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	<title>Licenciamento Ambiental em Mato Grosso do Sul &#187; Engenharia Ambiental</title>
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	<description>Informações sobre Meio Ambiente, Licenciamento Ambiental, Tecnologias, Gestão e Controle Ambiental.</description>
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		<title>Cursos de Engenharia Ambiental</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 23:52:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos de Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa realizada para o XV Fórum Nacional de Coordenadores de Cursos de Engenharia Ambiental que ocorreu em Recife, em 2009 mostra o seguinte panorama:

- Existem no Brasil 164 cursos de Engenharia Ambiental, contra 275 cursos de Engenharia Elétrica e 259 cursos de Engenharia Civil. Segundo estes dados já existem mais cursos de Engenharia Ambiental no [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Pesquisa realizada para o XV Fórum Nacional de Coordenadores de<strong> Cursos de Engenharia Ambiental</strong> que ocorreu em Recife, em 2009 mostra o seguinte panorama:</p>
</div>
<div id="_mcePaste">- Existem no Brasil 164 cursos de Engenharia Ambiental, contra 275 cursos de Engenharia Elétrica e 259 cursos de Engenharia Civil. Segundo estes dados já existem mais cursos de <strong>Engenharia Ambiental no brasil</strong> do que Engenharia mecânica (154) e Engenharia Química (89). Entre os cursos de pós-graduação na área, são 45 cursos de especialização, sendo 27 em Engenharia de Segurança do Trabalho, 15 cursos de mestrado e 3 em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos.</p>
</div>
<div id="_mcePaste">- Os <strong>cursos de Engenharia</strong> hoje obedecem a Resolução CNE/CES de 11/03/02 que instituiu as Diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Engenharia, a serem observadas nas Intituições do Sistema de Educação Superior do País. A outra base legal é a Portaria 1963 de 5 de Dezembro de 1994, que criou a área de Engenharia Ambiental e determinou as disciplinas a serem incluídas no currículo de formação geral.</p>
</div>
<p><em>Adaptado de Revista Bio &#8211; Outubro &#8211; Dezembro 2009</em></p>


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		<title>Tecnologias ambientalmente corretas serão exigidas nas licitações</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 13:25:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Battistelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
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		<description><![CDATA[A adoção de tecnologias ambientalmente corretas em todas as áreas da sociedade é uma tendência mundial, que busca otimizar e manter os recursos naturais sem esgotá-los rapidamente. O uso destas tecnologias passou a ser critério para as licitações do governo, o que mostra um alinhamento do Brasil com esta tendência.
Governo adota critérios de sustentabilidade nas [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A adoção de <strong>tecnologias ambientalmente corretas</strong> em todas as áreas da sociedade é uma tendência mundial, que busca otimizar e manter os recursos naturais sem esgotá-los rapidamente. O uso destas tecnologias passou a ser critério para as licitações do governo, o que mostra um alinhamento do Brasil com esta tendência.</p>
<p><a target="_blank" href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=68865&amp;edt=" target="_blank">Governo adota critérios de sustentabilidade nas licitações</a></p>
<p>A utilização de critérios sustentáveis na aquisição de bens e na contratação de obras e serviços pelos órgãos do governo federal foi regulamentada pelo Ministério do Planejamento. As regras abrangem os processos de extração ou fabricação, utilização e o descarte de produtos e matérias-primas.</p>
