Informações sobre Meio Ambiente, Licenciamento Ambiental, Tecnologias, Gestão e Controle Ambiental.
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Consumo consciente: palestra para saber mais!

Vinícius Battistelli Lemos, Engenheiro Ambiental formado na UFMS, e Mestrando em Tecnologias Ambientais apresenta no dia 09/06/2011 às 17h00 (horário de Brasília) a palestra Consumo Consciente no Portal Porta Palestras.

A palestra online é gratuita, basta fazer a inscrição no portal e participar, e irá falar sobre o papel do consumidor consciente, aquele que entende como funciona o ciclo da natureza, e assim escolhe de produtos que tenham impacto reduzido no meio ambiente.

Conteúdo: Meio Ambiente; Seres Humanos; Processos naturais ; Processos antropogênicos ; Processos naturais X antropogênicos; Resíduos ; Poluição; Ciclo de Vida; 4 R’s; Consumo; Consumidor consciente; Indústria e comércio ; História das coisas.

consumo consciente Consumo consciente: palestra para saber mais!

Por que participar?
Os recursos naturais são limitados, e ainda não percebemos isso. Compramos e consumimos sem pensar nem analisar quais serão os impactos, ou o que faremos com o lixo depois. Entender como funciona o ciclo da natureza pode nos tornar consumidores mais conscientes.

junho 7, 2011   No Comments

O que são os ciclos biogeoquímicos? E para que servem?

Qual o conceito/definição de ciclos biogeoquímicos?

Ciclos biogeoquímicos são fluxos contínuos e cíclicos de elementos químicos na natureza.

Eles ocorrem através de reações e transformações químicas, e os elementos deste ciclo estão associados à composição básica da terra, como o carbono, enxofre, cálcio, oxigênio, mércurio. O ciclo da água é chamado de ciclo hidrológico.

Muitas vezes os ciclos biogeoquímicos envolvem os seres vivos também, como o ciclo do carbono, no qual participam as plantas e animais.

Para que serve?

Os ciclos biogeoquímicos participam dos fluxos contínuos de energia na Terra, que ocorrem através deles, e através das cadeias alimentares. E são fundamentais para a manutenção da vida na terra, pois, em conjunto com o ciclo hidrológico, eles estão diretamente relacionados a reciclagem dos nutrientes e a reposição dos recursos naturais.

abril 28, 2011   No Comments

Revisão do Plano Diretor da cidade do Rio de Janeiro

Os Planos Diretores são ferramentas importantes na administração dos meios urbanos. Através deles se realizam os planejamentos e podem ser feitas as cobranças ao poder público. Um Plano Diretor bem feito permite a cidade crescer de maneira ambientalmente correta, economicamente viável e socialmente justa.

A revisão do Plano Diretor da cidade do Rio de Janeiro não está levando em conta uma parcela importante na discussão: os anseios da população.

Plano Diretor: utilidade duvidosa para cariocas

Por Redação Ibase

A proposta de revisão do Plano Diretor da cidade do Rio de Janeiro, conhecida como “Substitutivo 3”, em tramitação na Câmara de Vereadores, na prática pouco faz pela cidade, atendendo exclusivamente às ambições políticas e comerciais de setores interessados na especulação imobiliária – como o hoteleiro e de entretenimento. As necessidades e interesses das classes populares são ignoradas, já que a proposta é formulada sem a devida participação da população. Essa, pelo menos, é a opinião de representantes da sociedade civil e especialistas contrários ao modo como a Prefeitura e a Câmara de Vereadores está conduzindo a revisão.

“O processo de revisão, nos moldes em que está sendo conduzido há quase nove anos, não tem qualquer importância para a cidade. Teria importância somente se fosse parte de um amplo processo de discussão com a população, se atualizasse um diagnóstico sobre os principais problemas enfrentados e, a partir dessa base, formulasse diretrizes, políticas e programas que contribuíssem para a superação dos principais problemas que afetam a maioria da população”, comenta Marcos Asevedo, diretor do Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas no Estado do Rio de Janeiro (Sarj). E complementa: “falta compromisso da Prefeitura e da Câmara de Vereadores em estabelecer um processo democrático de discussão sobre a cidade”.

