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Plano de resíduos sólidos

O que é?
É um instrumento de planejamento que visa o aperfeiçoamento da gestão dos serviços de limpeza pública.
Os planos são elaborados para vigência por prazo indeterminado, com horizonte de atuação de vinte anos e revisões a cada quatro anos.
Um plano de resíduo sólido consiste em:

  • Diagnóstico, que tem como base o levantamento de dados, análises do modelo de gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos;
  • Prospectivas da geração de resíduos sólidos, por meio de proposição de cenários;
  • Diretrizes e estratégias para o planejamento e as demais atividades de gestão;
  • Indicadores de desempenho operacional e ambiental dos serviços públicos de limpeza e de manejo dos resíduos;
  • Metas de redução, reutilização, coleta seletiva e para reciclagem;
  • Metas para o aproveitamento energético dos gases gerados nas unidades de disposição final de resíduos sólidos;
  • Metas para a eliminação e recuperação de lixões, associados à inclusão social e à emancipação econômica de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis;
  • Programas, projetos e ações para o atendimento das metas previstas;
  • Medidas, condicionantes e normas técnicas.
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Recursos e instrumentos necessários à fiscalização ambiental

Para a fiscalização são necessários recursos humanos capacitados, com formação específica na área ambiental e conhecimento amplo da legislação ambiental. Os recursos materiais são fundamentais e incluem desde a logística para o trabalho de escritório e de campo até os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).
Os principais instrumentos necessários à fiscalização ambiental são:

  • sistema informatizado com banco de dados geoespacializados;
  • legislação ambiental atualizada;
  • licenças ambientais;
  • formulários de suporte à fiscalização;
  • Laudo de Constatação (LC);
  • Notificação (NOT);
  • Auto de Infração (AI);
  • cartas topográficas e imagens de satélite;
  • equipamentos de apoio (GPS, calculadora, trena, câmera fotográfica, oxímetros, condutivímetros e termômetros, entre outros).
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O estado de MS possui Plano Estadual de Recursos Hídricos?

Sim. O Plano Estadual de Recursos Hídricos de Mato Grosso do Sul (Perh-MS) foi aprovado pelo conselho Estadual de Recursos Hídricos em 2009, por meio da Resolução Cerh/MS nº 011/2009.
As revisões do Perh-MS estão previstas para ocorrerem a cada cinco anos.
Os principais objetivos do Plano Estadual de Recursos Hídricos são:

  • Fundamentar e orientar a implementação da Política Estadual de Recursos Hídricos.
  • Diagnosticar a situação atual dos recursos hídricos.
  • Mostrar o balanço entre disponibilidade e demandas futuras dos recursos hídricos, em quantidade e qualidade, com identificação de conflitos potenciais.
  • Priorizar as medidas a serem tomadas, programas a serem desenvolvidos e projetos a serem implantados.
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Fiscalização ambiental

Importante instrumento de gestão ambiental, a fiscalização ambiental é definida como uma atividade de controle dos usos dos recursos ambientais, exercida pelo Poder Público com vistas a proteger os bens ambientais das ações predatórias. A atividade de fiscalização possui caráter preventivo e repressivo.
As ações de fiscalização de caráter preventivo são desenvolvidas de forma sistêmica e as repressivas decorrem do atendimento a denúncias.
Qual é o objetivo da fiscalização ambiental?
A fiscalização objetiva manter a integridade do meio ambiente, assegurar o uso racional dos recursos ambientais e seus subprodutos, e restringir as ações prejudiciais do homem sobre a natureza por meio das principais ações:

  • Atendimento às denúncias de crimes ambientais, oriundas da sociedade, pessoa física ou jurídica, que se sente lesada em seus direitos de uso dos recursos ambientais;
  • Lavraturas de Laudos de Constatação, Notificações e Autos de Infração;
  • Vistorias e monitoramento dos Projetos de Recuperação de Área Degradada;
  • Vistorias e fiscalização das atividades com licenciamento simplificado (comunicados);
  • Verificação do cumprimento de condicionantes de licenças ambientais;
  • Atendimento a acidentes ambientais envolvendo produtos químicos perigosos.
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Questões de Engenharia de Saúde Pública

Abaixo estão 3 Exercícios, Questões práticas com gabarito sobre Engenharia de Saúde Pública, uma matéria comum dos cursos de Engenharia Ambiental, geralmente ocorrendo no terceiro ano da graduação.
 
