Categoria — Sustentabilidade
Descarte de lixo eletrônico em Campo Grande, MS
O lixo eletrônico possui grande potencial poluidor, pois em sua composição estão muitos metais pesados e componentes tóxicos. Assim, o seu descarte deve ser feito em locais que irão dar a destinação correta para cada tipo de resíduo, pois alguns podem ser reciclados e outros não.
Segue uma sugestão de onde descartar resíduos eletrônicos em Campo Grande, MS:
novembro 11, 2011 1 Comment
Arborização urbana: como plantar as mudas e escolher as espécies de árvores
A arborização urbana é fundamental para garantir o conforto e bem-estar de quem vive na cidade, pois as árvores funcionam como um filtro ambiental, reduzindo a poluição atmosférica, amenizando o calor, diminuindo a insolação e a velocidade dos ventos, e abafando ruídos. As árvores também contribuem no combate à erosão e servem de abrigo e alimento para as aves.
Segundo a Associação Brasileira de Arborização urbana, para a escolha da espécie adequada ao plantio em vias públicas (ruas e calçadas), a árvore deve ter características como:
- Estar adaptada ao clima do local;
- Ser preferencialmente uma espécie nativa da vegetação local;
- Possuir porte adequado ao espaço disponível;
- Não apresentar princípios tóxicos ou alérgicos;
- Devem-se evitar espécies que necessitem de poda frequente, que tenham tronco frágil, caule e ramos quebradiços.
A escolha correta das árvores é importante, porque evita que elas causem problemas para a infra-estrutura do meio urbano, como as redes de água e esgoto, a rede elétrica, o calçamento das ruas e a circulação de pedestres e carros.
É muito fácil contribuir para a conservação das árvores e mudas existentes nas ruas da sua cidade. Basta cuidar das espécies localizadas em frente à sua casa: regando-as na época de seca e quando necessário.
Espécies indicadas para o plantio em ruas e avenidas:
- De pequeno porte: plantio em locais sob rede elétrica. Exemplo: Murta-de-cheiro, Escova-de-garrafa, Ipê-de-jardim, flamboyant-mirim, grevilha-anã, redesá.
- De médio porte: plantio em locais sem rede elétrica e com calçada com menos de 3 m. de largura. Exemplo: Pata-de-vaca, falso-chorão, quaresmeira, canelinha, magnólia, manacá-as-serra.
- Grande porte: plantio em locais sem rede elétrica e com calçada com mais de 3 m. de largura. Exemplo: Angico, jacarandá-mimoso, pau-brasil, oiti, ipê, sibipiruna.
É recomendável que o plantio das mudas seja feito no inicio da estação chuvosa. Caso seja feito na estação das secas, as mudas devem ser irrigadas diariamente durante 30 a 45 dias após o plantio.
Veja como a muda deve ser plantada:

Arborização urbana - Forma certa de plantar árvores
Atenção, quando for plantar respeite as seguintes distâncias mínimas:
- Entre árvores de pequeno porte: 5,0 metros
- Entre árvores de médio e grande porte: 7,0 metros
- Entre árvores de pequeno porte e postes: 5,0 metros
- Entre árvores de médio e grande porte e postes: 7,0 metros
- Entre a esquina e as árvores: 5,0 metros
- Entre as árvores e as entradas de garagens: 5,0 metros
setembro 7, 2011 No Comments
Reciclagem de Lâmpadas fluorescentes: inovação ecológica
Vídeo muito interessante sobre inovação através da reciclagem de lâmpadas fluorescentes.
Uma grande oportunidade para a destinação destes resíduos tóxicos, e tão poluentes. Vale a pena assistir e conhecer o projeto.
abril 22, 2011 2 Comments
Poluição dos rios pode afetar produção industrial e do campo
Em geral, nunca paramos para pensar em como as nossas atividades diárias afetam a nós mesmos, apenas deixamos isso a cargo dos cientistas e pesquisadores. Então lhe convido agora a aumentar a sua consciência ambiental e pensar na seguinte questão: Como que a poluição dos rios afeta a produção industrial e a produção do campo (alimentos)?
1 – Águas poluídas precisam de maior tratamento para serem utilizadas em indústrias, aumentando assim o custo da produção, e o custo do produto final. Ou seja, você que paga pela poluição.
