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	<title>Licenciamento Ambiental em Mato Grosso do Sul &#187; Desenvolvimento Sustentável</title>
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	<description>Informações sobre Meio Ambiente, Licenciamento Ambiental, Tecnologias, Gestão e Controle Ambiental.</description>
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		<title>Lista de Espécies da Flora do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 11:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Lista de espécies da flora do Brasil é liberada pra consulta.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos compromissos do Brasil como signatário da <strong>Convenção sobre a Diversidade Biológica</strong> (CDB) é a elaboração de uma lista de espécies da Flora brasileira.</p>
<p>Desde 2008 a lista estava sendo elaborada por uma equipe dos mais respeitados taxonomistas no Brasil, sendo finalmente liberada para consulta pública no site &#8220;<a target="_blank" href="http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/" target="_blank">Lista de Espécies da Flora do Brasil</a>&#8220;.</p>
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		<title>Respeitar o código florestal pode poupar vidas</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2010 12:54:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avaliação de Impactos Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Relação entre o desrespeito ao código florestal e os problemas urbanos associados


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Se a legislação fosse respeitada, talvez evitaríamos o sofrimento que se repete todos os anos nos períodos de chuva. Além do código florestal, são desrespeitadas também as diretrizes de zoneamento urbano, que definem limites de impermeabilização do solo. O conjunto de fatores envolvendo impermeabilização do solo e ocupação de áreas de preservação permanente é uma bomba relógio sazonal: de tempos em tempos irrompe em destruição e catástrofe.</em></p>
<p><strong>Código Florestal e riscos urbanos</strong></p>
<p>Por Márcio Ackermann*</p>
<p>As áreas de preservação permanentes – mangues, margens de córregos e represas, várzeas, topos de morros e encostas – deveriam servir para a preservação dos <strong>recursos hídricos</strong>, flora, fauna e proteção do solo.</p>
<p>No Brasil, no entanto, sobretudo em regiões metropolitanas, essas <strong>Áreas de Preservação Permanente</strong> (as chamadas APPs) estão densamente ocupadas, seja por moradias, rodovias marginais ou instalações industriais. As conseqüências tornam-se visíveis principalmente nesta época do ano, quando o período de chuvas intensas do verão causa enchentes e deslizamentos, provocando prejuízos materiais e mortes. Áreas que deveriam cumprir um importante papel no equilíbrio ambiental converteram-se, no meio urbano, em seu oposto. São as áreas de risco.</p>
<p>A intensidade dos últimos eventos de escorregamentos e enchentes ocorridos nas metrópoles brasileiras, em parte ocasionados por alterações climáticas, chamou a atenção de todos para a importância da ação preventiva.</p>
<p>O País dispõe de estrutura e tecnologia para que os próximos meses de dezembro a março possam transcorrer sem que a imprensa tenha de noticiar tragédias envolvendo vítimas fatais em decorrência do despreparo das instâncias competentes.</p>
<p>Mais crítico do que não atender às funções ambientais são os riscos aos moradores dessas áreas, em geral famílias de baixa renda que encontraram uma alternativa de habitação em locais inadequados. Somente na cidade de São Paulo, aproximadamente meio milhão de moradores de favelas encontram-se nessa situação.</p>
<p>Cabe aos municípios mapear suas áreas de preservação permanentes, definidas pelo <strong>Código Florestal</strong>, como medida preventiva às enchentes e escorregamentos, especialmente as encostas com declividades de 45 graus,  as nascentes dos rios e também as várzeas e planícies marginais aos cursos d&#8217;água.</p>
<p>Aos governos estaduais cabe oferecer apoio técnico, logístico e mesmo financeiro aos municípios. No Estado de São Paulo, por exemplo, as prefeituras devem buscar apoio junto a instituições como a Secretaria de Meio Ambiente -  Instituto Geológico, Coordenadoria de Planejamento Ambiental -  ou mesmo junto à Secretaria de Ciência e Tecnologia,  por meio  do IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas.</p>
<p>As Prefeituras devem, da mesma forma, solicitar suporte ao governo federal, por meio do Ministério das Cidades e Ministério do Meio Ambiente.</p>
