Desmatamento: problema ambiental, tradição milenar

Atualmente, diversos problemas ambientais assolam o mundo inteiro, alguns em estágios bem avançados e graves. Um dos mais alarmantes e antigos é o desmatamento, que é ou pelo menos foi encontrado em todas as regiões do planeta. Desmatar significa destruir, exterminar ou prejudicar seriamente a vegetação original de uma área, para qualquer que sejam os fins.

O desmatamento raramente é causado naturalmente (como por queimadas em regiões muito quentes e em um clima favorável a isso, ou por ventos muito fortes e raios que podem atingir e derrubar as árvores), fazendo com que essa atividade seja vista, quase que totalmente, como uma ação antropológica, ou seja, que é causada pelo homem. Pode ser praticada através de queimadas ou corte com auxílio de diferentes ferramentas. Entre as consequências diretas do desmatamento, há a extinção de inúmeras espécies de plantas e animais, destruição de biomas, danos à atmosfera (devido aos gases emitidos pelas queimadas e pela diminuição da fotossíntese, que diminui as taxas de gás carbônico e aumenta as de oxigênio), etc.

Historicamente, o homem desmata regiões ao seu redor há milhares de anos. Uma das primeiras ações dos portugueses ao chegarem ao Brasil foi cortar as árvores aqui encontradas, principalmente pau-brasil, já que quase não havia mais o que desmatar na Europa. Não havia conscientização sobre os prejuízos causados pela destruição das matas, o que fazia que essa atividade fosse praticada até se esgotar os recursos naturais da área. E o desmatamento, assim como o homem e suas tecnologias, apenas evoluiu e tornou-se mais rápido e mais fácil, com o auxílio de novas técnicas e máquinas, extrapolando os limites de recuperação do meio ambiente e extinguindo diversas espécies de árvores e até de animais.

Para evitar-se esse tipo de problema, deve-se haver conscientização da população referindo-se aos danos causados pelo desmatamento. Algumas normas foram criadas pelo Código Florestal Brasileiro que impedem ou reduzem essas atividades destrutivas, tais como Áreas de Preservação Permanente (APP), que designam algumas regiões que nunca podem ser desmatadas, áreas de Reserva Legal, que controlam o desmatamento dentro de uma propriedade, entre outras, que devem ser seguidas por todos os brasileiros para não haver ainda mais prejuízos, que afetam o mundo inteiro.

Leia Mais

O ciclo do carbono e oxigênio e o aquecimento global

Os ciclos do carbono e do oxigênio estão diretamente relacionados aos processos de fotossínteses e de respiração aeróbia, e alguns dos seus componentes são as plantas, animais, a fotossíntese.

No último século, a revolução industrial e consequente avanço na indústria fizeram com que o homem interferisse neste ciclo através da queima dos combustíves fósseis, causando o chamado efeito estufa, ou aquecimento global.

Leia Mais

Controle das emissões de GEEs nos Estados Unidos

Como é um dos principais emissores de gases do efeito estufa, é um bom sinal notar que os Estados Unidos estão pouco a pouco caminhando para limitar seus impactos.

EPA divulga controle de emissões para veículos pesados
Por Fernanda B Muller, da Carbono Brasil

Apesar das reclamações, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos está avançando na regulamentação das emissões de gases do efeito estufa em cada setor da economia, anunciando agora limites para veículos pesados.

As regras devem entrar em vigor a partir de 2014 e serão finalizadas até julho de 2011, cobrindo principalmente a eficiência energética e emissões de GEEs de caminhões maiores e ônibus.

Em abril a EPA já havia divulgado regras para automóveis e caminhões leves, exigindo a redução das emissões de carbono em 30% até 2016 em conjunto com o aumento da eficiência dos combustíveis em 42%. As expectativas da Casa Branca são que esta iniciativa corte as emissões de dióxido de carbono em quase 1 bilhão de toneladas, o equivalente a retirada de 50 milhões de carros e caminhões das ruas em 2030.

Na sexta-feira passada a EPA e o Departamento de Transportes enviaram a minuta com as novas regulamentações para revisão da Casa Branca

Fonte: (Envolverde/Carbono Brasil)

Leia Mais

Curitiba – Feira Brasileira de Reciclagem 2010

Entre 16 e 19 de Junho, pelo quinto ano consecutivo em Curitiba, será realizado o evento RECICLAÇÃO – Feira Brasileira de Reciclagem, Preservação e Tecnologia Ambiental. Que tem o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável, a geração de negócios e a integração entre a comunidade científica e as empresas privadas atuantes no segmento ambiental e de reciclagem.

