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Questões de Engenharia de Saúde Pública

Abaixo estão 3 Exercícios, Questões práticas com gabarito sobre Engenharia de Saúde Pública, uma matéria comum dos cursos de Engenharia Ambiental, geralmente ocorrendo no terceiro ano da graduação.
 
1 – Sobre Saneamento Ambiental, assinale a alternativa incorreta (1,0):
a) A educação em saúde pública e ambiental é fundamental para garantir o controle de vetores e de reservatórios de doenças transmissíveis.
b) O saneamento ambiental compreende apenas as atividades de Abastecimento de Água, Esgotamento sanitário e Drenagem urbana.
c) Para a sociedade, a falta de saneamento ambiental gera reflexos econômicos.
d) A coleta e a destinação final adequada dos resíduos sólidos também é peça fundamental no controle de vetores e de reservatórios de doenças transmissíveis.
e) O Saneamento ambiental abrange o saneamento da habitação, dos alimentos, dos locais de trabalho e recreação, no processo de planejamento territorial, em situações de emergência e etc.
2 – Relacione as colunas (1,0):
A. Diminuição de custos para a sociedade em geral (diminuição número de leitos hospitalares, menor índice de faltas no trabalho, aumento da qualidade de vida em geral, menores gastos com remediação de passivos ambientais).
B. Riscos tradicionais: associados ao subdesenvolvimento, como falta de acesso à água potável, saneamento inadequado das habitações e comunidade, destino inadequado de resíduos sólidos, acidentes ocupacionais, e etc. Riscos modernos: associados ao desenvolvimento não-sustentável, como poluição urbana, poluição industrial, geração de resíduos sólidos perigosos, riscos químicos e radiotivos, desflorestamento, degradação do solo, mudanças climáticas.
C. Conjunto de obras, instalações e serviços, destinados a produzir e distribuir água a uma comunidade, em quantidade e qualidade compatíveis com as necessidades da população, para fins de consumo doméstico, serviços públicos, consumo industrial e outros usos.
D. Em função de cada uso para o qual se destina o recurso hídrico, têm-se os requisitos de qualidade necessários.
E. Resultado da superposição dos cenários distintos que ocorrem em uma Bacia Hidrográfica, principalmente das formas de uso e ocupação do solo, e das característicais naturais da região.
F. Riscos relacionados com a ingestão de água contaminada por agentes biológicos (bactérias, vírus, e parasitos), pelo contato direto, ou por meio de insetos vetores que necessitam da água em seu ciclo biológico, e riscos derivados de poluentes químicos e radioativos, geralmente efluentes de esgotos industriais, ou causados por acidentes ambientais
( ) Riscos associados ao Abastecimento de água
( ) Sistema de Abastecimento Público de Água
( ) Usos múltiplos dos recursos hídricos
( ) Importância social e econômica do saneamento
( ) Qualidade da água em uma Bacia Hidrográfica
( ) Impactos do ambiente sobre a saúde humana
3 – Sobre Sistemas Públicos de Abastecimento de água e sua importância social, econômica e sanitária, julgue os itens abaixo em Verdadeiro (V) ou Falso (F) (1,0):
________ Os Sistemas Públicos de Abastecimento de água também têm a função de controlar e prevenir doenças.
________ Este sistema não aumenta a vida média da população, apesar de reduzir a taxa de mortalidade infantil.
________ Os Sistemas Públicos de Abastecimento de água não possuem nenhuma relação com a limpeza pública.
________ Estes sistemas podem ser instalados tanto para pequenas como grandes povoações, na zona rural ou urbana.
________ Prefere-se sistemas individuais de abastecimento de água do que públicos, pois é mais fácil de controlar a qualidade da água consumida.
________ Este sistema aumenta a vida produtiva dos indivíduos, pois aumenta a vida média da população, e reduz do tempo de trabalho perdido com doenças.
_______ O abastecimento público de água não facilita o combate a incêndios, pois em geral há deficiência de instalação de hidrantes nas cidades.
________ Estes sistemas propiciam desenvolvimento econômico, pois facilitam a instalação de indústrias, e o maior progresso das comunidades e do turismo, em geral.
________ Este sistema engloba a retirada da água da natureza, a adequação de sua qualidade (tratamento), o transporte até os aglomerados humanos e o fornecimento às população em quantidade compatível com suas necessidades.
________ O abastecimento público de água propicia conforto, bem-estar e segurança para a população urbana.
GABARITO (RESPOSTAS)
1 – B
2 – F, C, D, A, E, B
3 – V, F, F, V, F, V, F, V, V, V

