Informações sobre Meio Ambiente, Licenciamento Ambiental, Tecnologias, Gestão e Controle Ambiental.

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Sistema Brasileiro de Certificação Ambiental

O sistema brasileiro de certificação ambiental é constituído pelas organizações credenciadas para certificarem, pelas empresas certificadas e pelo Inmetro, órgão do governo brasileiro responsável por regular a estrutura de certificação no Brasil.

De todas as normas do compêndio ISO 14.000, apenas a NBR ISO 14.001 sobre Sistema de Gestão Ambiental e a NBR ISO 14.040 sobre Análise do Ciclo de Vida são passíveis de avaliação de conformidade. Assim quando uma empresa possui uma certificação ISO 14.001 automaticamente sabemos que o seu Sistema de Gestão Ambiental encontra-se em conformidade com o estabelecido na NBR ISO 14.001:2004.

Para obter uma certificação ISO 14.001 é necessário contratar um Organismo de Certificação de Sistema de Gestão Ambiental – OCA, que são empresas certificadas pelo Inmetro que conduzem e concedem a certificação de conformidade, com base na norma ISO 14.001.

A relação das organizações credenciadas para certificarem, e das empresas brasileiras com certificação ISO 14.001 está disponível para consulta pública no portal do Inmetro na Internet.

É importante lembrar que atualmente, a certificação de um Sistema de Gestão Ambiental pela ISO 14.001:2004 é um requisito essencial para as empresas que desejam competitividade em um contexto de mercado globalizado através da melhoria de seu desempenho ambiental, e pode ser aplicada a qualquer atividade econômica, fabril ou prestadora de serviços.

Para a certificação de um sistema de gestão ambiental é necessário a aplicação de uma auditoria de certificação na atividade a ser certificada. A NBR ISO 14.001 é a norma que certifica, no entanto, as outras normas do compêndio ISO 14.000, como as NBRs ISO 14.010, ISO 14.011 e ISO 14.012 são normas de apoio que também devem ser obedecidas na certificação.

novembro 29, 2009   3 comentários

Sobre Amostragem de água

A amostragem da água é realizada para avaliar a qualidade da água por meio de análises laboratoriais.

O planejamento da amostragem inclui:
 Definir parâmetros a serem analisados;
 Definir metodologia de coleta;
 Definir número e tipo de amostra a ser coletada (amostra simples ou composta);
 Definir pontos de amostragem;
 Verificar tipos de frascos a serem utilizados e necessidade ou não de preservação e prazo para análise (depende de cada parâmetro a ser amostrado);
 Modo de transporte;
 Verificar equipamentos necessários (frascos, corda, isopor, termômetro, luvas, balde, etc).

É muito comum a necessidade de quantificar a vazão do corpo d’água, pois a carga de poluentes que um corpo d’água transporta é medida pela multiplicação da vazão pela concentração da substância poluente na água. Para medir a vazão de rios e córregos grandes é necessário contratar um técnico em hidrometria. Mas no caso de fontes pontuais, como o efluente de uma tubulação, ou pequenos córregos, métodos simples podem ser utilizados

O primeiro passo do planejamento de uma amostragem é definir os parâmetros a serem analisados, visando caracterizar a qualidade da água.

novembro 24, 2009   Sem comentários

Fontes de poluentes: pontuais e difusas

Os poluentes são introduzidos no meio ambiente através de fontes. Estas fontes podem ser classificadas em pontuais ou difusas.

As cargas pontuais são introduzidas através de lançamentos individualizados como o que ocorre no lançamento de esgotos sanitários ou de efluentes industriais. Cargas pontuais são facilmente identificados e, portanto, seu controle é mais eficiente e mais rápido.

Já as cargas difusas são assim chamadas por não terem um ponto de lançamento específico ou por não advirem de um ponto preciso de geração, tornando-se assim de difícil controle e identificação. Exemplos de cargas difusas: a infiltração de agrotóxicos no solo provenientes de campos agrícolas, o aporte de nutrientes em córregos e rios através da drenagem urbana.

novembro 23, 2009   Sem comentários

Neutralização de Carbono

Assista online a palestra “Neutralização de Carbono: O Programa Plante Bonito do IASB“, parte da programação vespertina do V Seminário Internacional de Direito, Águas, Energia, Aquecimento Global e seus impactos na agricultura e V Seminário de Águas no Mato Grosso do Sul, realizada no dia 28 de outubro de 2009:

http://www.seminariodeaguas.com.br/palestras.htm

novembro 12, 2009   Sem comentários

Soluções para o problema dos Resíduos Sólidos

A cada dia surgem novas soluções para o problema dos resíduos sólidos:

Idéia inovadora transforma lixo e dejetos em adubo

Por Fernanda B. Müller e Paula Scheidt, do CarbonoBrasil

Duas soluções simples e eficientes prometem resolver o problema dos resíduos seja em áreas urbanas ou rurais, decretando o fim da coleta seletiva nas cidades e do mau cheiro nas suinoculturas.

