Categorias
Resíduos Sólidos

Reciclagem – Link útil

Link útil para ajudar na implantação de coleta seletiva em municípios e condomínios:
Facilitando a Reciclagem
Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/cartilha/reciclagem.shtml

Categorias
Controle Ambiental

Aspectos ambientais gerais das pequenas indústrias de produtos de limpeza

As pequenas ou micro indústrias do ramo de produtos de limpeza são as mais impactantes proporcionalmente à sua produção, é minoria o número de empresas desse porte que possuem algum programa de proteção ambiental; essas pequenas empresas são pouco visadas pelo público e organizações ambientais, e por isso não existe a mesma pressão social feita às grandes corporações para que haja a implantação de um Sistema de Gestão Ambiental, também não dispõem de capital para investir em tecnologias novas e nem de técnicos devidamente capacitados para elaborar e implantar tais programas. Existem vários procedimentos de baixo custo para a empresa que não são adotados por desconhecimento da direção, ou por falta de preocupação com o impacto que esta sendo causado e suas prováveis conseqüências negativas
As pequenas indústrias de produtos de limpeza têm como insumos uma série de produtos químicos perigosos que necessitam ser transportados de forma adequada, assim, desde então já existe o perigo de acidentes que podem ocasionar o derramamento deste material; quando estes produtos chegam à indústria, de forma geral, são misturados (batelados) na proporção criada pelo seu fabricante e todo o material então é vendido, juntamente com a água utilizada, sobrando somente as embalagens da matéria-prima e o resíduo dos tambores onde ocorre a batelada, que é retirado através de lavagem, portanto não há uma grande produção de resíduo. O perigo está na qualidade desse efluente químico: sua composição é estranha ao ambiente natural o que dificulta sua degradação.

Categorias
Desenvolvimento Sustentável

Economia deve internalizar custos ambientais

Fonte: Compilado de Cristina Tavelin – Revista Ideia Socioambiental/ São Paulo
Em entrevista para a Revista Ideia Socioambiental, o economista Sérgio Besserman Vianna avalia as mudanças de paradigmas e ações necessárias para uma economia sustentável
IS- Considerando-se a crise financeira, de quais investimentos sustentáveis as empresas não devem abrir mão? A busca por tecnologias mais limpas e a ecoeficiência são prioridades?
SB – Sem dúvida, porque, em primeiro lugar, essas tecnologias representam uma redução efetiva de custos, com impacto imediato. Do ponto de vista da estratégia empresarial, em um mundo de transformação acelerada, é arriscado demais ignorar um assunto como a sustentabilidade.
IS-  Qual o papel dos consumidores na promoção de uma economia mais sustentável? Iniciativas como a rotulagem de produtos de acordo com as emissões de carbono, prática que tem avançado na Europa e nos EUA, são importantes para promoção de padrões mais sustentáveis para o mercado?
SB- A difusão, transparência e aumento do conhecimento no processo de consumo são importantes ações por si mesmas. À medida que os consumidores atribuem um preço ou um valor a aspectos verdes dos produtos ou iniciativas da empresa, eles conseguem direcionar melhor o seu poder de consumo. Mas não será o consumo consciente que mudará o nosso modo atual de produzir e consumir na direção da sustentabilidade. O que provocará efetivamente a mudança é a internalização de custos relativos a bens e serviços ambientais na economia de mercado.

Categorias
Controle Ambiental Desenvolvimento Sustentável Gestão Ambiental

Conceito de externalidades

As externalidades são os efeitos colaterais da produção de bens ou serviços sobre outras pessoas que não estão diretamente envolvidas com a atividade. Em outras palavras, as externalidades referem-se ao impacto de uma decisão sobre aqueles que não participaram dessa decisão.
As externalidades podem ter efeitos positivos ou negativos, isto é, podem representar um custo para a sociedade, ou podem gerar benefícios à mesma.
Um exemplo típico de externalidade negativa é a da fábrica que polui o ar, afetando a comunidade próxima. No entanto, o estímulo a economia regional, como resultado da demanda de serviços pela fábrica, pode representar uma externalidade positiva para a comunidade.
O problema das externalidades negativas é que elas passam a se tornar custos para a população. Assim é necessário a criação de políticas públicas para estimular a instalação de atividades que constituam externalidades positivas, e impedir a geração de externalidades negativas, ou obrigar aos geradores de externalidades negativas que as internalizem, isto é, arquem com os custos das mesmas.