O Plano Diretor é o instrumento básico de planejamento municipal para a implantação de políticas de desenvolvimento, norteando a ação de agentes públicos e privados na gestão da cidade. A necessidade de sua atual revisão engloba questões práticas e legais: previsto para ter uma duração de dez anos, o último Plano foi criado em 1992, tendo como base uma realidade de quase vinte anos atrás, muito diferente da configuração da cidade hoje. Além disso, ele não incorpora instrumentos urbanísticos e jurídicos criados ou regulamentados pelo Estatuto da Cidade (aprovado somente em 2001).

Para Maria Julieta Nunes, doutora em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e docente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (Ippur), uma das principais falhas da revisão é justamente o fato dela criar um novo plano para a cidade sem levar em consideração qualquer tipo de estudo ou diagnóstico sobre a atual situação do Rio, “um procedimento padrão e recomendado na metodologia dos Planos Diretores”.

Ela também aponta que o novo Plano Diretor, da maneira que está sendo formulado, é preocupante pois redefine papéis na forma de administrar a cidade, transformando sua gestão em um grande negócio. “O anexo 36, por exemplo, cria a chamada concessão urbanística, que deve ser aplicada em operações urbanas e que permite ao município contratar uma empresa privada para fazer a gestão de uma determinada área por 20 anos. Isso é algo absolutamente estranho porque coloca em questão o papel do poder público na qualidade de gestor da cidade. Com esse novo sistema, a população passará a lidar com empresas ao invés do poder público, e essas empresas não necessariamente terão o público em mente ao administrar a cidade”, afirma.

De acordo com o vereador Eliomar Coelho (PSOL), as resistências ao Plano Diretor encontram respaldo em organizações importantes como o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do Rio de Janeiro (Crea/RJ), o Ippur, o Sarj e, inclusive, em ações que estão tramitando no Ministério Público, “que não considera o processo de formulação do Plano Diretor correto”. Apesar de estar em tramitação há quase nove anos, o vereador afirma que ainda não há previsão para a aprovação da revisão. “É provável que o Plano seja aprovado mesmo sem a devida participação pública e que sua utilidade siga a lógica do ‘uma mentira contada mil vezes que se torna verdade’”, sentencia.

Fonte: Envolverde/Ibase

agosto 16, 2010   1 Comment

Definição da expressão Serviços Ambientais: serviços gerados pelos ecossistemas naturais

Os ecossistemas naturais geram muitos benefícios, os quais chamamos de “serviços ambientais”, como, por exemplo, a conservação da biodiversidade, a manutenção do clima através da transpiração e evapotranspiração, as florestas também desempenham importante papel de amazenamento e seqüestro de carbono.

Até pouco tempo atrás, estes serviços ambientais eram pouco valorizados. Com a crise climática global, os serviços ambientais das florestas assumem importância estratégica.

abril 6, 2010   No Comments

O que é Ecologia?

ecologia O que é Ecologia?O que é Ecologia?
origem da palavra:
oikos = casa (ambiente)
logy = o estudo da
Ecologia = estudo do ambiente
Definição (Krebs, 1972):
“Ecologia é o estudo científico dos processos que regulamentam a distribuição e a abundância de seres vivos e as interações entre eles, e o estudo de como esses seres vivos, em troca, intercedem no transporte e na transformação de energia e matéria na biosfera (ou seja, o estudo do planejamento da estrutura e função do ecossistema).”
Resumindo: A Ecologia estuda a estrutura e a função da natureza.
O objetivo da ecologia é entender os princípios de operação dos sistemas naturais e prever suas reações às mudanças, principalmente para que se possa controlar, ou seja, usar a natureza a favor do homem. (ex: biorremediação)
Por que estudar Ecologia?
Curiosidade – Como funciona o mundo à nossa volta? Como somos moldados pelos nossos ambientes?
Responsabilidade – Como suas ações modificam o nosso meio ambiente? Como minimizar os efeitos nocivos das ações antrópicas? Exemplo: Pesca excessiva, destruição do habitat, perda da biodiversidade, mudanças climáticas, espécies exóticas.
A natureza como recurso –Os sistemas ecológicos são modelos de sustentabilidade. Exemplo: Ecotecnologias, Manejo.
Busca Sustentabilidade – uma característica relativa à sociedade humana onde os ecossistemas (inclusive os seres humanos) são controlados de tal forma que podem promover a continuidade das condições atuais que apóiam a vida na Terra.
A ecologia pode nos ajudar a entender os problemas complexos, copiando soluções da natureza e transformando-as em Tecnologia: Biônica.