Seguindo a risca a famosa frase de Lavoisier “na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, uma nova tecnologia empregada em um Centro de Processamento de Lixo em construção em Ituporanga, no Alto Vale do Itajaí em Santa Catarina, promete ser capaz de recuperar 100% os materiais que compõe o lixo, em especial, os resíduos orgânicos, sanitários e plásticos contaminados.

Com a separação dos materiais recicláveis, o sistema permite a obtenção de novas matérias-primas como madeira plástica e, a partir de um processo mecanizado e automatizado de compostagem, gera também adubo. “A tecnologia têm condição de eliminar 100% a necessidade de utilizar os aterros sanitários”, afirma Dirnei Ferri, empresário responsável pela criação do sistema.

O projeto é resultado de uma primeira invenção de Ferri, voltada para a área rural, que trata totalmente os dejetos de suínos. A tecnologia transforma os rejeitos do estado líquido para o sólido e produz um biofertillizante seco, estabilizado, sem cheiro, livre da atração de vetores (como moscas e outros insetos) e de grande valor comercial, ambiental e agronômico.

Lixo urbano

O Centro de Processamento de Lixo, em testes há 10 meses, está previsto para ficar pronto em fevereiro de 2010, podendo receber as cerca de 10 toneladas de lixo domiciliar produzidas diariamente pelos 22 mil habitantes de Ituporanga.

Diferentemente dos aterros sanitários, onde o lixo é enterrado, neste Centro o que chega dos caminhões vai para uma linha de triagem, onde são retirados alguns tipos de materiais recicláveis, e o restante segue para a compostagem, onde será transformado em adubo.

Ferri explica que o sistema não elimina o custo da disposição de resíduos, mas substitui um método no qual ‘paga-se para enterrar e poluir’, por outro no qual ‘paga-se para processar, reutilizar e reciclar’. “No primeiro os prejuízos são imensos, já no segundo os ganhos são imensuráveis”, afirma.

Entre os benefícios da tecnologia estão a descontaminação, a retirada e o encaminhamento para reciclagem de diversos materiais sólidos como vidros, plásticos e metais; e a transformação em composto orgânico dos restos de alimentos, vegetais, papéis contaminados (como o papel higiênico). Ferri alerta, contudo, que ainda é preciso estudar qual seria o melhor uso para o biofertilizante produzido.

O principal ganho do projeto, comemora o inventor, é a retirada dos plásticos filmes que compõe o lixo, como sacos, sacolas de supermercado e embalagens plásticas, que viram matéria-prima para a produção de madeira plástica. Somente em Ituporanga, onde o plástico filme responde por aproximadamente 10% do total do lixo, será possível recuperar 30 toneladas deste material todos os meses.

O Centro também está sendo projetado para reduzir ao máximo o número de pessoas que entra em contato com os resíduos e poderá ser instalado em lugares mais próximos dos locais de geração, pelo seu baixo impacto ambiental, por não gerar mau cheiro e nem permitir a proliferação de vetores.

O processo, patenteado por Ferri, pode ser replicado em qualquer lugar, bastando apenas dimensioná-lo para o tamanho da população e quantidade de lixo gerada. “Isso é possível porque o lixo não é acumulado indeterminadamente como nos aterros sanitários, depois do primeiro ciclo, que leva 45 dias, a mesma quantidade que entra, sai diariamente para os processos de reutilização, aproveitamento e reciclagem”, explica Ferri.

Resíduo rural

O processo de compostagem também é a base do sistema de manejo de dejetos suínos desenvolvido por Ferri, que de tão eficiente em resolver o problema lhe rendeu no início do ano o Prêmio Fritz Muller na categoria Agricultura Sustentável, promovido pela Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma) para reconhecer os principais projetos e trabalhos na área ambiental desenvolvidos no estado.

Tradicionalmente, as fazendas de suínos contam com uma esterqueira para armazenar os dejetos, um processo altamente impactante ao meio ambiente devido aos riscos de contaminação de rios, lençol freático e solo e à emissão de metano, gás do efeito estufa 21 vezes mais potente para causar o aquecimento global que o dióxido de carbono (CO2). Além disso, sem o tratamento adequado, estes dejetos criam vetores de doenças e exalam um odor extremante forte.

No caso da granja de Pomerode, também no Vale do Itajaí, quatro mil suínos são criados, gerando 28 toneladas por dia de dejetos. Estes resíduos são conduzidos por canos até um galpão dividido em leiras contendo serragem. Por aspersão, os dejetos são distribuídos ao longo das leiras, misturados e aerados por um maquinário desenhado para este processo.

