Informações sobre Meio Ambiente, Licenciamento Ambiental, Tecnologias, Gestão e Controle Ambiental.

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Soluções para o aproveitamento e reúso de água de chuva

A água de chuva é um recurso com infinito potencial. Existem diversas soluções simples para o seu aproveitamento como as cisternas. A falta de informação é o que mantém o índice de reuso e aproveitamento baixo, na busca da inversão deste quadro, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas acaba de publicar um livro com soluções práticas sobre o assunto: “Uso Racional de Água e Energia: Conservação de água e energia em sistemas prediais e públicos de abastecimento de água”.

O livro é o quinto volume da série do Programa de Pesquisa em Saneamento Básico – PROSAB, com versão eletrônica disponível.

Uso Racional de Água e Energia: Conservação de água e energia em sistemas prediais e públicos de abastecimento de água é o título do quinto volume da série do Programa de Pesquisa em Saneamento Básico – PROSAB, programa gerido pela Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP. Produzido pelos pesquisadores do Laboratório de Instalações Prediais e Saneamento do Centro de Tecnologia do Ambiente Construído (CETAC) do IPT, em rede com seis outras instituições de pesquisa, o livro tem sua versão eletrônica disponibilizada para download gratuito.

Com conceitos, metodologias e soluções práticas para o aproveitamento de água de chuva e reúso de águas cinza, o livro destaca uma demanda que se intensifica no mercado. Destina-se a projetistas, fabricantes de componentes prediais, construtores e estudantes de graduação e pós-graduação. São apresentados também estudos e soluções para a conservação de água e energia no ambiente predial e público.

A Rede 5 do PROSAB, da qual o IPT faz parte, enfoca o cenário de escassez de recursos hídricos e o alto grau de degradação de mananciais observados em grandes centros urbanos no Brasil e em todo o mundo.

Para fazer download de livros do PROSAB acesse: http://www.finep.gov.br/prosab/produtos.htm

Com informações de Envolverde/Ecoagência
© Copyleft – É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.

março 8, 2010   Sem comentários

Descarte de lixo eletrônico em São Paulo

Para você que sempre teve dúvida de como descartar o lixo eletrônico, segue a dica abaixo. Afinal o lixo eletrônico cada vez mais faz parte das nossas vidas e, portanto, merece o fim mais adequado possível em termos ambientais.

Site mostra endereços para descarte de lixo eletrônico em São Paulo

Consumidores de São Paulo contam agora com o E-Lixo Maps, um serviço de busca de endereços na internet para descarte de pilhas, baterias, celulares e carregadores. Para fazer uso do serviço, basta acessar http://www.e-lixo.org, digitar o CEP e o tipo de lixo eletrônico que pretende descartar. A partir dessas informações, o site indica ao internauta os pontos de coleta mais próximos da sua casa.

O projeto associa a plataforma do Google Maps com um banco de dados dos postos de coleta de lixo eletrônico em São Paulo e é fruto de uma parceria entre a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e o Instituto Sérgio Motta. Além dessa prestação de serviço, o projeto prevê também o cadastramento de mais pontos de coleta. Para incluir mais pontos, o usuário só precisa acessar o link “participe” e fazer um cadastro do novo endereço de coleta.
“Iniciativas como essas são muito bem vindas porque, por um lado, ajudam a impulsionar ações de consumo consciente entre os cidadãos e, por outro, evitam que materiais que poluem o meio ambiente sejam descartados de forma incorreta”, comenta Ricardo Oliani, coordenador de Mobilização Comunitária do Instituto Akatu.

Vale lembrar que esses materiais possuem substâncias tóxicas em sua composição como mercúrio, chumbo, cádmio, belírio e arsênio. Quando descartadas incorretamente na natureza, eles causam danos ao meio ambiente e à saúde humana.

A idéia para o projeto surgiu após a realização, por parte da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, da campanha “Mutirão do Lixo Eletrônico – Recicle. Não descarte essa idéia”. A ação, que aconteceu no dia 30 de outubro de 2008, teve como objetivo arrecadar pilhas, baterias, celulares e carregadores em mais de 100 pontos de coleta espalhados pela Capital e em 372 municípios. A participação da população no mutirão superou as expectativas, mais de 50 toneladas foram arrecadadas, mostrando que muitas pessoas não possuíam um lugar adequado para levar esse tipo de lixo.

