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Coleta de amostras para potabilidade

Análise do ponto de coleta: a amostra tem que ser o mais representativa o possível do que se quer coletar.
A coleta interfere no resultado da análise.
Quando os metódos de coleta não estão bem definidos ou são errôneos os resultados são duvidosos (sem credibilidade).
 

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Classificação dos solos quanto à origem

De acordo com a sua origem, os solos se dividem em:

  1. Solos residuais
  2. Solos transportados
  3. Solos orgânicos

1) Solos residuais, ou sedentários, ou eluviais: são aqueles que permanecem no local de sua formação, sobre a rocha de origem. O tamanho de suas partículas aumenta de cima para baixo.
2) Solos transportados: são divididos de acordo com o agente de transporte:
Sedimentares: são solos cujas partículas são transportadas pela água e se sedimentam quando a velocidade desta diminui o coeficiente para tanto.

  • Coluviais: são aqueles transportados por gravidade. Localizam-se nos pés dos montes, sendo chamados de depósitos coluviais ou tálus.
  • Glaciais: transportados por geleiras.
  • Eólicos: transportados pelo vento.
  • Aterros: transportados pelo homem.

3) Solos orgânicos: são formados pela mistura de matéria orgânica, animal ou vegetal, com sedimentos pré-existentes. Ocorrem em locais característicos, mais favoráveis ao acúmulo de matéria orgânica: áreas adjacentes aos rios, várzeas, baixadas litorâneas, depressões (pântanos, etc).

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Resumo: origem dos solos

Os solos são os produtos dos agentes de intemperização atuando sobre as rochas.
Intemperização: é um conjunto de fenômenos naturais, físicos e químicos, que atuam sobre as rochas transformando-as de material coerente em incoerente (solos). Existem dois tipos de intemperização, a mecânica e a química.

  • Intemperização mecânica: provoca a desintegração ou desagregação das rochas. Agentes: a água e o vento, auxiliados pelas variações de temperatura.
  • Intemperização química: causa decomposição ou alteração das rochas. Os solos originados possuem composição química diferente daquela da rocha matriz, enquanto na intemperização mecânica a composição química permanece inalterada.
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O que é um criadouro de fauna?

É todo empreendimento autorizado por órgãos ambientais competentes para criar e comercializar animais silvestres e pode ser dividido nas seguintes categorias:
Criadouro científico para fins de conservação: todo empreendimento, de pessoa física ou jurídica, vinculado a planos de manejo reconhecidos, coordenados ou autorizados pelo órgão ambiental, com finalidade de: criar, recriar, reproduzir, e manter espécimes da fauna silvestre nativa em cativeiro para fins de realizar e subsidiar programas de conservação.
Criadouro científico para fins de pesquisa: todo empreendimento, somente de pessoa jurídica, vinculado a instituições de pesquisa ou de ensino e pesquisa legalmente constituídas com finalidade de: criar, recriar, reproduzir e manter espécimes da fauna silvestre em cativeiro para fins de realizar e subsidiar pesquisas científicas, ensino e extensão.
Criadouro comercial: todo empreendimento de pessoa física ou jurídica com finalidade de: criar, recriar, terminar, reproduzir e manter espécimes da fauna silvestre em cativeiro para fins de alienação de espécimes, partes, produtos e subprodutos.

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Recursos Hídricos Sem categoria Tecnologias Ambientais

Significado Sanitário da Cor para o tratamento de água

Podemos estudar o  Significado Sanitário da Cor para o tratamento de água em função de sua origem, assim temos:
Resíduos Orgânicos (vegetais ou animais) das águas pantanosas
As águas contendo cor devida as substâncias que sofreram decomposição nos brejos, pântanos e nas florestas; não consideradas de qualidades e características tóxicas ou maléficas. Entretanto, como tais águas apresentavam coloração amarelo-pardacentas, semelhantes à urina, são geralmente recusadas pelo público.
Resíduos Industriais
As águas poluídas por resíduos industriais podem ser altamente tóxicas, dependendo da natureza das substâncias que lhes atribuem a coloração.
O refugo das tinturarias podem atribuir cores as mais variadas, mas em geral, de fácil identificação. Já os refugos das fábricas de papel são, ricos em compostos lignossulfônicos, intensamente coloridos, de difícil identificação, e o que é pior, altamente tóxicos e resistentes ao ataque biológico. Muitos destes materiais, ao atingirem os cursos, adicionam cor as águas, por longas distâncias (devido à sua grande estabilidade biológica). O tratamento destas água, com o fim de remoção destes tipos de materiais coloridos é geralmente muito dispendioso.
Resíduos Domésticos
As águas contaminadas por esgotos domésticos, são altamente tóxicos, porquanto, ficam dotadas, entre outras, de contaminação fecal.
Matéria Sólida Inorgânica e Orgânica em Suspensão.
As águas que possuem tal tipo de cores, podem estar contaminadas biologicamente, e mesmo, por algum agente químico tóxico. Se a cor, porém, é devida unicamente ao material suspenso inorgânico provavelmente não apresenta outro inconveniente que não o de ordem estética.