O composto orgânico resultante deste processo é altamente rico em nitrogênio, potássio e fósforo (NPK), sendo de grande valia tanto para a fertilização do solo, como para a geração de renda para os suinocultores.

Segundo Ferri, se não fosse por este projeto, atualmente a fazenda visitada estaria fechada, pois não teria área suficiente para a aspersão dos efluentes gerados. “Somente para espalhar esta quantidade de dejetos, seriam necessários no mínimo 200 hectares de área agricultável, volume de terras inexistentes para esta finalidade no município ou na região”, explica.

Conforme dados da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Santa Catarina conta hoje com cerca de 6,2 milhões de cabeças de suínos, que geram aproximadamente 43.200 metros quadrados (o equivalente a seis campos de futebol) de dejetos todos os dias, totalizando mais de 15 milhões de metros quadrados por ano (cerca de 2100 campos de futebol).

“Se esta tecnologia fosse implantada para todos os suínos do estado, seriam gerados anualmente 1,24 milhões de toneladas de biofertilizante e, pela não geração de metano, deixariam de ser emitidas cerca de 3,1 milhões de toneladas equivalentes de CO2”, afirma Ferri.

O custo aproximado por cada animal em uma propriedade de mil suínos é de R$ 80 a R$ 90, o que pode variar de acordo com as condições de cada propriedade.

A produção de resíduos é inevitável em qualquer atividade, seja ela urbana ou rural. Com rebanhos de animais cada vez maiores e uma produção média de lixo na casa das 230 mil toneladas diárias, fechar o ciclo é fundamental para garantir a qualidade ambiental, o equilíbrio econômico e benefícios sociais.

Fonte: Envolverde/CarbonoBrasil

© Copyleft – É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.

novembro 6, 2009   1 comentário

A importância de plantar árvores

Gostei muito deste post de autoria deste site Metamorfose Digital. É tão bom que decidi publicá-lo aqui:

Qual afinal é a importância de plantar árvores?

Houve tempo em que plantar uma árvore era um prazer, brincadeira de criança. Tempos depois se tornou uma espécie de obrigação civil divulgada amplamente por diversas e contínuas campanhas. Infelizmene o prazer não existe mais, nem as campanhas. E a maioria das crianças de hoje em dia sabem, por exemplo, os componentes e as “proteínas” de um big mac, mas não sabem da importância que tem plantar uma árvore.

1. Reduzir o efeito do aquecimento global. As árvores atuam como coletoras de gás carbônico. Um hectare de novas florestas retém até 6,25 toneladas deste gás ao ano. As árvores podem absorver CO2 a um ritmo de 6 quilos por árvore ao ano. Em 50 anos, uma árvore pode gerar 72 mil reais em oxigênio, pode reciclar água que teria um custo de 84 mil reais e limpará o ar a um valor de 150 mil reais: Um total de quase 300 mil por árvore sem levar em conta outros benefícios adicionais!

2. As árvores evitam ou reduzem a erosão do solo e a contaminação da água.

3. Contribuem para as correntes subterrâneas e a manutenção dos rios.

4. As telas naturais feitas de árvores e arbustos, convenientemente plantadas, reduzem significativamente a poluição acústica nos cruzamentos e vias de grande movimento.

5. Servem de barreira visual.

6. Suavizam os perfis dos edifícios.

7. As plantações de espécies de rápido crescimento e de rendimento controlado são uma fonte constante de combustível para estufas e usinas.

8. O manejo controlado de florestas são uma fonte sustentável de madeira.

9. Segundo sua situação, espécie, tamanho e estado, a sombra das árvores pode reduzir os gastos em ar condicionado de edifícios residenciais e comerciais entre um 15 e 50 por cento. As árvores são um meio de “refrigeração” natural que reduz a necessidade da construção de diques, centrais hidrelétricas e nucleares.

10. Os arbustos plantados ao redor das casas protegem do vento e da neve e podem reduzir o gasto necessário em calefação em até 30%.

11. A sombra das árvores refresca as ruas e os estacionamentos. As cidades são autênticas “ilhas de calor” que costumam registrar entre 5 e 9 graus a mais de temperatura que as zonas ao seu redor.

12. As árvores e os arbustos de uma zona residencial ou comercial, bem colocados e cuidados, podem aumentar significativamente o valor dos imóveis.

13. As barreiras naturais contra o vento, bem situadas e cuidadas, aumentam significativamente o rendimento das colheitas em comparação com os campos sem proteção, inclusive tendo em conta o espaço ocupado pelas árvores. Criam um micro clima mais favorável para os cultivos, reduzem o efeito do vento e do calor sobre as colheitas e evitam ao mesmo tempo as perdas na camada superior do solo e reduzem as perdas de umidade do mesmo.