<p>Tais medidas preventivas cairão no vazio se as mudanças propostas para o Código Florestal (lei federal 4.771/65), atualmente em discussão no Congresso Nacional, forem aprovadas. O texto em curso &#8211; levado ao legislativo sem ouvir os diferentes setores da sociedade &#8211; é um retrocesso, pois reduz as áreas consideradas de preservação permanente, o que representará o agravamento de situações de risco.<br />
<em><br />
<strong>*Márcio Ackermann,</strong> geógrafo, mestre em Gestão, Planejamento e Projetos em Habitação pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), é autor do livro A Cidade e o Código Florestal.</em></p>
<p><em></em><br />
<a target="_blank" href="http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=84626&amp;edt=13" target="_blank"> (Envolverde/Sabesp)</a></p>
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		<title>Controle das emissões de GEEs nos Estados Unidos</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/controle-das-emissoes-de-gees-nos-estados-unidos/</link>
		<comments>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/controle-das-emissoes-de-gees-nos-estados-unidos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 12:37:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Neutralização de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Federal]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>
		<category><![CDATA[poluição atmosférica]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Sequestro de carbono]]></category>

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		<description><![CDATA[EPA regulamentará emissões dos veículos pesados


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Como é um dos principais emissores de gases do efeito estufa, é um bom sinal notar que os Estados Unidos estão pouco a pouco caminhando para limitar seus impactos. </em></p>
<p><strong>EPA divulga controle de emissões para veículos pesados</strong><br />
Por Fernanda B Muller, da Carbono Brasil</p>
<p>Apesar das reclamações, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos está avançando na regulamentação das emissões de<strong> gases do efeito estufa </strong>em cada setor da economia, anunciando agora limites para veículos pesados.</p>
<p>As regras devem entrar em vigor a partir de 2014 e serão finalizadas até julho de 2011, cobrindo principalmente a <strong>eficiência energética</strong> e emissões de GEEs de caminhões maiores e ônibus.</p>
<p>Em abril a EPA já havia divulgado regras para automóveis e caminhões leves, exigindo a redução das emissões de carbono em 30% até 2016 em conjunto com o aumento da eficiência dos combustíveis em 42%. As expectativas da Casa Branca são que esta iniciativa corte as emissões de <strong>dióxido de carbono</strong> em quase 1 bilhão de toneladas, o equivalente a retirada de 50 milhões de carros e caminhões das ruas em 2030.</p>
<p>Na sexta-feira passada a EPA e o Departamento de Transportes enviaram a minuta com as novas regulamentações para revisão da Casa Branca</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=79683&amp;edt=2" target="_blank"> (Envolverde/Carbono Brasil)</a></p>
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		<title>Coleta de resíduos eletroeletrônicos em discussão</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/coleta-de-residuos-eletroeletronicos-em-discussao/</link>
		<comments>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/coleta-de-residuos-eletroeletronicos-em-discussao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 13:49:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ACV]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>

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		<description><![CDATA[Conselho Nacional de Meio Ambiente definirá quais serão as obrigações para a coleta e disposição de resíduos eletroeletrônicos.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, é importante definir quais serão as atitudes adotadas para cada tipo de resíduo. E para essa definição o Conselho Nacional de Meio Ambiente está se preparando.</em></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Conama define em setembro obrigações sobre coleta de eletroeletrônicos</strong></p>
<p>Por Cristina Ávila, do MMA</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Reuniões que tratam sobre a resolução desse tipo de resíduo, que traz <strong>complexidade </strong>para a coleta e destinação, tem a participação do MMA, da cadeia produtiva e de representantes de estados e municípios.</p>