<p>De agora em diante, as obras públicas serão elaboradas visando a economia da manutenção e operacionalização da edificação, redução do consumo de energia e água, bem como a utilização de tecnologias e materiais que reduzam o <strong>impacto ambiental</strong>.</p>
<p>“Essas regras vão exigir uma readequação do mercado, já que nem todos os fornecedores terão produtos qualificados para as nossas exigências”, alertou o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna. Segundo ele, o governo possui grande poder de compra e deve induzir essas mudanças junto ao mercado.</p>
<p>“Com essas medidas, o governo estimula a sociedade a seguir esse caminho, não apenas porque dá o exemplo, mas também porque pode induzir os fornecedores a se preparar para fornecer produtos e serviços <strong>ambientalmente sustentáveis</strong>”, justificou.</p>
<p>Entre as determinações, há a exigência para que as construtoras tenham um projeto de gerenciamento de <strong>resíduos</strong> provenientes da construção civil que atendam às normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente. Assim, os resíduos das obras serão destinados a aterros sanitários ou usinas de tratamento de lixo.</p>
<p>A Instrução Normativa também prevê, no caso das obras públicas, a utilização de sistemas de reuso de água e energia, procedimentos para <strong>reduzir o consumo</strong> de energia, utilização de materiais reciclados, reutilizáveis e biodegradáveis e redução da necessidade de manutenção, além do uso de energia solar. Outra exigência é a comprovação da origem da madeira para evitar o emprego de madeira ilegal na execução da obra ou serviço.</p>
<p>O governo federal também recomenda que os bens e serviços sejam constituídos, no todo ou em parte, por material atóxico, biodegradável e reciclado e que <strong>não contenham substâncias perigosas</strong> em concentração acima da recomendada na diretiva européia RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances). Entre eles, o chumbo, o cromo, o cromo hexavalente e o cádmio.</p>
<p>A Instrução ainda traz regras para a contratação de serviços, como a separação dos resíduos reciclados descartados pelos órgãos, a adequada destinação para pilhas e baterias e a utilização de produtos de limpeza e conservação de produtos que atendam às determinações da Anvisa. O documento também prevê que as empresas contratadas realizem programas internos de treinamento para a redução de consumo de energia elétrica e  de <strong>água</strong>.</p>
<p><a target="_blank" href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=68865&amp;edt=" target="_blank">(Envolverde/Em Questão)</a></p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Aspectos ambientais das obras rodoviárias</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 14:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Battistelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avaliação de Impactos Ambientais]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando, durante a implantação de uma rodovia, não é feita a recuperação ambiental dos impactos ambientais gerados. Estes evoluem e se transformam em um conjunto de degradações que compõem o passivo ambiental do trecho. Atualmente, a existência de passivos ambientais ocorre principalmente em rodovias antigas, implantadas há mais de 20 anos atrás, quando ainda não [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando, durante a implantação de uma rodovia, não é feita a <strong>recuperação ambiental</strong> dos impactos ambientais gerados. Estes evoluem e se transformam em um conjunto de degradações que compõem o passivo ambiental do trecho. Atualmente, a existência de passivos ambientais ocorre principalmente em rodovias antigas, implantadas há mais de 20 anos atrás, quando ainda não se existia a consciência ecológica e as ciências ambientais, como a Engenharia Ambiental, eram pouco difundidas e possuíam pouca prática nessa área.</p>