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Turbidez na água

A turbidez na água é causada pela presença de materiais em suspensão, tais como argila, sílica, matéria orgânica e inorgânica finamente dividida e organismos microscópicos, resultantes, tanto de processos naturais de erosão, como da descarga de esgotos domésticos e industriais. Estes materiais ocorrem em tamanhos diversos, variando desde as partículas maiores que se depositam (tamanho superior a 1) até as que permanecem em suspensão por muito tempo (como é o caso das partículas coloidais).
A turbidez excessiva diminui a penetração da luz na água e, com isso, reduz a fotossíntese dos organismos do fitoplâncton, algas e vegetação submersa. Os materiais que se sedimentam preenchem os espaços entre pedras e pedregulhos do fundo, eliminando os locais de desovas de peixes e o “habitat” de muitos insetos aquáticos e outros invertebrados, afetando a produtividade dos peixes.
A água destinada direta ou indiretamente ao consumo humano ou a processos industriais deve estar isenta de turbidez. O uso recreacional da água também é afetado pela turbidez.
A turbidez interfere na desinfecção da água, pois o material em suspensão pode envolver os organismos e dificultar a ação do desinfetante. A turbidez ocasiona também formação de lodo extra nas estações de tratamento.
Origem da turbidez
a) Desmatamento (erosão)
b) Ação biológica
c) Esgotos domésticos (tratados ou não)
d) Despejos industriais (tratados ou não)
Portanto a turbidez pode ser causada por substâncias minerais, organismos ou substâncias biológicas
Significado da turbidez para a Engenharia Sanitária e Ambiental

  • Estética: A água com qualquer turbidez está relacionada a possível contaminação.
  • Na filtração (ETA): A filtração se torna mais difícil e dispendiosa com aumento da turbidez. Para evitar este inconveniente, antes que água seja conduzida aos filtros (unidade de tratamento) se efetua uma coagulação química seguida de decantação.
  • A desinfecção das águas para abastecimento público na maioria das ETA, em nosso pais é geralmente feita por ação do cloro (raramente por ozônio e raios ultravioletas)
  • Adsorção. Moléculas tóxicas podem ser adsorvidas por partículas em suspensão.

O fator mais importante na desinfecção é o contato direto do desinfetante com os organismos patogênicos. Em águas turvas, a maioria dos germes nocivos podem ficar oclusos dentro das partículas, e assim, protegidos dos desinfetantes. Por essa razão, as etapas de tratamento da agua (coagulação, decantação e filtração) devem ter eficiência na remoção da turbidez para possiblitar uma boa desinfecção

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Orçamento de serviços de licenciamento ambiental em MS

O licenciamento ambiental é um processo burocrático que exige uma série de estudos e documentos. O empreendedor que busca o licenciamento pode fazer o mesmo sozinho, contudo muitas vezes são necessários estudos que devem ser feitos por engenheiros ou profissionais. No Mato Grosso do Sul o órgão licenciador é o IMASUL e em Campo Grande a PMCG.
Para orçamento de serviços de licenciamento ambiental em MS, use o formulário abaixo:
[contact-form-7 id=”829″ title=”Sem nome”]

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Resíduos de serviço de saúde: legislação aplicada