<p>Os acordos setoriais previstos pela <strong>Política Nacional de Resíduos Sólidos</strong> que será sancionada  pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na segunda-feira (2/8), já estão se realizando na prática. A nova legislação que será regulamentada por decreto neste ano tem como uma de suas características a logística reversa &#8211; o que significa a obrigação dos fabricantes pela destinação de seus produtos depois de descartados pelos consumidores -, outro aspecto que a caracteriza é o estímulo a parcerias que tornarão possível essa tarefa.</p>
<p>É o que vem acontecendo no Conselho Nacional de Meio Ambiente. Em reunião agendada para setembro, o Conama deverá ter definido consenso a respeito da coleta e destinação de <strong>eletroeletrônicos</strong>. A partir daí, o assunto vai para as câmaras técnicas e depois para o plenário. As reuniões que tratam sobre a resolução desse tipo de resíduo tem a participação do MMA, da cadeia produtiva e de representantes de estados e municípios. &#8220;Vemos com muita satisfação a aprovação da Política Nacional, pois vai facilitar o diálogo que já existe no Conama&#8221;, afirma Zilda Veloso, gerente de Resíduos Perigosos.</p>
<p>Zilda explica que esse é um grupo de trabalho que tem a <strong>particularidade</strong> de tratar de resíduos muito diversos, que vão desde um pequeno celular a uma grande geladeira. O que traz complexidade para a coleta e destinação. &#8220;Hoje não existem responsabilidades definidas. Esperamos que a resolução do Conama contemple responsabilidades para os importadores e fabricantes. O que, aliás, é o espírito da Política Nacional de Resíduos Sólidos&#8221;, comenta ela.</p>
<p>A expectativa é compartilhada com o setor produtivo. &#8220;Avançamos no debate e já temos diversos pontos de consenso&#8221;, diz André Saraiva, diretor de Responsabilidade Social da Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica. Segundo ele, um desses pontos é justamente sobre as <strong>obrigações</strong> de cada segmento para que a <strong>reciclagem</strong> se torne realidade.</p>
<p>Além das questões de responsabilidade ambiental pelo destino de produtos como computadores, celulares, secadores de cabelo, geladeiras, outro motivo que mobiliza a sociedade é o <strong>valor econômico</strong> dos resíduos. Um dos exemplos da expectativa da indústria é a presença de Philipp Bohr na reunião mais recente, realizada no dia 28 de julho. Ele está interessado nas decisões do Conama a respeito da coleta. Isso porque é representante de uma empresa suíça que será inaugurada, em setembro, em São Paulo, para a reciclagem de geladeiras e freezers.</p>
<p>&#8220;Temos capacidade de reciclar 420.000 geladeiras por ano, com aproveitamento de frações de aço, plástico, metais não ferrosos, polietileno e o CFC (clorofluorcarboneto), que é canalizado e transformado em ácido de uso industrial&#8221;, afirma Phillipp Bohr. Para que essa indústria funcione, o segmento deve estar organizado, para que a coleta não representante custos que inviabilizem o negócio.</p>
<p>André Saraiva explica que o consenso que se desenha no Grupo de Trabalho se refere justamente a isso &#8211; o que não é tão simples como parece, no caso de geladeiras de clínicas laboratoriais, por exemplo. &#8220;Uma geladeira com essa origem precisará ser descontaminada&#8221;. Saraiva cita que para se formular a resolução do Conama é necessário ter uma visão geral sobre o assunto. &#8220;Não se pode destinar um computador com dados pessoais para a reciclagem, é preciso primeiro deletar informações. Também não é possível transportar sem que se pense na questão jurídica, pois esses computadores são legalmente propriedade de alguém&#8221;, disse ainda.</p>
<p>Via <a target="_blank" href="http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=78571&amp;edt=41" target="_blank">(Envolverde/MMA)</a></p>
<div><span style="font-family: Tahoma, Arial, sans-serif; line-height: normal; font-size: 15px;"><br />
</span></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Rio de Janeiro restringe uso de sacolas plásticas</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/rio-de-janeiro-restringe-uso-de-sacolas-plasticas/</link>
		<comments>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/rio-de-janeiro-restringe-uso-de-sacolas-plasticas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 14:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>

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		<description><![CDATA[Em atitude exemplar, Rio de Janeiro cria lei que visa diminuir o uso de sacolas plásticas.