2 -Águas poluídas são mais difíceis de tratar nas Estações de Tratamento de Água para garantir um abastecimento urbano de qualidade, assim ficamos mais sujeitos a contaminantes químicos em geral,e também gastasse mais matéria prima para tratar a água, aumentando o custo do tratamento, que também é repassado para nós na conta de água.
3 – A produção do campo também pode ser encarecida caso seja necessário tratar a água previamente. E muitas vezes a falta de água em qualidade e quantidade pode inviabilizar uma produção de alimentos.
Ainda não acredita que é verdade, veja abaixo exemplo de caso verídico:
Técnicos da Fundação SOS Mata Atlântica analisaram rios de doze estados do Brasil em 2010 e concluíram que a poluição hídrica no país virou um problema crônico. Inclusive já atingiu níveis capazes de afetar a produção agrícola e industrial e dificultar o crescimento econômico nas taxas atuais, ou seja, pode começar a atrapalhar as gerações futuras, principalmente no quesito qualidade de vida. A pesquisa estudou 43 rios, córregos, lagos e açudes investigados, e conclui que nenhum está em boas condições sendo que 70% registraram água de qualidade regular, e em 30% a situação encontrada foi ruim ou péssima. Inclusive em uma enquete que consta no site da instituição, praticamente 100% das pessoas responderam que não estão satisfeitas com a qualidade da águas dos rios de suas cidades.
fevereiro 26, 2011 1 Comment
Vídeos sobre Meio Ambiente e Sustentabilidade
O site da Revista Página 22 – Informação para o novo século – oferece muitos vídeos interessantes sobre meio ambiente, resíduos sólidos, gestão ambiental, construções sustentáveis e sustentabilidade em geral. Vale a pena conferir:
http://pagina22.com.br/index.php/category/p22tv/
novembro 18, 2010 No Comments
Capacidade de suporte para empreendimentos turísticos
A visitação turística em ambientes naturais deve ser rigorosamente planejada para gerar o mínimo possível de impactos negativos e possibilitar que os visitantes tenham uma experiência de qualidade, satisfazendo suas expectativas e alcançando os objetivos do ecoturismo, principalmente o de proporcionar a conservação da natureza. Para isso é importante estabelecer a capacidade de suporte do atrativo turístico, também conhecida como capacidade de carga turística.
A capacidade de carga de um atrativo turístico, ou capacidade de suporte, representa o nível máximo de uso por visitantes que uma área pode manter, ou seja, pode ser definida como o número máximo de visitantes sob determinadas condições, em uma unidade de tempo, de tal forma a não provocar modificações permanentes nos parâmetros relevantes do ambiente. Se este limite é excedido, os impactos ambientais poderão deteriorar a qualidade ambiental do meio.
A capacidade de carga é um conceito relativo que envolve considerações científicas que apresentam valores aos quais devem ser associados aos objetivos de manejo específico de uma determinada área. Para a determinação da capacidade de carga turística de uma área, é necessário conhecer as relações existentes entre os parâmetros de manejo da área e os parâmetros de impacto das atividades nesse local e desta forma tomar decisões para se estimar a capacidade de carga turística. Desta forma, tem-se a capacidade de carga como uma estratégia potencial para reduzir os impactos da visitação em áreas naturais que devem ser protegidas e conservadas, como RPPNs – Reservas Particulares do Patrimônio Natural.
A cidade de Bonito é um exemplo de gestão quando o assunto é capacidade de suporte em atrativos turísticos.
Saiba mais sobre Bonito, MS no Portal Bonito Brazil
novembro 18, 2010 No Comments
Dia da Árvore
setembro 21, 2010 1 Comment
Revisão do Plano Diretor da cidade do Rio de Janeiro
Os Planos Diretores são ferramentas importantes na administração dos meios urbanos. Através deles se realizam os planejamentos e podem ser feitas as cobranças ao poder público. Um Plano Diretor bem feito permite a cidade crescer de maneira ambientalmente correta, economicamente viável e socialmente justa.
A revisão do Plano Diretor da cidade do Rio de Janeiro não está levando em conta uma parcela importante na discussão: os anseios da população.