Categorias
Desenvolvimento Sustentável

Os 12 grandes problemas ambientais da humanidade

Uma análise da UNEP (United Nations Environment Programme – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) sobre os grandes problemas mundiais da atualidade em relação ao ambiente, levantou 12 grandes problemas que preocupam pesquisadores, administradores e gerentes da área ambiental, são eles:

1. Crescimento demográfico rápido: Mesmo considerando que a taxa de fecundidade das mulheres está diminuindo nos países desenvolvidos, o crescimento demográfico aliado ao desenvolvimento tecnológico acelera a pressão sobre os sistemas e recursos naturais, e em geral traz como consequência mais impactos ambientais, devido ao aumento na produção industrial e nos padrões de consumo.

2. Urbanização acelerada: além do rápido crescimento demográfico, a aglomeração de população em áreas urbanas está gerando grandes centros com 15 milhões de habitantes ou mais. Esses centros de alta densidade populacional demandam maiores recursos, energia e infra-estrutura, além de criarem problemas complexos de caráter ambiental, econômicos e principalmente social.

3. Desmatamento: a taxa anual de desmatamento das florestas, especialmente das tropicais, ocasiona diversos problemas como erosão, diminuição da produtividade dos solos, perda de biodiversidade, assoreamento de corpos hídricos e etc.

4. Poluição marinha: a poluição marinha está se agravando cada vez mais devido a: descargas de esgotos domésticos e industriais através de emissários submarinos, desastres ecológicos de grandes proporções, como naufrágio de petroleiros, acúmulo de metais pesados no sedimento marinho nas regiões costeiras e estuários, perda de biodiversidade (exemplo: espécies frágeis de corais), poluição térmica de efluentes de usinas nucleares e etc.

5.    Poluição do ar e do solo: ocasionada principalmente pelas indústrias, agroindústria e automóveis, através de: emissões atmosféricas das indústrias, disposição inadequada de resíduos sólidos (exemplo: lixões) e de resíduos industriais que causam poluição do solo, acúmulo de aerossóis na atmosfera provenientes da poluição veicular e industrial, contaminação do solo por pesticidas e herbicidas, e etc.

6. Poluição e eutrofização de águas interiores – rios, lagos e represas: a poluição orgânica provenientes dos centros urbanos e atividades agropecuárias gera uma variedade de efeitos sobre os recursos hídricos continentais, os quais são fundamentais para o abastecimento público das populações. Essa pressão resulta na deterioração da qualidade da água, causada pelo fenômeno da eutrofização, acúmulo de metais pesados no sedimento, alterações no estoque pesqueiro e geralmente inviabiliza alguns dos usos múltiplos dos recursos hídricos.

7. Perda da diversidade genética: o desmatamento e outros problemas ambientais acarreta em perda de biodiversidade, ou seja em extinção de espécies e perda da variabilidade da flora e da fauna. A biodiversidade e seus recursos genéticos são fundamentais para futuros desenvolvimentos tecnológicos.

8. Efeitos de grandes obras civis: a construção de obras civis de grande porte, como represas de usinas hidrelétricas, portos e canais, gera impactos consideráveis e díficeis de mensurar sobre sistemas aquáticos e terrestres.