Além de feira e da exposição de maquinários, equipamentos e serviços, a RECICLAÇÃO também é composta por vários eventos técnico científicos que visam a capacitação de profissionais atuantes nestes segmentos, assim como a muitiplicação e disseminação da consciência sócio ambiental necessária para a educação e preservação do meio ambiente. Entre os eventos simultâneos, esta o III Seminário de Saneamento Ambiental, o Seminário de Gestão Ambiental e Mudanças Climáticas, o Seminário de Reciclagem Agrícola – Resíduos Urbanos, Industriais e Rurais, e o Curso de Introdução ao Mercado de Reciclagem.

Mais informações no site: www.montebelloeventos.com.br/reciclacao

Leia Mais

Feira Industrial adota Projeto de neutralização de carbono

A Expo-MS 2010 vai adotar uma postura inédita nesta edição.  Todo o carbono emitido na atmosfera durante o evento será  neutralizado com o plantio de árvores.

Segundo o presidente da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), Sérgio Longen, uma equipe ficará responsável por diagnosticar os resíduos sólidos e liquídos de cada indústria. “A partir deste levantamento, serão incrementadas ações para que as empresas obtenham o selo verde de emissão zero de carbono”,informou.

O projeto de gestão ambiental, a ser lançado pela Fiems, também prevê a contratação de uma empresa para calcular a emissão de gás carbônico (CO2), levando em consideração o fluxo de pessoas presentes  no local, energia elétrica consumida, quantidade de dias do evento, veículos presentes, entre outros.

Ao final da feira, a partir do índice de emissão do gás carbônico emitido durante o evento, será calculada a quantidade de árvores necessárias para a compensação, a serem plantadas posteriormente.

O evento acontece neste ano entre os dias 18 e 22 de maio, no Centro de Convenções Albano Franco, em Campo Grande (Mato Grosso do Sul).

Por Bárbara Ferragini – Com informações do jornal Correio do Estado

Leia Mais

Lei da Política Nacional sobre Mudança do Clima

Foi publicada no dia 30/12/2009 no D.O.U. (Diário Oficial da União) a Lei 12.187/2009 que institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima.

O texto foi sancionado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com três vetos.

Anteriormente, no dia 10/12/2009, o governo já havia publicado a lei 12.114/2009, que instituiu o Fundo Nacional sobre Mudanças Climáticas (FNMC).

Essas duas leis somadas determinam os instrumentos básicos do país para enfrentar as questões econômicas e sociais diretamente impactadas pelas mudanças climáticas.

Metas

A política nacional fixa em lei o compromisso do Brasil de reduzir as emissões de gases de efeito estufa entre 36,1% e 38,9% até 2020. Um decreto presidencial ainda deverá ser editado para detalhar as ações de cada setor da economia para o cumprimento dessa meta.

Também deverá haver medidas de adaptação às mudanças climáticas e planos de ação para prevenção e controle do desmatamento em biomas como o Cerrado, a Amazônia e a Mata Atlântica.

Vetos

O presidente Lula vetou três pontos do texto aprovado pela Câmara e pelo Senado. Um deles proibia o contingenciamento de recursos orçamentários para combate às mudanças climáticas. Outro limitava os estímulos governamentais às usinas hidrelétricas de pequeno porte. E o terceiro previa o gradativo abandono do uso de fontes energéticas que usem combustíveis fósseis, como é o caso do petróleo.

Fundo

As ações previstas na lei serão financiadas com recursos de um fundo específico, além de linhas de crédito, financiamentos públicos e medidas fiscais e tributárias.

Outro mecanismo previsto é o do mercado de carbono, no qual países ricos podem comprar créditos, pagando por projetos que reduzam as emissões poluidoras na atmosfera. A lei define os créditos de carbono como títulos mobiliários negociáveis em bolsas de valores e de mercadorias e futuros.

Fonte: Observatório Eco

Leia mais sobre a Lei de Política Nacional sobre Mudança do Clima

Leia Mais