Plano Diretor: utilidade duvidosa para cariocas
Por Redação Ibase
A proposta de revisão do Plano Diretor da cidade do Rio de Janeiro, conhecida como “Substitutivo 3”, em tramitação na Câmara de Vereadores, na prática pouco faz pela cidade, atendendo exclusivamente às ambições políticas e comerciais de setores interessados na especulação imobiliária – como o hoteleiro e de entretenimento. As necessidades e interesses das classes populares são ignoradas, já que a proposta é formulada sem a devida participação da população. Essa, pelo menos, é a opinião de representantes da sociedade civil e especialistas contrários ao modo como a Prefeitura e a Câmara de Vereadores está conduzindo a revisão.
“O processo de revisão, nos moldes em que está sendo conduzido há quase nove anos, não tem qualquer importância para a cidade. Teria importância somente se fosse parte de um amplo processo de discussão com a população, se atualizasse um diagnóstico sobre os principais problemas enfrentados e, a partir dessa base, formulasse diretrizes, políticas e programas que contribuíssem para a superação dos principais problemas que afetam a maioria da população”, comenta Marcos Asevedo, diretor do Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas no Estado do Rio de Janeiro (Sarj). E complementa: “falta compromisso da Prefeitura e da Câmara de Vereadores em estabelecer um processo democrático de discussão sobre a cidade”.
O Plano Diretor é o instrumento básico de planejamento municipal para a implantação de políticas de desenvolvimento, norteando a ação de agentes públicos e privados na gestão da cidade. A necessidade de sua atual revisão engloba questões práticas e legais: previsto para ter uma duração de dez anos, o último Plano foi criado em 1992, tendo como base uma realidade de quase vinte anos atrás, muito diferente da configuração da cidade hoje. Além disso, ele não incorpora instrumentos urbanísticos e jurídicos criados ou regulamentados pelo Estatuto da Cidade (aprovado somente em 2001).
Para Maria Julieta Nunes, doutora em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e docente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (Ippur), uma das principais falhas da revisão é justamente o fato dela criar um novo plano para a cidade sem levar em consideração qualquer tipo de estudo ou diagnóstico sobre a atual situação do Rio, “um procedimento padrão e recomendado na metodologia dos Planos Diretores”.
Ela também aponta que o novo Plano Diretor, da maneira que está sendo formulado, é preocupante pois redefine papéis na forma de administrar a cidade, transformando sua gestão em um grande negócio. “O anexo 36, por exemplo, cria a chamada concessão urbanística, que deve ser aplicada em operações urbanas e que permite ao município contratar uma empresa privada para fazer a gestão de uma determinada área por 20 anos. Isso é algo absolutamente estranho porque coloca em questão o papel do poder público na qualidade de gestor da cidade. Com esse novo sistema, a população passará a lidar com empresas ao invés do poder público, e essas empresas não necessariamente terão o público em mente ao administrar a cidade”, afirma.
De acordo com o vereador Eliomar Coelho (PSOL), as resistências ao Plano Diretor encontram respaldo em organizações importantes como o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do Rio de Janeiro (Crea/RJ), o Ippur, o Sarj e, inclusive, em ações que estão tramitando no Ministério Público, “que não considera o processo de formulação do Plano Diretor correto”. Apesar de estar em tramitação há quase nove anos, o vereador afirma que ainda não há previsão para a aprovação da revisão. “É provável que o Plano seja aprovado mesmo sem a devida participação pública e que sua utilidade siga a lógica do ‘uma mentira contada mil vezes que se torna verdade’”, sentencia.
Fonte: Envolverde/Ibase
agosto 16, 2010 1 Comment
Coleta de resíduos eletroeletrônicos em discussão
Com a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, é importante definir quais serão as atitudes adotadas para cada tipo de resíduo. E para essa definição o Conselho Nacional de Meio Ambiente está se preparando.
| Conama define em setembro obrigações sobre coleta de eletroeletrônicos
Por Cristina Ávila, do MMA |
Reuniões que tratam sobre a resolução desse tipo de resíduo, que traz complexidade para a coleta e destinação, tem a participação do MMA, da cadeia produtiva e de representantes de estados e municípios.
