Informações sobre Meio Ambiente, Licenciamento Ambiental, Tecnologias, Gestão e Controle Ambiental.
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Artigo Culpas no lixo

“Se muita gente se sentisse responsável pelo resultado de seu modo de vida, sobre seus semelhantes e o ambiente, teríamos uma revolução jamais vista nesta civilização. Cada item a ser adquirido passaria pelo crivo da consciência, verificando-se como foi produzido, no que resultou sua produção, e como se dará seu destino final.”

Extrato do artigo Culpas no lixo da Prof. Dra Sônia Corina Hess sobre consumo consciente, reciclagem e os ciclos do lixo.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

fevereiro 17, 2010   No Comments

Consumidores valorizam produtos verdes

A interpretação e o entendimento da sociedade acerca dos problemas ambientais está levando a mudanças no comportamento dos consumidores, que passam a escolher produtos ecológicos, e empresas que tenham ações sustentáveis na preservação do meio ambiente:

É chique ser sustentável

Por Fátima Cardoso, para o Instituto Akatu

Pesquisa mostra que consumidores em todo o mundo valorizam cada vez mais marcas associadas a boas causas sociais ou ambientais


Os valores dos consumidores estão mudando em todo o mundo, e isso tem se refletido em seu comportamento diante dos produtos, das marcas e das empresas. “Há uma nova tendência, e espero que não seja passageira: as causas sociais são a nova forma de status”, declara Mitch Markson, diretor global de Criatividade e Consumo da agência de Relações Públicas Edelman.

Markson fez essa afirmação durante a apresentação, em São Paulo, da terceira edição da pesquisa Good Purpose, realizada pela Edelman em dez países (Alemanha, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, França, Índia, Inglaterra, Itália e Japão). O estudo é realizado anualmente com o objetivo de saber como as ações de responsabilidade social e ambiental afetam os negócios das empresas. A pesquisa ouviu cerca de 6000 pessoas entre 18 e 64 anos — consumidores comuns, e não líderes de opinião. O resultado (em inglês) pode ser visto aqui.

Uma das mudanças de valores mais significativas é que encontrar felicidade em consumir parece fazer parte do passado. “Agora, mais é menos”, diz Markson, baseado nos dados da pesquisa. “Apenas 16% dos consumidores ouvidos neste ano disseram encontrar satisfação em fazer compras. No ano passado, eram 25%. Entre os consumidores brasileiros, a diferença é ainda maior: 29% disseram encontrar satisfação em ir às compras em 2008, enquanto este ano foram apenas 14%”, revela Markson.

Causas sociais e ambientais motivam o consumidor

Entre as maiores preocupações dos consumidores, tanto no Brasil quanto no mundo, estão: proteger o meio ambiente, aumentar a qualidade dos serviços de saúde, reduzir a pobreza, amenizar a fome e a falta de moradia e que todos tenham oportunidades iguais na educação.

Muitos dados da pesquisa mostram que os consumidores reconhecem as boas causas e estão dispostos a apoiar as marcas e empresas que as praticam. Eis a síntese de alguns números, que revelam duas tendências: as porcentagens de resposta positiva são invariavelmente superiores às do ano passado, e os índices brasileiros são sempre mais altos que a média mundial:

- 81% dos consumidores brasileiros recomendariam uma marca que apóia uma boa causa (média mundial: 64%).

- 82% dos consumidores brasileiros ajudariam uma marca a promover seus produtos se houvesse uma boa causa por trás deles (média mundial: 59%).

- Entre dois produtos com preço e qualidade semelhantes, 71% dos consumidores brasileiros escolhem um deles pela causa social (média mundial: 43%). O segundo fator que pesa na escolha, no Brasil, é design e inovação, com 18% (média mundial: 34%).

- 75% dos consumidores brasileiros disseram ter comprado, no último ano, um produto de uma marca que apóia uma boa causa, mesmo que não fosse o mais barato (média mundial: 61%)

- Se o preço não fosse um fator determinante, 80% dos consumidores brasileiros prefeririam um carro híbrido, e apenas 20%, um carro de luxo (médias mundiais: 67% e 33%, respectivamente); 79% iriam preferir uma casa ambientalmente correta, e 21%, uma casa grande (médias mundiais: 70% e 30%, respectivamente).

- 76% dos brasileiros têm uma opinião melhor sobre empresas que integram as boas causas aos seus negócios, independentemente dos motivos pelos quais o fazem (média mundial: 59%).

- 89% dos consumidores brasileiros dizem esperar que as marcas façam algo para apoiar uma boa causa (média mundial: 64%)

- 75% dos brasileiros procuram marcas que façam mais do que apenas oferecer um bom produto ou serviço (média mundial: 58%)

- 86% dos consumidores brasileiros querem que as marcas os ajudem a fazer uma diferença positiva no mundo (média mundial: 63%).