9. Alteração global do clima: o aumento da concentração dos gases estufa na troposfera terrestre (primeira camada da atmosfera) e de partículas de poluentes está causando um fenômeno conhecido como aquecimento global, que é o aumento da temperatura do planeta, devido a maior retenção da radiação infravermelha térmica na atmosfera. Cada grau celsius de aumento da temperatura terrestre irá trazer consequências diferentes, e estas são acumulativas, segundo o 2º relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) apenas 1º C a mais já é suficiente para derreter as geleiras de topos de montanha do mundo todo, comprometendo abastecimento locais de água, e se o aumento chegar a 4º C estima-se que até 3,2 bilhões de pessoas poderão sofrer com a falta d’água e que a subida do nível do mar irá ameaçar a existência de cidades costeiras em todo o mundo.  As previsões de aquecimento para o fim deste século estimam entre 1,8º C e 4º C a mais na média da temperatura mundial.

10. Aumento progressivo das necessidades energéticas e suas conseqüências ambientais: o aumento da demanda energética devido ao crescimento populacional, urbanização e crescente desenvolvimento tecnológico gera a necessidade da construção de novas usinas hidrelétricas e termelétricas, grandes e pequenas usinas nucleares, e etc. E quanto maior a utilização de combustíveis fosséis (termelétricas, carvão mineral) mais gases de efeito estufa são lançados na atmosfera. Outros tipos de matrizes energéticas como hidrelétricas e usinas nucleares possuem impactos ambientais associados a sua construção e operação (exemplo: falta de tratamento para os resíduos nucleares).

11. Produção de alimentos e agricultura: A agricultura de alta produção é uma grande consumidora de energia, de pesticidas e de fertilizantes. A expansão das fronteiras agrícolas aumenta as taxas de desmatamento e perda de biodiversidade.

12. Falta de saneamento básico: principalmente nos países subdesenvolvidos, a falta de saneamento básico é um problema crucial devido às inter-relações entre doenças de veiculação hídrica, distribuição de vetores e expectativa de vida adulta e taxa de mortalidade infantil. E também pela poluição orgânica gerada pelo aporte de esgostos domésticos e drenagem pluvial em corpos d’água devido a falta de infra-estrutura adequada e a lançamentos irregulares.

Dentre os problemas ambientais que afetam o Brasil, podemos listar os mais críticos:

1. Desmatamento, que acarreta em perda de Biodiverdidade;
2. Erosão devido a desmatamento e manejo inadequado do solo na agricultura e pecuária;
3.  Poluição das águas e solos devido a falta de saneamento básico nas áreas urbanas e rurais;
4. Falta de políticas de gerenciamento de resíduos sólidos nas áreas urbanas, gerando “lixões”;
5. Poluição industrial.

No entanto, a partir da década de 70, a humanidade começou a tomar consciência dos seus impactos sobre a natureza, devido principalmente as consequências econômicas que as reações da natureza a esses impactos geravam, como mais gastos com saúde pública. Isso levou ao surgimento de uma nova abordagem de desenvolvimento econômico conciliatório com a conservação ambiental, surgiu assim o conceito de desenvolvimento sustentável.

Categorias
Controle Ambiental

Conceito de Sistema de Controle Ambiental

O Sistema de Controle Ambiental, também conhecido pela sigla SCA, é o conjunto de operações e/ou dispositivos destinados ao controle dos impactos negativos das intervenções físicas, efluentes líquidos, emissões atmosféricas e resíduos sólidos gerados pela atividade instalada, de modo a corrigir ou reduzir os seus impactos sobre a qualidade ambiental.