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<li><a href='http://www.licenciamentoambiental.eng.br/revisao-do-plano-diretor-da-cidade-do-rio-de-janeiro/' rel='bookmark' title='Revisão do Plano Diretor da cidade do Rio de Janeiro'>Revisão do Plano Diretor da cidade do Rio de Janeiro</a></li>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="line-height: normal; font-size: small;">Em atitude exemplar, Rio de Janeiro cria lei que visa diminuir o uso de sacolas plásticas.<br />
</span></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Uso de sacolas plásticas no comércio do Rio fica restrito a partir de sexta-feira</strong></p>
<p>Por Redação da Agência Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Rio de Janeiro &#8211; O uso de sacolas plásticas para embalar mercadorias fica restrito no Rio de Janeiro a partir de sexta-feira (16), com a entrada em vigor da Lei nº 5.502 de 2009. Os parlamentares da Assembleia Legislativa do estado tinham aprovado o adiamento para janeiro de 2011, mas o Diário Oficial do estado publicou nesta terça-feira (13) o veto do governador Sérgio Cabral.</p>
<p>Também na sexta-feira, fiscais da Secretaria do Ambiente vão a supermercados e lojas para garantir a aplicação da lei. O órgão informou, no entanto, que inicialmente eles vão realizar ações educativas e não está prevista a aplicação de multa, que pode chegar a R$ 20 mil.</p>
<p>De acordo com o presidente da Associação de Supermercados do Rio de Janeiro, Aylton Fornari, o comércio vem se adaptando há algum tempo às novas regras.</p>
<p>“Estamos preparados para cumprir essa lei, os mercados vão dar desconto de 3 centavos em cada cinco itens para quem não quiser levar a sacola. E vão disponibilizar outros tipos de sacolas reforçadas, como de lona e ráfia, que possam ser <strong>reutilizadas</strong>. Isso já vem acontecendo há algum tempo, mas sexta começa a fiscalização da mudança do sistema”, destacou Fornari.</p>
<p>O comércio popular também terá de observar a lei. O presidente da Sociedade de Amigos e Adjacências da Rua da Alfândega (Saara), Ênio Bittencourt, diz que será difícil mudar em tão pouco tempo e reclama da falta de alternativas.</p>
<p>“A gente vai fazer o que for possível, porque o comércio popular utiliza muito esse material. Vai ficar meio apertado o prazo, vamos tentar diminuir, porque não nos apresentaram nenhuma alternativa”, disse Bittencourt, que representa comerciantes do maior centro de comércio popular da cidade.</p>
<p>Rosângela de Souza, que trabalha numa papelaria na Praça Mauá, no centro do Rio, reclamou da falta de informação, apesar de ser a favor da <strong>preservação do meio ambiente</strong>.</p>
<p>“Tem mais é que mudar mesmo, o que pudermos fazer para melhorar o meio ambiente será ótimo, o planeta agradece. Mas faltou informação, porque no nosso caso acabamos de comprar um estoque para seis meses de sacola plástica. Não sabemos o que vai ser feito ainda”, disse a vendedora.</p>
<p>Em quase um ano da campanha Saco É um Saco, do Ministério do Meio Ambiente em parceria com a Secretaria do Ambiente do estado, foram recolhidos mais de 600 milhões de <strong>sacolas plásticas</strong> no Rio de Janeiro. A assessoria da Secretaria do Ambiente informou que a campanha vai ser intensificada com o objetivo de esclarecer a população sobre os prejuízos que o plástico causa ao meio ambiente, já que a decomposição do material leva até 500 anos.</p>
<p><em>Edição: Juliana Andrade</em><br />
(Envolverde/Agência Brasil)</p>
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		<title>Campo Grande terá Ecopontos para coleta de lixo eletrônico.</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 12:21:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Prefeitura de Campo Grande implantará ecopontos.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Campo Grande &#8211; Mato Grosso do Sul, a prefeitura irá implantar 4 ecopontos, em diversos locais da cidade, para coleta de lixo eletrônico.</p>
<p>Os produtos serão armazenados temporariamente nos ecopontos até serem encaminhados para reciclagem ou descarte, em empresas certificadas.</p>
<p>Com essa atitude, a prefeitura visa a prevenção dos impactos que seriam provocados caso o lixo eletrônico fosse disposto de maneira errada na natureza, e ainda contribuirá com a formação de diversos jovens, que participarão de um Centro de Recondicionamento de Computadores (CRC).</p>
<p>Fonte: Matéria no jornal Correio do Estado, Domingo, 23 de maio de 2010.</p>