- 83% dos brasileiros mudariam de marca se outra marca, de qualidade semelhante, apoiasse uma boa causa (média mundial: 67%)

- 67% das pessoas no Brasil conhecem marcas que apóiam boas causas por meio de seus produtos e serviços. Em 2008, esse número era de 50%

De acordo com Mitch Markson, os brasileiros revelaram-se os mais otimistas e os que demonstraram mais compaixão entre os consumidores ouvidos na pesquisa; os japoneses foram os mais céticos. No Brasil, 64% disseram estar pessoalmente envolvidos no apoio a uma boa causa, enquanto a média mundial foi 52%.

Um número tão acima da média talvez seja explicado pelo conceito abrangente de “boa causa” compreendido pelos brasileiros, segundo Letícia Lyra, diretora de Consumo e Saúde da Edelman Brasil. “Os brasileiros consideram como envolvimento em boas causas não só ações como trabalho voluntário, mas até a doação de dinheiro ou de uma cesta básica”, afirma Letícia. “Mas, os dados mostram que os brasileiros têm vontade de se engajar em alguma causa, e comprar um produto que apóie uma causa social talvez seja reflexo disso.”

Eles falam, mas eles fazem?

Índices tão altos de sensibilidade a causas sociais e ambientais, tanto no Brasil como no mundo, geram uma dúvida: os consumidores não estariam simplesmente declarando os valores em que acreditam, e não seu comportamento? Em outras palavras, disseram o que gostariam de fazer quando vão às compras, e não o que realmente fazem? Muitas pesquisas sobre o comportamento do consumidor, como algumas do Instituto Akatu, mostram que existe essa distância entre falar e fazer. Além disso, há pouca informação disponível ao consumidor sobre os atributos de sustentabilidade dos produtos, mostrando quais seus impactos sociais e ambientais positivos, tornando difícil transformar a intenção em atitude.

Para Mitch Markson, esses índices altos devem ser compreendidos como uma “janela”. “Certamente há uma porcentagem dessas pessoas que falam, mas não fazem”, acredita. “Mesmo assim, esses índices são bastante significativos.” Um dos dados da pesquisa Good Purpose mostra que pelo menos a preocupação com os temas da sustentabilidade já chegou ao cotidiano das pessoas. No Brasil, 78% declararam sentir que está se tornando cada vez mais inaceitável, em sua comunidade, não se esforçar para mostrar preocupação com o meio ambiente ou para ter um estilo de vida mais saudável.

Em relação à falta de informações sobre os produtos, Markson ressalta que ela é real, mas não determinante: “para apoiar as boas causas sociais e ambientais, o consumidor faz sua escolha baseado na marca, e não no produto”. Ele destaca, entretanto, que há uma enorme oportunidade para que as informações sobre os impactos sociais e ambientais do produto sejam destacados. “Os consumidores têm de ser lembrados o tempo todo sobre os atributos do produto, desde a publicidade até o ponto de venda. Dessa forma, podem ter mais ação na hora da compra, transformando valores em atitude”, acredita Markson.

A nova era da Responsabilidade Social Mútua

Diante da postura dos consumidores revelada pela Good Purpose 2009, Mitch Markson avalia que a grande pergunta para as empresas é: “como dar mais sentido à experiência de compra?” Uma das conclusões da pesquisa é que o consumidor espera que as marcas tenham um papel cada vez maior no envolvimento com questões sociais e que as empresas dêem cada vez mais atenção tanto aos seus negócios como às necessidades da sociedade.

Markson acredita que a Responsabilidade Social Empresarial deve agora se tornar a Responsabilidade Social Mútua. “No passado, a Responsabilidade Social Empresarial dizia como as empresas tinham de fazer o bem. Agora, a Responsabilidade Social Mútua é sobre o que podemos fazer juntos — empresas, marcas, consumidores, governos”, explica. “Não se trata de assinar um cheque, mas de ter um compromisso permanente e sustentável transformando-se em uma relação entre empresas e consumidores.”

Além de assumir esses compromissos, as empresas devem contar isso ao consumidor: 81% dos brasileiros não vêem problema se as empresas fizerem propaganda de suas causas sociais. “Mas, as empresas devem compartilhar o que estão fazendo, e não se gabar”, enfatiza Markson. “Se fizerem isso de maneira sustentável, terão a aprovação dos consumidores. Se fizerem apenas por ‘marketing verde’, não terão.”

Fonte: (Envolverde/Instituto Akatu)

janeiro 15, 2010   No Comments

Campanha Saco é um Saco

Fonte: http://blog.mma.gov.br/sacolasplasticas/a-campanha/

A campanha Saco é um Saco é uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente que quer chamar a atenção do cidadão brasileiro para o enorme impacto ambiental de um hábito aparentemente inofensivo: pegar sacos e sacolas plásticas.

