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	<title>Licenciamento Ambiental em Mato Grosso do Sul</title>
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	<description>Informações sobre Meio Ambiente, Licenciamento Ambiental, Tecnologias, Gestão e Controle Ambiental.</description>
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		<title>Rio de Janeiro restringe uso de sacolas plásticas</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 14:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Battistelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>
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		<description><![CDATA[Em atitude exemplar, Rio de Janeiro cria lei que visa diminuir o uso de sacolas plásticas.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="line-height: normal; font-size: small;">Em atitude exemplar, Rio de Janeiro cria lei que visa diminuir o uso de sacolas plásticas.<br />
</span></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Uso de sacolas plásticas no comércio do Rio fica restrito a partir de sexta-feira</strong></p>
<p>Por Redação da Agência Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Rio de Janeiro &#8211; O uso de sacolas plásticas para embalar mercadorias fica restrito no Rio de Janeiro a partir de sexta-feira (16), com a entrada em vigor da Lei nº 5.502 de 2009. Os parlamentares da Assembleia Legislativa do estado tinham aprovado o adiamento para janeiro de 2011, mas o Diário Oficial do estado publicou nesta terça-feira (13) o veto do governador Sérgio Cabral.</p>
<p>Também na sexta-feira, fiscais da Secretaria do Ambiente vão a supermercados e lojas para garantir a aplicação da lei. O órgão informou, no entanto, que inicialmente eles vão realizar ações educativas e não está prevista a aplicação de multa, que pode chegar a R$ 20 mil.</p>
<p>De acordo com o presidente da Associação de Supermercados do Rio de Janeiro, Aylton Fornari, o comércio vem se adaptando há algum tempo às novas regras.</p>
<p>“Estamos preparados para cumprir essa lei, os mercados vão dar desconto de 3 centavos em cada cinco itens para quem não quiser levar a sacola. E vão disponibilizar outros tipos de sacolas reforçadas, como de lona e ráfia, que possam ser <strong>reutilizadas</strong>. Isso já vem acontecendo há algum tempo, mas sexta começa a fiscalização da mudança do sistema”, destacou Fornari.</p>
<p>O comércio popular também terá de observar a lei. O presidente da Sociedade de Amigos e Adjacências da Rua da Alfândega (Saara), Ênio Bittencourt, diz que será difícil mudar em tão pouco tempo e reclama da falta de alternativas.</p>
<p>“A gente vai fazer o que for possível, porque o comércio popular utiliza muito esse material. Vai ficar meio apertado o prazo, vamos tentar diminuir, porque não nos apresentaram nenhuma alternativa”, disse Bittencourt, que representa comerciantes do maior centro de comércio popular da cidade.</p>
<p>Rosângela de Souza, que trabalha numa papelaria na Praça Mauá, no centro do Rio, reclamou da falta de informação, apesar de ser a favor da <strong>preservação do meio ambiente</strong>.</p>
<p>“Tem mais é que mudar mesmo, o que pudermos fazer para melhorar o meio ambiente será ótimo, o planeta agradece. Mas faltou informação, porque no nosso caso acabamos de comprar um estoque para seis meses de sacola plástica. Não sabemos o que vai ser feito ainda”, disse a vendedora.</p>
<p>Em quase um ano da campanha Saco É um Saco, do Ministério do Meio Ambiente em parceria com a Secretaria do Ambiente do estado, foram recolhidos mais de 600 milhões de <strong>sacolas plásticas</strong> no Rio de Janeiro. A assessoria da Secretaria do Ambiente informou que a campanha vai ser intensificada com o objetivo de esclarecer a população sobre os prejuízos que o plástico causa ao meio ambiente, já que a decomposição do material leva até 500 anos.</p>
<p><em>Edição: Juliana Andrade</em><br />
(Envolverde/Agência Brasil)</p>


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		<title>Ong de Bonito oferece serviços de neutralização de carbono</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 20:42:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Neutralização de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Sequestro de carbono]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja detalhes no cartaz abaixo. 
Saiba mais em: www.iasb.org.br
ou pelo e-mail iasb@iasb.org.br 



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			<content:encoded><![CDATA[<p>Veja detalhes no cartaz abaixo. </p>
<p><strong>Saiba mais em: <a target="_blank" href="http://www.iasb.org.br">www.iasb.org.br</a><br />
ou pelo e-mail iasb@iasb.org.br </strong></p>
<p><img alt="" src="http://dl.dropbox.com/u/2892857/IASB-PlanteBonito.png" title="IASB - Programa Plante Bonito" class="aligncenter" width="420" /></p>