14. As barreiras naturais plantadas ao redor das moradias rurais têm muitas vantagens, como a redução dos gastos de calefação e refrigeração, a proteção contra a neve e o vento, o efeito estético e a criação de um novo habitat para a fauna.

15. As árvores que servem de refúgio para a fauna permitem que alguns animais sofram perdas muito menores durante os meses frios do inverno e proporcionam sombra para se proteger do calor do verão.

16. As telas naturais contra a neve, estrategicamente situadas, evitam que as estradas fiquem cobertas, reduzindo desta maneira os custos de manutenção viária e evitando os fechamentos de estradas.

17. As árvores dão beleza e harmonia a qualquer comunidade. Fazem a vida mais agradável, tranqüila, relaxada e supõem um rico legado para futuras gerações.

18. Os bosques tropicais, além de ter um grande valor como habitat para a fauna e como fonte de madeira, têm um valor extraordinário como matéria prima para fármacos. Um de cada quatro produtos farmacêuticos usados no mundo procede de uma planta que cresce num bosque tropical.

19. As árvores oferecem numerosas oportunidades para que aa pessoas dediquem seu tempo de lazer a criar habitat para a fauna.

20. As árvores que crescem junto a rios, ribeirões e lagos baixam a temperatura da água com sua sombra, evitam ou reduzem a erosão das orlas e a formação de lodaçais e melhoram o habitat dos peixes.

21. As árvores contribuem para reduzir o estresse no trabalho e aceleram a recuperação dos pacientes hospitalizados.

22. As árvores ajudam-nos a relacionar com nosso legado natural e com nossos valores espirituais e culturais mais profundos.

23. As árvores nos servem para recordar às pessoas queridas desaparecidas e para deixar algo de valor às gerações futuras.

24. Uma tribo de índios da amzônia acha que as árvores do bosque sustentam o céu. Segundo a lenda, a queda das árvores aceleraria o fim do mundo.

25. Pode-se plantar e cuidar árvores simplesmente por que… muito legal vê-las crescer!

outubro 28, 2009   2 comentários

Mais um passo contra a poluição do ar

Mais um passo positivo contra a Poluição do Ar por veículos automotores:

Conama aprova inspeção veicular obrigatória em todo o país

Por Luana Lourenço, da Agência Brasil

O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) aprovou ontem (20/10) uma resolução que torna obrigatória a inspeção veicular em toda a frota do país. Atualmente, apenas os veículos das cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro passam pela inspeção.

A resolução do Conama determina que todos os estados e municípios com mais de 3 milhões de veículos serão obrigados a ter um plano de inspeção veicular, que deve ser apresentado em até 12 meses após a publicação na norma no Diário Oficial da União.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, a regra valerá para todos os “veículos automotores, motociclos e similares, independentemente do combustível que utilizem”. A inspeção poderá ser feita por amostragem, ou seja, não necessariamente toda a frota em circulação passará pela vistoria. Sem a inspeção, os veículos não poderão obter o licenciamento anual.

A expectativa da área ambiental é que a obrigatoriedade da inspeção veicular reduza as emissões de poluentes, intensificadas pela falta de regulagem e manutenção de motores.

Fonte: Envolverde/Agência Brasil

© Copyleft – É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.

outubro 22, 2009   Sem comentários

Campanha Saco é um Saco

Fonte: http://blog.mma.gov.br/sacolasplasticas/a-campanha/

A campanha Saco é um Saco é uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente que quer chamar a atenção do cidadão brasileiro para o enorme impacto ambiental de um hábito aparentemente inofensivo: pegar sacos e sacolas plásticas.

Os sacos e sacolas plásticas são produzidos a partir do petróleo ou gás natural, dois tipos de recursos não-renováveis. O impacto das sacolinhas começa aí: como consumimos sacolinhas aos bilhões em todo o mundo, e sendo elas descartáveis, a pressão por esses recursos naturais não para de aumentar. Depois de extraído, o petróleo passa pelo refino, que consome água e energia e emite gases de efeito estufa e efluentes.

Quando chegam ao consumidor, depois de servirem para o transporte das compras, a maior parte das sacolinhas é reutilizada para acondicionar o lixo – mas, como são de graça e muitas vezes de baixa qualidade, aquelas que rasgam ou são desnecessárias, seguem para o lixo, sequer sendo separadas para a reciclagem. E os recursos naturais utilizados em sua fabricação são desperdiçados, sobrando apenas um resíduo que demora séculos para se degradar para a natureza dar conta.