<p>Os avanços no tratamento ambiental de rodovias também estão relacionados à incorporação da variável ambiental na rotina de trabalho dos órgãos rodoviários, à maior fiscalização dos órgãos ambientais competentes, à difusão de manuais técnicos contendo instruções ambientais para projetos e obras rodoviárias, à avaliação econômica das medidas de <strong>controle ambiental</strong> e quantificação dos custos ambientais de projetos, da implantação, e da manutenção de rodovias e à progressiva implantação de programas de recuperação do passivo ambiental em diversas rodovias do país.</p>
<p>Os <strong>impactos ambientais</strong> cadastrados ao longo do segmento da rodovia compreendem o seu passivo ambiental, que foi gerado a partir da implantação da rodovia e de atividades antrópicas danosas a região lindeira.</p>
<p>Alguns dos principais impactos ambientais, tanto positivos, como negativos, decorrentes da implantação de uma rodovia são:</p>
<ul>
<li> <strong>No meio Sócio-Econômico:</strong> conflito de uso e ocupação do solo; alterações nas atividades econômicas das regiões por onde a rodovia passa; mudanças nas condições de emprego e qualidade de vida para as populações; segurança do tráfego, ruído, vibrações, <strong>emissões atmosféricas</strong> que pode ter efeito sobre a saúde humana; desapropriações; riscos ao patrimônio cultural, histórico e arqueológico; travessias/intrusão urbana, uso indevido da faixa de domínio da rodovia (construções, escavações e descartes, depósito de lixo orgânico).</li>
<li> <strong>No meio biótico:</strong> impedimento dos processos de intercâmbio ecológicos por corte de áreas; riscos de atropelamento de animais; risco a áreas protegidas e a biótopos ecológicos importantes; redução da cobertura vegetal; aumento da pressão sobre ecossistemas terrestres e aquáticos; incêndios nas faixas de domínio; poluição em ambientes aquáticos e riscos para a vida aquática (o lixiviado da lavagem das pistas que cai em corpos d’água superficiais, pode alterar a sua qualidade, aumentar seus nutrientes e gerar processos de <strong>eutrofização</strong> em lagos e açudes).</li>
<li> <strong>E no meio físico:</strong> retirada de solos; indução a processos erosivos/ voçorocas em antigas áreas exploradas e taludes; instabilidade de taludes, rompimento de fundações; terraplenagem, empréstimos e bota-foras; degradação de áreas de canteiro de obras, trilhas e caminhos de serviço; rebaixamento do lençol freático; risco para a qualidade de água superficial (aumento da turbidez) e subterrânea por concentração de <strong>poluentes</strong>; assoreamento de terrenos naturais, bacias de drenagem e cursos d’água; Alagamentos, decorrentes do represamento por Obras de Arte Correntes e sistema de drenagem (pontes, viadutos) mal posicionados e/ou obstruídos.</li>
</ul>
<p>Segundo Malafaia (2004), “um programa de recuperação do passivo ambiental de rodovias deve compreender as seguintes etapas: conceituação de <strong>passivo ambiental</strong>; levantamento e caracterização do passivo ambiental; avaliação das quantidades e condições desse passivo; estimativa dos custos de sua recuperação; programação financeira para a recuperação; plano de execução da recuperação do passivo ambiental”.</p>


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<li><a href='http://www.licenciamentoambiental.eng.br/impactos-ambientais-de-rodovias/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Impactos ambientais de rodovias'>Impactos ambientais de rodovias</a></li>
