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	<title>Licenciamento Ambiental em Mato Grosso do Sul &#187; Controle Ambiental</title>
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	<description>Informações sobre Meio Ambiente, Licenciamento Ambiental, Tecnologias, Gestão e Controle Ambiental.</description>
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		<title>Poluição dos rios pode afetar produção industrial e do campo</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Feb 2011 19:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[conservação ambiental]]></category>
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		<description><![CDATA[Em geral, nunca paramos para pensar em como as nossas atividades diárias afetam a nós mesmos, apenas deixamos isso a cargo dos cientistas e pesquisadores. Então lhe convido agora a aumentar a sua consciência ambiental e pensar na seguinte questão: Como que a poluição dos rios afeta a produção industrial e a produção do campo [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em geral, nunca paramos para pensar em como as nossas atividades diárias afetam a nós mesmos, apenas deixamos isso a cargo dos cientistas e pesquisadores. Então lhe convido agora a aumentar a sua <strong>consciência ambiental</strong> e pensar na seguinte questão: Como que a poluição dos rios afeta a produção industrial e a produção do campo (alimentos)?</p>
<p>1 &#8211; Águas poluídas precisam de maior tratamento para serem utilizadas em indústrias, aumentando assim o custo da produção, e o custo do produto final. Ou seja, você que paga pela poluição.</p>
<p>2 -Águas poluídas são mais difíceis de tratar nas Estações de Tratamento de Água para garantir um abastecimento urbano de qualidade, assim ficamos mais sujeitos a contaminantes químicos em geral,e também gastasse mais matéria prima para tratar a água, aumentando o custo do tratamento, que também é repassado para nós na conta de água.</p>
<p>3 &#8211; A produção do campo também pode ser encarecida caso seja necessário tratar a água previamente. E muitas vezes a falta de água em qualidade e quantidade pode inviabilizar uma produção de alimentos.</p>
<p>Ainda não acredita que é verdade, veja abaixo exemplo de caso verídico:<br />
Técnicos da Fundação SOS<a target="_blank" href="http://www.sosmatatlantica.org.br/"> Mata Atlântica</a> analisaram rios de doze estados do Brasil em 2010 e concluíram que a poluição hídrica no país virou um problema crônico. Inclusive já atingiu níveis capazes de afetar a produção agrícola e industrial e dificultar o crescimento econômico nas taxas atuais, ou seja, pode começar a atrapalhar as gerações futuras, principalmente no quesito qualidade de vida. A pesquisa estudou 43 rios, córregos, lagos e açudes investigados, e conclui que nenhum está em boas condições sendo que 70% registraram água de qualidade regular, e em 30% a situação encontrada foi ruim ou péssima. Inclusive em uma enquete que consta no site da instituição, praticamente 100% das pessoas responderam que não estão satisfeitas com a qualidade da águas dos rios de suas cidades.</p>
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		<title>Respeitar o código florestal pode poupar vidas</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2010 12:54:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avaliação de Impactos Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Relação entre o desrespeito ao código florestal e os problemas urbanos associados


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Se a legislação fosse respeitada, talvez evitaríamos o sofrimento que se repete todos os anos nos períodos de chuva. Além do código florestal, são desrespeitadas também as diretrizes de zoneamento urbano, que definem limites de impermeabilização do solo. O conjunto de fatores envolvendo impermeabilização do solo e ocupação de áreas de preservação permanente é uma bomba relógio sazonal: de tempos em tempos irrompe em destruição e catástrofe.</em></p>
<p><strong>Código Florestal e riscos urbanos</strong></p>
<p>Por Márcio Ackermann*</p>
<p>As áreas de preservação permanentes – mangues, margens de córregos e represas, várzeas, topos de morros e encostas – deveriam servir para a preservação dos <strong>recursos hídricos</strong>, flora, fauna e proteção do solo.</p>
<p>No Brasil, no entanto, sobretudo em regiões metropolitanas, essas <strong>Áreas de Preservação Permanente</strong> (as chamadas APPs) estão densamente ocupadas, seja por moradias, rodovias marginais ou instalações industriais. As conseqüências tornam-se visíveis principalmente nesta época do ano, quando o período de chuvas intensas do verão causa enchentes e deslizamentos, provocando prejuízos materiais e mortes. Áreas que deveriam cumprir um importante papel no equilíbrio ambiental converteram-se, no meio urbano, em seu oposto. São as áreas de risco.</p>