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Tópicos Especiais em Botânica e Sistemática – Curso em Campo Grande

Data: 29 de novembro a 02 de Dezembro
Horário: 18h00 às 21h30min
Local: SEDE DO CREA/MS
Objetivo: apresentar conceitos básicos de botânica e identificação de espécies de árvores e arbustos da flora nativa, visando aprimoramento de levantamentos e avaliações ambientais.

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Avaliação de Impactos Ambientais Controle Ambiental Desenvolvimento Sustentável Legislação Federal Planejamento Ambiental Tecnologias Ambientais

Respeitar o código florestal pode poupar vidas

Se a legislação fosse respeitada, talvez evitaríamos o sofrimento que se repete todos os anos nos períodos de chuva. Além do código florestal, são desrespeitadas também as diretrizes de zoneamento urbano, que definem limites de impermeabilização do solo. O conjunto de fatores envolvendo impermeabilização do solo e ocupação de áreas de preservação permanente é uma bomba relógio sazonal: de tempos em tempos irrompe em destruição e catástrofe.
Código Florestal e riscos urbanos
Por Márcio Ackermann*
As áreas de preservação permanentes – mangues, margens de córregos e represas, várzeas, topos de morros e encostas – deveriam servir para a preservação dos recursos hídricos, flora, fauna e proteção do solo.
No Brasil, no entanto, sobretudo em regiões metropolitanas, essas Áreas de Preservação Permanente (as chamadas APPs) estão densamente ocupadas, seja por moradias, rodovias marginais ou instalações industriais. As conseqüências tornam-se visíveis principalmente nesta época do ano, quando o período de chuvas intensas do verão causa enchentes e deslizamentos, provocando prejuízos materiais e mortes. Áreas que deveriam cumprir um importante papel no equilíbrio ambiental converteram-se, no meio urbano, em seu oposto. São as áreas de risco.
A intensidade dos últimos eventos de escorregamentos e enchentes ocorridos nas metrópoles brasileiras, em parte ocasionados por alterações climáticas, chamou a atenção de todos para a importância da ação preventiva.
O País dispõe de estrutura e tecnologia para que os próximos meses de dezembro a março possam transcorrer sem que a imprensa tenha de noticiar tragédias envolvendo vítimas fatais em decorrência do despreparo das instâncias competentes.
Mais crítico do que não atender às funções ambientais são os riscos aos moradores dessas áreas, em geral famílias de baixa renda que encontraram uma alternativa de habitação em locais inadequados. Somente na cidade de São Paulo, aproximadamente meio milhão de moradores de favelas encontram-se nessa situação.
Cabe aos municípios mapear suas áreas de preservação permanentes, definidas pelo Código Florestal, como medida preventiva às enchentes e escorregamentos, especialmente as encostas com declividades de 45 graus,  as nascentes dos rios e também as várzeas e planícies marginais aos cursos d’água.
Aos governos estaduais cabe oferecer apoio técnico, logístico e mesmo financeiro aos municípios. No Estado de São Paulo, por exemplo, as prefeituras devem buscar apoio junto a instituições como a Secretaria de Meio Ambiente –  Instituto Geológico, Coordenadoria de Planejamento Ambiental –  ou mesmo junto à Secretaria de Ciência e Tecnologia,  por meio  do IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas.
As Prefeituras devem, da mesma forma, solicitar suporte ao governo federal, por meio do Ministério das Cidades e Ministério do Meio Ambiente.
Tais medidas preventivas cairão no vazio se as mudanças propostas para o Código Florestal (lei federal 4.771/65), atualmente em discussão no Congresso Nacional, forem aprovadas. O texto em curso – levado ao legislativo sem ouvir os diferentes setores da sociedade – é um retrocesso, pois reduz as áreas consideradas de preservação permanente, o que representará o agravamento de situações de risco.