<li><a href='http://www.licenciamentoambiental.eng.br/aspectos-ambientais-gerais-das-industrias-de-produtos-de-limpeza/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Aspectos ambientais gerais das pequenas indústrias de produtos de limpeza'>Aspectos ambientais gerais das pequenas indústrias de produtos de limpeza</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Cursos de Engenharia Ambiental no Brasil</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 21:20:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos de Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Lista dos cursos de Engenharia Ambiental no Brasil por estado:
BA
 UESB, Engenharia Ambiental, Vitória da Conquista, Bacharelado
 UFBA, Engenharia Sanitária, Salvador, Bacharelado
DF
 UCB &#8211; DF, Engenharia Ambiental, Taguatinga, Bacharelado, MAT
ES
 UFES, Engenharia Ambiental, Vitória, Bacharelado
GO
 UCG, Engenharia Ambiental, Goiânia, Bacharelado/VESP
MG
 FUMEC, Engenharia Ambiental, Belo Horizonte, Bacharelado/VESP
 UFOP, Engenharia Ambiental, Ouro Preto, Bacharelado
 UFV, Engenharia Ambiental, [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lista dos cursos de Engenharia Ambiental no Brasil por estado:</strong></p>
<p><strong>BA</strong></p>
<p> UESB, Engenharia Ambiental, Vitória da Conquista, Bacharelado</p>
<p> UFBA, Engenharia Sanitária, Salvador, Bacharelado</p>
<p><strong>DF</strong></p>
<p> UCB &#8211; DF, Engenharia Ambiental, Taguatinga, Bacharelado, MAT</p>
<p><strong>ES</strong></p>
<p> UFES, Engenharia Ambiental, Vitória, Bacharelado</p>
<p><strong>GO</strong></p>
<p> UCG, Engenharia Ambiental, Goiânia, Bacharelado/VESP</p>
<p><strong>MG</strong></p>
<p> FUMEC, Engenharia Ambiental, Belo Horizonte, Bacharelado/VESP</p>
<p> UFOP, Engenharia Ambiental, Ouro Preto, Bacharelado</p>
<p> UFV, Engenharia Ambiental, Viçosa, Bacharelado</p>
<p> UNA, Engenharia Ambiental, Belo Horizonte, Bacharelado, MAT/NOT</p>
<p> UNIFEI, Engenharia Ambiental, Itajubá, Bacharelado/INT</p>
<p> Unincor, Engenharia Ambiental, São Gonçalo do Sapucaí, Bacharelado/NOT</p>
<p> Uniube, Engenharia Ambiental, Uberaba, Bacharelado/NOT</p>
<p> Uniube, Engenharia Ambiental, Uberlândia, Bacharelado/NOT</p>
<p><strong>MS</strong></p>
<p> UFMS, Engenharia Ambiental, Campo Grande, Bacharelado/VESP/NOT</p>
<p><strong>PA</strong></p>
<p> UEPA, Engenharia Ambiental, Belém, Bacharelado/VESP</p>
<p><strong>PE</strong></p>
<p> Unicap, Engenharia Ambiental, Recife, Bacharelado/NOT</p>
<p><strong>PR</strong></p>
<p> PUCPR, Engenharia Ambiental, Curitiba, Bacharelado/VESP</p>
<p> UFPR, Engenharia Ambiental, Curitiba, Bacharelado/INT</p>
<p> Unicentro, Engenharia Ambiental, Irati, Bacharelado/INT</p>
<p><strong>RJ</strong></p>
<p> PUC-Rio, Engenharia Ambiental, Rio de Janeiro, Bacharelado</p>
<p> UFRJ, Engenharia Ambiental, Rio de Janeiro, Bacharelado, MAT/VESP</p>
<p> USS, Engenharia Ambiental, Vassouras, Bacharelado/NOT</p>
<p><strong>RS<br />
</strong><br />
 UCS, Engenharia Ambiental, Caxias do Sul, Bacharelado, MAT/VESP</p>
<p> UFRGS, Engenharia Ambiental, Porto Alegre, Bacharelado</p>
<p> Unilasalle, Engenharia Ambiental, Canoas, Bacharelado/VESP/NOT</p>
<p> UNISC, Engenharia Ambiental, Santa Cruz do Sul, Bacharelado, MAT/VESP</p>
<p> UPF, Engenharia Ambiental, Passo Fundo, Bacharelado/VESP</p>
<p><strong>SC</strong></p>
<p> UnC, Engenharia Ambiental, Concórdia, Bacharelado/NOT</p>
<p> UnC, Engenharia Ambiental, Caçador, Bacharelado/NOT</p>
<p> Unisul, Engenharia Ambiental, Palhoça, Bacharelado/VESP/NOT</p>
<p> Univali, Engenharia Ambiental, Itajaí, Bacharelado/INT</p>
<p> Univille, Engenharia Ambiental, Joinville, Bacharelado, MAT</p>
<p><strong>SP</strong></p>
<p> FAJ, Engenharia Ambiental, Jaguariúna, Bacharelado/NOT</p>
<p> FSA Santo André, Engenharia Ambiental, Santo André, Bacharelado, MAT/NOT</p>
<p> Oswaldo Cruz, Engenharia Ambiental, São Paulo, Bacharelado, MAT/NOT</p>
<p> PUC-Campinas, Engenharia Ambiental, Campinas, Bacharelado, MAT/NOT</p>
<p> São Marcos, Engenharia Ambiental, São Paulo, Bacharelado, MAT/NOT</p>
<p> Senac São Paulo, Engenharia Ambiental, São Paulo, Bacharelado, MAT</p>