<p>A intensidade dos últimos eventos de escorregamentos e enchentes ocorridos nas metrópoles brasileiras, em parte ocasionados por alterações climáticas, chamou a atenção de todos para a importância da ação preventiva.</p>
<p>O País dispõe de estrutura e tecnologia para que os próximos meses de dezembro a março possam transcorrer sem que a imprensa tenha de noticiar tragédias envolvendo vítimas fatais em decorrência do despreparo das instâncias competentes.</p>
<p>Mais crítico do que não atender às funções ambientais são os riscos aos moradores dessas áreas, em geral famílias de baixa renda que encontraram uma alternativa de habitação em locais inadequados. Somente na cidade de São Paulo, aproximadamente meio milhão de moradores de favelas encontram-se nessa situação.</p>
<p>Cabe aos municípios mapear suas áreas de preservação permanentes, definidas pelo <strong>Código Florestal</strong>, como medida preventiva às enchentes e escorregamentos, especialmente as encostas com declividades de 45 graus,  as nascentes dos rios e também as várzeas e planícies marginais aos cursos d&#8217;água.</p>
<p>Aos governos estaduais cabe oferecer apoio técnico, logístico e mesmo financeiro aos municípios. No Estado de São Paulo, por exemplo, as prefeituras devem buscar apoio junto a instituições como a Secretaria de Meio Ambiente -  Instituto Geológico, Coordenadoria de Planejamento Ambiental -  ou mesmo junto à Secretaria de Ciência e Tecnologia,  por meio  do IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas.</p>
<p>As Prefeituras devem, da mesma forma, solicitar suporte ao governo federal, por meio do Ministério das Cidades e Ministério do Meio Ambiente.</p>
<p>Tais medidas preventivas cairão no vazio se as mudanças propostas para o Código Florestal (lei federal 4.771/65), atualmente em discussão no Congresso Nacional, forem aprovadas. O texto em curso &#8211; levado ao legislativo sem ouvir os diferentes setores da sociedade &#8211; é um retrocesso, pois reduz as áreas consideradas de preservação permanente, o que representará o agravamento de situações de risco.<br />
<em><br />
<strong>*Márcio Ackermann,</strong> geógrafo, mestre em Gestão, Planejamento e Projetos em Habitação pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), é autor do livro A Cidade e o Código Florestal.</em></p>
<p><em></em><br />
<a target="_blank" href="http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=84626&amp;edt=13" target="_blank"> (Envolverde/Sabesp)</a></p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Dia da Árvore</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 12:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[conservação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sequestro de carbono]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia da árvore


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			<content:encoded><![CDATA[<p><a target="_blank" href="http://www.problemasambientais.com.br/solos/dia-da-arvore/" target="_blank">Veja no blog Problemas Ambientais o texto de autoria do Engº Osvaldo Esterquile Júnior, sobre a importância das árvores.</a></p>
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		<title>Acordo entre Brasil, Argentina e Paraguai visa proteger o Aquífero Guarani</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/acordo-entre-brasil-argentina-e-paraguai-visa-proteger-o-aquifero-guarani/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 12:47:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade da água]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasil, Argentina e Paraguai assinam acordo de cooperação para regular as ações a serem desenvolvidas no âmbito do Aquífero Guarani.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com a efetivação deste contrato poderemos efetuar uma gestão mais eficiente desta importante reserva de água potável.</em></p>
<p><strong>Acordo de cooperação vai regular ações no Aquífero Guarani</strong></p>
<p>Por Redação MMA<br />
Desde o dia 2 de agosto, Brasil, Argentina e Paraguai são signatários de acordo de cooperação que vai regular as ações a serem desenvolvidas no âmbito do Aquífero Guarani, um dos <strong>maiores reservatórios</strong> de água subterrânea do mundo. Recurso hídrico transfronteiriço, o Aquífero possui uma área total de 1.087,879 quilômetros quadrados. Deste total, o Brasil possui 68%, a Argentina 21% e o Paraguai 8%.</p>
<p>De acordo com o protocolo estabelecido, assinado em San Juan, na Argentina, os três países (partes) têm direito soberano para promover a gestão, o monitoramento e o <strong>aproveitamento sustentável</strong> do recurso, de maneira a assegurar o uso múltiplo, racional, sustentável e equitativo do Aquífero.</p>
<p>A cooperação vai facilitar a troca de informações técnicas entre os envolvidos sobre estudos, atividades e obras e, também, evitar que as partes causem prejuízo sensível entre si ou ao meio ambiente. Cada parte deverá informar às outras sobre todas as suas atividades. Em caso de prejuízo às partes, o causador deverá adotar todas as medidas necessárias para eliminá-lo ou reduzi-lo.</p>