Muitos sacos e sacolinhas saem voando, outras são jogadas de qualquer maneira pela cidade. Essas sacolinhas desgarradas vão ajudar a entupir bueiros, ou se agarrar à fios de alta tensão, árvores, arbustos, ou acabarão boiando em corpos d’água e chegando aos oceanos. Nas cidades, as sacolas plásticas descartadas incorretamente agravam as enchentes e empoçam água das chuvas, podendo tornar-se focos de doenças, além de enfeiar o lugar onde moramos. Na natureza, podem ser ingeridas por animais, que sufocam ou engasgam ao confundí-las com alimentos.

Os problemas ambientais das sacolinhas plásticas são muitos, por que elas são muitas – são bilhões todos os anos! – e está em nossas mãos diminuir esse impacto. Basta dizer “Não, obrigado” quando oferecerem uma. Basta adotar uma sacola retornável ou outra alternativa. Basta olhar com outros olhos para nossas ações cotidianas.

A campanha Saco é um Saco quer a adesão de todos os brasileiros neste desafio.
O consumo consciente é a resposta na qual o Ministério do Meio Ambiente aposta para diminuir o impacto ambiental coletivo dos sacos e sacolinhas plásticas, e sua participação é fundamental para isso.

Recusar ou diminuir o consumo de sacos e sacolas plásticas, adotar uma sacola retornável ou outra alternativa são ações típicas do consumidor consciente. Reduzir o consumo de sacolas plásticas é só o começo de uma sociedade mais sustentável.

Saco é um saco. Pra cidade, pro planeta, pro futuro e pra você.

outubro 15, 2009   Sem comentários

Cursos de Engenharia Ambiental no Brasil

Lista dos cursos de Engenharia Ambiental no Brasil por estado:

BA

UESB, Engenharia Ambiental, Vitória da Conquista, Bacharelado

UFBA, Engenharia Sanitária, Salvador, Bacharelado

DF

UCB – DF, Engenharia Ambiental, Taguatinga, Bacharelado, MAT

ES

UFES, Engenharia Ambiental, Vitória, Bacharelado

GO

UCG, Engenharia Ambiental, Goiânia, Bacharelado/VESP

MG

FUMEC, Engenharia Ambiental, Belo Horizonte, Bacharelado/VESP

UFOP, Engenharia Ambiental, Ouro Preto, Bacharelado

UFV, Engenharia Ambiental, Viçosa, Bacharelado

UNA, Engenharia Ambiental, Belo Horizonte, Bacharelado, MAT/NOT

UNIFEI, Engenharia Ambiental, Itajubá, Bacharelado/INT

Unincor, Engenharia Ambiental, São Gonçalo do Sapucaí, Bacharelado/NOT

Uniube, Engenharia Ambiental, Uberaba, Bacharelado/NOT

Uniube, Engenharia Ambiental, Uberlândia, Bacharelado/NOT

MS

UFMS, Engenharia Ambiental, Campo Grande, Bacharelado/VESP/NOT

PA

UEPA, Engenharia Ambiental, Belém, Bacharelado/VESP

PE

Unicap, Engenharia Ambiental, Recife, Bacharelado/NOT

PR

PUCPR, Engenharia Ambiental, Curitiba, Bacharelado/VESP

UFPR, Engenharia Ambiental, Curitiba, Bacharelado/INT

Unicentro, Engenharia Ambiental, Irati, Bacharelado/INT

RJ

PUC-Rio, Engenharia Ambiental, Rio de Janeiro, Bacharelado

UFRJ, Engenharia Ambiental, Rio de Janeiro, Bacharelado, MAT/VESP

USS, Engenharia Ambiental, Vassouras, Bacharelado/NOT

RS

UCS, Engenharia Ambiental, Caxias do Sul, Bacharelado, MAT/VESP

UFRGS, Engenharia Ambiental, Porto Alegre, Bacharelado

Unilasalle, Engenharia Ambiental, Canoas, Bacharelado/VESP/NOT

UNISC, Engenharia Ambiental, Santa Cruz do Sul, Bacharelado, MAT/VESP

UPF, Engenharia Ambiental, Passo Fundo, Bacharelado/VESP

SC

UnC, Engenharia Ambiental, Concórdia, Bacharelado/NOT

UnC, Engenharia Ambiental, Caçador, Bacharelado/NOT

Unisul, Engenharia Ambiental, Palhoça, Bacharelado/VESP/NOT

Univali, Engenharia Ambiental, Itajaí, Bacharelado/INT

Univille, Engenharia Ambiental, Joinville, Bacharelado, MAT

SP

FAJ, Engenharia Ambiental, Jaguariúna, Bacharelado/NOT

FSA Santo André, Engenharia Ambiental, Santo André, Bacharelado, MAT/NOT

Oswaldo Cruz, Engenharia Ambiental, São Paulo, Bacharelado, MAT/NOT

PUC-Campinas, Engenharia Ambiental, Campinas, Bacharelado, MAT/NOT

São Marcos, Engenharia Ambiental, São Paulo, Bacharelado, MAT/NOT

Senac São Paulo, Engenharia Ambiental, São Paulo, Bacharelado, MAT

UBC, Engenharia Ambiental, Mogi das Cruzes, Bacharelado/NOT

UFABC, Engenharia Ambiental e Urbana, Santo André, Bacharelado

UNESP, Engenharia Ambiental, Sorocaba, Bacharelado/INT

UNESP, Engenharia Ambiental, Presidente Prudente, Bacharelado/INT

UNESP, Engenharia Ambiental, Rio Claro, Bacharelado/INT

UnG, Engenharia Ambiental, Guarulhos, Bacharelado, MAT/NOT

Unisal, Engenharia Ambiental, Americana, Bacharelado, MAT

Unitau, Engenharia Ambiental e Sanitária, Taubaté, Bacharelado/NOT

Univap, Engenharia Ambiental, São José dos Campos, Bacharelado/NOT

Univap, Engenharia Ambiental, Jacareí, Bacharelado/INT

Unoeste, Engenharia Ambiental, Presidente Prudente, Bacharelado

USP, Engenharia Ambiental, São Carlos, Bacharelado e Licenciatura/INT

TO

UFT, Engenharia Ambiental, Palmas, Bacharelado/INT

outubro 11, 2009   2 comentários

Eficiência Energética: Que bicho é esse?

A eficiência energética é um assunto que já entrou na pauta dos países desenvolvidos há muitos anos. Se você ainda não sabe o que é isso, a leitura do texto abaixo é fundamental.

Eficiência energética: quando menos é mais

Por Cristina Tavelin, da revista Ideia Socioambiental

Investimentos em redução do uso de energia ganham força na perspectiva de uma economia de baixo carbono.

O temor crescente relacionado às mudanças climáticas e a necessidade de redução da dependência de combustíveis fósseis tem motivado não apenas o avanço na busca por alternativas de energia, mas também o seu uso mais eficiente. O reforço ao investimento em eficiência energética se dá até mesmo em países com recursos naturais abundantes, como o Brasil, que possuem um vasto histórico de desperdício de energia. O chuveiro elétrico é o exemplo mais notório. Presente na maioria das casas brasileiras, ele representa cerca de 10% da demanda nacional de energia.

“O Brasil tem um Produto Interno Bruto elevado e um uso de energia significativo. A questão é avaliar o abastecimento dos segmentos da economia e verificar onde há espaço para ganhar em eficiência energética, utilizando menos energia para produzir o mesmo valor de PIB”, avalia Roberto Vellutini, diretor de Infra- estrutura e Meio Ambiente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Apesar de ter ganho destaque nos últimos anos, o conceito de eficiência energética ainda está cercado de dúvidas. A economia de energia não representa, por exemplo, uma nova fonte, na medida em que a capacidade poupada acaba sendo destinada para outros fins. De acordo com Ricardo David, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco), o processo de eficiência deve reduzir a necessidade de novas fontes e não substituí-las. “Com a eficiência energética, o crescimento da oferta se dá em um ritmo mais lento. Se é possível reduzir a quantidade de energia que alimenta o desperdício e o parque gerador continua o mesmo, obviamente o restante pode ser disponibilizado para uma nova demanda”, avalia.

De acordo com a Agência Internacional de Energia (IEA), cada dólar adicional investido em eficiência evita o gasto de US$ 2 no investimento em mais suprimentos energéticos para o planeta. Reduzir custos operacionais é, portanto, interessante tanto para governos quantos aos negócios. Isso explica o crescente interesse, entre as empresas, pelo desenvolvimento de tecnologias mais eficientes. “É uma questão simplesmente de conscientização sobre as vantagens do uso mais eficiente de energia, que ainda não são disseminadas. Por outro lado, existe certa resistência das distribuidoras, pois muitas ainda encaram a redução de energia como uma ameaça. Como a ação diminui a receita no curto prazo, elas não conseguem ver os benefícios para o setor como um todo, inclusive para os consumidores”, avalia Osório Brito, diretor do Instituto Nacional de Eficiência Energética (INEE).

Setor privado busca consultoria em eficiência

Cada vez mais corporações recorrem a padrões sustentáveis de produção. Nesse esforço, tem sido comum buscar o apoio de empresas de consultoria especializadas em eficiência energética, com quem passam a dividir o risco do investimento em novas tecnologias.

Para David, da Abesco, o setor de eficiência energética enfrenta muita defasagem tecnológica. E o principal desafio para superar essa condição é melhorar o conhecimento sobre o assunto entre profissionais de diversas áreas. “Se existe uma tecnologia mais eficiente é preciso conhecê-la, saber de suas vantagens e compreender os seus resultados financeiros. Isso se choca um pouco com a cultura ainda existente no Brasil de resultados no curto prazo e com a formação dos nossos engenheiros e administradores, carentes em análise econômica de projetos desse tipo”, avalia.