Categorias
Gestão Ambiental

Ecoeficiência pode ser uma resposta positiva à crise

Reportagem publicada no Jornal Valor Econômico do dia 27/01/2009
(J.C.O.)  de São Paulo
A crise econômica coloca as empresas diante de uma espécie de escolha de Sofia entre preservar o caixa ou investir em programas de redução com ecoeficiência de custos com água, energia ou matérias-primas. O dilema é real. Mas, como lembra Beatriz Bulhões, diretora do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds), é preciso levar em conta que a própria crise mostra que o modelo atual está em ruínas. Ou seja, ela acredita que não vai bastar pisar no freio e esperar pela retomada do crescimento, porque a economia que vai emergir depois da crise será outra. “O mundo está mudando”, lembra, utilizando uma imagem do discurso de posse de Barack Obama.
Há uma diferença entre apenas enxugar custos e em utilizar os instrumentos da ecoeficiência e da sustentabilidade para repensar os negócios. “Só enxugar é pensar no agora; com a sustentabilidade, o foco é o futuro”, salienta. A avaliação de Beatriz não é exclusiva, já que, no final do ano passado, pesquisa realizada durante a reunião anual do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) com cerca de 200 empresas globais mostrou que, para 59% delas, as políticas de ecoeficiência e de sustentabilidade eram uma resposta eficiente à crise e criariam novas oportunidades de negócios.
Não há, diz a diretora, um levantamento consolidado do quanto as empresas podem reduzir gastos quando calçam suas decisões no pilar da sustentabilidade. Existem exemplos diversos, como de empresas que conseguiram reduzir seus custos com água em até 90%.
Segundo a Agência Nacional de Águas (Ana), o desperdício de água no país chega a 40% – o dobro da perda aceitável internacionalmente. Em termos globais, a indústria é responsável por 22% de toda a água doce consumida. Alguns setores são especialmente gastadores, como o aço. Antes da Segunda Guerra Mundial, eram necessárias entre 60 toneladas e 100 toneladas de água para produzir uma tonelada do metal. Hoje, são gastas seis toneladas. Entretanto, o consumo ainda é alto quando o comparamos com o de outros setores, como o de alumínio, que gasta 1,5 tonelada de água.
No Brasil, acredita Beatriz, a maior parte das grandes indústrias tem programas de reaproveitamento de água, uma vez que ela se torna cada vez mais rara e cara. Enfim, a escassez é uma oportunidade. Pelo menos é assim que vê o problema (ou mercado) a General Water. Na grande São Paulo, onde a GW atua, a oferta de água é de 200 metros cúbicos por habitante e, segundo a Organização Mundial de Saúde, o mínimo aceitável é de 2.500 metros cúbicos por habitante. Logo, garantir abastecimento contínuo e de qualidade será cada vez mais estratégico para as empresas. E é isso que a GW se propõe a fazer para seus clientes, que são grandes consumidores privados (consumo mínimo de 10 mil metros cúbicos por mês), como indústrias, shopping centers, condomínios, clubes, hospitais, universidades e centros empresariais.
A empresa oferece uma redução de custos entre 15% e 20%, na comparação com os preços cobrados pela Sabesp. Na prática, os clientes da GW fecham a ligação com a água da rua, porque a GW constrói sistemas de captação e tratamento de águas subterrâneas – que são, por definição, renováveis -, além de reformar ou ampliar estruturas já existentes e instalar sistemas de reuso de água. Enfim, captação, tratamento e racionalização do uso.
Além da redução de custos, há outro importante atrativo financeiro: a GW assume todos os custos e riscos do investimento, desde os primeiros estudos de prospecção no terreno até a instalação da última engrenagem do projeto. “O risco do nosso negócio é este, de não achar água. Muitos dos nossos clientes acabam nos procurando depois de não terem conseguido encontrá-la”, afirma. Mas quando há água (e o poço pode chegar a 600 metros de profundidade), a GW assina um contrato de longo prazo de fornecimento, de dez anos.
Na área de energia, dados preliminares da Eletrobrás indicam que a indústria é ainda a grande campeã em desperdício, jogando fora cerca de 30% da energia que recebe. Até 2015, com o Procel, o governo pretende reduzir a demanda de energia em 130 bilhões de kWh, com ganho líquido para o país de R$ 34 bilhões. Uma boa parte dessa redução será possível com a utilização de equipamentos mais modernos.

