<p>2.    O <strong>planejamento ambiental</strong>, que é o estudo prospectivo que visa a adequação do uso, controle e proteção do ambiente às aspirações sociais e/ou governamentais expressas formal ou informalmente em uma política ambiental, através da coordenação, compatibilização, articulação e implantação de projetos de intervenções estruturais e não-estruturais;</p>
<p>3.    O <strong>gerenciamento ambiental</strong>, que é o conjunto de ações destinado a regular o uso, controle, proteção e conservação do meio ambiente, e a avaliar a conformidade da situação corrente com os princípios doutrinários estabelecidos pela política ambiental.</p>
<p>Observa-se assim que o <strong>gerenciamento ambiental</strong>, na verdade, é parte integrante da <strong>gestão ambiental</strong>.</p>


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		<title>Impactos ambientais da produção Industrial</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 17:26:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>

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		<description><![CDATA[A história da relação de indústrias com o meio ambiente tem demonstrado que os impactos ambientais resultantes das atividades produtivas podem vir a comprometer o futuro do planeta. Desta forma, todos os esforços na busca de promover o desenvolvimento sustentável devem ser prioritários, tanto a nível acadêmico, profissional, como político-social.
Com o passar do tempo percebeu-se [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A história da relação de indústrias com o meio ambiente tem demonstrado que os impactos ambientais resultantes das atividades produtivas podem vir a comprometer o futuro do planeta. Desta forma, todos os esforços na busca de promover o desenvolvimento sustentável devem ser prioritários, tanto a nível acadêmico, profissional, como político-social.</p>
<p>Com o passar do tempo percebeu-se que a geração de resíduos industriais, em especial, é resultado da ineficiência de transformação de insumos (matérias–primas, água e energia) em produtos, acarretando em danos ao meio ambiente e custos para a empresa. A geração de resíduos passou a ser considerada como um desperdício de dinheiro com compra de insumos, desgaste de equipamentos, horas de empregados, etc, além dos demais custos envolvidos com o seu armazenamento, tratamento, transporte e disposição final. A solução para a minimização destes problemas veio com a adoção de técnicas conhecidas como de “controle preventivo”, significando evitar ou minimizar a geração de resíduos na fonte. São exemplos disso: a minimização do consumo de água, o uso de matérias – primas atóxicas, dentre outras.</p>
<p>Desta forma, torna-se essencial o interesse pelos processos produtivos industriais e a realização de projetos e estudos que visem a redução e a erradicação de poluentes gerados, afim de garantir a preservação do meio e benefícios econômicos para a própria indústria. E para se atingir a produção sustentável são requeridas ações muito mais amplas, dentre as quais se destacam a Produção Mais Limpa e a Prevenção a Poluição, cujos principais conceitos serão apresentados logo a seguir. </p>
<p>A busca para se atingir a produção sustentável, através de redução e/ou erradicação de resíduos poluentes na fonte geradora consistem no desenvolvimento de ações capazes de promover a redução de desperdícios, a conservação de recursos naturais, a redução ou eliminação de substâncias tóxicas, a redução da quantidade de resíduos gerados por processo e produtos, e consequentemente, a redução de poluentes lançados para o ar, solo e águas.</p>
<p>Têm sido utilizados ao redor do mundo diversos termos para definir este conceito, tais como: Produção mais Limpa (Cleaner Production), Prevenção à Poluição ( Pollution Prevention), Tecnologias Limpas (Clean Technologies), Redução na Fonte ( Source Reduction) e Minimização de Resíduos ( Waste Minimization).</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Reformulação no design de produtos reduz Impacto Ambiental</title>
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		<comments>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/reformulacao-no-design-de-produtos-reduz-impacto-ambiental/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 21:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[A notícia abaixo demonstra a aplicação prática da técnica de ACV &#8211; Análise de Ciclo de Vida &#8211; na redução do impacto ambiental de um produto. E também demonstra como o design de um produto é determinante na quantidade e nos tipos de impactos ambientais que o mesmo vai gerar no futuro.