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		<title>Campo Grande terá Ecopontos para coleta de lixo eletrônico.</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 12:21:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Battistelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Prefeitura de Campo Grande implantará ecopontos.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Campo Grande &#8211; Mato Grosso do Sul, a prefeitura irá implantar 4 ecopontos, em diversos locais da cidade, para coleta de lixo eletrônico.</p>
<p>Os produtos serão armazenados temporariamente nos ecopontos até serem encaminhados para reciclagem ou descarte, em empresas certificadas.</p>
<p>Com essa atitude, a prefeitura visa a prevenção dos impactos que seriam provocados caso o lixo eletrônico fosse disposto de maneira errada na natureza, e ainda contribuirá com a formação de diversos jovens, que participarão de um Centro de Recondicionamento de Computadores (CRC).</p>
<p>Fonte: Matéria no jornal Correio do Estado, Domingo, 23 de maio de 2010.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Curitiba &#8211; Feira Brasileira de Reciclagem 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 13:48:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Battistelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos de Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>
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		<category><![CDATA[lixo]]></category>

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		<description><![CDATA[Release RECICLAÇÃO - Feira Brasileira de Reciclagem, Preservação e Tecnologia Ambiental.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre 16 e 19 de Junho, pelo quinto ano consecutivo em Curitiba, será realizado o evento RECICLAÇÃO &#8211; Feira Brasileira de Reciclagem, Preservação e Tecnologia Ambiental. Que tem o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável, a geração de negócios e a integração entre a comunidade científica e as empresas privadas atuantes no segmento ambiental e de reciclagem.</p>
<p>Além de feira e da exposição de maquinários, equipamentos e serviços, a RECICLAÇÃO também é composta por vários eventos técnico científicos que visam a capacitação de profissionais atuantes nestes segmentos, assim como a muitiplicação e disseminação da consciência sócio ambiental necessária para a educação e preservação do meio ambiente. Entre os eventos simultâneos, esta o III Seminário de Saneamento Ambiental, o Seminário de Gestão Ambiental e Mudanças Climáticas, o Seminário de Reciclagem Agrícola &#8211; Resíduos Urbanos, Industriais e Rurais, e o Curso de Introdução ao Mercado de Reciclagem.</p>
<p><strong>Mais informações no site: </strong><a target="_blank" href="http://www.montebelloeventos.com.br/reciclacao" target="_blank"><strong>www.montebelloeventos.com.br/reciclacao</strong></a></p>


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<li><a href='http://www.licenciamentoambiental.eng.br/rio-de-janeiro-restringe-uso-de-sacolas-plasticas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Rio de Janeiro restringe uso de sacolas plásticas'>Rio de Janeiro restringe uso de sacolas plásticas</a></li>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Mais hidrelétricas na Amazônia</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/mais-hidreletricas-na-amazonia/</link>
		<comments>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/mais-hidreletricas-na-amazonia/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 May 2010 13:06:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias Ambientais]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Redação Greenpeace 
Ontem saiu finalmente a nova versão do Plano Decenal de Expansão Energética, PDE 2010-2019. O plano anual, que projeta o crescimento da oferta energética para os próximos dez anos, era prometido desde o começo do ano. A última versão, lançada no final de 2008, foi criticada pela grande participação de termelétricas fósseis [...]