1 – Sobre Saneamento Ambiental, assinale a alternativa incorreta (1,0):
a) A educação em saúde pública e ambiental é fundamental para garantir o controle de vetores e de reservatórios de doenças transmissíveis.
b) O saneamento ambiental compreende apenas as atividades de Abastecimento de Água, Esgotamento sanitário e Drenagem urbana.
c) Para a sociedade, a falta de saneamento ambiental gera reflexos econômicos.
d) A coleta e a destinação final adequada dos resíduos sólidos também é peça fundamental no controle de vetores e de reservatórios de doenças transmissíveis.
e) O Saneamento ambiental abrange o saneamento da habitação, dos alimentos, dos locais de trabalho e recreação, no processo de planejamento territorial, em situações de emergência e etc.
2 – Relacione as colunas (1,0):
A. Diminuição de custos para a sociedade em geral (diminuição número de leitos hospitalares, menor índice de faltas no trabalho, aumento da qualidade de vida em geral, menores gastos com remediação de passivos ambientais).
B. Riscos tradicionais: associados ao subdesenvolvimento, como falta de acesso à água potável, saneamento inadequado das habitações e comunidade, destino inadequado de resíduos sólidos, acidentes ocupacionais, e etc. Riscos modernos: associados ao desenvolvimento não-sustentável, como poluição urbana, poluição industrial, geração de resíduos sólidos perigosos, riscos químicos e radiotivos, desflorestamento, degradação do solo, mudanças climáticas.
C. Conjunto de obras, instalações e serviços, destinados a produzir e distribuir água a uma comunidade, em quantidade e qualidade compatíveis com as necessidades da população, para fins de consumo doméstico, serviços públicos, consumo industrial e outros usos.
D. Em função de cada uso para o qual se destina o recurso hídrico, têm-se os requisitos de qualidade necessários.
E. Resultado da superposição dos cenários distintos que ocorrem em uma Bacia Hidrográfica, principalmente das formas de uso e ocupação do solo, e das característicais naturais da região.
F. Riscos relacionados com a ingestão de água contaminada por agentes biológicos (bactérias, vírus, e parasitos), pelo contato direto, ou por meio de insetos vetores que necessitam da água em seu ciclo biológico, e riscos derivados de poluentes químicos e radioativos, geralmente efluentes de esgotos industriais, ou causados por acidentes ambientais
( ) Riscos associados ao Abastecimento de água
( ) Sistema de Abastecimento Público de Água
( ) Usos múltiplos dos recursos hídricos
( ) Importância social e econômica do saneamento
( ) Qualidade da água em uma Bacia Hidrográfica
( ) Impactos do ambiente sobre a saúde humana
3 – Sobre Sistemas Públicos de Abastecimento de água e sua importância social, econômica e sanitária, julgue os itens abaixo em Verdadeiro (V) ou Falso (F) (1,0):
________ Os Sistemas Públicos de Abastecimento de água também têm a função de controlar e prevenir doenças.
________ Este sistema não aumenta a vida média da população, apesar de reduzir a taxa de mortalidade infantil.
________ Os Sistemas Públicos de Abastecimento de água não possuem nenhuma relação com a limpeza pública.
________ Estes sistemas podem ser instalados tanto para pequenas como grandes povoações, na zona rural ou urbana.
________ Prefere-se sistemas individuais de abastecimento de água do que públicos, pois é mais fácil de controlar a qualidade da água consumida.
________ Este sistema aumenta a vida produtiva dos indivíduos, pois aumenta a vida média da população, e reduz do tempo de trabalho perdido com doenças.
_______ O abastecimento público de água não facilita o combate a incêndios, pois em geral há deficiência de instalação de hidrantes nas cidades.
________ Estes sistemas propiciam desenvolvimento econômico, pois facilitam a instalação de indústrias, e o maior progresso das comunidades e do turismo, em geral.
________ Este sistema engloba a retirada da água da natureza, a adequação de sua qualidade (tratamento), o transporte até os aglomerados humanos e o fornecimento às população em quantidade compatível com suas necessidades.
________ O abastecimento público de água propicia conforto, bem-estar e segurança para a população urbana.
GABARITO (RESPOSTAS)
1 – B
2 – F, C, D, A, E, B
3 – V, F, F, V, F, V, F, V, V, V