origem da palavra:

oikos = casa (ambiente)

logy = o estudo da

Ecologia = estudo do ambiente

Definição (Krebs, 1972):

“Ecologia é o estudo científico dos processos que regulamentam a distribuição e a abundância de seres vivos e as interações entre eles, e o estudo de como esses seres vivos, em troca, intercedem no transporte e na transformação de energia e matéria na biosfera (ou seja, o estudo do planejamento da estrutura e função do ecossistema).”

Resumindo: A Ecologia estuda a estrutura e a função da natureza.

O objetivo da ecologia é entender os princípios de operação dos sistemas naturais e prever suas reações às mudanças, principalmente para que se possa controlar, ou seja, usar a natureza a favor do homem. (ex: biorremediação)

ecologia O que é Ecologia?

Por que estudar Ecologia?

Curiosidade – Como funciona o mundo à nossa volta? Como somos moldados pelos nossos ambientes?

Responsabilidade – Como suas ações modificam o nosso meio ambiente? Como minimizar os efeitos nocivos das ações antrópicas? Exemplo: Pesca excessiva, destruição do habitat, perda da biodiversidade, mudanças climáticas, espécies exóticas.

A natureza como recurso –Os sistemas ecológicos são modelos de sustentabilidade. Exemplo: Ecotecnologias, Manejo.

Busca da  Sustentabilidade – uma característica relativa à sociedade humana onde os ecossistemas (inclusive os seres humanos) são controlados de tal forma que podem promover a continuidade das condições atuais que apóiam a vida na Terra.

Resumindo: A ecologia pode nos ajudar a entender os problemas complexos, copiando soluções da natureza e transformando-as em Tecnologia: Biônica.

dezembro 7, 2009   3 Comments

Conceito de Capacidade de suporte do meio

É necessário entender o conceito de capacidade de suporte do meio, que é o nível de utilização dos recursos naturais que um sistema ambiental ou um ecossistema pode suportar, garantindo-se a sustentabilidade e a conservação de tais recursos e o respeito aos padrões de qualidade ambiental (Vide figura abaixo).

Não importa se o recurso é renovável ou não-renovável, o meio ambiente sempre tem uma capacidade máxima de suporte relacionada ao tempo que aquele recurso leva para se regenerar naturalmente (exemplo: fixação de nitrogênio pelos microorganismos no solo).

extrato veja Conceito de Capacidade de suporte do meio

Figura  - População máxima sustentável pelo Brasil considerando o impacto ambiental de cada habitante. Fonte: Revista Veja Edição 2071, 30 de Julho de 2008.

Podemos dizer que a capacidade de suporte de utilização de um recurso natural foi ultrapassada a partir do momento em que ele começa a ser consumido mais rapidamente do que sua capacidade de reposição.

Todos os problemas ambientais atuais são resultantes de um padrão de desenvolvimento econômico que não buscava mitigar os impactos ambientais de sua produção e desenvolvimento tecnológico, ou seja, não adotava posturas ambientalmente corretas ou trabalhava dentro da capacidade de suporte do meio ambiente.

A figura a seguir ilustra a relação entre meio ambiente e desenvolvimento econômico: o meio ambiente fornece os insumos e energia necessária, ou seja, toda a matéria-prima que entra nas diversas fases de uma cadeia produtiva: desde a extração do recurso natural até o uso e consumo final do produto, e em todas as fases são gerados resíduos que são dispostos no meio-ambiente, muitas vezes sem o tratamento adequado ou acima da capacidade de suporte do meio.