<p>Composto de 22 artigos &#8211; e de duração ilimitada -, o acordo tem como propósito básico promover a ampliação do conhecimento técnico e científico sobre o Sistema Aquífero Guarani, o <strong>intercâmbio de informações</strong> sobre práticas de gestão, assim como o desenvolvimento de projetos comuns.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=78995&amp;edt=10" target="_blank">(Envolverde/MMA)</a></p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Planejamento rural evita degradação dos solos</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/planejamento-rural-evita-degradacao-dos-solos/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 21:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Áreas degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[O planejamento é a formulação sistemática de um conjunto de decisões a serem tomadas através do tempo, é um processo dinâmico e expressa uma série de propósitos a serem realizados dentro de determinado prazo, levando em consideração as limitações impostas pelos recursos disponíveis e as metas prioritárias definidas. No planejamento, deve-se ter em conta a [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">O planejamento é a formulação sistemática de um conjunto de decisões a serem tomadas através do tempo, é um processo dinâmico e expressa uma série de propósitos a serem realizados dentro de determinado prazo, levando em consideração as limitações impostas pelos recursos disponíveis e as metas prioritárias definidas. No planejamento, deve-se ter em conta a Viabilidade Econômica, a Viabilidade Técnica e a Viabilidade Política e Institucional do que se quer executar.</div>
<p></p>
<div>O <strong>planejamento rural </strong>consiste em racionalizar o uso da terra segundo as suas aptidões naturais, visando o manejo adequado e a conservação do solo, além é claro de benefícios econômicos. O <strong>uso racional do sol</strong>o é o estabelecimento de um plano de exploração das terras sem desgastar a riqueza dos seus recursos e diminuir sua produtividade ao longo do tempo.</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">A <strong>degradação dos solos</strong> pode ser considerada um dos mais importantes problemas ambientais nos dias atuais, resultando principalmente de práticas inadequadas de manejo agrícola. Segundo Ferreira (1984), do ponto de vista agrícola, a erosão é o arrastamento das partes constituintes do solo, através da ação da água ou do vento, colocando a terra transportada em locais onde não pode ser aproveitada pela agricultura, pela erosão o solo perde não só elementos nutritivos que possui, como também os constituintes do seu corpo, logo um terreno fértil em que a erosão atuar acentuadamente se tornará pobre e apresentará baixa produção agrícola.</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">Os <strong>processos erosivos</strong> podem atingir tamanhas proporções que podem gerar terríveis conseqüências econômicas e sociais, como a destruição de patrimônios naturais, passivos ambientais, e enormes prejuízos econômicos aos cidadãos, à administração pública e às atividades privadas.</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">O controle da <strong>erosão do solo</strong> deve ser feito quando se objetiva a manutenção ou o aumento da produtividade agrícola e a conservação ambiental, favorecendo a sustentabilidade de agroecossistemas. Segundo Panachuki et al. (2005), o sucesso de uma exploração agropecuária equilibrada depende, em grande parte, da investigação e controle dos aspectos referentes aos agentes causadores da erosão, como as chuvas e certos atributos do solo que, pela ação antrópica, podem favorecer ou dificultar o processo erosivo, já que as atividades humanas constituem os principais agentes catalisadores desses processos.</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">É um fato claro que na <strong>agropecuária intensiva </strong>ocorre à substituição da cobertura de vegetação natural de grandes áreas, e muitas vezes é feito o uso e o manejo inadequados do solo destas <strong>áreas antropizadas</strong>, e disso usualmente se origina o processo de degradação do solo e consequentemente dos recursos hídricos. Segundo Panachuki et al. (2005), esta deterioração tem, como conseqüência, uma série de mudanças físicas, químicas, biológicas e hidrológicas, provocando principalmente a diminuição da capacidade produtiva do solo.</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste">Considerando então todo o conhecimento existente no assunto, é um consenso geral que o controle da erosão na agropecuária intensiva pode ser feito através de um <strong>Planejamento Rural</strong> consciente. Ou seja, não é necessário parar a produção, apenas racionalizar o uso da terra segundo as suas características e aptidões. O Planejamento Rural pode trazer uma série de benefícios econômicos ao produtor, por exemplo, a diminuição dos custos com fertilizantes e reformas de terra, a não-geração de um passivo ambiental que seria oneroso para remediar e etc, ou seja, a produção pode ficar mais fácil e mais barata.</div>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Monitoramento da qualidade da água</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/monitoramento-da-qualidade-da-agua/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 18:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de recursos hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade da água]]></category>