*Márcio Ackermann, geógrafo, mestre em Gestão, Planejamento e Projetos em Habitação pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), é autor do livro A Cidade e o Código Florestal.


(Envolverde/Sabesp)

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Engenharia Ambiental – UFMS (Ficha Técnica)

Duração do curso: 10 semestres
Objetivos do curso:
Segundo a Resolução CNE/CES 11/2002, Art. 3º, o Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética, em atendimento às demandas da sociedade.
Profissão: Engenheiro Ambiental
Atividades Inerentes:
a) Supervisão, coordenação e orientação técnica;
b) Estudo, planejamento, projeto e especificação;
c) Estudo de viabilidade técnico-econômica;
d) Assistência, assessoria e consultoria;
e) Direção de obra e serviço técnico;
f) Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico;
g) Desempenho de cargo e função técnica;
h) Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão;
i) Elaboração de orçamento;
j) Padronização, mensuração e controle de qualidade;
k) Execução de obra e serviço técnico;
l) Fiscalização de obra e serviço técnico;
m) Produção técnica e especializada;
n) Condução de trabalho técnico;
o) Execução de desenho técnico;
Áreas de atuação e exercício profissional:
O profissional atuará em: recursos hídricos, tratamento de águas de abastecimento e residuárias e saneamento básico e ambiental. Seu exercício profissional corresponde a:
a) Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia;
b) Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
c) Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
d) Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;
e) Identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
f) Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
g) Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
h) Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
i) Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
j) Atuar em equipes multidisciplinares;
k) Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
l) Avaliar o impacto das atividades de engenharia no contexto social e ambiental;
m) Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenheria;
n) Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
Formação: Bacharel em Engenharia Ambiental.
Modalidade de Ensino: Presencial.
Campus: Campo Grande
N° de Vagas: 50
Período: Vespertino/Noturno
URL: http://www.sien.ufms.br
Fonte: “A UFMS e as Profissões” – UFMS, 2010

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Cursos de Engenharia Ambiental

Cursos de Engenharia Ambiental

Pesquisa realizada para o XV Fórum Nacional de Coordenadores de Cursos de Engenharia Ambiental que ocorreu em Recife, em 2009 mostra o seguinte panorama:
– Existem no Brasil 164 cursos de Engenharia Ambiental, contra 275 cursos de Engenharia Elétrica e 259 cursos de Engenharia Civil. Segundo estes dados já existem mais cursos de Engenharia Ambiental no brasil do que Engenharia mecânica (154) e Engenharia Química (89). Entre os cursos de pós-graduação na área, são 45 cursos de especialização, sendo 27 em Engenharia de Segurança do Trabalho, 15 cursos de mestrado e 3 em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos.
– Os cursos de Engenharia hoje obedecem a Resolução CNE/CES de 11/03/02 que instituiu as Diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Engenharia, a serem observadas nas Intituições do Sistema de Educação Superior do País. A outra base legal é a Portaria 1963 de 5 de Dezembro de 1994, que criou a área de Engenharia Ambiental e determinou as disciplinas a serem incluídas no currículo de formação geral.

Adaptado de Revista Bio – Outubro – Dezembro 2009

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Consumo Consciente Controle Ambiental Desenvolvimento Sustentável Gestão Ambiental Legislação Federal Licenciamento Ambiental Planejamento Ambiental Resíduos Sólidos Tecnologias Ambientais