Sem posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Redação Greenpeace </em></p>
<p>Ontem saiu finalmente a nova versão do Plano Decenal de Expansão Energética, PDE 2010-2019. O plano anual, que projeta o crescimento da oferta energética para os próximos dez anos, era prometido desde o começo do ano. A última versão, lançada no final de 2008, foi criticada pela grande participação de termelétricas fósseis na geração elétrica.</p>
<p>A expectativa, criada pelo governo, era de que a grande quantidade de térmicas fósseis prevista para entrar em operação fosse eliminada desta atualização do plano, o que não aconteceu. Desta vez a expansão de <strong>termelétricas</strong> movidas a combustíveis fósseis foi reduzida, mas ainda mostra um crescimento incompatível um país com tanto potencial de energia renovável. A capacidade instalada, que era projetada em 14 mil MW no PDE de 2008, foi reavaliada para 10.700 MW, sendo que todas estas usinas seriam construídas até 2014.</p>
<p>O crescimento das térmicas a carvão, portanto, chega a 80% e de óleo combustível a 170%. Como resultado disto, as emissões do setor elétrico dobram no período, de 26 para 51 milhões de toneladas equivalentes de <strong>CO2</strong> até o fim da década, um movimento na contramão dos esforços globais de redução de gases de efeito estufa.</p>
<p>Após este período, a grande parte do aumento da geração virá da geração hidrelétrica – teremos mais do que duas Belo Monte em capacidade instalada de novas usinas de grande porte. A maioria delas na Amazônia – colocando a região sob risco de novos impactos ambientais e de aumentar a pressão do desmatamento.</p>
<p>As outras <strong>renováveis</strong> receberam um tratamento mais favorável em relação ao plano de 2008, mas ainda modesto em relação ao potencial nacional de exploração destas fontes. O número de parques eólicos deve crescer nos próximos dez anos, considerando a construção de projetos do Proinfa e do primeiro leilão de eólicas realizado no ano passado. Mas o número final de 6 mil MW assume que após o leilão de renováveis marcado para este ano, teríamos apenas mais uma licitação deste tipo durante todo o resto da década, o que é muito pouco diante do potencial eólico brasileiro e da demanda do setor de realização de um leilão por ano.</p>
<p>As usinas a biomassa passariam de 5,4 para 8,5 mil MW, uma expansão maior do que a apontada no plano anterior, mas novamente aquém do potencial brasileiro de geração de duas Itaipus apenas com a cogeração da cana-de-açúcar, até o fim da década. Sobre energia solar, absolutamente nenhuma menção é feita ao potencial de geração de painéis fotovoltaicos.</p>
<p>Na área nuclear, o plano continua considerando a construção da controversa usina de Angra 3, apesar de todos os questionamentos em relação à segurança da usina, dos custos subdimensionados e da falta de solução para a estocagem de resíduos radioativos, entre inúmeros outros problemas.</p>
<p>Por fim, o crescimento da oferta de energia ainda é projetado em 56% nos próximos 10 anos, valores exagerados para o aumento da carga neste período, especialmente se considerarmos que o ano de 2009 registrou uma redução de consumo como reflexo da crise econômica. O grande potencial de ações de <strong>eficiência energética</strong> foi novamente negligenciado. A participação destas ações é restrita a apenas 3,2% de redução do consumo destes próximos dez anos. De acordo com o cenário [R]evolução Energética, do Greenpeace, é possível conseguir mais de 10% de redução de demanda até 2020, considerando a aplicação de medidas em todos os setores de consumo.</p>
<p><strong>A todos os interessados em contribuir com críticas e sugestões ao plano, a consulta pública está aberta até o dia 2 de junho. Os contatos para envio são o e-mail pde2019@mme.gov.br ou o endereço: &#8220;Ministério de Minas e Energia – MME, Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético – SPE, Esplanada dos Ministérios, Bloco U, Sala 509, Brasília-DF, CEP 70.065-900.</strong></p>
<p>Fonte: Envolverde/Greenpeace</p>
<p>© Copyleft &#8211; É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.  </p>


<p>Sem posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dicas de formatação para monografias do Portal Universia</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/dicas-de-formatacao-para-monografias/</link>
		<comments>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/dicas-de-formatacao-para-monografias/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 01 May 2010 14:10:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos de Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos ambientais]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazer uma monografia é uma etapa essencial na vida de qualquer estudante, seja ele da área ambiental ou não. E para isso é essencial conhecer as normas e padrões estabelecidos pela ABNT e pela instituição para a qual a monografia deve ser apresentada.
Para auxiliar quem está na fase de formatação da monografia, o Portal Universia [...]


Sem posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer uma monografia é uma etapa essencial na vida de qualquer estudante, seja ele da área ambiental ou não. E para isso é essencial conhecer as normas e padrões estabelecidos pela ABNT e pela instituição para a qual a monografia deve ser apresentada.</p>
<p>Para auxiliar quem está na fase de formatação da monografia, o Portal Universia produziu um <a target="_blank" href="http://www.universia.com.br/materia/img/tutoriais/monografias/14.jsp">tutorial </a>descrevendo os detalhes das normas técnicas da ABNT. </p>


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		<title>Definição da expressão Serviços Ambientais: serviços gerados pelos ecossistemas naturais</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/definicao-da-expressao-servicos-ambientais/</link>
		<comments>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/definicao-da-expressao-servicos-ambientais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 18:02:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[serviços ambientais]]></category>

