Reciclagem de Lâmpadas fluorescentes: inovação ecológica
Vídeo muito interessante sobre inovação através da reciclagem de lâmpadas fluorescentes.
Uma grande oportunidade para a destinação destes resíduos tóxicos, e tão poluentes. Vale a pena assistir e conhecer o projeto.
abril 22, 2011 2 comentários
Poluição dos rios pode afetar produção industrial e do campo
Em geral, nunca paramos para pensar em como as nossas atividades diárias afetam a nós mesmos, apenas deixamos isso a cargo dos cientistas e pesquisadores. Então lhe convido agora a aumentar a sua consciência ambiental e pensar na seguinte questão: Como que a poluição dos rios afeta a produção industrial e a produção do campo (alimentos)?
1 – Águas poluídas precisam de maior tratamento para serem utilizadas em indústrias, aumentando assim o custo da produção, e o custo do produto final. Ou seja, você que paga pela poluição.
2 -Águas poluídas são mais difíceis de tratar nas Estações de Tratamento de Água para garantir um abastecimento urbano de qualidade, assim ficamos mais sujeitos a contaminantes químicos em geral,e também gastasse mais matéria prima para tratar a água, aumentando o custo do tratamento, que também é repassado para nós na conta de água.
3 – A produção do campo também pode ser encarecida caso seja necessário tratar a água previamente. E muitas vezes a falta de água em qualidade e quantidade pode inviabilizar uma produção de alimentos.
Ainda não acredita que é verdade, veja abaixo exemplo de caso verídico:
Técnicos da Fundação SOS Mata Atlântica analisaram rios de doze estados do Brasil em 2010 e concluíram que a poluição hídrica no país virou um problema crônico. Inclusive já atingiu níveis capazes de afetar a produção agrícola e industrial e dificultar o crescimento econômico nas taxas atuais, ou seja, pode começar a atrapalhar as gerações futuras, principalmente no quesito qualidade de vida. A pesquisa estudou 43 rios, córregos, lagos e açudes investigados, e conclui que nenhum está em boas condições sendo que 70% registraram água de qualidade regular, e em 30% a situação encontrada foi ruim ou péssima. Inclusive em uma enquete que consta no site da instituição, praticamente 100% das pessoas responderam que não estão satisfeitas com a qualidade da águas dos rios de suas cidades.
fevereiro 26, 2011 1 comentário
Aumente a Consciência Ambiental dentro da empresa
Fonte: Mauro Shimizu Ribeiro – Blog Saia do Lugar http://www.saiadolugar.com.br/
A matéria-prima de todos os produtos que utilizamos no nosso dia a dia vem da natureza. Exemplo: papel vem da celulose das árvores, móveis da madeira, vernizes dos móveis vem do petróleo. Ou seja, tudo que fazemos todos os dias gera efeitos sobre o meio ambiente. Mesmo que não percebamos temos um impacto indireto e direto diário sobre o meio ambiente. Assim, vale a pena aprender como diminuir este impacto, e podemos começar pela nossa empresa!
Dicas para tornar a sua empresa um ambiente responsável ambientalmente:
Imprima menos
Imprima só o que é completamente indispensável. Dê preferência para o modo de impressão econômico preto e branco e tente fazer uso de fontes que gastem menos tinta (por exemplo a Sprang Eco Sans).
Reutilize papéis rascunhos
Na construção do seu escritório, procure dar preferência a iluminação natural.
Tenha aparelhos de ar condicionado eficientes energeticamente (Procel A), o mesmo é válido para geladeiras e frigobares.
Separe o lixo reciclável e não reciclável. Pilhas e baterias devem ser encaminhadas para os programas papa-pilhas.
Cada um traga sua canequinha, economize copinhos plásticos descartáveis.
Incentive a carona
Escritório limpo e plantas no ambiente de trabalho
Conclusão: Vale a pena lembrar que muito mais do que algo bonitinho, ter uma postura sustentável ajuda a reduzir custos, aumentar sua organização e consequentemenete, a criatividade da empresa.
janeiro 30, 2011 Sem comentários
Lista de Espécies da Flora do Brasil
Um dos compromissos do Brasil como signatário da Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB) é a elaboração de uma lista de espécies da Flora brasileira.