Tecnologias ambientalmente corretas serão exigidas nas licitações

A adoção de tecnologias ambientalmente corretas em todas as áreas da sociedade é uma tendência mundial, que busca otimizar e manter os recursos naturais sem esgotá-los rapidamente. O uso destas tecnologias passou a ser critério para as licitações do governo, o que mostra um alinhamento do Brasil com esta tendência.
Governo adota critérios de sustentabilidade nas licitações
A utilização de critérios sustentáveis na aquisição de bens e na contratação de obras e serviços pelos órgãos do governo federal foi regulamentada pelo Ministério do Planejamento. As regras abrangem os processos de extração ou fabricação, utilização e o descarte de produtos e matérias-primas.
De agora em diante, as obras públicas serão elaboradas visando a economia da manutenção e operacionalização da edificação, redução do consumo de energia e água, bem como a utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto ambiental.
“Essas regras vão exigir uma readequação do mercado, já que nem todos os fornecedores terão produtos qualificados para as nossas exigências”, alertou o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna. Segundo ele, o governo possui grande poder de compra e deve induzir essas mudanças junto ao mercado.
“Com essas medidas, o governo estimula a sociedade a seguir esse caminho, não apenas porque dá o exemplo, mas também porque pode induzir os fornecedores a se preparar para fornecer produtos e serviços ambientalmente sustentáveis”, justificou.
Entre as determinações, há a exigência para que as construtoras tenham um projeto de gerenciamento de resíduos provenientes da construção civil que atendam às normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente. Assim, os resíduos das obras serão destinados a aterros sanitários ou usinas de tratamento de lixo.
A Instrução Normativa também prevê, no caso das obras públicas, a utilização de sistemas de reuso de água e energia, procedimentos para reduzir o consumo de energia, utilização de materiais reciclados, reutilizáveis e biodegradáveis e redução da necessidade de manutenção, além do uso de energia solar. Outra exigência é a comprovação da origem da madeira para evitar o emprego de madeira ilegal na execução da obra ou serviço.
O governo federal também recomenda que os bens e serviços sejam constituídos, no todo ou em parte, por material atóxico, biodegradável e reciclado e que não contenham substâncias perigosas em concentração acima da recomendada na diretiva européia RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances). Entre eles, o chumbo, o cromo, o cromo hexavalente e o cádmio.
A Instrução ainda traz regras para a contratação de serviços, como a separação dos resíduos reciclados descartados pelos órgãos, a adequada destinação para pilhas e baterias e a utilização de produtos de limpeza e conservação de produtos que atendam às determinações da Anvisa. O documento também prevê que as empresas contratadas realizem programas internos de treinamento para a redução de consumo de energia elétrica e  de água.
(Envolverde/Em Questão)

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Avaliação de Impactos Ambientais Planejamento Ambiental Recursos Hídricos Resíduos Sólidos Tecnologias Ambientais

Aspectos ambientais das obras rodoviárias

Quando, durante a implantação de uma rodovia, não é feita a recuperação ambiental dos impactos ambientais gerados. Estes evoluem e se transformam em um conjunto de degradações que compõem o passivo ambiental do trecho. Atualmente, a existência de passivos ambientais ocorre principalmente em rodovias antigas, implantadas há mais de 20 anos atrás, quando ainda não se existia a consciência ecológica e as ciências ambientais, como a Engenharia Ambiental, eram pouco difundidas e possuíam pouca prática nessa área.
Os avanços no tratamento ambiental de rodovias também estão relacionados à incorporação da variável ambiental na rotina de trabalho dos órgãos rodoviários, à maior fiscalização dos órgãos ambientais competentes, à difusão de manuais técnicos contendo instruções ambientais para projetos e obras rodoviárias, à avaliação econômica das medidas de controle ambiental e quantificação dos custos ambientais de projetos, da implantação, e da manutenção de rodovias e à progressiva implantação de programas de recuperação do passivo ambiental em diversas rodovias do país.
Os impactos ambientais cadastrados ao longo do segmento da rodovia compreendem o seu passivo ambiental, que foi gerado a partir da implantação da rodovia e de atividades antrópicas danosas a região lindeira.
Alguns dos principais impactos ambientais, tanto positivos, como negativos, decorrentes da implantação de uma rodovia são:

  • No meio Sócio-Econômico: conflito de uso e ocupação do solo; alterações nas atividades econômicas das regiões por onde a rodovia passa; mudanças nas condições de emprego e qualidade de vida para as populações; segurança do tráfego, ruído, vibrações, emissões atmosféricas que pode ter efeito sobre a saúde humana; desapropriações; riscos ao patrimônio cultural, histórico e arqueológico; travessias/intrusão urbana, uso indevido da faixa de domínio da rodovia (construções, escavações e descartes, depósito de lixo orgânico).
  • No meio biótico: impedimento dos processos de intercâmbio ecológicos por corte de áreas; riscos de atropelamento de animais; risco a áreas protegidas e a biótopos ecológicos importantes; redução da cobertura vegetal; aumento da pressão sobre ecossistemas terrestres e aquáticos; incêndios nas faixas de domínio; poluição em ambientes aquáticos e riscos para a vida aquática (o lixiviado da lavagem das pistas que cai em corpos d’água superficiais, pode alterar a sua qualidade, aumentar seus nutrientes e gerar processos de eutrofização em lagos e açudes).
  • E no meio físico: retirada de solos; indução a processos erosivos/ voçorocas em antigas áreas exploradas e taludes; instabilidade de taludes, rompimento de fundações; terraplenagem, empréstimos e bota-foras; degradação de áreas de canteiro de obras, trilhas e caminhos de serviço; rebaixamento do lençol freático; risco para a qualidade de água superficial (aumento da turbidez) e subterrânea por concentração de poluentes; assoreamento de terrenos naturais, bacias de drenagem e cursos d’água; Alagamentos, decorrentes do represamento por Obras de Arte Correntes e sistema de drenagem (pontes, viadutos) mal posicionados e/ou obstruídos.

Segundo Malafaia (2004), “um programa de recuperação do passivo ambiental de rodovias deve compreender as seguintes etapas: conceituação de passivo ambiental; levantamento e caracterização do passivo ambiental; avaliação das quantidades e condições desse passivo; estimativa dos custos de sua recuperação; programação financeira para a recuperação; plano de execução da recuperação do passivo ambiental”.

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Cursos de Engenharia Ambiental no Brasil

Lista dos cursos de Engenharia Ambiental no Brasil por estado:
BA
UESB, Engenharia Ambiental, Vitória da Conquista, Bacharelado
UFBA, Engenharia Sanitária, Salvador, Bacharelado
DF
UCB – DF, Engenharia Ambiental, Taguatinga, Bacharelado, MAT
ES
UFES, Engenharia Ambiental, Vitória, Bacharelado
GO
UCG, Engenharia Ambiental, Goiânia, Bacharelado/VESP
MG
FUMEC, Engenharia Ambiental, Belo Horizonte, Bacharelado/VESP
UFOP, Engenharia Ambiental, Ouro Preto, Bacharelado
UFV, Engenharia Ambiental, Viçosa, Bacharelado
UNA, Engenharia Ambiental, Belo Horizonte, Bacharelado, MAT/NOT
UNIFEI, Engenharia Ambiental, Itajubá, Bacharelado/INT
Unincor, Engenharia Ambiental, São Gonçalo do Sapucaí, Bacharelado/NOT
Uniube, Engenharia Ambiental, Uberaba, Bacharelado/NOT
Uniube, Engenharia Ambiental, Uberlândia, Bacharelado/NOT
MS
UFMS, Engenharia Ambiental, Campo Grande, Bacharelado/VESP/NOT
PA
UEPA, Engenharia Ambiental, Belém, Bacharelado/VESP
PE
Unicap, Engenharia Ambiental, Recife, Bacharelado/NOT
PR
PUCPR, Engenharia Ambiental, Curitiba, Bacharelado/VESP
UFPR, Engenharia Ambiental, Curitiba, Bacharelado/INT
Unicentro, Engenharia Ambiental, Irati, Bacharelado/INT
RJ
PUC-Rio, Engenharia Ambiental, Rio de Janeiro, Bacharelado
UFRJ, Engenharia Ambiental, Rio de Janeiro, Bacharelado, MAT/VESP
USS, Engenharia Ambiental, Vassouras, Bacharelado/NOT
RS