<p> UBC, Engenharia Ambiental, Mogi das Cruzes, Bacharelado/NOT</p>
<p> UFABC, Engenharia Ambiental e Urbana, Santo André, Bacharelado</p>
<p> UNESP, Engenharia Ambiental, Sorocaba, Bacharelado/INT</p>
<p> UNESP, Engenharia Ambiental, Presidente Prudente, Bacharelado/INT</p>
<p> UNESP, Engenharia Ambiental, Rio Claro, Bacharelado/INT</p>
<p> UnG, Engenharia Ambiental, Guarulhos, Bacharelado, MAT/NOT</p>
<p> Unisal, Engenharia Ambiental, Americana, Bacharelado, MAT</p>
<p> Unitau, Engenharia Ambiental e Sanitária, Taubaté, Bacharelado/NOT</p>
<p> Univap, Engenharia Ambiental, São José dos Campos, Bacharelado/NOT</p>
<p> Univap, Engenharia Ambiental, Jacareí, Bacharelado/INT</p>
<p> Unoeste, Engenharia Ambiental, Presidente Prudente, Bacharelado</p>
<p> USP, Engenharia Ambiental, São Carlos, Bacharelado e Licenciatura/INT</p>
<p><strong>TO</strong></p>
<p> UFT, Engenharia Ambiental, Palmas, Bacharelado/INT</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Sobre cursos de engenharia</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/sobre-cursos-de-engenharia/</link>
		<comments>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/sobre-cursos-de-engenharia/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 14:56:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos de Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.licenciamentoambiental.eng.br/?p=399</guid>
		<description><![CDATA[Notícia de 29/06/2009 &#8211; 13h28
Fonte: Uol &#8211; Seção Educação
http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/06/29/ult105u8318.jhtm
MEC decide mudar nomes de cursos de engenharia
Da Redação
Em São Paulo
O MEC (Ministério da Educação) anunciou nesta segunda feira (29) que irá mudar nomes de cursos de engenharia após consulta pública. O meio acadêmico e a sociedade poderão propor mudanças e inclusões até o dia 31 de [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Notícia de 29/06/2009 &#8211; 13h28<br />
Fonte: Uol &#8211; Seção Educação<br />
<a target="_blank" href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/06/29/ult105u8318.jhtm">http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/06/29/ult105u8318.jhtm</a></p>
<p><strong>MEC decide mudar nomes de cursos de engenharia</strong><br />
Da Redação<br />
Em São Paulo</p>
<p>O MEC (Ministério da Educação) anunciou nesta segunda feira (29) que irá mudar nomes de cursos de engenharia após consulta pública. O meio acadêmico e a sociedade poderão propor mudanças e inclusões até o dia 31 de julho, pela internet. Os 258 nomes diferentes para essas graduações deverão ser reagrupados em 22 nomenclaturas.</p>
<p>O excesso de nomes ocorre pelo acréscimo de &#8220;sobrenomes&#8221; ou de digitação errada, segundo o diretor de regulação e supervisão da Sesu (Secretaria de Educação Superior), Paulo Wollinger. Assim, as nomenclaturas engenharia elétrica, elétrica e eletrônica, eletrotécnica, elétrica e das energias e elétrica industrial passarão a ser denominadas apenas como engenharia elétrica, por exemplo.</p>
<p>&#8220;O objetivo é organizar as nomenclaturas, não o de pôr camisa de força nos cursos. As instituições podem criar cursos, desde que o perfil profissional contenha diferenças substanciais em relação a algum já existente&#8221;, explica Wollinger.</p>
<p>No ensino superior, dos 26 mil cursos de graduação existentes, sete mil têm nomes diferentes para o mesmo projeto pedagógico.</p>
<p>Veja como os cursos de engenharia ficarão no documento convergência de denominações. Consulte também os <a target="_blank" href=" http://www.licenciamentoambiental.eng.br/cursos-de-engenharia-ambiental-brasil/">referenciais dos cursos de engenharia</a>, documento que serve de base para a elaboração dos projetos pedagógicos dos cursos e que é voltado também para a orientação de estudantes e de empresas.</p>


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