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		<title>Curitiba &#8211; Feira Brasileira de Reciclagem 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 13:48:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos de Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>

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		<description><![CDATA[Release RECICLAÇÃO - Feira Brasileira de Reciclagem, Preservação e Tecnologia Ambiental.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre 16 e 19 de Junho, pelo quinto ano consecutivo em Curitiba, será realizado o evento RECICLAÇÃO &#8211; Feira Brasileira de Reciclagem, Preservação e Tecnologia Ambiental. Que tem o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável, a geração de negócios e a integração entre a comunidade científica e as empresas privadas atuantes no segmento ambiental e de reciclagem.</p>
<p>Além de feira e da exposição de maquinários, equipamentos e serviços, a RECICLAÇÃO também é composta por vários eventos técnico científicos que visam a capacitação de profissionais atuantes nestes segmentos, assim como a muitiplicação e disseminação da consciência sócio ambiental necessária para a educação e preservação do meio ambiente. Entre os eventos simultâneos, esta o III Seminário de Saneamento Ambiental, o Seminário de Gestão Ambiental e Mudanças Climáticas, o Seminário de Reciclagem Agrícola &#8211; Resíduos Urbanos, Industriais e Rurais, e o Curso de Introdução ao Mercado de Reciclagem.</p>
<p><strong>Mais informações no site: </strong><a target="_blank" href="http://www.montebelloeventos.com.br/reciclacao" target="_blank"><strong>www.montebelloeventos.com.br/reciclacao</strong></a></p>
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		<title>Tecnologias ambientalmente corretas serão exigidas nas licitações</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 13:25:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenças Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A adoção de tecnologias ambientalmente corretas em todas as áreas da sociedade é uma tendência mundial, que busca otimizar e manter os recursos naturais sem esgotá-los rapidamente. O uso destas tecnologias passou a ser critério para as licitações do governo, o que mostra um alinhamento do Brasil com esta tendência. Governo adota critérios de sustentabilidade [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A adoção de <strong>tecnologias ambientalmente corretas</strong> em todas as áreas da sociedade é uma tendência mundial, que busca otimizar e manter os recursos naturais sem esgotá-los rapidamente. O uso destas tecnologias passou a ser critério para as licitações do governo, o que mostra um alinhamento do Brasil com esta tendência.</p>
<p><a target="_blank" href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=68865&amp;edt=" target="_blank">Governo adota critérios de sustentabilidade nas licitações</a></p>
<p>A utilização de critérios sustentáveis na aquisição de bens e na contratação de obras e serviços pelos órgãos do governo federal foi regulamentada pelo Ministério do Planejamento. As regras abrangem os processos de extração ou fabricação, utilização e o descarte de produtos e matérias-primas.</p>
<p>De agora em diante, as obras públicas serão elaboradas visando a economia da manutenção e operacionalização da edificação, redução do consumo de energia e água, bem como a utilização de tecnologias e materiais que reduzam o <strong>impacto ambiental</strong>.</p>
<p>“Essas regras vão exigir uma readequação do mercado, já que nem todos os fornecedores terão produtos qualificados para as nossas exigências”, alertou o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna. Segundo ele, o governo possui grande poder de compra e deve induzir essas mudanças junto ao mercado.</p>
<p>“Com essas medidas, o governo estimula a sociedade a seguir esse caminho, não apenas porque dá o exemplo, mas também porque pode induzir os fornecedores a se preparar para fornecer produtos e serviços <strong>ambientalmente sustentáveis</strong>”, justificou.</p>
<p>Entre as determinações, há a exigência para que as construtoras tenham um projeto de gerenciamento de <strong>resíduos</strong> provenientes da construção civil que atendam às normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente. Assim, os resíduos das obras serão destinados a aterros sanitários ou usinas de tratamento de lixo.</p>