Desde 2008 a lista estava sendo elaborada por uma equipe dos mais respeitados taxonomistas no Brasil, sendo finalmente liberada para consulta pública no site “Lista de Espécies da Flora do Brasil“.
janeiro 6, 2011 Sem comentários
Respeitar o código florestal pode poupar vidas
Se a legislação fosse respeitada, talvez evitaríamos o sofrimento que se repete todos os anos nos períodos de chuva. Além do código florestal, são desrespeitadas também as diretrizes de zoneamento urbano, que definem limites de impermeabilização do solo. O conjunto de fatores envolvendo impermeabilização do solo e ocupação de áreas de preservação permanente é uma bomba relógio sazonal: de tempos em tempos irrompe em destruição e catástrofe.
Código Florestal e riscos urbanos
Por Márcio Ackermann*
As áreas de preservação permanentes – mangues, margens de córregos e represas, várzeas, topos de morros e encostas – deveriam servir para a preservação dos recursos hídricos, flora, fauna e proteção do solo.
No Brasil, no entanto, sobretudo em regiões metropolitanas, essas Áreas de Preservação Permanente (as chamadas APPs) estão densamente ocupadas, seja por moradias, rodovias marginais ou instalações industriais. As conseqüências tornam-se visíveis principalmente nesta época do ano, quando o período de chuvas intensas do verão causa enchentes e deslizamentos, provocando prejuízos materiais e mortes. Áreas que deveriam cumprir um importante papel no equilíbrio ambiental converteram-se, no meio urbano, em seu oposto. São as áreas de risco.
A intensidade dos últimos eventos de escorregamentos e enchentes ocorridos nas metrópoles brasileiras, em parte ocasionados por alterações climáticas, chamou a atenção de todos para a importância da ação preventiva.
O País dispõe de estrutura e tecnologia para que os próximos meses de dezembro a março possam transcorrer sem que a imprensa tenha de noticiar tragédias envolvendo vítimas fatais em decorrência do despreparo das instâncias competentes.
Mais crítico do que não atender às funções ambientais são os riscos aos moradores dessas áreas, em geral famílias de baixa renda que encontraram uma alternativa de habitação em locais inadequados. Somente na cidade de São Paulo, aproximadamente meio milhão de moradores de favelas encontram-se nessa situação.
Cabe aos municípios mapear suas áreas de preservação permanentes, definidas pelo Código Florestal, como medida preventiva às enchentes e escorregamentos, especialmente as encostas com declividades de 45 graus, as nascentes dos rios e também as várzeas e planícies marginais aos cursos d’água.
Aos governos estaduais cabe oferecer apoio técnico, logístico e mesmo financeiro aos municípios. No Estado de São Paulo, por exemplo, as prefeituras devem buscar apoio junto a instituições como a Secretaria de Meio Ambiente - Instituto Geológico, Coordenadoria de Planejamento Ambiental - ou mesmo junto à Secretaria de Ciência e Tecnologia, por meio do IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas.
As Prefeituras devem, da mesma forma, solicitar suporte ao governo federal, por meio do Ministério das Cidades e Ministério do Meio Ambiente.
Tais medidas preventivas cairão no vazio se as mudanças propostas para o Código Florestal (lei federal 4.771/65), atualmente em discussão no Congresso Nacional, forem aprovadas. O texto em curso – levado ao legislativo sem ouvir os diferentes setores da sociedade – é um retrocesso, pois reduz as áreas consideradas de preservação permanente, o que representará o agravamento de situações de risco.
