﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Licenciamento Ambiental em Mato Grosso do Sul &#187; fatores ambientais</title>
	<atom:link href="http://www.licenciamentoambiental.eng.br/tag/fatores-ambientais/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br</link>
	<description>Informações sobre Meio Ambiente, Licenciamento Ambiental, Tecnologias, Gestão e Controle Ambiental.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 19 Jul 2010 14:21:36 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Pesquisa de opinião pública sobre Saneamento Básico</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/pesquisa-de-opiniao-publica-sobre-saneamento-basico/</link>
		<comments>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/pesquisa-de-opiniao-publica-sobre-saneamento-basico/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 15:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[externalidades]]></category>
		<category><![CDATA[fatores ambientais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.licenciamentoambiental.eng.br/?p=438</guid>
		<description><![CDATA[Em uma iniciativa brilhante o Instituto Trata Brasil em conjunto com o IBOPE realizaram uma pesquisa com 1008 responsáveis por domícilios dos municípios brasileiros com mais de 300 mil habitantes, totalizando 79 cidades, visando levantar as percepções da população sobre o Saneamento Básico.
Os resultados da pesquisa revelam que 31% da população brasileira desconhece o que [...]


Posts relacionados:<ol><li><a href='http://www.licenciamentoambiental.eng.br/saneamento-ambiental/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Saneamento Ambiental'>Saneamento Ambiental</a></li>
<li><a href='http://www.licenciamentoambiental.eng.br/pensamento-basico-para-decisao-em-meio-ambiente/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Pensamento básico para decisão em Meio Ambiente'>Pensamento básico para decisão em Meio Ambiente</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma iniciativa brilhante o <strong>Instituto Trata Brasil</strong> em conjunto com o <strong>IBOPE</strong> realizaram uma pesquisa com 1008 responsáveis por domícilios dos municípios brasileiros com mais de 300 mil habitantes, totalizando 79 cidades, <strong>visando levantar as percepções da população sobre o Saneamento Básico</strong>.</p>
<p>Os resultados da pesquisa revelam que 31% da população brasileira desconhece o que é saneamento básico, e indicam que a população brasileira desconhece o destino do esgoto de seu domícilio e da cidade.</p>
<p>Veja o contéudo integral da pesquisa em: <a target="_blank" href="http://www.tratabrasil.org.br/novo_site/?id=301">Instituto Trata Brasil</a></p>


<p>Posts relacionados:<ol><li><a href='http://www.licenciamentoambiental.eng.br/saneamento-ambiental/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Saneamento Ambiental'>Saneamento Ambiental</a></li>
<li><a href='http://www.licenciamentoambiental.eng.br/pensamento-basico-para-decisao-em-meio-ambiente/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Pensamento básico para decisão em Meio Ambiente'>Pensamento básico para decisão em Meio Ambiente</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/pesquisa-de-opiniao-publica-sobre-saneamento-basico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Câncer e outras doenças ambientais</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/cancer-e-outras-doencas-ambientais/</link>
		<comments>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/cancer-e-outras-doencas-ambientais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 13:52:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[fatores ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[poluição atmosférica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.licenciamentoambiental.eng.br/?p=390</guid>
		<description><![CDATA[Autora: Sônia Corina Hess*
Os fatores de risco para o câncer ganham especial relevância no Brasil neste momento, em que a ministra Dilma Roussef e o vice-presidente José Alencar enfrentam esta doença que, em 2008 resultou em, pelo menos, 546.009 internações hospitalares custeadas pelo Sistema Único de Saúde. Além disso, entre 2002 e 2006, as neoplasias [...]