Ainda segundo David, como a indústria representa quase 60% de todo o consumo energético no País, tornar mais eficientes o acionamento e o controle de motores elétricos, bem como os sistemas de iluminação e ar condicionado, são boas oportunidades para economizar energia no Brasil.

Edifícios Verdes – economia chega aos elevadores

Outra oportunidade se verifica no setor de construções. Com a disseminação da certificação Green Building para construções sustentáveis, empresas como a Atlas Schindler passaram a identificar na área de eficiência energética uma oportunidade de negócio. Por meio da substituição do sistema de tração tradicional por um mais moderno, as engrenagens e a construção da casa de máquinas não são mais necessárias. O pequeno sistema e o painel de controle são acomodados na parte superior da própria caixa e integrados à porta de pavimento do último piso. Somada às mudanças no acionamento e no controle das máquinas, essas características dos novos modelos geram uma grande economia.

De acordo com Fabio Mezzarano, diretor de Novas Instalações e Modernizações da Atlas Schindler, os elevadores antigos utilizavam até 10 HPs (ou ‘cavalos de força’ — unidade usada para medir a força de motores). Hoje, essas máquinas consomem por volta de 4,5 HPs. “É uma redução significativa em termos de consumo de energia, que pode chegar a até 70% em comparação com as soluções anteriores”, ressalta o diretor.

O sistema, desenvolvido pela matriz suíça da empresa, atende a demanda mundial crescente do Green Building, uma tendência muito forte na Europa, agora em expansão também no Brasil. “O Green Building já se tornou um pré- requisito na construção. Nos últimos dois anos houve uma mudança importante no País, e a preocupação com a falta de energia cresce a cada dia”, destaca o diretor da Atlas Schindler.

Nos próximos quatro anos, a empresa planeja expandir esse modelo de elevador mais eficiente para outros mercados — atualmente a tecnologia está disponível para prédios comerciais e residenciais de médio porte.

Co-processamento e reciclagem também são alternativas

Para economizar energia e dar um fim ambientalmente responsável a diversos tipos de resíduos, a Resotec, braço da Holcim, trabalha com o co-processamento. Por meio dele, os resíduos de outras indústrias são transformados em um material homogêneo, utilizado posteriormente como combustível para os fornos de produção de cimento, que consomem grandes quantidades de energia. “No Brasil e no mundo chegamos à substituição de 15% dos combustíveis tradicionais adotando o co-processamento”, ressalta Edmundo Ramos, gerente da Resotec.

Outra possibilidade que se mostra bastante eficiente para a redução do consumo de energia é a reciclagem. A Novelis, fabricante de laminados de alumínio, investe nesse processo, e transformou em 2007 cerca de 107 mil toneladas de alumínio reciclado em novas chapas do material, a partir da captação de latas do mercado local e daqueles para onde exporta. Para produção de uma tonelada de alumínio são necessárias cinco toneladas de bauxita, processo que pode ser evitado com a reciclagem, gerando uma economia de 95% da energia elétrica para a produção do metal primário.

TI verde

A idéia de reduzir o consumo de energia também vem ganhando força no segmento de tecnologia de informação. Em 2007, a IBM anunciou o investimento de US$ 1 bilhão por ano no desenvolvimento de novos produtos e serviços de TI que ajudam a tornar mais eficiente o uso de energia da própria empresa e de seus clientes.

A companhia identificou a necessidade de adaptação em 1997, ao perceber que seus data centers consumiam grandes quantidades de energia. Desde então, começou a realizar um trabalho específico para a área. Nos últimos dez anos, diminuiu o número de data centers mundiais de 155 para apenas oito. “A empresa fez sua lição de casa. E com o resultado positivo obtido, se deu conta de que tinha algo a oferecer para o mercado e para os clientes que também já começavam a apresentar essa nova demanda”, constata Adriano Barreto, executivo de Desenvolvimento de Serviços da IBM Brasil.

Com o projeto denominado Big Green, que abrange o diagnóstico, a construção, a virtualização (que inclui novos sistemas como os de tele-presença), a gestão e a refrigeração de espaços, a empresa pretende duplicar a capacidade operacional dos centros de processamento nos próximos três anos, sem aumento no consumo de energia. Com isso, a IBM lançou luz sobre uma questão que vinha tirando o sono dos profissionais de TI. Tendo atingido a capacidade total dos data centers, muitas empresas viram sua possibilidade de crescimento limitada e se encontraram diante da necessidade de fazer novos investimentos para mudar esse quadro. Mas, com a otimização desses centros de processamento, a construção de novos espaços deixou de ser necessária e o consumo de energia pode ser muito mais eficiente — chegando a gerar uma economia de 25% a 50%.