No caso de ar condicionado e de equipamentos de refrigeração, a Danfoss aponta que é possível economizar até 30%, já que, nas palavras de Peter David Young, diretor de vendas da divisão de refrigeração e ar condicionado, “não é mais como no passado, onde o equipamento funcionava a plena carga ou era desligado. Hoje, podemos racionalizar o uso, o que gera uma importante economia”.

Segundo o executivo, o diferencial competitivo da Danfoss é o uso de novas tecnologias para reduzir o consumo de matérias-primas e de energia, causando o menor impacto possível sobre o meio ambiente. Multinacional com origem na Dinamarca e líder em pesquisas de desenvolvimento, produção e venda de componentes mecânicos e eletrônicos para diversos segmentos da indústria, a companhia atua nos segmentos de refrigeração e ar condicionado, aquecimento e água e controles de movimento. Agora, a aposta tecnológica é no uso do gás carbônico como gás refrigerante. “O processo é 100% natural e sustentável. Já é utilizado na Europa e está de acordo com a legislação ambiental.”
Em 2009, acredita Young, “o mercado vai continuar crescendo, mas a um ritmo menor”. No ano passado, as vendas da Danfoss aumentaram 20% e, neste ano, devem ter incremento de 10%. O setor de supermercados será o principal responsável por este comportamento. “Eles já nos disseram que os investimentos serão mantidos”, garante o executivo. De fato, não é de hoje que as vendas para Wal-Mart, Carrefour e Pão de Açúcar têm tido um bom desempenho para a companhia. Entre 2006 e 2008, o crescimento foi de 75%.

Categorias
Desenvolvimento Sustentável Planejamento Ambiental

Conceito de Ecologia

origem da palavra Ecologia:
oikos = casa (ambiente)
logy = o estudo da
Ecologia = estudo do ambiente
Definição (Krebs, 1972):
Ecologia é o estudo científico dos processos que regulamentam a distribuição e a abundância de seres vivos e as interações entre eles, e o estudo de como esses seres vivos, em troca, intercedem no transporte e na transformação de energia e matéria na biosfera (ou seja, o estudo do planejamento da estrutura e função do ecossistema).”
Resumindo: A Ecologia estuda a estrutura e a função da natureza.
Assim podemos considerar que o objetivo da ecologia é entender os princípios de operação dos sistemas naturais e prever suas reações às mudanças, principalmente para que se possa controlar, ou seja, usar a natureza a favor do homem. (ex: biorremediação)
Mas por que estudar Ecologia?
Curiosidade – Como funciona o mundo à nossa volta? Como somos moldados pelos nossos ambientes?

Responsabilidade – Como suas ações modificam o nosso meio ambiente? Como minimizar os efeitos nocivos das ações antrópicas? Exemplo: Pesca excessiva, destruição do habitat, perda da biodiversidade, mudanças climáticas, espécies exóticas.
A natureza como recurso –Os sistemas ecológicos são modelos de sustentabilidade. Exemplo: Ecotecnologias, Manejo.
Buscando sustentabilidade – uma característica relativa à sociedade humana onde os ecossistemas (inclusive os seres humanos) são controlados de tal forma que podem promover a continuidade das condições atuais que apóiam a vida na Terra.

Categorias
Gestão Ambiental Planejamento Ambiental

Conservação X Preservação

Existem dois conceitos muito utilizados na área ambiental e diretamente relacionados com os pressupostos do desenvolvimento sustentável: preservação e conservação; são conceitos distintos, mas erroneamente muitas vezes são utilizados com o mesmo significado.

  • Conservação implica em uso racional de um recurso qualquer, ou seja, em adotar um manejo de forma a obter rendimentos garantindo a auto-sustentação do meio ambiente explorado.
  • preservação apresenta um sentido mais restrito, significando a ação de apenas proteger um ecossistema ou recurso natural de dano ou degradação, ou seja, não utilizá-lo, mesmo que racionalmente e de modo planejado.