Sem posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Autora: Sônia Corina Hess*</strong></em></p>
<p>Os fatores de risco para o câncer ganham especial relevância no Brasil neste momento, em que a ministra Dilma Roussef e o vice-presidente José Alencar enfrentam esta doença que, em 2008 resultou em, pelo menos, 546.009 internações hospitalares custeadas pelo Sistema Único de Saúde. Além disso, entre 2002 e 2006, as neoplasias figuraram entre as cinco principais causas dos óbitos ocorridos no país, sendo a maior causa de morte das mulheres falecidas com idades entre 30 e 49 anos, e a segunda causa de óbito das pessoas com mais de 50 anos de idade.Naquele mesmo período, as maiores proporções dos óbitos por neoplasias foram registradas no RS, SC, PR, SP e DF.</p>
<p>No meio científico, tem sido crescente o número de estudos evidenciando que a contaminação ambiental por produtos químicos perigosos tem resultado no desencadeamento de doenças graves, como o câncer.</p>
<p>Substâncias artificiais quimicamente muito diferentes têm atividades carcinogênicas, incluindo agrotóxicos de uso ainda permitido no Brasil, como os inseticidas endossulfan e paration metílico, os herbicidas atrazina e linurom, e o fungicida vinclozolina. Além disso, produtos que fazem parte da composição de filtros solares, plásticos, cosméticos, detergentes e de outros materiais amplamente utilizados atualmente são cancerígenos e desregulam o sistema hormonal de mamíferos e de outros animais, tendo potencial para causarem malformações congênitas, infertilidade, feminização de machos, alterações no comportamento, diabetes, entre outros problemas.</p>
<p>Destaca-se que as repercussões destas descobertas resultaram, em alguns locais, na implantação de restrições legais ao uso de materiais ainda amplamente empregados no mundo inteiro. Por exemplo, na cidade de Chicago e no estado americano de Minnesota, foi proibida a comercialização de mamadeiras plásticas feitas de policarbonato, que liberam nos alimentos infantis o bisfenol A, uma substância cancerígena que atua, também, como desregulador hormonal. No Brasil, por outro lado, a maioria das mamadeiras comercializadas atualmente contém este material.</p>
<p>Cientistas brasileiros também têm divulgado dados relevantes à saúde pública, obtidos em análises ambientais. Por exemplo, neste ano, pesquisadores do Instituto de Pesquisas Energéticas Nucleares da USP descreveram que substâncias cancerígenas e capazes de desregular o sistema hormonal das crianças estavam presentes em brinquedos importados da Ásia e que, em alguns daqueles brinquedos havia, inclusive, materiais radioativos.</p>
<p>No início deste ano, um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Química da USP foi premiado pela União Internacional de Toxicologia, por ter evidenciado que o chumbo que contaminou o organismo dos adolescentes investigados era diretamente responsável pelo seu comportamento violento e antissocial.</p>
<p>Em 2006, pesquisadores da Unicamp divulgaram que, em análises realizadas com águas potáveis destinadas ao abastecimento público da região de Campinas (SP), foram encontradas substâncias com atividades hormonais e carcinogênicas em concentrações muito superiores àquelas necessárias ao desencadeamento de efeitos biológicos.</p>
<p>Na atmosfera de muitas cidades brasileiras também tem sido aferida a presença de substâncias tóxicas e cancerígenas acima dos limites legalmente permitidos, resultando em graves agravos à saúde da população exposta. Por exemplo, pesquisadores revelaram que, somente na cidade de São Paulo, morrem mais de 3.000 pessoas ao ano devido à exposição aos poluentes provenientes da queima incompleta de combustíveis veiculares. Em Piracicaba e Araraquara/SP, por outro lado, o adoecimento e morte de centenas de pessoas foram associados à poluição atmosférica causada pela queima da cana-de-açúcar, que antecede a colheita manual.</p>
<p>Diante das evidências apresentadas, espera-se que as autoridades brasileiras empreendam esforços para que os riscos ambientais para o câncer e outras doenças sejam conhecidos e minimizados. Certamente, tudo o que for investido na prevenção de tais doenças resultará em grandes benefícios para o país, tanto em termos materiais, quanto em outros imensuráveis parâmetros.</p>
<p><em>*Engenheira Química e pós-doutora em Química, professora e pesquisadora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, assessora do Ministério Público do Trabalho e dos ministérios públicos Federal e Estadual de Mato Grosso do Sul em processos envolvendo questões ambientais com repercussões na saúde pública.</em></p>


<p>Sem posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/cancer-e-outras-doencas-ambientais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
