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Reformulação no design de produtos reduz Impacto Ambiental

A notícia abaixo demonstra a aplicação prática da técnica de ACV – Análise de Ciclo de Vida – na redução do impacto ambiental de um produto. E também demonstra como o design de um produto é determinante na quantidade e nos tipos de impactos ambientais que o mesmo vai gerar no futuro.

CATÁLOGO DA NATURA É REFORMULADO E REDUZ EM 32% O IMPACTO AMBIENTAL

Novo projeto diminui em 3.500 toneladas por ano a geração de resíduos.


Fonte da notícia: Empresa: MVL COMUNICAÇÃO – São Paulo, 05/08/2008

A Natura estréia neste mês o novo projeto editorial e gráfico do seu catálogo, publicação utilizada pelas consultoras e consultores para levar aos consumidores as informações e conceitos por trás dos produtos da marca. A mudança vai propiciar não só uma comunicação mais eficiente como vai ajudar a empresa a reduzir o impacto ambiental das suas atividades.

A reformulação culminou com a redução de quase 60 páginas em relação à versão anterior. Outra novidade é a substituição do papel reciclado por couché. A decisão pela troca foi subsidiada tecnicamente por testes e com base na metodologia de Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) realizada pela companhia, que analisou a cadeia da produção da publicação com os dois tipos de papel. O couché, por ter um peso menor (gramatura, no jargão industrial) do que o reciclado, levará a companhia a reduzir em 3.500 toneladas ao ano o consumo de papel e, conseqüentemente, a quantidade de resíduos gerados pelo descarte.

Além disso, o couché que será utilizado é certificado FSC (Forest Stewardship Council), organização internacional não-governamental que define critérios de certificação florestal e de cadeia de custódia em toda a cadeia produtiva do papel _que começa com o plantio da árvore, a indústria de celulose, a transformação da matéria-prima em papel, o transporte e a impressão do produto.

As análises conduzidas pela Natura revelaram que o conjunto de medidas do novo projeto editorial e gráfico levará à redução de 32% por ano do impacto ambiental provocado no processo de produção do catálogo. Colocadas dentro de toda a cadeia de negócios da empresa, as mudanças vão possibilitar uma redução anual de 2% das emissões da companhia de CO2 equivalentes, ou 4.500 toneladas. Esta ação está alinhada com o Programa Carbono Neutro da companhia, bem como a preocupação com o consumo consciente.

Além do ganho ambiental, a utilização do papel couché branco dará melhor qualidade gráfica ao catálogo, que passará a retratar de forma mais fiel as cores, importante no processo de apresentação de produtos cosméticos.

Outra novidade é que o catálogo completo terá uma versão virtual, disponível no site www.natura.net. Essa ferramenta vai no futuro permitir às consultoras, consultores e consumidores funcionalidades como, por exemplo, o envio de e-mails com informações e fotos de produtos e um sistema de busca.

“Conseguimos com esse novo projeto o ganho duplo que havíamos planejado: um catálogo mais bonito e eficiente e que vai gerar menor impacto ambiental”, explica Erasmo Toledo, diretor de Planejamento Mercadológico e Vendas e de marketing de Relacionamento da Natura.

Com tiragem média de 2 milhões a cada 21 dias, o catálogo da Natura é uma das publicações de maior circulação no país.

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Consumo Consciente Desenvolvimento Sustentável Gestão Ambiental

Supermercado verde – Exemplo de gestão ambiental

O primeiro Supermercado Verde do Grupo Pão de açucar é um grande exemplo de gestão ambiental. Somadas, todas as ações do supermercado contribuem em muito para o meio ambiente. Vale a pena conhecer!

Para ver o relatório com fotos sobre o Primeiro Supermercado Verde do Grupo Pão de açucar, localizado em Indaiatuba, SP, clique no link abaixo.

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Controle Ambiental Gestão Ambiental

Saneamento Ambiental

O Saneamento ambiental compreende as seguintes atividades:

Abastecimento de água;
Esgotamento sanitário;
Drenagem urbana;
Coleta e destinação final dos resíduos sólidos;
Controle de vetores e de reservatórios de doenças transmissíveis;
Saneamento da habitação, dos alimentos, dos locais de trabalho e recreação, no processo de planejamento territorial, em situações de emergência e etc;
Educação em saúde pública e ambiental;

O Saneamento ambiental tem uma importância social e econômica, pois:

Fatores ambientais e antrópicos são inter-relacionados com doenças!

Diminui incidência de Doenças (Doenças de veiculação hídrica, proliferação de vetores);

Diminui custos para a sociedade em geral (diminuição núm. leitos hospitalares, menor índice de faltas no trabalho, aumento da qualidade de vida em geral, menores gastos com remediação de passivos ambientais);

Preserva os recursos naturais, diminuindo os custos de exploração e beneficiamento.

Os impactos proporcionados pelo ambiente sobre a saúde humana podem ser divididos em:

Riscos tradicionais: associados ao subdesenvolvimento, como falta de acesso à água potável, saneamento inadequado das habitações e comunidade, destino inadequado de resíduos sólidos, acidentes ocupacionais, e etc.

Riscos modernos:
associados ao desenvolvimento não-sustentável, como poluição urbana, poluição industrial, geração de resíduos sólidos perigosos, riscos químicos e radiotivos, desflorestamento, degradação do solo, mudanças climáticas.

