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	<title>Licenciamento Ambiental em Mato Grosso do Sul &#187; Estudos ambientais</title>
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	<description>Informações sobre Meio Ambiente, Licenciamento Ambiental, Tecnologias, Gestão e Controle Ambiental.</description>
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		<title>Revisão do Plano Diretor da cidade do Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 15:26:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avaliação de Impactos Ambientais]]></category>
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		<description><![CDATA[Os Planos Diretores são ferramentas importantes na administração dos meios urbanos. Através deles se realizam os planejamentos e podem ser feitas as cobranças ao poder público. Um Plano Diretor bem feito permite a cidade crescer de maneira ambientalmente correta, economicamente viável e socialmente justa.
A revisão do plano diretor do Rio de Janeiro não está levando em conta uma parcela importante na discussão: a vontade do povo.


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<li><a href='http://www.licenciamentoambiental.eng.br/plano-b-4-0-disponivel-gratuitamente/' rel='bookmark' title='&#8220;Plano B 4.0&#8243; disponível gratuitamente'>&#8220;Plano B 4.0&#8243; disponível gratuitamente</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os Planos Diretores são ferramentas importantes na administração dos meios urbanos. Através deles se realizam os planejamentos e podem ser feitas as cobranças ao poder público. Um Plano Diretor bem feito permite a cidade crescer de maneira ambientalmente correta, economicamente viável e socialmente justa.</em></p>
<p><em>A revisão do Plano Diretor da cidade do Rio de Janeiro não está levando em conta uma parcela importante na discussão: os anseios da população.</em></p>
<p><strong>Plano Diretor: utilidade duvidosa para cariocas</strong></p>
<p>Por Redação Ibase</p>
<p>A proposta de revisão do Plano Diretor da cidade do Rio de Janeiro, conhecida como “Substitutivo 3”, em tramitação na Câmara de Vereadores, na prática pouco faz pela cidade, atendendo exclusivamente às ambições políticas e comerciais de setores interessados na especulação imobiliária – como o hoteleiro e de entretenimento. As necessidades e interesses das classes populares são ignoradas, já que a proposta é formulada sem a devida participação da população. Essa, pelo menos, é a opinião de representantes da sociedade civil e especialistas contrários ao modo como a Prefeitura e a Câmara de Vereadores está conduzindo a revisão.</p>
<p>“O processo de revisão, nos moldes em que está sendo conduzido há quase nove anos, não tem qualquer importância para a cidade. Teria importância somente se fosse parte de um amplo processo de discussão com a população, se atualizasse um diagnóstico sobre os <strong>principais problemas enfrentados</strong> e, a partir dessa base, formulasse diretrizes, políticas e programas que contribuíssem para a superação dos principais problemas que afetam a maioria da população”, comenta Marcos Asevedo, diretor do Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas no Estado do Rio de Janeiro (Sarj). E complementa: &#8220;falta compromisso da Prefeitura e da Câmara de Vereadores em estabelecer um processo democrático de discussão sobre a cidade&#8221;.</p>
<p>O Plano Diretor é o instrumento <strong>básico</strong> de planejamento municipal para a implantação de políticas de desenvolvimento, norteando a ação de agentes públicos e privados na gestão da cidade. A necessidade de sua atual revisão engloba questões práticas e legais: previsto para ter uma duração de dez anos, o último Plano foi criado em 1992, tendo como base uma realidade de quase vinte anos atrás, muito diferente da configuração da cidade hoje. Além disso, ele não incorpora instrumentos urbanísticos e jurídicos criados ou regulamentados pelo Estatuto da Cidade (aprovado somente em 2001).</p>
<p>Para Maria Julieta Nunes, doutora em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e docente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (Ippur), uma das principais falhas da revisão é justamente o fato dela criar um novo plano para a cidade sem levar em consideração qualquer tipo de <strong>estudo ou diagnóstico</strong> sobre a atual situação do Rio, &#8220;um procedimento padrão e recomendado na metodologia dos Planos Diretores&#8221;.</p>
<p>Ela também aponta que o novo Plano Diretor, da maneira que está sendo formulado, é preocupante pois redefine papéis na forma de administrar a cidade, transformando sua gestão em um grande negócio. “O anexo 36, por exemplo, cria a chamada concessão urbanística, que deve ser aplicada em operações urbanas e que permite ao município contratar uma empresa privada para fazer a gestão de uma determinada área por 20 anos. Isso é algo absolutamente estranho porque coloca em questão o papel do poder público na qualidade de gestor da cidade. Com esse novo sistema, a população passará a lidar com empresas ao invés do poder público, e essas empresas não necessariamente terão o público em mente ao administrar a cidade”, afirma.</p>
<p>De acordo com o vereador Eliomar Coelho (PSOL), as resistências ao Plano Diretor encontram respaldo em organizações importantes como o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do Rio de Janeiro (Crea/RJ), o Ippur, o Sarj e, inclusive, em ações que estão tramitando no Ministério Público, “que não considera o processo de formulação do Plano Diretor correto”. Apesar de estar em tramitação há quase nove anos, o vereador afirma que ainda não há previsão para a aprovação da revisão. &#8220;É provável que o Plano seja aprovado mesmo sem a devida participação pública e que sua utilidade siga a lógica do &#8216;uma mentira contada mil vezes que se torna verdade&#8217;&#8221;, sentencia.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=79409&amp;edt=57" target="_blank">Envolverde/Ibase</a></p>
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		<title>Dicas de formatação para monografias do Portal Universia</title>
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		<pubDate>Sat, 01 May 2010 14:10:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos de Engenharia Ambiental]]></category>
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		<category><![CDATA[Estudos ambientais]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazer uma monografia é uma etapa essencial na vida de qualquer estudante, seja ele da área ambiental ou não. E para isso é essencial conhecer as normas e padrões estabelecidos pela ABNT e pela instituição para a qual a monografia deve ser apresentada. Para auxiliar quem está na fase de formatação da monografia, o Portal [...]