<p>A Instrução Normativa também prevê, no caso das obras públicas, a utilização de sistemas de reuso de água e energia, procedimentos para <strong>reduzir o consumo</strong> de energia, utilização de materiais reciclados, reutilizáveis e biodegradáveis e redução da necessidade de manutenção, além do uso de energia solar. Outra exigência é a comprovação da origem da madeira para evitar o emprego de madeira ilegal na execução da obra ou serviço.</p>
<p>O governo federal também recomenda que os bens e serviços sejam constituídos, no todo ou em parte, por material atóxico, biodegradável e reciclado e que <strong>não contenham substâncias perigosas</strong> em concentração acima da recomendada na diretiva européia RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances). Entre eles, o chumbo, o cromo, o cromo hexavalente e o cádmio.</p>
<p>A Instrução ainda traz regras para a contratação de serviços, como a separação dos resíduos reciclados descartados pelos órgãos, a adequada destinação para pilhas e baterias e a utilização de produtos de limpeza e conservação de produtos que atendam às determinações da Anvisa. O documento também prevê que as empresas contratadas realizem programas internos de treinamento para a redução de consumo de energia elétrica e  de <strong>água</strong>.</p>
<p><a target="_blank" href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=68865&amp;edt=" target="_blank">(Envolverde/Em Questão)</a></p>
<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.licenciamentoambiental.eng.br/tecnologias-ambientalmente-corretas-serao-exigidas-nas-licitacoes/&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=&amp;colorscheme=light&amp;locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:px"></iframe></div>

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		<item>
		<title>Consumidores valorizam produtos verdes</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/consumidores-valorizam-produtos-verdes/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 13:58:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>

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		<description><![CDATA[A interpretação e o entendimento da sociedade acerca dos problemas ambientais está levando a mudanças no comportamento dos consumidores, que passam a escolher produtos ecológicos, e empresas que tenham ações sustentáveis na preservação do meio ambiente: É chique ser sustentável Por Fátima Cardoso, para o Instituto Akatu Pesquisa mostra que consumidores em todo o mundo [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A interpretação e o entendimento da sociedade acerca dos problemas ambientais está levando a mudanças no comportamento dos consumidores, que passam a escolher produtos ecológicos, e empresas que tenham ações <strong>sustentáveis </strong> na preservação do meio ambiente:</p>
<p><strong><a target="_blank" href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=68344&amp;edt=" target="_blank">É chique ser sustentável</a></strong></p>
<p>Por Fátima Cardoso, para o Instituto Akatu</p>
<p><em>Pesquisa mostra que consumidores em todo o mundo valorizam cada vez mais marcas associadas a boas causas sociais ou ambientais</em></p>
<p><em></em><br />
Os valores dos <strong>consumidores</strong> estão mudando em todo o mundo, e isso tem se refletido em seu comportamento diante dos produtos, das marcas e das empresas. “Há uma nova tendência, e espero que não seja passageira: as causas sociais são a nova forma de status”, declara Mitch Markson, diretor global de Criatividade e Consumo da agência de Relações Públicas Edelman.</p>
<p>Markson fez essa afirmação durante a apresentação, em São Paulo, da terceira edição da pesquisa Good Purpose, realizada pela Edelman em dez países (Alemanha, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, França, Índia, Inglaterra, Itália e Japão). O estudo é realizado anualmente com o objetivo de saber como as ações de <strong>responsabilidade social</strong> e ambiental afetam os negócios das empresas. A pesquisa ouviu cerca de 6000 pessoas entre 18 e 64 anos — consumidores comuns, e não líderes de opinião. O resultado (em inglês) pode ser visto aqui.</p>
<p>Uma das mudanças de valores mais significativas é que encontrar felicidade em consumir parece fazer parte do passado. “Agora, mais é menos”, diz Markson, baseado nos dados da pesquisa. “Apenas 16% dos consumidores ouvidos neste ano disseram encontrar satisfação em fazer compras. No ano passado, eram 25%. Entre os consumidores brasileiros, a diferença é ainda maior: 29% disseram encontrar satisfação em ir às compras em 2008, enquanto este ano foram apenas 14%”, revela Markson.</p>