Por: Envolverde e Instituto Akatu para o consumo consciente

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fevereiro 22, 2010   Sem comentários

Artigo Culpas no lixo

“Se muita gente se sentisse responsável pelo resultado de seu modo de vida, sobre seus semelhantes e o ambiente, teríamos uma revolução jamais vista nesta civilização. Cada item a ser adquirido passaria pelo crivo da consciência, verificando-se como foi produzido, no que resultou sua produção, e como se dará seu destino final.”

Extrato do artigo Culpas no lixo da Prof. Dra Sônia Corina Hess sobre consumo consciente, reciclagem e os ciclos do lixo.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

fevereiro 17, 2010   Sem comentários

Monitoramento da qualidade da água

O sucesso de um programa de monitoramento de qualidade da água depende  do seu bom planejamento, e para isso cumprir as seguintes etapas é um requisito fundamental:

1 – Determinação dos objetivos do monitoramento;

2 – Seleção das variáveis (parâmetros) e locais de amostragem;

3 – Determinação do número, frequência e duração da amostragem (segundo o objetivo a ser atingido);

4 – Escolha dos métodos analíticos mais adequado (segundo cada parâmetro);

5 – Determinação das técnicas de coleta e preservação das amostras (segundo os parâmetros escolhidos);

6 – Reavaliação periódica da metodologia e interpretação dos dados.

7 – Elaboração de relatórios para subsídio as decisões quanto ao gerenciamento do corpo hídrico de forma a melhorar e/ou manter a qualidade da água.

Por definição uma amostra deve representar a síntese do universo estudado, assim a coleta de amostras é uma atividade que exige critérios técnicos e conhecimento científico.

fevereiro 13, 2010   Sem comentários

Sistema Silvipastoril

Sistema Silvipastoril: o que é isso?

A pastagem adequadamente arborizada consiste da combinação intencional de árvores, pastagens e gado numa mesma área e ao mesmo tempo, e manejados de forma integrada, com o objetivo de incrementar a produção por unidade de área. Tal forma de uso da terra constitui um sistema de produção: o sistema silvipastoril (SSP).

Essa atividade além de melhorar a produtividade através do manejo integrado dos recursos naturais, possibilita a redução de processos erosivos, melhora a conservação de corpos d’água, aumento da captura e fixação do carbono, proporciona maior comodidade aos animais, aumento da biodiversidade, bem como da redução da pressão sobre as vegetações naturais remanescentes. O melhor tipo de sistema silvipastoril é aquele usando árvores nativas.

Os sistemas silvipastoris (SSPs) apresentam grande potencial de benefícios econômicos e ambientais para os produtores e para a sociedade. São sistemas multifuncionais, onde existe a possibilidade de intensificar a produção pelo manejo integrado dos recursos naturais evitando sua degradação, além de recuperar sua capacidade produtiva (EMBRAPA, 2008).

fevereiro 11, 2010   Sem comentários

Feira Industrial adota Projeto carbono zero

A Expo-MS 2010 vai adotar uma postura inédita nesta edição.  Todo o carbono emitido na atmosfera durante o evento será  neutralizado com o plantio de árvores.

Segundo o presidente da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), Sérgio Longen, uma equipe ficará responsável por diagnosticar os resíduos sólidos e liquídos de cada indústria. “A partir deste levantamento, serão incrementadas ações para que as empresas obtenham o selo verde de emissão zero de carbono”,informou.

O projeto de gestão ambiental, a ser lançado pela Fiems, também prevê a contratação de uma empresa para calcular a emissão de gás carbônico (CO2), levando em consideração o fluxo de pessoas presentes  no local, energia elétrica consumida, quantidade de dias do evento, veículos presentes, entre outros.

Ao final da feira, a partir do índice de emissão do gás carbônico emitido durante o evento, será calculada a quantidade de árvores necessárias para a compensação, a serem plantadas posteriormente.