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		<description><![CDATA[Os ecossistemas naturais geram muitos benefícios, os quais chamamos de “serviços ambientais”, como, por exemplo, a conservação da biodiversidade, a manutenção do clima através da transpiração e evapotranspiração, as florestas também desempenham importante papel de amazenamento e seqüestro de carbono. 
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<p>Até pouco tempo atrás, estes serviços ambientais eram pouco valorizados. Com a crise climática global, os serviços ambientais das florestas assumem importância estratégica.</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Conceitos do método de Análise de Ciclo de Vida</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 22:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avaliação de Impactos Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[ACV]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fabrica um produto, ou utiliza-se de certas metodologias, as opções são imensas em termos de materiais e tipos de procedimentos. Até agora, critérios de economia, performance ou gosto pessoal eram os únicos a presidir à escolha. Uma nova forma de seleção está começando a influir nas escolhas de consumidores particulares ou profissionais, e a dar os primeiros passos também em muitos lugares do mundo. Trata-se da <strong>Análise de Ciclo de Vida</strong>, uma metodologia desenvolvida para garantir que os materiais utilizados tenham o menor impacto ambiental e energético possível. </p>
<p>Nascida da preocupação de racionalizar a fatura energética de produção, a <strong>Análise de Ciclo de Vida</strong> evoluiu já para um conceito mais abrangente que integra todos os impactos ambientais.</p>
<p>A maioria dos produtos existentes no mercado requer um conjunto variado de processos de produção, distribuição, utilização e rejeição, durante o seu ciclo de vida. Cada um destes processos produz uma diversidade de &#8220;emissões&#8221;. E cada uma destas &#8220;emissões&#8221; tem o seu efeito específico sobre o ambiente. A <strong>Análise de Ciclo de Vida &#8211; ACV</strong> pretende inventariar e avaliar cada um destes &#8220;impactos&#8221; para permitir uma escolha racional do ponto de vista do impacto ambiental. Ou seja: escolhe-se uma garrafa em cuja fabricação tenha sido despendida menor quantidade de energia, libertada menor percentagem de gases poluentes, ou que seja com constituintes que inclua menos componentes tóxicos. O resultado é um produto que respeita as regras do &#8220;desenvolvimento sustentável&#8221;.</p>
<p>A ACV então é uma técnica para avaliação dos aspectos ambientais e dos impactos potenciais associados a um produto, compreendendo etapas que vão desde a retirada da natureza das matérias-primas elementares que entram no sistema produtivo (berço) à disposição do produto final (túmulo). Uma ferramenta técnica que pode ser utilizada em uma grande variedade de propósitos.</p>
<p>A norma que fornece os princípios e estruturas e alguns requisitos metodológicos para a condução de estudos de ACV é a NBR ISO 14040. Detalhes adicionais relativos aos métodos são fornecidos nas normas complementares: ISO 14041, ISO 14042 e ISO 14043, em relação às várias fases da ACV.</p>


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		<title>Planejamento rural evita degradação dos solos</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 21:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Áreas degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[O planejamento é a formulação sistemática de um conjunto de decisões a serem tomadas através do tempo, é um processo dinâmico e expressa uma série de propósitos a serem realizados dentro de determinado prazo, levando em consideração as limitações impostas pelos recursos disponíveis e as metas prioritárias definidas. No planejamento, deve-se ter em conta a [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">O planejamento é a formulação sistemática de um conjunto de decisões a serem tomadas através do tempo, é um processo dinâmico e expressa uma série de propósitos a serem realizados dentro de determinado prazo, levando em consideração as limitações impostas pelos recursos disponíveis e as metas prioritárias definidas. No planejamento, deve-se ter em conta a Viabilidade Econômica, a Viabilidade Técnica e a Viabilidade Política e Institucional do que se quer executar.</div>
<p></p>
<div>O <strong>planejamento rural </strong>consiste em racionalizar o uso da terra segundo as suas aptidões naturais, visando o manejo adequado e a conservação do solo, além é claro de benefícios econômicos. O <strong>uso racional do sol</strong>o é o estabelecimento de um plano de exploração das terras sem desgastar a riqueza dos seus recursos e diminuir sua produtividade ao longo do tempo.</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">A <strong>degradação dos solos</strong> pode ser considerada um dos mais importantes problemas ambientais nos dias atuais, resultando principalmente de práticas inadequadas de manejo agrícola. Segundo Ferreira (1984), do ponto de vista agrícola, a erosão é o arrastamento das partes constituintes do solo, através da ação da água ou do vento, colocando a terra transportada em locais onde não pode ser aproveitada pela agricultura, pela erosão o solo perde não só elementos nutritivos que possui, como também os constituintes do seu corpo, logo um terreno fértil em que a erosão atuar acentuadamente se tornará pobre e apresentará baixa produção agrícola.</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">Os <strong>processos erosivos</strong> podem atingir tamanhas proporções que podem gerar terríveis conseqüências econômicas e sociais, como a destruição de patrimônios naturais, passivos ambientais, e enormes prejuízos econômicos aos cidadãos, à administração pública e às atividades privadas.</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">O controle da <strong>erosão do solo</strong> deve ser feito quando se objetiva a manutenção ou o aumento da produtividade agrícola e a conservação ambiental, favorecendo a sustentabilidade de agroecossistemas. Segundo Panachuki et al. (2005), o sucesso de uma exploração agropecuária equilibrada depende, em grande parte, da investigação e controle dos aspectos referentes aos agentes causadores da erosão, como as chuvas e certos atributos do solo que, pela ação antrópica, podem favorecer ou dificultar o processo erosivo, já que as atividades humanas constituem os principais agentes catalisadores desses processos.</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">É um fato claro que na <strong>agropecuária intensiva </strong>ocorre à substituição da cobertura de vegetação natural de grandes áreas, e muitas vezes é feito o uso e o manejo inadequados do solo destas <strong>áreas antropizadas</strong>, e disso usualmente se origina o processo de degradação do solo e consequentemente dos recursos hídricos. Segundo Panachuki et al. (2005), esta deterioração tem, como conseqüência, uma série de mudanças físicas, químicas, biológicas e hidrológicas, provocando principalmente a diminuição da capacidade produtiva do solo.</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">Considerando então todo o conhecimento existente no assunto, é um consenso geral que o controle da erosão na agropecuária intensiva pode ser feito através de um <strong>Planejamento Rural</strong> consciente. Ou seja, não é necessário parar a produção, apenas racionalizar o uso da terra segundo as suas características e aptidões. O Planejamento Rural pode trazer uma série de benefícios econômicos ao produtor, por exemplo, a diminuição dos custos com fertilizantes e reformas de terra, a não-geração de um passivo ambiental que seria oneroso para remediar e etc, ou seja, a produção pode ficar mais fácil e mais barata.</div>