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		<description><![CDATA[O sucesso de um programa de monitoramento de qualidade da água depende  do seu bom planejamento, e para isso cumprir as seguintes etapas é um requisito fundamental: 1 &#8211; Determinação dos objetivos do monitoramento; 2 &#8211; Seleção das variáveis (parâmetros) e locais de amostragem; 3 &#8211; Determinação do número, frequência e duração da amostragem (segundo [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sucesso de um programa d<strong>e monitoramento de qualidade da água</strong> depende  do seu bom planejamento, e para isso cumprir as seguintes etapas é um requisito fundamental:</p>
<p>1 &#8211; Determinação dos objetivos do monitoramento;</p>
<p>2 &#8211; Seleção das variáveis (parâmetros) e locais de amostragem;</p>
<p>3 &#8211; Determinação do número, frequência e duração da amostragem (segundo o objetivo a ser atingido);</p>
<p>4 &#8211; Escolha dos métodos analíticos mais adequado (segundo cada parâmetro);</p>
<p>5 &#8211; Determinação das técnicas de coleta e preservação das amostras (segundo os parâmetros escolhidos);</p>
<p>6 &#8211; Reavaliação periódica da metodologia e interpretação dos dados.</p>
<p>7 &#8211; Elaboração de relatórios para subsídio as decisões quanto ao gerenciamento do corpo hídrico de forma a melhorar e/ou manter a <strong>qualidade da água</strong>.</p>
<p>Por definição uma amostra deve representar a síntese do universo estudado, assim a <strong>coleta de amostra</strong>s é uma atividade que exige critérios técnicos e conhecimento científico.</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Tecnologias ambientalmente corretas serão exigidas nas licitações</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 13:25:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>
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		<category><![CDATA[Licenças Ambientais]]></category>
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		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A adoção de tecnologias ambientalmente corretas em todas as áreas da sociedade é uma tendência mundial, que busca otimizar e manter os recursos naturais sem esgotá-los rapidamente. O uso destas tecnologias passou a ser critério para as licitações do governo, o que mostra um alinhamento do Brasil com esta tendência. Governo adota critérios de sustentabilidade [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A adoção de <strong>tecnologias ambientalmente corretas</strong> em todas as áreas da sociedade é uma tendência mundial, que busca otimizar e manter os recursos naturais sem esgotá-los rapidamente. O uso destas tecnologias passou a ser critério para as licitações do governo, o que mostra um alinhamento do Brasil com esta tendência.</p>
<p><a target="_blank" href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=68865&amp;edt=" target="_blank">Governo adota critérios de sustentabilidade nas licitações</a></p>
<p>A utilização de critérios sustentáveis na aquisição de bens e na contratação de obras e serviços pelos órgãos do governo federal foi regulamentada pelo Ministério do Planejamento. As regras abrangem os processos de extração ou fabricação, utilização e o descarte de produtos e matérias-primas.</p>
<p>De agora em diante, as obras públicas serão elaboradas visando a economia da manutenção e operacionalização da edificação, redução do consumo de energia e água, bem como a utilização de tecnologias e materiais que reduzam o <strong>impacto ambiental</strong>.</p>
<p>“Essas regras vão exigir uma readequação do mercado, já que nem todos os fornecedores terão produtos qualificados para as nossas exigências”, alertou o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna. Segundo ele, o governo possui grande poder de compra e deve induzir essas mudanças junto ao mercado.</p>
<p>“Com essas medidas, o governo estimula a sociedade a seguir esse caminho, não apenas porque dá o exemplo, mas também porque pode induzir os fornecedores a se preparar para fornecer produtos e serviços <strong>ambientalmente sustentáveis</strong>”, justificou.</p>
<p>Entre as determinações, há a exigência para que as construtoras tenham um projeto de gerenciamento de <strong>resíduos</strong> provenientes da construção civil que atendam às normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente. Assim, os resíduos das obras serão destinados a aterros sanitários ou usinas de tratamento de lixo.</p>