Foi esta interação insustentável entre o homem e o ambiente que gerou os problemas ambientais atuais, que causam consequências adversas principalmente à saúde humana e para a economia mundial.

efeitos desenvolvimento economico sobre meio ambiente Conceito de Capacidade de suporte do meio

Figura  - Efeitos do desenvolvimento econômico sobre o meio ambiente.

A maneira de gerir a utilização dos recursos naturais é o fator que determina o grau de impacto das ações antrópicas sobre o ambiente natural. O grau de impacto é função de três variáveis:

  1. a diversidade dos recursos extraídos do ambiente;
  2. a velocidade de extração destes recursos (se permite ou não a sua reposição, isto, é, se está dentro da sua capacidade de suporte);
  3. e a forma de disposição e tratamento dos seus resíduos e efluentes.

dezembro 4, 2009   No Comments

Relação entre processo produtivo, Gestão e Auditoria Ambiental

Um processo produtivo é o ato de transformar matérias primas em um produto específico através de uma linha de produção, a qual tem entradas (insumos e energia) e gera saídas (poluentes e resíduos). A figura abaixo demonstra essas principais entradas e saídas.

impactos ambientais processos produtivos Relação entre processo produtivo, Gestão e Auditoria Ambiental

Observe que as saídas podem gerar impactos ambientais adversos e também apresentar riscos para a saúde dos trabalhadores, o que chamamos de riscos ocupacionais. Assim um programa de gestão ambiental visa justamente minimizar todos os efeitos adversos que possam ser decorrentes destas entradas e saídas de processos produtivos, e por sua vez uma auditoria ambiental visa avaliar a conformidade e o desempenho deste programa.

dezembro 3, 2009   No Comments

Definição de Plano de Manejo

Segundo a Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, Plano de Manejo é um documento técnico mediante o qual se estabelece o zoneamento e as normas que devem presidir o uso da área e o manejo dos recursos naturais, inclusive a implantação das estruturas físicas necessárias à sua gestão.

O Plano de Manejo resulta do planejamento, considerado como uma técnica ou instrumento de organização de processos futuros que permite otimizar as ações destinadas a alcançar objetivos propostos para a área (Milano, 2001). Neste contexto o plano de manejo, contendo as orientações e informações ao adequado desenvolvimento das atividades e ações necessárias para se alcançar os objetivos, constitui-se no documento pelo qual se guiará o gestor da área nos seus trabalhos de administração (Milano, 2001).

Saiba mais em:

Milano, M. S. 2001. Conceitos básicos e Princípios Gerais de Planejamento, Manejo e Administração de Unidades de Conservação. In: FBPN (org.) Planejamento e Manejo de Áreas Naturais Protegidas. FBPN. Guaraqueçaba.

março 6, 2009   No Comments

Conceito de externalidades

As externalidades são os efeitos colaterais da produção de bens ou serviços sobre outras pessoas que não estão diretamente envolvidas com a atividade. Em outras palavras, as externalidades referem-se ao impacto de uma decisão sobre aqueles que não participaram dessa decisão.

As externalidades podem ter efeitos positivos ou negativos, isto é, podem representar um custo para a sociedade, ou podem gerar benefícios à mesma.

Um exemplo típico de externalidade negativa é a da fábrica que polui o ar, afetando a comunidade próxima. No entanto, o estímulo a economia regional, como resultado da demanda de serviços pela fábrica, pode representar uma externalidade positiva para a comunidade.

O problema das externalidades negativas é que elas passam a se tornar custos para a população. Assim é necessário a criação de políticas públicas para estimular a instalação de atividades que constituam externalidades positivas, e impedir a geração de externalidades negativas, ou obrigar aos geradores de externalidades negativas que as internalizem, isto é, arquem com os custos das mesmas.

fevereiro 16, 2009   2 Comments

Conceito de Sistema de Controle Ambiental

O Sistema de Controle Ambiental, também conhecido pela sigla SCA, é o conjunto de operações e/ou dispositivos destinados ao controle dos impactos negativos das intervenções físicas, efluentes líquidos, emissões atmosféricas e resíduos sólidos gerados pela atividade instalada, de modo a corrigir ou reduzir os seus impactos sobre a qualidade ambiental.

fevereiro 3, 2009   2 Comments