UCS, Engenharia Ambiental, Caxias do Sul, Bacharelado, MAT/VESP
UFRGS, Engenharia Ambiental, Porto Alegre, Bacharelado
Unilasalle, Engenharia Ambiental, Canoas, Bacharelado/VESP/NOT
UNISC, Engenharia Ambiental, Santa Cruz do Sul, Bacharelado, MAT/VESP
UPF, Engenharia Ambiental, Passo Fundo, Bacharelado/VESP
SC
UnC, Engenharia Ambiental, Concórdia, Bacharelado/NOT
UnC, Engenharia Ambiental, Caçador, Bacharelado/NOT
Unisul, Engenharia Ambiental, Palhoça, Bacharelado/VESP/NOT
Univali, Engenharia Ambiental, Itajaí, Bacharelado/INT
Univille, Engenharia Ambiental, Joinville, Bacharelado, MAT
SP
FAJ, Engenharia Ambiental, Jaguariúna, Bacharelado/NOT
FSA Santo André, Engenharia Ambiental, Santo André, Bacharelado, MAT/NOT
Oswaldo Cruz, Engenharia Ambiental, São Paulo, Bacharelado, MAT/NOT
PUC-Campinas, Engenharia Ambiental, Campinas, Bacharelado, MAT/NOT
São Marcos, Engenharia Ambiental, São Paulo, Bacharelado, MAT/NOT
Senac São Paulo, Engenharia Ambiental, São Paulo, Bacharelado, MAT
UBC, Engenharia Ambiental, Mogi das Cruzes, Bacharelado/NOT
UFABC, Engenharia Ambiental e Urbana, Santo André, Bacharelado
UNESP, Engenharia Ambiental, Sorocaba, Bacharelado/INT
UNESP, Engenharia Ambiental, Presidente Prudente, Bacharelado/INT
UNESP, Engenharia Ambiental, Rio Claro, Bacharelado/INT
UnG, Engenharia Ambiental, Guarulhos, Bacharelado, MAT/NOT
Unisal, Engenharia Ambiental, Americana, Bacharelado, MAT
Unitau, Engenharia Ambiental e Sanitária, Taubaté, Bacharelado/NOT
Univap, Engenharia Ambiental, São José dos Campos, Bacharelado/NOT
Univap, Engenharia Ambiental, Jacareí, Bacharelado/INT
Unoeste, Engenharia Ambiental, Presidente Prudente, Bacharelado
USP, Engenharia Ambiental, São Carlos, Bacharelado e Licenciatura/INT
TO
UFT, Engenharia Ambiental, Palmas, Bacharelado/INT

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Sobre cursos de engenharia

Notícia de 29/06/2009 – 13h28
Fonte: Uol – Seção Educação
http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/06/29/ult105u8318.jhtm
MEC decide mudar nomes de cursos de engenharia
Da Redação
Em São Paulo
O MEC (Ministério da Educação) anunciou nesta segunda feira (29) que irá mudar nomes de cursos de engenharia após consulta pública. O meio acadêmico e a sociedade poderão propor mudanças e inclusões até o dia 31 de julho, pela internet. Os 258 nomes diferentes para essas graduações deverão ser reagrupados em 22 nomenclaturas.
O excesso de nomes ocorre pelo acréscimo de “sobrenomes” ou de digitação errada, segundo o diretor de regulação e supervisão da Sesu (Secretaria de Educação Superior), Paulo Wollinger. Assim, as nomenclaturas engenharia elétrica, elétrica e eletrônica, eletrotécnica, elétrica e das energias e elétrica industrial passarão a ser denominadas apenas como engenharia elétrica, por exemplo.
“O objetivo é organizar as nomenclaturas, não o de pôr camisa de força nos cursos. As instituições podem criar cursos, desde que o perfil profissional contenha diferenças substanciais em relação a algum já existente”, explica Wollinger.
No ensino superior, dos 26 mil cursos de graduação existentes, sete mil têm nomes diferentes para o mesmo projeto pedagógico.
Veja como os cursos de engenharia ficarão no documento convergência de denominações. Consulte também os referenciais dos cursos de engenharia, documento que serve de base para a elaboração dos projetos pedagógicos dos cursos e que é voltado também para a orientação de estudantes e de empresas.