<p>A Instrução Normativa também prevê, no caso das obras públicas, a utilização de sistemas de reuso de água e energia, procedimentos para <strong>reduzir o consumo</strong> de energia, utilização de materiais reciclados, reutilizáveis e biodegradáveis e redução da necessidade de manutenção, além do uso de energia solar. Outra exigência é a comprovação da origem da madeira para evitar o emprego de madeira ilegal na execução da obra ou serviço.</p>
<p>O governo federal também recomenda que os bens e serviços sejam constituídos, no todo ou em parte, por material atóxico, biodegradável e reciclado e que <strong>não contenham substâncias perigosas</strong> em concentração acima da recomendada na diretiva européia RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances). Entre eles, o chumbo, o cromo, o cromo hexavalente e o cádmio.</p>
<p>A Instrução ainda traz regras para a contratação de serviços, como a separação dos resíduos reciclados descartados pelos órgãos, a adequada destinação para pilhas e baterias e a utilização de produtos de limpeza e conservação de produtos que atendam às determinações da Anvisa. O documento também prevê que as empresas contratadas realizem programas internos de treinamento para a redução de consumo de energia elétrica e  de <strong>água</strong>.</p>
<p><a target="_blank" href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=68865&amp;edt=" target="_blank">(Envolverde/Em Questão)</a></p>
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		<title>Conceito de Capacidade de suporte do meio</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 19:05:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[conceitos]]></category>

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		<description><![CDATA[É necessário entender o conceito de capacidade de suporte do meio, que é o nível de utilização dos recursos naturais que um sistema ambiental ou um ecossistema pode suportar, garantindo-se a sustentabilidade e a conservação de tais recursos e o respeito aos padrões de qualidade ambiental (Vide figura abaixo). Não importa se o recurso é [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">É necessário entender o conceito de <strong>capacidade de suporte do mei</strong><strong>o</strong>, que é o nível de utilização dos recursos naturais que um sistema ambiental ou um ecossistema pode suportar, garantindo-se a sustentabilidade e a conservação de tais recursos e o respeito aos padrões de qualidade ambiental<strong> </strong>(Vide figura abaixo).</p>
<p style="text-align: justify; ">Não importa se o recurso é renovável ou não-renovável, o <strong>meio ambiente</strong> sempre tem uma capacidade máxima de suporte relacionada ao tempo que aquele recurso leva para se regenerar naturalmente (exemplo: fixação de nitrogênio pelos microorganismos no solo).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Populacao maxima sustentavel pelo Brasil considerando o impacto ambiental de cada habitante" src="http://www.licenciamentoambiental.eng.br/wp-content/uploads/extrato_veja.jpg" alt="extrato veja Conceito de Capacidade de suporte do meio" width="397" height="121" /></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><em>Figura  - População máxima sustentável pelo Brasil considerando o impacto ambiental de cada habitante. Fonte: Revista Veja Edição 2071, 30 de Julho de 2008.</em></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">Podemos dizer que a <strong>capacidade de suporte</strong> de utilização de um recurso natural foi ultrapassada a partir do momento em que ele começa a ser consumido mais rapidamente do que sua capacidade de reposição.</p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><span style="text-decoration: underline;">Todos os </span><span style="text-decoration: underline;"><strong>problemas ambientais</strong></span><span style="text-decoration: underline;"> atuais são resultantes de um padrão de desenvolvimento econômico que não buscava mitigar os impactos ambientais de sua produção e desenvolvimento tecnológico, ou seja, não adotava posturas ambientalmente corretas ou trabalhava dentro da capacidade de suporte do meio ambiente. </span></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">A figura a seguir ilustra a relação entre <strong>meio ambiente e desenvolvimento econômico</strong>: o meio ambiente fornece os insumos e energia necessária, ou seja, toda a matéria-prima que entra nas diversas fases de uma cadeia produtiva: desde a extração do recurso natural até o uso e consumo final do produto, e em todas as fases são gerados resíduos que são dispostos no meio-ambiente, muitas vezes sem o tratamento adequado ou acima da capacidade de suporte do meio.</p>
<p style="text-align: justify; ">Foi esta interação insustentável entre o homem e o ambiente que gerou os problemas ambientais atuais, que causam consequências adversas principalmente à saúde humana e para a economia mundial.</p>