CATÁLOGO DA NATURA É [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A notícia abaixo demonstra a aplicação prática da técnica de ACV &#8211; Análise de Ciclo de Vida &#8211; na redução do impacto ambiental de um produto. E também demonstra como o design de um produto é determinante na quantidade e nos tipos de impactos ambientais que o mesmo vai gerar no futuro.</p>
<p><strong></p>
<p>CATÁLOGO DA NATURA É REFORMULADO E REDUZ EM 32% O IMPACTO AMBIENTAL</p>
<p></strong></p>
<p>Novo projeto diminui em 3.500 toneladas por ano a geração de resíduos.</p>
<p></em><br />
<em>Fonte da notícia:</em> Empresa: MVL COMUNICAÇÃO &#8211; São Paulo, 05/08/2008 </p>
<p>A Natura estréia neste mês o novo projeto editorial e gráfico do seu catálogo, publicação utilizada pelas consultoras e consultores para levar aos consumidores as informações e conceitos por trás dos produtos da marca. <strong>A mudança vai propiciar não só uma comunicação mais eficiente como vai ajudar a empresa a reduzir o impacto ambiental das suas atividades</strong>.</p>
<p><strong></p>
<p>A reformulação culminou com a redução de quase 60 páginas em relação à versão anterior. Outra novidade é a substituição do papel reciclado por couché. A decisão pela troca foi subsidiada tecnicamente por testes e com base na metodologia de Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) realizada pela companhia, que analisou a cadeia da produção da publicação com os dois tipos de papel. O couché, por ter um peso menor (gramatura, no jargão industrial) do que o reciclado, levará a companhia a reduzir em 3.500 toneladas ao ano o consumo de papel e, conseqüentemente, a quantidade de resíduos gerados pelo descarte.</p>
<p></strong></p>
<p>Além disso, o couché que será utilizado é certificado FSC (Forest Stewardship Council), organização internacional não-governamental que define critérios de certificação florestal e de cadeia de custódia em toda a cadeia produtiva do papel _que começa com o plantio da árvore, a indústria de celulose, a transformação da matéria-prima em papel, o transporte e a impressão do produto.</p>
<p><strong>As análises conduzidas pela Natura revelaram que o conjunto de medidas do novo projeto editorial e gráfico levará à redução de 32% por ano do impacto ambiental provocado no processo de produção do catálogo. Colocadas dentro de toda a cadeia de negócios da empresa, as mudanças vão possibilitar uma redução anual de 2% das emissões da companhia de CO2 equivalentes, ou 4.500 toneladas. Esta ação está alinhada com o Programa Carbono Neutro da companhia, bem como a preocupação com o consumo consciente.</strong></p>
<p>Além do ganho ambiental, a utilização do papel couché branco dará melhor qualidade gráfica ao catálogo, que passará a retratar de forma mais fiel as cores, importante no processo de apresentação de produtos cosméticos.</p>
<p>Outra novidade é que o catálogo completo terá uma versão virtual, disponível no site www.natura.net. Essa ferramenta vai no futuro permitir às consultoras, consultores e consumidores funcionalidades como, por exemplo, o envio de e-mails com informações e fotos de produtos e um sistema de busca.</p>
<p>&#8220;Conseguimos com esse novo projeto o ganho duplo que havíamos planejado: um catálogo mais bonito e eficiente e que vai gerar menor impacto ambiental&#8221;, explica Erasmo Toledo, diretor de Planejamento Mercadológico e Vendas e de marketing de Relacionamento da Natura.</p>
<p>Com tiragem média de 2 milhões a cada 21 dias, o catálogo da Natura é uma das publicações de maior circulação no país.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>ACV &#8211; Análise de Ciclo de Vida</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/acv-analise-de-ciclo-de-vida/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 19:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[ACV]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos os produtos possuem uma espécie de “vida”, que começa com o seu design, seguido pela extração da matéria-prima, beneficiamento industrial, uso ou consumo, até a destinação final (reuso, reciclagem, lixo). Todas as atividades, ou processos, desta “vida” possuem um impacto ambiental associado, seja pelo consumo de recursos naturais não-renováveis ou pela emissão de gases [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os produtos possuem uma espécie de “vida”, que começa com o seu design, seguido pela extração da matéria-prima, beneficiamento industrial, uso ou consumo, até a destinação final (reuso, reciclagem, lixo). Todas as atividades, ou processos, desta “vida” possuem um impacto ambiental associado, seja pelo consumo de recursos naturais não-renováveis ou pela emissão de gases poluentes durante o beneficiamento industrial.</p>
<div id="attachment_206" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.licenciamentoambiental.eng.br/wp-content/uploads/2008/10/meio-ambiente-e-homem.jpg"><img src="http://www.licenciamentoambiental.eng.br/wp-content/uploads/2008/10/meio-ambiente-e-homem-300x233.jpg" alt="Relação entre os processos produtivos e o meio ambiente." title="meio-ambiente-e-homem" width="300" height="233" class="size-medium wp-image-206" /></a><p class="wp-caption-text">Relação entre os processos produtivos e o meio ambiente.</p></div>