A eficiência energética também é um critério valorizado pela Cisco no desenvolvimento de novos produtos. Um exemplo está na área de roteadores: o seu desempenho aumentou 20 vezes, comparado ao de alguns anos atrás, com mesma quantidade de energia. “A partir do momento que se cria um produto mais potente, que ao mesmo tempo não necessita de mais energia, isso auxilia na redução do consumo”, avalia Rodrigo Uchôa, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Cisco Brasil.

Políticas públicas incentivam busca por eficiência

Fatores como industrialização e mudanças no comportamento do consumidor geralmente são associados ao aumento da demanda por energia nas economias emergentes. Ainda que o seu consumo total continue abaixo das nações industrializadas, os países em desenvolvimento apresentam taxas cada vez mais altas de consumo.

Segundo o estudo Energizando o desenvolvimento sustentável – conceitos e projetos, da Agência de Cooperação Alemã GTZ, estima- se que, caso uma ação política drástica não seja tomada, o consumo de energia no mundo aumentará cerca de 50% até 2030, comparado a 2005. E os países em desenvolvimento somarão dois terços desse aumento. “Acredito que faltam políticas públicas para incentivar uma maior difusão e adaptação de eficiência energética nos processos. Impor restrições e incentivar também seria útil. Por exemplo, se um consumidor compra um produto mais eficiente, ele pode receber incentivos tributários”, propõe Vellutini, do BID.

Estabelecer e implementar programas governamentais de fundos requer conhecimento especializado e processos transparentes. No Brasil, uma iniciativa bem-sucedida foi o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (PROCEL), que resultou em R$ 20 bilhões de economia em expansão dos suprimentos energéticos. “Experimentamos talvez um dos maiores programas tecnológicos na área de eficiência, o Reluz, da Eletrobrás, que realizou uma transformação significativa na iluminação pública brasileira. Não temos toda a capacidade eficiente hoje, mas em um tempo curto renovamos aproximadamente cerca de 70% do parque”, avalia David, da Abesco.

Desafio para governos, empresas e indivíduos

Em 2001, a crise energética que acometeu o País (conhecida como apagão) levou empresas, consumidores e governos a repensarem suas ações em relação ao consumo de energia. Atualmente, o crescente preço dos combustíveis também se tornou uma grande preocupação.

De acordo com Brito, do INEE, houve uma grande conscientização na época, que acabou perdendo força devido à falta de políticas adequadas. “Observou-se uma redução de quase 30% no consumo de energia por algum tempo. Mas depois essa economia acabou sendo consumida. Hoje voltamos para a mesma situação anterior”.

Criar tecnologias mais eficientes e economizar energia são medidas fundamentais para a mudança estrutural exigida por uma economia de baixo carbono. Essa foi uma das questões levantadas na Conferência sobre Competitividade e Eficiência Energética, realizada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no final do ano passado. No Brasil, segundo Vellutini, existe muito potencial para o ganho em eficiência energética. “É necessário estender o conceito para edifícios e iluminação públicas, onde há espaço para a implantação de estruturas mais eficientes.”

De acordo com Uchôa, diretor da Cisco, a movimentação do Brasil na área de eficiência energética cresceu consideravelmente nos últimos dois anos. Em sua opinião, o grande desafio se dá no âmbito dos indivíduos. “Seja através da economia de combustível, evitando uma viagem de carro ou de outras atitudes, acredito que empresas devem se esforçar para conscientizar as pessoas”, avalia.

Em países emergentes, a pressão está crescendo para aumentar os níveis de eficiência energética. Segundo dados da Organização Latino-Americana de Energia, a América Latina e o Caribe poderiam reduzir o consumo energético em 10% até 2018 se houvesse mais investimentos em tecnologia e equipamentos mais eficientes. O custo de US$ 17 bilhões para atingir essa meta resultaria na redução de consumo de 143 mil gigawatts/hora.

Para atender a essa demanda por meio das tecnologias convencionais, os investimentos saltariam para US$ 53 bilhões, montante necessário para construção de 328 usinas termelétricas a gás natural. Segundo David, em todos os países em que a eficiência energética avançou (Canadá, EUA, Alemanha, Espanha), o Estado teve importante papel de indução. No Brasil, criou-se a lei nº 9.991, em 2000, que obriga concessionárias e permissionárias de energia a aplicar, anualmente, o montante de 0,75% de sua receita líquida em pesquisa e desenvolvimento do setor elétrico e 0,25% em programas de eficiência energética. Porém, levando em conta a tendência de crescimento do consumo energético na América Latina — que precisará de 75% a mais de energia em 2030 em relação a 2004, de acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE) — ainda há muito a ser feito.

Fonte: Envolverde/Revista Idéia Socioambiental

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outubro 10, 2009   Sem comentários