*Márcio Ackermann, geógrafo, mestre em Gestão, Planejamento e Projetos em Habitação pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), é autor do livro A Cidade e o Código Florestal.
dezembro 16, 2010 Sem comentários
Vídeos sobre Meio Ambiente e Sustentabilidade
O site da Revista Página 22 – Informação para o novo século – oferece muitos vídeos interessantes sobre meio ambiente, resíduos sólidos, gestão ambiental, construções sustentáveis e sustentabilidade em geral. Vale a pena conferir:
http://pagina22.com.br/index.php/category/p22tv/
novembro 18, 2010 Sem comentários
Capacidade de suporte para empreendimentos turísticos
A visitação turística em ambientes naturais deve ser rigorosamente planejada para gerar o mínimo possível de impactos negativos e possibilitar que os visitantes tenham uma experiência de qualidade, satisfazendo suas expectativas e alcançando os objetivos do ecoturismo, principalmente o de proporcionar a conservação da natureza. Para isso é importante estabelecer a capacidade de suporte do atrativo turístico, também conhecida como capacidade de carga turística.
A capacidade de carga de um atrativo turístico, ou capacidade de suporte, representa o nível máximo de uso por visitantes que uma área pode manter, ou seja, pode ser definida como o número máximo de visitantes sob determinadas condições, em uma unidade de tempo, de tal forma a não provocar modificações permanentes nos parâmetros relevantes do ambiente. Se este limite é excedido, os impactos ambientais poderão deteriorar a qualidade ambiental do meio.
A capacidade de carga é um conceito relativo que envolve considerações científicas que apresentam valores aos quais devem ser associados aos objetivos de manejo específico de uma determinada área. Para a determinação da capacidade de carga turística de uma área, é necessário conhecer as relações existentes entre os parâmetros de manejo da área e os parâmetros de impacto das atividades nesse local e desta forma tomar decisões para se estimar a capacidade de carga turística. Desta forma, tem-se a capacidade de carga como uma estratégia potencial para reduzir os impactos da visitação em áreas naturais que devem ser protegidas e conservadas, como RPPNs – Reservas Particulares do Patrimônio Natural.
A cidade de Bonito é um exemplo de gestão quando o assunto é capacidade de suporte em atrativos turísticos.
Saiba mais sobre Bonito, MS no Portal Bonito Brazil
novembro 18, 2010 Sem comentários
Engenharia Ambiental – UFMS (Ficha Técnica)
Duração do curso: 10 semestres
Objetivos do curso:
Segundo a Resolução CNE/CES 11/2002, Art. 3º, o Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética, em atendimento às demandas da sociedade.
Profissão: Engenheiro Ambiental
Atividades Inerentes:
a) Supervisão, coordenação e orientação técnica;
b) Estudo, planejamento, projeto e especificação;
c) Estudo de viabilidade técnico-econômica;
d) Assistência, assessoria e consultoria;
e) Direção de obra e serviço técnico;
f) Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico;
g) Desempenho de cargo e função técnica;
h) Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão;
i) Elaboração de orçamento;
j) Padronização, mensuração e controle de qualidade;
k) Execução de obra e serviço técnico;
l) Fiscalização de obra e serviço técnico;
m) Produção técnica e especializada;
n) Condução de trabalho técnico;
o) Execução de desenho técnico;
Áreas de atuação e exercício profissional:
O profissional atuará em: recursos hídricos, tratamento de águas de abastecimento e residuárias e saneamento básico e ambiental. Seu exercício profissional corresponde a:
a) Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia;
b) Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
c) Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
d) Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;
e) Identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
f) Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
g) Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
h) Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
i) Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
j) Atuar em equipes multidisciplinares;
k) Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
l) Avaliar o impacto das atividades de engenharia no contexto social e ambiental;
m) Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenheria;
n) Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
Formação: Bacharel em Engenharia Ambiental.
Modalidade de Ensino: Presencial.
Campus: Campo Grande
N° de Vagas: 50
Período: Vespertino/Noturno
Fonte: “A UFMS e as Profissões” – UFMS, 2010
novembro 3, 2010 Sem comentários
IMASUL/MS
O IMASUL é o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul, órgão responsável pelo licenciamento ambiental das atividades potencialmente poluidoras no estado, e sua conseqüente fiscalização.
A sede do IMASUL está localizada na cidade de Campo Grande, no Parque dos Poderes, e a Central de atendimento ao público funciona das 7:30 as 13:30.
Para saber mais sobre as atividades do MS que precisam de licenciamento ambiental, acesse: http://www.imasul.ms.gov.br/
outubro 22, 2010 Sem comentários
Dia da Árvore
setembro 21, 2010 1 comentário