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Resíduos Sólidos

Mais sobre a nova resolução CONAMA de pilhas e baterias

Fonte: Redação do MMA, Revista Envolverde

O Diário Oficial da União já publicou a resolução CONAMA nº 401/2008 que estabelece os limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio para pilhas e baterias comercializadas no território nacional e os critérios e padrões para o seu gerenciamento ambientalmente adequado.

A resolução preconiza que todos os pontos de venda de pilhas e baterias do País terão dois anos para oferecer aos consumidores postos de coleta para receber os produtos descartados. Caberá ao comércio varejista encaminhar o material recolhido aos fabricantes e importadores que, por sua vez, serão responsáveis pela reciclagem, ou, quando não for possível, pelo descarte definitivo em aterros sanitários licenciados.

A norma prevê ainda que nos materiais publicitários e nas embalagens de pilhas e baterias, fabricadas no País ou importadas, deverão constar de forma clara, visível e em língua portuguesa, a simbologia indicativa da destinação adequada, as advertências sobre os riscos à saúde humana e ao meio ambiente, bem como a necessidade de, após seu uso, serem encaminhadas aos revendedores ou à rede de assistência técnica autorizada.

Os fabricantes e importadores de produtos que incorporem pilhas e baterias também deverão informar aos consumidores sobre como proceder quanto à remoção destas pilhas e baterias após a sua utilização, possibilitando sua destinação separadamente dos aparelhos.

Para as pilhas e baterias não contempladas na nova norma, fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes e poder público deverão implementar programas de coleta seletiva também no prazo de dois anos previsto na resolução.

© Copyleft – É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.

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Controle Ambiental

Nova resolução do CONAMA sobre pilhas e baterias publicada

Entra em vigor nova Resolução sobre pilhas e baterias
Fonte: Conama – Informe Conselheir@s nº 26

Resolução Conama nº 401/2008
– “Estabelece os limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio para pilhas e baterias comercializadas no território nacional e os critérios e padrões para o seu gerenciamento ambientalmente adequado”

A Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) sobre pilhas e baterias foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), estando, portanto, em vigor a partir desta quarta-feira 05/11.

Esta norma revoga a Resolução 257/99 e estabelece os limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio sobre pilhas e baterias comercializadas no território nacional, bem como os critérios e padrões para o seu gerenciamento ambientalmente adequado.

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Consumo Consciente Desenvolvimento Sustentável

Consumo ecológico de água: Filtro ou água mineral?

Se na sua casa você compra galões de água mineral, porque não bebe água da torneira, responda o seguinte:
1 – Quanto reais você está gastando em galões de água mineral por mês?
2 – Qual sua garantia que a água dentro do galão realmente é mineral, e de que ela está livre de impurezas que podem prejudicar sua saúde?

Um filtro de água além de representar economia, pois tratar a água da torneira é muito mais barato do que comprar água mineral, representa saúde, pois apenas um filtro garante uma água isenta de impurezas. A água da concessionária já está dentro dos padrões de potabilidade do Ministério da Saúde, mas para garantir que você não vai beber água com excesso de cloro ou com impurezas vidno das tubulações basta apenas instalar um filtro.

Você vai saber a qualidade da água que bebe pelo gosto bom, uma água inodora e limpída! Sem contar que com um filtro de água a necessidade de manutenção é muito menor do que usando galões de água mineral. Toda vez que um galão acaba, tem que limpar o outro, e trocar (e para trocar muitas vezes precisa de um homem por causa do peso), e todo mês é necessário lavar o recipiente de distribuição pois ele tende a ir ficando verde (algas e musgo) por dentro. Já com um filtro de água basta trocar o filtro a cada 3 meses mais ou menos, ou seja, muito menos trabalho.

Indo mais além ainda podemos ver sobre a ótica ambiental, galões de água mineral poluem muito mais do que filtros, pois tem todo o transporte envolvido em carregar os vasilhames da indústria para as casas, e depois de volta para a indústria. Neste transporte ocorre a queima de combustíveis fosséis (em geral, gasolina para as motocicletas) e a emissão de poluentes, e a gente já está careca de perceber os efeitos da poluição do ar sobre a nossa saúde, principalmente, na estação seca. Podemos considerar também o volume de plático gasto nos galões e garrafinhas de água mineral. Um filtro fornece em um ano em média o equivalente a 3,2 mil garrafas de água. Se 200 milhões de unidades de filtro estivessem em uso, elas garantiriam um volume similar a toda a água engarrafada vendida em um ano nos EUA. (Valor especial – negócios sustentáveis 27, 28 e 29 de Junho de 2008)

Outro dado importante é que de 2003 a 2007, o preço da água disparou no mundo todo. A poluição hídrica, a industrialização e a expansão da urbanização acabaram gerando uma pressão enorme sobre os recursos hídricos. Os mananciais estão ficando escassos, e está difícil encontrar até mesmo águas subterrâneas que não estejam poluídas ou contaminadas. Muitos especialistas na área já consideram que a palavra escassez já faz parte do presente e não do futuro, e em muitos países isso se demonstra verdade na hora de comprar uma garrafa de água mineral. A água mineral está ficando e vai continuar ficando cada vez mais cara. A cerca de 3 anos atrás, uma garrafinha de água mineral custava em média 1,00 real, atualmente é díficl achar mais barato do que R$ 2,50 fora dos supermercados.

Resumindo, instalando um filtro de água você ganha em economia, segurança e também ajuda a proteger o meio ambiente!

Agora podemos pensar então: afinal tomar água mineral é ou não uma atitude ecológica?