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Jar-Test ou Teste de Jarros

Relatório Técnico da aula prática de Jar – Test
O teste de jarros é um método ainda bastante empregado em nossas Estações de Tratamento de Água, para a determinação das dosagens ótimas dos coagulantes que são usados nas ETAs.
Entretanto este tipo de ensaio vem sendo empregado também para a determinação de parâmetros básicos na elaboração do projeto de uma Estação de Tratamento de Água. Por este ensaio determina-se a condição ótima para floculação de uma água caracterizada pelo tempo e agitação necessária. Para tanto (1) uma vez determinada a dosagem ótima dos coagulantes, deve-se verificar qual o tempo, e qual o gradiente de velocidade ótimo para se flocular a água em estudo. Além disso, deve-se verificar se a floculação obtida fornece uma água que após a sedimentação apresentará uma grande redução de turbidez e cor.
Objetivos
A prática sobre o ensaio de Jar-Test teve como característica o aprendizado, através da simulação do funcionamento das fases de coagulação e floculação de uma ETA utilizando o método dos seis (6) jarros.
O principal objetivo da aula foi verificar qual a concentração de coagulante (sulfato de alumínio) que obteve melhores resultados mediante a um mesmo regime de gradiente de velocidade. Sendo que o mesmo método é aplicado simultaneamente aos seis jarros.
Jar – Test
O “Jar-Test”, ou Teste de Jarros, é um ensaio em feito em bancada, que reproduz as condições do processo de coagulação/floculação da estação de tratamento de água, em busca da condição operacional que resulte na melhor eficiência possível, considerando-se as características da água a ser tratada, com a aplicação de reagentes e controle dos parâmetros envolvidos no processo.
O ensaio pode ser feito para a elaboração de projeto, ou adequação deste a uma nova situação de característica da água, monitoramento e ajuste do processo de tratamento desta, além de teste de eficiência de novos reagentes.
O equipamento de ensaio pode receber o mesmo nome deste (“Jar-Test”), “Turb-Floc”, ou, simplesmente, misturador, que consiste de seis pás capazes de operar com velocidade variável de 0 a 100 rpm (rotações por minuto). Quando se realiza o ensaio, são colocados dois litros de água em cada jarro, ou becker, os quais são dosados com diferentes quantidades de coagulante, simultaneamente, sob agitação máxima (100 rpm), por cerca de um minuto.
Após a mistura rápida para dispersar o coagulante, as amostras são agitadas vagarosamente para a formação dos flocos e, depois, deixa-se decantar. O tempo e intensidade de agitação podem ser variáveis, de modo a reproduzir a situação real da estação de tratamento de água, ou a buscar a melhor condição física operacional, se houver possibilidade de ajuste de tempo de detenção e gradiente de velocidade nas diversas fases de tratamento na estação.
Depois de algum tempo desliga-se o equipamento, aguardando um tempo correspondente ao tempo de detenção na etapa de decantação. São observadas e anotadas, então, a natureza e as características de decantabilidade dos flocos, em termos qualitativos, ou seja, pobre, regular, boa ou excelente. Uma amostra nebulosa indica coagulação pobre, enquanto que a coagulação satisfatória contém flocos que são bem formados, com o líquido apresentando-se claro entre partículas. A menor dosagem que fornece boa remoção de turbidez durante o “Jar-Test” é considerada como a primeira dosagem experimental na operação da estação de tratamento.
Geralmente, a estação de tratamento fornece melhores resultados que um “Jar-Test”, com a mesma dosagem.