Os sacos e sacolas plásticas são produzidos a partir do petróleo ou gás natural, dois tipos de recursos não-renováveis. O impacto das sacolinhas começa aí: como consumimos sacolinhas aos bilhões em todo o mundo, e sendo elas descartáveis, a pressão por esses recursos naturais não para de aumentar. Depois de extraído, o petróleo passa pelo refino, que consome água e energia e emite gases de efeito estufa e efluentes.

Quando chegam ao consumidor, depois de servirem para o transporte das compras, a maior parte das sacolinhas é reutilizada para acondicionar o lixo – mas, como são de graça e muitas vezes de baixa qualidade, aquelas que rasgam ou são desnecessárias, seguem para o lixo, sequer sendo separadas para a reciclagem. E os recursos naturais utilizados em sua fabricação são desperdiçados, sobrando apenas um resíduo que demora séculos para se degradar para a natureza dar conta.

Muitos sacos e sacolinhas saem voando, outras são jogadas de qualquer maneira pela cidade. Essas sacolinhas desgarradas vão ajudar a entupir bueiros, ou se agarrar à fios de alta tensão, árvores, arbustos, ou acabarão boiando em corpos d’água e chegando aos oceanos. Nas cidades, as sacolas plásticas descartadas incorretamente agravam as enchentes e empoçam água das chuvas, podendo tornar-se focos de doenças, além de enfeiar o lugar onde moramos. Na natureza, podem ser ingeridas por animais, que sufocam ou engasgam ao confundí-las com alimentos.

Os problemas ambientais das sacolinhas plásticas são muitos, por que elas são muitas – são bilhões todos os anos! – e está em nossas mãos diminuir esse impacto. Basta dizer “Não, obrigado” quando oferecerem uma. Basta adotar uma sacola retornável ou outra alternativa. Basta olhar com outros olhos para nossas ações cotidianas.

A campanha Saco é um Saco quer a adesão de todos os brasileiros neste desafio.
O consumo consciente é a resposta na qual o Ministério do Meio Ambiente aposta para diminuir o impacto ambiental coletivo dos sacos e sacolinhas plásticas, e sua participação é fundamental para isso.

Recusar ou diminuir o consumo de sacos e sacolas plásticas, adotar uma sacola retornável ou outra alternativa são ações típicas do consumidor consciente. Reduzir o consumo de sacolas plásticas é só o começo de uma sociedade mais sustentável.

Saco é um saco. Pra cidade, pro planeta, pro futuro e pra você.

outubro 15, 2009   No Comments

Consumo Sustentável

Link muito útil para todos aqueles que trabalham com educação e projetos sócio-ambientais, com enfoque em consumo sustentável ou consumo consciente.

http://www.idec.org.br/consumosustentavel/

março 30, 2009   No Comments

Supermercado verde – Exemplo de gestão ambiental

O primeiro Supermercado Verde do Grupo Pão de açucar é um grande exemplo de gestão ambiental. Somadas, todas as ações do supermercado contribuem em muito para o meio ambiente. Vale a pena conhecer!

Para ver o relatório com fotos sobre o Primeiro Supermercado Verde do Grupo Pão de açucar, localizado em Indaiatuba, SP, clique no link abaixo.

supermercado-verde-pao-de-acucar-o-1c2ba-da-america-latina

novembro 24, 2008   No Comments

Consumo ecológico de água: Filtro ou água mineral?

Se na sua casa você compra galões de água mineral, porque não bebe água da torneira, responda o seguinte:
1 – Quanto reais você está gastando em galões de água mineral por mês?
2 – Qual sua garantia que a água dentro do galão realmente é mineral, e de que ela está livre de impurezas que podem prejudicar sua saúde?

Um filtro de água além de representar economia, pois tratar a água da torneira é muito mais barato do que comprar água mineral, representa saúde, pois apenas um filtro garante uma água isenta de impurezas. A água da concessionária já está dentro dos padrões de potabilidade do Ministério da Saúde, mas para garantir que você não vai beber água com excesso de cloro ou com impurezas vidno das tubulações basta apenas instalar um filtro.

Você vai saber a qualidade da água que bebe pelo gosto bom, uma água inodora e limpída! Sem contar que com um filtro de água a necessidade de manutenção é muito menor do que usando galões de água mineral. Toda vez que um galão acaba, tem que limpar o outro, e trocar (e para trocar muitas vezes precisa de um homem por causa do peso), e todo mês é necessário lavar o recipiente de distribuição pois ele tende a ir ficando verde (algas e musgo) por dentro. Já com um filtro de água basta trocar o filtro a cada 3 meses mais ou menos, ou seja, muito menos trabalho.