<p style="text-align: justify; "><img class="aligncenter" title="efeitos desenvolvimento economico sobre meio ambiente" src="http://www.licenciamentoambiental.eng.br/wp-content/uploads/efeitos desenvolvimento economico sobre meio ambiente.jpg" alt="efeitos desenvolvimento economico sobre meio ambiente Conceito de Capacidade de suporte do meio" width="412" height="325" /></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><em>Figura  - Efeitos do desenvolvimento econômico sobre o meio ambiente.</em></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">A maneira de gerir a utilização dos recursos naturais é o fator que determina o grau de impacto das ações antrópicas sobre o ambiente natural. <strong>O grau de impacto é função de três variáveis:</strong></p>
<ol style="text-align: justify; ">
<li><strong>a diversidade dos recursos extraídos do ambiente;</strong></li>
<li><strong>a velocidade de extração destes recursos (se permite ou não a sua      reposição, isto, é, se está dentro da sua capacidade de suporte);</strong></li>
<li style="text-align: justify; "><strong>e a forma de disposição e tratamento dos seus resíduos e efluentes.</strong></li>
</ol>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Sobre Amostragem de água</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 21:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade da água]]></category>

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		<description><![CDATA[A amostragem da água é realizada para avaliar a qualidade da água por meio de análises laboratoriais. O planejamento da amostragem inclui:  Definir parâmetros a serem analisados;  Definir metodologia de coleta;  Definir número e tipo de amostra a ser coletada (amostra simples ou composta);  Definir pontos de amostragem;  Verificar tipos [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>amostragem</strong> da água é realizada para avaliar a qualidade da água por meio de análises laboratoriais. </p>
<p>O planejamento da <strong>amostragem</strong> inclui:<br />
 Definir parâmetros a serem analisados;<br />
 Definir metodologia de coleta;<br />
 Definir número e tipo de amostra a ser coletada (amostra simples ou composta);<br />
 Definir pontos de amostragem;<br />
 Verificar tipos de frascos a serem utilizados e necessidade ou não de preservação e prazo para análise (depende de cada parâmetro a ser amostrado);<br />
 Modo de transporte;<br />
 Verificar equipamentos necessários (frascos, corda, isopor, termômetro, luvas, balde, etc).</p>
<p>É muito comum a necessidade de quantificar a vazão do corpo d’água, pois a carga de poluentes que um corpo d’água transporta é medida pela multiplicação da vazão pela concentração da substância poluente na água. Para medir a vazão de rios e córregos grandes é necessário contratar um técnico em hidrometria. Mas no caso de fontes pontuais, como o efluente de uma tubulação, ou pequenos córregos, métodos simples podem ser utilizados</p>
<p>O primeiro passo do planejamento de uma amostragem é definir os parâmetros a serem analisados, visando caracterizar a <strong>qualidade da água</strong>. </p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fontes de poluentes: pontuais e difusas</title>
		<link>http://www.licenciamentoambiental.eng.br/fontes-de-poluentes-pontuais-e-difusas/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>

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		<description><![CDATA[Os poluentes são introduzidos no meio ambiente através de fontes. Estas fontes podem ser classificadas em pontuais ou difusas. As cargas pontuais são introduzidas através de lançamentos individualizados como o que ocorre no lançamento de esgotos sanitários ou de efluentes industriais. Cargas pontuais são facilmente identificados e, portanto, seu controle é mais eficiente e mais [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os <strong>poluentes</strong> são introduzidos no meio ambiente através de fontes. Estas fontes podem ser classificadas em <strong>pontuais ou difusas</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">As <strong>cargas pontuais</strong> são introduzidas através de lançamentos individualizados como o que ocorre no lançamento de esgotos sanitários ou de efluentes industriais. <em>Cargas pontuais são facilmente identificados e, portanto, seu controle é mais eficiente e mais rápido. </em></p>
<p style="text-align: justify;">Já as <strong>cargas difusas</strong> são assim chamadas por não terem um ponto de lançamento específico ou por não advirem de um ponto preciso de geração, tornando-se assim de <em>difícil controle e identificação</em>. Exemplos de cargas difusas: a infiltração de agrotóxicos no solo provenientes de campos agrícolas, o aporte de nutrientes em córregos e rios através da drenagem urbana.</p>
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