<p><strong>Causas sociais e ambientais motivam o consumidor</strong></p>
<p>Entre as maiores preocupações dos consumidores, tanto no Brasil quanto no mundo, estão: proteger o <strong>meio ambiente</strong>, aumentar a qualidade dos serviços de saúde, reduzir a pobreza, amenizar a fome e a falta de moradia e que todos tenham oportunidades iguais na educação.</p>
<p>Muitos dados da pesquisa mostram que os consumidores reconhecem as boas causas e estão dispostos a apoiar as marcas e empresas que as praticam. Eis a síntese de alguns números, que revelam duas tendências: as porcentagens de resposta positiva são invariavelmente superiores às do ano passado, e os índices brasileiros são sempre mais altos que a média mundial:</p>
<p>- 81% dos consumidores brasileiros recomendariam uma marca que apóia uma boa causa (média mundial: 64%).</p>
<p>- 82% dos consumidores brasileiros ajudariam uma marca a promover seus produtos se houvesse uma boa causa por trás deles (média mundial: 59%).</p>
<p>- Entre dois produtos com preço e qualidade semelhantes, 71% dos consumidores brasileiros escolhem um deles pela <strong>causa social</strong> (média mundial: 43%). O segundo fator que pesa na escolha, no Brasil, é design e inovação, com 18% (média mundial: 34%).</p>
<p>- 75% dos consumidores brasileiros disseram ter comprado, no último ano, um produto de uma marca que apóia uma boa causa, mesmo que não fosse o mais barato (média mundial: 61%)</p>
<p>- Se o preço não fosse um fator determinante, 80% dos consumidores brasileiros prefeririam um carro híbrido, e apenas 20%, um carro de luxo (médias mundiais: 67% e 33%, respectivamente); 79% iriam preferir uma casa ambientalmente correta, e 21%, uma casa grande (médias mundiais: 70% e 30%, respectivamente).</p>
<p>- 76% dos brasileiros têm uma opinião melhor sobre empresas que integram as boas causas aos seus negócios, independentemente dos motivos pelos quais o fazem (média mundial: 59%).</p>
<p>- 89% dos consumidores brasileiros dizem esperar que as marcas façam algo para apoiar uma boa causa (média mundial: 64%)</p>
<p>- 75% dos brasileiros procuram marcas que façam mais do que apenas oferecer um bom produto ou serviço (média mundial: 58%)</p>
<p>- 86% dos consumidores brasileiros querem que as marcas os ajudem a fazer uma diferença positiva no mundo (média mundial: 63%).</p>
<p>- 83% dos brasileiros mudariam de marca se outra marca, de qualidade semelhante, apoiasse uma boa causa (média mundial: 67%)</p>
<p>- 67% das pessoas no Brasil conhecem marcas que apóiam boas causas por meio de seus produtos e serviços. Em 2008, esse número era de 50%</p>
<p>De acordo com Mitch Markson, os brasileiros revelaram-se os mais otimistas e os que demonstraram mais compaixão entre os consumidores ouvidos na pesquisa; os japoneses foram os mais céticos. No Brasil, 64% disseram estar pessoalmente envolvidos no apoio a uma boa causa, enquanto a média mundial foi 52%.</p>
<p>Um número tão acima da média talvez seja explicado pelo conceito abrangente de “boa causa” compreendido pelos brasileiros, segundo Letícia Lyra, diretora de Consumo e Saúde da Edelman Brasil. “Os brasileiros consideram como envolvimento em boas causas não só ações como trabalho voluntário, mas até a doação de dinheiro ou de uma cesta básica”, afirma Letícia. “Mas, os dados mostram que os brasileiros têm vontade de se engajar em alguma causa, e comprar um produto que apóie uma causa social talvez seja reflexo disso.”</p>
<p><strong>Eles falam, mas eles fazem?<br />
</strong><br />
Índices tão altos de sensibilidade a causas sociais e ambientais, tanto no Brasil como no mundo, geram uma dúvida: os consumidores não estariam simplesmente declarando os valores em que acreditam, e não seu comportamento? Em outras palavras, disseram o que gostariam de fazer quando vão às compras, e não o que realmente fazem? Muitas pesquisas sobre o comportamento do consumidor, como algumas do Instituto Akatu, mostram que existe essa distância entre falar e fazer. Além disso, há pouca informação disponível ao consumidor sobre os atributos de <strong>sustentabilidade</strong> dos produtos, mostrando quais seus impactos sociais e ambientais positivos, tornando difícil transformar a intenção em atitude.</p>