Indo mais além ainda podemos ver sobre a ótica ambiental, galões de água mineral poluem muito mais do que filtros, pois tem todo o transporte envolvido em carregar os vasilhames da indústria para as casas, e depois de volta para a indústria. Neste transporte ocorre a queima de combustíveis fosséis (em geral, gasolina para as motocicletas) e a emissão de poluentes, e a gente já está careca de perceber os efeitos da poluição do ar sobre a nossa saúde, principalmente, na estação seca. Podemos considerar também o volume de plático gasto nos galões e garrafinhas de água mineral. Um filtro fornece em um ano em média o equivalente a 3,2 mil garrafas de água. Se 200 milhões de unidades de filtro estivessem em uso, elas garantiriam um volume similar a toda a água engarrafada vendida em um ano nos EUA. (Valor especial – negócios sustentáveis 27, 28 e 29 de Junho de 2008)

Outro dado importante é que de 2003 a 2007, o preço da água disparou no mundo todo. A poluição hídrica, a industrialização e a expansão da urbanização acabaram gerando uma pressão enorme sobre os recursos hídricos. Os mananciais estão ficando escassos, e está difícil encontrar até mesmo águas subterrâneas que não estejam poluídas ou contaminadas. Muitos especialistas na área já consideram que a palavra escassez já faz parte do presente e não do futuro, e em muitos países isso se demonstra verdade na hora de comprar uma garrafa de água mineral. A água mineral está ficando e vai continuar ficando cada vez mais cara. A cerca de 3 anos atrás, uma garrafinha de água mineral custava em média 1,00 real, atualmente é díficl achar mais barato do que R$ 2,50 fora dos supermercados.

Resumindo, instalando um filtro de água você ganha em economia, segurança e também ajuda a proteger o meio ambiente!

Agora podemos pensar então: afinal tomar água mineral é ou não uma atitude ecológica?

novembro 6, 2008   3 Comments

O papel do Consumidor

Será que ser um consumidor consciente vale a pena? Analise as imagens abaixo e conclua! Pense sempre nas suas escolhas, no seu papel como consumidor! O consumidor pode mudar o mundo através das suas escolhas! Consumir não é só comprar, mas sim escolher o que comprar!

E o consumo é automático, mesmo que você passe o dia inteiro sem abrir a carteira, você consumiu um monte de coisa que paga mensalmente: água, luz, etc.

O que é Consumo Consciente e Inter-dependência?

O que é Consumo Consciente e Inter-dependência?


O consumidor compulsivo gera o desequilíbrio do Planeta

O consumidor compulsivo gera o desequilíbrio do Planeta


O Consumidor consciente contribui para o equilíbrio do Planeta!

O Consumidor consciente contribui para o equilíbrio do Planeta!

agosto 5, 2008   No Comments

5 R’s

No seu dia a dia, pratique os 5 R’s:
Reduzir, Reutilizar, Reciclar, Repensar e Recusar.

O primeiro passo é REDUZIR a quantidade de lixo que a gente produz. Depois REUTILIZAR tudo que pudermos e RECICLAR.
REPENSAR nosso comportamento diário e RECUSAR produtos que agridem a saúde a o meio ambiente também é colaborar com o processo de conservação.

agosto 4, 2008   3 Comments

Dica de como reciclar – Consumo Consciente de Embalagens

Estamos no meio da grande onda verde, a hora da virada, é preciso adquirir consciência ambiental e rápido. Então, como sou Engenheira Ambiental, quero dar 5 dicas para o consumo consciente de embalagens:

1- Evite Embalagens Desnecessárias!
2 – Prefira produtos com embalagens retornáveis ou refis!
3 – Utilize sacolas retornáveis! De tecido! Diga não as sacolinhas plásticas!
4 – Reutilize suas embalagens sempre que possível!
5 – Encaminhe as embalagens sem utilidade para a reciclagem!

No meu bairro não tem programa de reciclagem, mas passam muitos catadores de materiais recicláveis. Então o que eu faço é separar o lixo em reciclável e rejeito. No reciclável entra tudo o que é reciclável junto, desde que limpo e seco, caixa de papelão, de sabonete, frasco de detergente, de amaciante, garrafa pet. E o rejeito é o lixo do banheiro, e o resto de comida! Aí eu coloco na lixeira na calçada em horas diferentes, coloco o reciclável de manhã logo cedo, sempre que encho um saco de 100 litros, no começo eu colocava uma fita crepe escrito reciclável. Agora os catadores já aprenderam então não precisa mais.
E coloco o rejeito só na hora e dias em que sei que vai passar o lixeiro!
Quer jeito mais fácil de reciclar? Melhor do que os catadores terem que enfiar a mão no lixo todo!

agosto 4, 2008   1 Comment