Para pesquisas ou estudos especiais, os jarros usados no ensaio podem ser modificados para reproduzirem mais aproximadamente as unidades de mistura construídas nas estações de tratamento.
Tendo em vista a influência das características da água a ser tratada na dosagem de coagulante a ser aplicada, podem ser conduzidos estudos adicionais para a determinação da aplicação ótima de produtos auxiliares de coagulação/floculação, em conjunto com o coagulante primário.
Metodologia
1. Materiais
Jar – Test ou turb-floc: é um equipamento composto de seis jarros com capacidade de dois litros cada, contendo pás ou agitadores em seu interior que são acionados através de mecanismos magnéticos, e que servem para otimizar a mistura dentro de cada jarro. A velocidade de rotação de cada agitador está relacionada com o controle de ajuste em “rpm” (rotações por minuto) e a aplicação do coagulante é feita por tubos de ensaio inter-ligados por uma alavanca propiciando o contato simultâneo do coagulante nos tubos de ensaio com os jarros em questão.
2. Procedimentos
O primeiro estágio após a coleta da amostra é a verificação de sua qualidade através das análises iniciais cor, turbidez e alcalinidade que servem de parâmetros para posterior comparação e conclusão do ensaio.
Com o valor da alcalinidade natural pode-se estimar a concentração do coagulante (sulfato de alumínio) através da seguinte razão:
1 mg de Al2SO4.18H2O consome 0,45 mg/L de alcalinidade natural
Através de uma concentração de sulfato de alumínio inicial de 10g/L, obteve-se a concentração em 50mL de solução: 0,5g de sulfato de alumínio. Para o ensaio diversificou-se as concentrações nos jarros mantendo o mesmo gradiente de velocidade, ou seja, o mesmo regime de rotação.
Como cada becker contém um volume de 2000mL, nos tubos de ensaio o volume de sulfato de alumínio a 10g/L foi diferenciado para que se obtivesse diferentes concentrações do mesmo, obedecendo o seguinte esquema prático:
B1 B2 B3 B4 B5 B6
Vol no tubo de ensaio 1 mL 2 mL 3 mL 4 mL 5 mL 6 mL
Conc. De coagulante 5mg/L 10mg/L 15mg/L 20mg/L 25mg/L 30mg/L
Após organizar os tubos de ensaio em seus respectivos jarros, é necessário colocar 2L de amostra em cada jarro para a realização efetiva do ensaio.
Com o aparato todo montado, através da alavanca, o conteúdo dos tubos de ensaio são despejados simultaneamente em todos o jarros sendo submetidos a rotação máxima (100 rpm) durante um (1) minuto, o que caracteriza a simulação do processo de mistura rápida da calha parshall. Em seguida, reduz-se a rotação para 30 rpm durante um intervalo de 30 minutos, estágio referente a floculação. Após o intervalo acima é necessário um tempo de sedimentação dos flocos de 15 minutos para em seguida fazer a coleta em cada jarro e analisar os parâmetros cor e turbidez.
3. Resultados
Os parâmetros analisados foram cor, turbidez e alaclinidade natural da amostra e seguem descritos a seguir na tabela, antes e depois do ensaio.
• Antes do ensaio:
Cor Turbidez Alcalinidade natural PH
0 6,72 NTU 26 mg/L de CaCO3 8,8
6,9 NTU 7,98
7,39 NTU 7,39
0 7,003 NTU 26 mg/L de CaCO3 8,06
• Após o ensaio:
B1 B2 B3 B4 B5 B6
PH 8,67 7,60 7,42 7,13 6,84 6,61
Turbidez (NTU) 4,16 0,90 0,52 0,73 1,72 0,68
Cada valor acima descrito é uma média entre três medições.
Conclusão
Analisando comparativamente os parâmetros antes do ensaio com os resultados obtidos após o mesmo, pode-se observar que a maior remoção com a menor concentração de coagulante ocorre no jarro 3 que contém 3mL de coagulante a 10g/L, ou seja se encontra à um concentração de 15mg/L de sulfato de alumínio, sendo esta a dosagem ótima, com o menor custo/benefício para o tratamento dessa amostra.