Sem posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer uma monografia é uma etapa essencial na vida de qualquer estudante, seja ele da área ambiental ou não. E para isso é essencial conhecer as normas e padrões estabelecidos pela ABNT e pela instituição para a qual a monografia deve ser apresentada.</p>
<p>Para auxiliar quem está na fase de formatação da monografia, o Portal Universia produziu um <a target="_blank" href="http://www.universia.com.br/materia/img/tutoriais/monografias/14.jsp">tutorial </a>descrevendo os detalhes das normas técnicas da ABNT. </p>
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<p>Sem posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Sobre o EIA/RIMA &#8211; Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto ao Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 23:41:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avaliação de Impactos Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
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		<description><![CDATA[Dentre os estudos ambientais, é muito importante conhecer o estudo de Avaliação de Impacto Ambiental chamado de Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto ao Meio Ambiente, ou EIA/RIMA. Estes dois documentos, que constituem um conjunto, objetivam avaliar os impactos ambientais decorrentes da instalação de um empreendimento e estabelecer programas para monitoramento e mitigação desses impactos. [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Dentre os estudos ambientais, é muito importante conhecer o estudo de Avaliação de Impacto Ambiental chamado de <strong>Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto ao Meio Ambiente</strong>, ou EIA/RIMA. Estes dois documentos, que constituem um conjunto, objetivam avaliar os impactos ambientais decorrentes da instalação de um empreendimento e estabelecer programas para monitoramento e mitigação desses impactos.</p>
<p>A obrigação da elaboração de um estudo de <strong>Avaliação de Impacto Ambiental</strong> (AIA), na forma de um EIA/RIMA, é imposta apenas para algumas atividades com potencial altamente poluidor, pelos órgãos licenciadores competentes (estadual, municipal e o IBAMA) e pela legislação pertinente como a Resolução CONAMA no 001 de 1986 (vide figura 2), no âmbito do processo de licenciamento ambiental.</p>
<p>O <strong>Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto sobre o Meio Ambiente</strong> são um conjunto, a diferença entre estes dois documentos é que apenas o RIMA é de acesso público, pois o EIA contém maior número de informações sigilosas a respeito da atividade. Assim, o texto do RIMA deve ser mais acessível ao público, e instruído por mapas, quadros, gráficos e tantas outras técnicas quantas forem necessárias ao entendimento claro das conseqüências ambientais do projeto.</p>
<p>O EIA/RIMA é feito por uma equipe multidisciplinar, pois deve considerar o impacto da atividade sobre os diversos meios ambientais: natureza, patrimônio cultural e histórico, o meio ambiente do trabalho e o antrópico.</p>
<p>O EIA/RIMA cumpre o princípio da publicidade, pois permite a participação pública na aprovação de um processo de licenciamento ambiental que contenha este tipo de estudo, através de audiências públicas com a comunidade que será afetada pela instalação do projeto.</p>
<p>O conteúdo de um EIA/RIMA é estipulado por termo de referências dos órgãos ambientais competentes e pela legislação pertinente, como demonstra o extrato abaixo da Resolução CONAMA no 001 de 1986.</p>
<p><em>“Artigo 6º &#8211; O estudo de impacto ambiental desenvolverá, no mínimo, as seguintes atividades técnicas:<br />
I &#8211; Diagnóstico ambiental da área de influência do projeto completa descrição e análise dos recursos ambientais e suas interações, tal como existem, de modo a caracterizar a situação ambiental da área, antes da implantação do projeto, considerando:<br />
a) o meio físico &#8211; o subsolo, as águas, o ar e o clima, destacando os recursos minerais, a topografia, os tipos e aptidões do solo, os corpos d&#8217;água, o regime hidrológico, as correntes marinhas, as correntes atmosféricas;<br />
b) o meio biológico e os ecossistemas naturais &#8211; a fauna e a flora, destacando as espécies indicadoras da qualidade ambiental, de valor científico e econômico, raras e ameaçadas de extinção e as áreas de preservação permanente;<br />
c) o meio sócio-econômico &#8211; o uso e ocupação do solo, os usos da água e a sócio-economia, destacando os sítios e monumentos arqueológicos, históricos e culturais da comunidade, as relações de dependência entre a sociedade local, os recursos ambientais e a potencial utilização futura desses recursos.<br />
II &#8211; Análise dos impactos ambientais do projeto e de suas alternativas, através de identificação, previsão da magnitude e interpretação da importância dos prováveis impactos relevantes, discriminando: os impactos positivos e negativos (benéficos e adversos), diretos e indiretos, imediatos e a médio e longo prazos, temporários e permanentes; seu grau de reversibilidade; suas propriedades cumulativas e sinérgicas; a distribuição dos ônus e benefícios sociais.<br />
III &#8211; Definição das medidas mitigadoras dos impactos negativos, entre elas os equipamentos de controle e sistemas de tratamento de despejos, avaliando a eficiência de cada uma delas.<br />
lV &#8211; Elaboração do programa de acompanhamento e monitoramento (os impactos positivos e negativos, indicando os fatores e parâmetros a serem considerados.”</em></p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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