O evento acontece neste ano entre os dias 18 e 22 de maio, no Centro de Convenções Albano Franco, em Campo Grande (Mato Grosso do Sul).

Por Bárbara Ferragini - Com informações do jornal Correio do Estado

fevereiro 8, 2010   Sem comentários

Lixo urbano: soluções

O lixo urbano acarreta em uma série de problemas ambientais:

- transmissão de doenças e proliferação de vetores;

- contaminação do solo e lençol freático devido a disposição final inadequada;

- entupimento de bueiros, que geram enchentes e alagamentos;

Leia mais sobre este assunto site Problemas Ambientais.

fevereiro 7, 2010   Sem comentários

Cursos de Engenharia Ambiental

Pesquisa realizada para o XV Fórum Nacional de Coordenadores de Cursos de Engenharia Ambiental que ocorreu em Recife, em 2009 mostra o seguinte panorama:

- Existem no Brasil 164 cursos de Engenharia Ambiental, contra 275 cursos de Engenharia Elétrica e 259 cursos de Engenharia Civil. Segundo estes dados já existem mais cursos de Engenharia Ambiental no brasil do que Engenharia mecânica (154) e Engenharia Química (89). Entre os cursos de pós-graduação na área, são 45 cursos de especialização, sendo 27 em Engenharia de Segurança do Trabalho, 15 cursos de mestrado e 3 em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos.

- Os cursos de Engenharia hoje obedecem a Resolução CNE/CES de 11/03/02 que instituiu as Diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Engenharia, a serem observadas nas Intituições do Sistema de Educação Superior do País. A outra base legal é a Portaria 1963 de 5 de Dezembro de 1994, que criou a área de Engenharia Ambiental e determinou as disciplinas a serem incluídas no currículo de formação geral.

Adaptado de Revista Bio – Outubro – Dezembro 2009

fevereiro 7, 2010   Sem comentários

Tecnologias ambientalmente corretas serão exigidas nas licitações

A adoção de tecnologias ambientalmente corretas em todas as áreas da sociedade é uma tendência mundial, que busca otimizar e manter os recursos naturais sem esgotá-los rapidamente. O uso destas tecnologias passou a ser critério para as licitações do governo, o que mostra um alinhamento do Brasil com esta tendência.

Governo adota critérios de sustentabilidade nas licitações

A utilização de critérios sustentáveis na aquisição de bens e na contratação de obras e serviços pelos órgãos do governo federal foi regulamentada pelo Ministério do Planejamento. As regras abrangem os processos de extração ou fabricação, utilização e o descarte de produtos e matérias-primas.

De agora em diante, as obras públicas serão elaboradas visando a economia da manutenção e operacionalização da edificação, redução do consumo de energia e água, bem como a utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto ambiental.

“Essas regras vão exigir uma readequação do mercado, já que nem todos os fornecedores terão produtos qualificados para as nossas exigências”, alertou o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna. Segundo ele, o governo possui grande poder de compra e deve induzir essas mudanças junto ao mercado.

“Com essas medidas, o governo estimula a sociedade a seguir esse caminho, não apenas porque dá o exemplo, mas também porque pode induzir os fornecedores a se preparar para fornecer produtos e serviços ambientalmente sustentáveis”, justificou.

Entre as determinações, há a exigência para que as construtoras tenham um projeto de gerenciamento de resíduos provenientes da construção civil que atendam às normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente. Assim, os resíduos das obras serão destinados a aterros sanitários ou usinas de tratamento de lixo.

A Instrução Normativa também prevê, no caso das obras públicas, a utilização de sistemas de reuso de água e energia, procedimentos para reduzir o consumo de energia, utilização de materiais reciclados, reutilizáveis e biodegradáveis e redução da necessidade de manutenção, além do uso de energia solar. Outra exigência é a comprovação da origem da madeira para evitar o emprego de madeira ilegal na execução da obra ou serviço.

O governo federal também recomenda que os bens e serviços sejam constituídos, no todo ou em parte, por material atóxico, biodegradável e reciclado e que não contenham substâncias perigosas em concentração acima da recomendada na diretiva européia RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances). Entre eles, o chumbo, o cromo, o cromo hexavalente e o cádmio.