<p>Ou seja, podemos dizer que todos os produtos possuem um ciclo de vida, que podemos estruturar sistematicamente. Esse ciclo de vida é composto por vários sub-sistemas conectados entre si, formando um fluxo progressivo que se inicia com a extração da matéria-prima, passando pela industrialização, uso, consumo até a disposição final. Todo esse processo do ciclo de vida é considerado um ciclo completo e, muitas vezes, nos referimos a ele como: “do berço ao túmulo”; ou quando a destinação final é a reciclagem: “do berço ao berço”.</p>
<p><strong>A ACV, Análise do ciclo de vida, é um procedimento metodológico de avaliação e quantização dos impactos ambientais associados ao ciclo de vida de um produto, ou seja, consiste na compilação de um inventário de todas as entradas e saídas pertinentes a um processo, seguida pela interpretação e análise destes dados, a fim de concluir os impactos ambientais potenciais associados a estas entradas e saídas.</strong> Os impactos que devem ser considerados incluem o uso de recursos, a saúde humana e as conseqüências ecológicas, assim sendo, podemos citar poluição sonora e poluição atmosférica que geram um stress toxicológico para os trabalhadores, contaminação de recursos hídricos, contaminação do solo, esgotamento de recursos não-renováveis e etc.</p>
<p>A ACV irá possibilitar uma compreensão global dos possíveis impactos associados a um processo de produção de um produto, assim é mais fácil visualizar e identificar oportunidades para melhorar os aspectos ambientais de várias partes do processo de produção. A ACV também é uma ferramenta de planejamento estratégico, auxiliando a tomada de decisões na indústria, como a modernização do processo de produção, a implantação de uma nova tecnologia ou a simples definição de prioridades. A ACV também pode ir mais além, servindo para promover o produto, através de uma declaração de qualidade ambiental ou de um programa de rotulagem ecológica e estimulando a empresa a criar novos procedimentos técnicos de medição e de monitoramento dos seus próprios processos de produção.</p>
<p>Quando um estudo de ACV está sendo conduzido, a fase do design/planejamento do produto normalmente é excluída deste, pois assumem que sua contribuição seja insignificante. No entanto, podemos observar que as decisões tomadas nesta fase inicial irão exercer forte influência sobre a quantidade de impactos ambientais existentes nas outras fases do ciclo de vida. Ou seja, o planejamento de um produto determina fortemente o seu comportamento ambiental nos estágios a seguir. Por exemplo, o design de um automóvel (carroceria, motor, potência) irá definir como será o seu consumo de combustível e seu nível de emissão de gases durante a fase de uso e, também, exercerá uma forte influência sobre a possibilidade de aproveitamento das peças para reuso ou reciclagem. Portanto, se um dos objetivos da ACV é a melhoria do produto, o estudo deve abranger também a etapa de planejamento e design do produto, veja a figura abaixo.</p>
<p><a href="http://www.licenciamentoambiental.eng.br/wp-content/uploads/2008/10/exemplo6.bmp"><img src="http://www.licenciamentoambiental.eng.br/wp-content/uploads/2008/10/exemplo6.bmp" alt="Determinação e geração de impactos ambientais de acordo com a etapa do ciclo de vida de um produto." title="Ciclo de vida e impactos ambientais" class="aligncenter size-full wp-image-203" /></a></p>
<p>Para que se obtenha sucesso na compreensão ambiental de produtos através da ACV é essencial que haja credibilidade técnica e que sejam seguidos os princípios e a estrutura estabelecidos na Norma NBR ISO 14040: 2001 “Gestão ambiental – Avaliação do ciclo de vida –Princípios e estrutura.” da ABNT. Detalhes adicionais relativos aos métodos em várias fases de uma ACV podem ser encontrados nas Normas complementares: ISO 14041, ISO 14042, ISO 14043; todas da ABNT.</p>
<p><strong>A ACV é apenas uma dentre as várias técnicas existentes de gestão ambiental, não necessariamente, ela é a técnica mais apropriada para um determinado tipo de situação, por exemplo, tipicamente este estudo não aborda aspectos sociais e econômicos de um produto, ou seja, assim podemos concluir que todas as técnicas possuem as suas limitações. </strong></p>
<p><em>Entre as limitações da ACV, podemos citar:</em></p>
<p>o A precisão da ACV pode ser limitada pela falta de dados pertinentes ou pela qualidade dos dados, o estudo está sujeito à falhas humanas.<br />
o Algumas vezes, a falta de dimensões espaciais e temporais dos dados do inventário pode gerar incertezas quanto a quantitatização do impacto.<br />
o Os resultados de uma ACV que enfoca questões globais ou regionais podem não ser apropriados para aplicações locais, ou seja, a realidade local muitas vezes é diferente da global.<br />
o A natureza das escolhas dos métodos, das fontes de dado, das técnicas de medição, do estabelecimento das fronteiras do sistema e, até mesmo, do objetivo do estudo, podem ser subjetivas.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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