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		<title>Soluções para o aproveitamento e reúso de água de chuva</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 21:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recursos Hídricos]]></category>

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		<description><![CDATA[A água de chuva é um recurso com infinito potencial. Existem diversas soluções simples para o seu aproveitamento como as cisternas. A falta de informação é o que mantém o índice de reuso e aproveitamento baixo, na busca da inversão deste quadro, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas acaba de publicar um livro com soluções práticas sobre [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">A <strong>água de chuva</strong> é um recurso com infinito potencial. Existem diversas soluções simples para o seu aproveitamento como as cisternas. A falta de informação é o que mantém o índice de reuso e aproveitamento baixo, na busca da inversão deste quadro, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas acaba de publicar um livro com soluções práticas sobre o assunto: &#8220;Uso Racional de Água e Energia: Conservação de água e energia em sistemas prediais e públicos de abastecimento de água&#8221;.</p>
</div>
<div>O livro é o quinto volume da série do Programa de Pesquisa em Saneamento Básico – PROSAB, com versão eletrônica disponível.</p>
</div>
<div id="_mcePaste">Uso Racional de Água e Energia: Conservação de água e energia em sistemas prediais e públicos de abastecimento de água é o título do quinto volume da série do Programa de Pesquisa em Saneamento Básico – PROSAB, programa gerido pela Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP. Produzido pelos pesquisadores do Laboratório de Instalações Prediais e Saneamento do Centro de Tecnologia do Ambiente Construído (CETAC) do IPT, em rede com seis outras instituições de pesquisa, o livro tem sua versão eletrônica disponibilizada para download gratuito.</p>
</div>
<div id="_mcePaste">Com conceitos, <strong>metodologias e soluções práticas para o aproveitamento de água de chuva e reúso de águas cinz</strong>a, o livro destaca uma demanda que se intensifica no mercado. Destina-se a projetistas, fabricantes de componentes prediais, construtores e estudantes de graduação e pós-graduação. São apresentados também estudos e soluções para a conservação de água e energia no ambiente predial e público.</p>
</div>
<div id="_mcePaste">A Rede 5 do PROSAB, da qual o IPT faz parte, enfoca o cenário de <strong>escassez de recursos hídrico</strong>s e o alto grau de degradação de mananciais observados em grandes centros urbanos no Brasil e em todo o mundo.</p>
</div>
<div id="_mcePaste"><em>Para fazer download de livros do PROSAB acesse: http://www.finep.gov.br/prosab/produtos.htm</em></p>
</div>
<div id="_mcePaste">Com informações de Envolverde/Ecoagência</div>
<div id="_mcePaste">© Copyleft &#8211; É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.</div>


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