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Cursos de Engenharia Ambiental

Tópicos Especiais em Botânica e Sistemática – Curso em Campo Grande

Data: 29 de novembro a 02 de Dezembro
Horário: 18h00 às 21h30min
Local: SEDE DO CREA/MS
Objetivo: apresentar conceitos básicos de botânica e identificação de espécies de árvores e arbustos da flora nativa, visando aprimoramento de levantamentos e avaliações ambientais.

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Cursos de Engenharia Ambiental

Engenharia Ambiental – UFMS (Ficha Técnica)

Duração do curso: 10 semestres
Objetivos do curso:
Segundo a Resolução CNE/CES 11/2002, Art. 3º, o Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética, em atendimento às demandas da sociedade.
Profissão: Engenheiro Ambiental
Atividades Inerentes:
a) Supervisão, coordenação e orientação técnica;
b) Estudo, planejamento, projeto e especificação;
c) Estudo de viabilidade técnico-econômica;
d) Assistência, assessoria e consultoria;
e) Direção de obra e serviço técnico;
f) Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico;
g) Desempenho de cargo e função técnica;
h) Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão;
i) Elaboração de orçamento;
j) Padronização, mensuração e controle de qualidade;
k) Execução de obra e serviço técnico;
l) Fiscalização de obra e serviço técnico;
m) Produção técnica e especializada;
n) Condução de trabalho técnico;
o) Execução de desenho técnico;
Áreas de atuação e exercício profissional:
O profissional atuará em: recursos hídricos, tratamento de águas de abastecimento e residuárias e saneamento básico e ambiental. Seu exercício profissional corresponde a:
a) Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia;
b) Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
c) Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
d) Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;
e) Identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
f) Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
g) Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
h) Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
i) Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
j) Atuar em equipes multidisciplinares;
k) Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
l) Avaliar o impacto das atividades de engenharia no contexto social e ambiental;
m) Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenheria;
n) Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
Formação: Bacharel em Engenharia Ambiental.
Modalidade de Ensino: Presencial.
Campus: Campo Grande
N° de Vagas: 50
Período: Vespertino/Noturno
URL: http://www.sien.ufms.br
Fonte: “A UFMS e as Profissões” – UFMS, 2010

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Curitiba – Feira Brasileira de Reciclagem 2010

Entre 16 e 19 de Junho, pelo quinto ano consecutivo em Curitiba, será realizado o evento RECICLAÇÃO – Feira Brasileira de Reciclagem, Preservação e Tecnologia Ambiental. Que tem o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável, a geração de negócios e a integração entre a comunidade científica e as empresas privadas atuantes no segmento ambiental e de reciclagem.
Além de feira e da exposição de maquinários, equipamentos e serviços, a RECICLAÇÃO também é composta por vários eventos técnico científicos que visam a capacitação de profissionais atuantes nestes segmentos, assim como a muitiplicação e disseminação da consciência sócio ambiental necessária para a educação e preservação do meio ambiente. Entre os eventos simultâneos, esta o III Seminário de Saneamento Ambiental, o Seminário de Gestão Ambiental e Mudanças Climáticas, o Seminário de Reciclagem Agrícola – Resíduos Urbanos, Industriais e Rurais, e o Curso de Introdução ao Mercado de Reciclagem.
Mais informações no site: www.montebelloeventos.com.br/reciclacao

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Dicas de formatação para monografias do Portal Universia

Fazer uma monografia é uma etapa essencial na vida de qualquer estudante, seja ele da área ambiental ou não. E para isso é essencial conhecer as normas e padrões estabelecidos pela ABNT e pela instituição para a qual a monografia deve ser apresentada.
Para auxiliar quem está na fase de formatação da monografia, o Portal Universia produziu um tutorial descrevendo os detalhes das normas técnicas da ABNT.