<p>Para Mitch Markson, esses índices altos devem ser compreendidos como uma “janela”. “Certamente há uma porcentagem dessas pessoas que falam, mas não fazem”, acredita. “Mesmo assim, esses índices são bastante significativos.” Um dos dados da pesquisa Good Purpose mostra que pelo menos a preocupação com os temas da sustentabilidade já chegou ao cotidiano das pessoas. No Brasil, 78% declararam sentir que está se tornando cada vez mais inaceitável, em sua comunidade, não se esforçar para mostrar preocupação com o meio ambiente ou para ter um estilo de vida mais saudável.</p>
<p>Em relação à falta de informações sobre os produtos, Markson ressalta que ela é real, mas não determinante: “para apoiar as boas causas sociais e ambientais, o consumidor faz sua escolha baseado na marca, e não no produto”. Ele destaca, entretanto, que há uma enorme oportunidade para que as informações sobre os impactos sociais e ambientais do produto sejam destacados. “Os consumidores têm de ser lembrados o tempo todo sobre os atributos do produto, desde a publicidade até o ponto de venda. Dessa forma, podem ter mais ação na hora da compra, transformando valores em atitude”, acredita Markson.</p>
<p><strong>A nova era da Responsabilidade Social Mútua</strong></p>
<p>Diante da postura dos consumidores revelada pela Good Purpose 2009, Mitch Markson avalia que a grande pergunta para as empresas é: “como dar mais sentido à experiência de compra?” Uma das conclusões da pesquisa é que o consumidor espera que as marcas tenham um papel cada vez maior no envolvimento com questões sociais e que as empresas dêem cada vez mais atenção tanto aos seus negócios como às necessidades da sociedade.</p>
<p>Markson acredita que a Responsabilidade Social Empresarial deve agora se tornar a Responsabilidade Social Mútua. “No passado, a Responsabilidade Social Empresarial dizia como as empresas tinham de fazer o bem. Agora, a Responsabilidade Social Mútua é sobre o que podemos fazer juntos — empresas, marcas, consumidores, governos”, explica. “Não se trata de assinar um cheque, mas de ter um compromisso permanente e sustentável transformando-se em uma relação entre empresas e consumidores.”</p>
<p>Além de assumir esses compromissos, as empresas devem contar isso ao consumidor: 81% dos brasileiros não vêem problema se as empresas fizerem propaganda de suas causas sociais. “Mas, as empresas devem compartilhar o que estão fazendo, e não se gabar”, enfatiza Markson. “Se fizerem isso de maneira sustentável, terão a aprovação dos consumidores. Se fizerem apenas por ‘<strong>marketing verde</strong>’, não terão.”</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=68344&amp;edt=" target="_blank">(Envolverde/Instituto Akatu)</a></p>
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		<title>Economia deve internalizar custos ambientais</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 14:58:16 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Compilado de Cristina Tavelin &#8211; Revista Ideia Socioambiental/ São Paulo</p>
<p><strong>Em entrevista para a Revista Ideia Socioambiental, o economista Sérgio Besserman Vianna avalia as mudanças de paradigmas e ações necessárias para uma economia sustentável</strong></p>
<p><em>IS- Considerando-se a crise financeira, de quais investimentos sustentáveis as empresas não devem abrir mão? A busca por tecnologias mais limpas e a ecoeficiência são prioridades?</em></p>
<p>SB &#8211; Sem dúvida, porque, em primeiro lugar, essas tecnologias representam uma redução efetiva de custos, com impacto imediato. Do ponto de vista da estratégia empresarial, em um mundo de transformação acelerada, é arriscado demais ignorar um assunto como a sustentabilidade.</p>
<p><em>IS-  Qual o papel dos consumidores na promoção de uma economia mais sustentável? Iniciativas como a rotulagem de produtos de acordo com as emissões de carbono, prática que tem avançado na Europa e nos EUA, são importantes para promoção de padrões mais sustentáveis para o mercado?</em></p>
<p>SB- A difusão, transparência e aumento do conhecimento no processo de consumo são importantes ações por si mesmas. À medida que os consumidores atribuem um preço ou um valor a aspectos verdes dos produtos ou iniciativas da empresa, eles conseguem direcionar melhor o seu poder de consumo. Mas não será o consumo consciente que mudará o nosso modo atual de produzir e consumir na direção da sustentabilidade. <strong>O que provocará efetivamente a mudança é a internalização de custos relativos a bens e serviços ambientais na economia de mercado</strong>.</p>
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