Os acordos setoriais previstos pela Política Nacional de Resíduos Sólidos que será sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na segunda-feira (2/8), já estão se realizando na prática. A nova legislação que será regulamentada por decreto neste ano tem como uma de suas características a logística reversa – o que significa a obrigação dos fabricantes pela destinação de seus produtos depois de descartados pelos consumidores -, outro aspecto que a caracteriza é o estímulo a parcerias que tornarão possível essa tarefa.
É o que vem acontecendo no Conselho Nacional de Meio Ambiente. Em reunião agendada para setembro, o Conama deverá ter definido consenso a respeito da coleta e destinação de eletroeletrônicos. A partir daí, o assunto vai para as câmaras técnicas e depois para o plenário. As reuniões que tratam sobre a resolução desse tipo de resíduo tem a participação do MMA, da cadeia produtiva e de representantes de estados e municípios. “Vemos com muita satisfação a aprovação da Política Nacional, pois vai facilitar o diálogo que já existe no Conama”, afirma Zilda Veloso, gerente de Resíduos Perigosos.
Zilda explica que esse é um grupo de trabalho que tem a particularidade de tratar de resíduos muito diversos, que vão desde um pequeno celular a uma grande geladeira. O que traz complexidade para a coleta e destinação. “Hoje não existem responsabilidades definidas. Esperamos que a resolução do Conama contemple responsabilidades para os importadores e fabricantes. O que, aliás, é o espírito da Política Nacional de Resíduos Sólidos”, comenta ela.
A expectativa é compartilhada com o setor produtivo. “Avançamos no debate e já temos diversos pontos de consenso”, diz André Saraiva, diretor de Responsabilidade Social da Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica. Segundo ele, um desses pontos é justamente sobre as obrigações de cada segmento para que a reciclagem se torne realidade.
Além das questões de responsabilidade ambiental pelo destino de produtos como computadores, celulares, secadores de cabelo, geladeiras, outro motivo que mobiliza a sociedade é o valor econômico dos resíduos. Um dos exemplos da expectativa da indústria é a presença de Philipp Bohr na reunião mais recente, realizada no dia 28 de julho. Ele está interessado nas decisões do Conama a respeito da coleta. Isso porque é representante de uma empresa suíça que será inaugurada, em setembro, em São Paulo, para a reciclagem de geladeiras e freezers.
“Temos capacidade de reciclar 420.000 geladeiras por ano, com aproveitamento de frações de aço, plástico, metais não ferrosos, polietileno e o CFC (clorofluorcarboneto), que é canalizado e transformado em ácido de uso industrial”, afirma Phillipp Bohr. Para que essa indústria funcione, o segmento deve estar organizado, para que a coleta não representante custos que inviabilizem o negócio.
André Saraiva explica que o consenso que se desenha no Grupo de Trabalho se refere justamente a isso – o que não é tão simples como parece, no caso de geladeiras de clínicas laboratoriais, por exemplo. “Uma geladeira com essa origem precisará ser descontaminada”. Saraiva cita que para se formular a resolução do Conama é necessário ter uma visão geral sobre o assunto. “Não se pode destinar um computador com dados pessoais para a reciclagem, é preciso primeiro deletar informações. Também não é possível transportar sem que se pense na questão jurídica, pois esses computadores são legalmente propriedade de alguém”, disse ainda.
Via (Envolverde/MMA)
agosto 2, 2010 1 Comment
Campo Grande terá Ecopontos para coleta de lixo eletrônico.
Em Campo Grande – Mato Grosso do Sul, a prefeitura irá implantar 4 ecopontos, em diversos locais da cidade, para coleta de lixo eletrônico.
Os produtos serão armazenados temporariamente nos ecopontos até serem encaminhados para reciclagem ou descarte, em empresas certificadas.
Com essa atitude, a prefeitura visa a prevenção dos impactos que seriam provocados caso o lixo eletrônico fosse disposto de maneira errada na natureza, e ainda contribuirá com a formação de diversos jovens, que participarão de um Centro de Recondicionamento de Computadores (CRC).
Fonte: Matéria no jornal Correio do Estado, Domingo, 23 de maio de 2010.
maio 26, 2010 4 Comments