A Instrução ainda traz regras para a contratação de serviços, como a separação dos resíduos reciclados descartados pelos órgãos, a adequada destinação para pilhas e baterias e a utilização de produtos de limpeza e conservação de produtos que atendam às determinações da Anvisa. O documento também prevê que as empresas contratadas realizem programas internos de treinamento para a redução de consumo de energia elétrica e  de água.

(Envolverde/Em Questão)

janeiro 27, 2010   Sem comentários

Aspectos ambientais das obras rodoviárias

Quando, durante a implantação de uma rodovia, não é feita a recuperação ambiental dos impactos ambientais gerados. Estes evoluem e se transformam em um conjunto de degradações que compõem o passivo ambiental do trecho. Atualmente, a existência de passivos ambientais ocorre principalmente em rodovias antigas, implantadas há mais de 20 anos atrás, quando ainda não se existia a consciência ecológica e as ciências ambientais, como a Engenharia Ambiental, eram pouco difundidas e possuíam pouca prática nessa área.

Os avanços no tratamento ambiental de rodovias também estão relacionados à incorporação da variável ambiental na rotina de trabalho dos órgãos rodoviários, à maior fiscalização dos órgãos ambientais competentes, à difusão de manuais técnicos contendo instruções ambientais para projetos e obras rodoviárias, à avaliação econômica das medidas de controle ambiental e quantificação dos custos ambientais de projetos, da implantação, e da manutenção de rodovias e à progressiva implantação de programas de recuperação do passivo ambiental em diversas rodovias do país.

Os impactos ambientais cadastrados ao longo do segmento da rodovia compreendem o seu passivo ambiental, que foi gerado a partir da implantação da rodovia e de atividades antrópicas danosas a região lindeira.

Alguns dos principais impactos ambientais, tanto positivos, como negativos, decorrentes da implantação de uma rodovia são:

  • No meio Sócio-Econômico: conflito de uso e ocupação do solo; alterações nas atividades econômicas das regiões por onde a rodovia passa; mudanças nas condições de emprego e qualidade de vida para as populações; segurança do tráfego, ruído, vibrações, emissões atmosféricas que pode ter efeito sobre a saúde humana; desapropriações; riscos ao patrimônio cultural, histórico e arqueológico; travessias/intrusão urbana, uso indevido da faixa de domínio da rodovia (construções, escavações e descartes, depósito de lixo orgânico).
  • No meio biótico: impedimento dos processos de intercâmbio ecológicos por corte de áreas; riscos de atropelamento de animais; risco a áreas protegidas e a biótopos ecológicos importantes; redução da cobertura vegetal; aumento da pressão sobre ecossistemas terrestres e aquáticos; incêndios nas faixas de domínio; poluição em ambientes aquáticos e riscos para a vida aquática (o lixiviado da lavagem das pistas que cai em corpos d’água superficiais, pode alterar a sua qualidade, aumentar seus nutrientes e gerar processos de eutrofização em lagos e açudes).
  • E no meio físico: retirada de solos; indução a processos erosivos/ voçorocas em antigas áreas exploradas e taludes; instabilidade de taludes, rompimento de fundações; terraplenagem, empréstimos e bota-foras; degradação de áreas de canteiro de obras, trilhas e caminhos de serviço; rebaixamento do lençol freático; risco para a qualidade de água superficial (aumento da turbidez) e subterrânea por concentração de poluentes; assoreamento de terrenos naturais, bacias de drenagem e cursos d’água; Alagamentos, decorrentes do represamento por Obras de Arte Correntes e sistema de drenagem (pontes, viadutos) mal posicionados e/ou obstruídos.

Segundo Malafaia (2004), “um programa de recuperação do passivo ambiental de rodovias deve compreender as seguintes etapas: conceituação de passivo ambiental; levantamento e caracterização do passivo ambiental; avaliação das quantidades e condições desse passivo; estimativa dos custos de sua recuperação; programação financeira para a recuperação; plano de execução da recuperação do passivo ambiental”.

janeiro 20, 2010   Sem comentários