Dissertação de Mestrado “ESTUDOS VISANDO A ELABORAÇÃO DO PLANO DE GESTÃO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DO
CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE – CCBS/UFMS” – 2010 por Marjolly Priscilla Shinzato
Os resíduos de serviços de saúde (RSS), definidos como resíduos gerados em estabelecimentos que prestam serviços de assistência à saúde humana ou animal, representam uma fonte potencial de riscos para a saúde de quem os manipula no ambiente intra e extraestabelecimento gerador e, por isso, órgãos governamentais como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) criaram normas e resoluções como instrumentos de orientação, fiscalização e exigência de práticas adequadas para o manejo de tais resíduos, a fim de minimizar-se e/ou eliminar-se danos à saúde dos trabalhadores, à sociedade e ao ambiente.
O Ministério da Saúde (ANVISA, 2006) destaca que os RSS ganharam destaque legal no início da década de 90, quando foi aprovada a Resolução Conama n° 006, de 19/09/1991 (BRASIL-CONAMA, 1991), a qual desobrigou a incineração ou qualquer outro tratamento de queima dos resíduos sólidos provenientes dos estabelecimentos de saúde e de terminais de transporte, e deu competência aos órgãos estaduais de meio ambiente para estabelecerem normas e procedimentos ao licenciamento ambiental do sistema de coleta, transporte, acondicionamento e disposição final dos resíduos, nos estados e municípios que optaram pela não incineração. Posteriormente, a Resolução Conama n° 005 de 05/08/1993 (BRASILCONAMA, 1993), fundamentada nas diretrizes da resolução de 1991, estipulou que os estabelecimentos prestadores de serviço de saúde e terminais de transporte deveriam elaborar o gerenciamento de seus resíduos, contemplando os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final.
Esta resolução de 1993 sofreu um processo de aprimoramento e atualização, o qual originou a Resolução Conama n° 283, publicada em 12/07/2001 (BRASIL-CONAMA, 2001), que dispõe especificamente sobre o tratamento e destinação final dos resíduos de serviços de saúde, não englobando mais os resíduos de terminais de transporte. A Resolução Conama de 2001 institui o termo Plano de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde – PGRSS e impôs responsabilidade aos estabelecimentos de saúde em operação e àqueles a serem implantados, para implantarem o PGRSS, definindo também os procedimentos gerais para o manejo dos resíduos a serem adotados na ocasião da elaboração do plano. Até então, tais dispositivos legais não haviam sido contemplados em nenhuma resolução ou norma federal. 68 No âmbito da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) além das NBR 10004 (ABNT, 2004), que classifica os resíduos sólidos em função dos riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde, existem outras normas relativas ao controle dos RSS que devem ser atendidas, a saber: NBR 12807 – Terminologia dos Resíduos de Serviços de Saúde; NBR 12809 – Manuseio dos Resíduos de Serviços de Saúde; NBR 12810 – Coleta de Resíduos de Serviços de Saúde; NBR 7500 – Símbolos de Risco e Manuseio para o Transporte e Armazenagem de Materiais (ABNT, 1993a,b,c, 2000).
Como a ANVISA tem a missão de regulamentar, controlar e fiscalizar os produtos e serviços que envolvam riscos à saúde pública, chamou para si a responsabilidade de regulamentar os RSS e passou a promover um grande debate público para orientar a publicação de uma resolução específica. Assim, em 2003, foi promulgada a Resolução de Diretoria Colegiada, RDC n° 33 (BRASIL-ANVISA, 2003), que dispôs sobre o regulamento técnico para o gerenciamento de RSS, levando em consideração os riscos aos trabalhadores, à saúde e ao meio ambiente. A adoção desta metodologia de análise de risco da manipulação dos resíduos gerou divergências desta resolução da ANVISA com as orientações estabelecidas pela Resolução Conama n° 283 (ANVISA, 2006). Tanto a ANVISA quanto o Conama tiveram que buscar a harmonização das regulamentações.
Isso culminou com a revogação da RDC n° 33 e a publicação da RDC n° 306, em dezembro de 2004, e da Resolução Conama n° 358, em maio de 2005. A sincronização demandou um esforço de aproximação que se constituiu em avanço na definição das mesmas regras e considerações para o tratamento dos RSS no país, com o desafio de considerar as especificidades locais de cada estado e município. O progresso alcançado com tais resoluções relaciona-se, principalmente, com a definição de procedimentos seguros para a gestão dos RSS, com a consideração das realidades e das peculiaridades regionais (ANVISA, 2006).
A Resolução Conama n° 358 trata do gerenciamento sob o ponto de vista da preservação dos recursos naturais e do meio ambiente, além de estabelecer as competências aos órgãos ambientais estaduais e municipais para fixarem critérios para o licenciamento ambiental dos sistemas de tratamento e destinação final dos RSS. Por outro lado, a RDC Anvisa n° 306 concentra sua regulação no controle dos processos de segregação, acondicionamento, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final, estabelecendo procedimentos operacionais em função dos riscos envolvidos, e concentrando seu controle na inspeção dos serviços de saúde.